terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A CIÊNCIA DO ESPÍRITO/DE SEU ÂMBITO



DO ÂMBITO ESPIRITUAL  

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Nós, os Espíritos

DEUS+RETA+ESP%C3%8DRITO.png (960×720)Sabemos que somos feitos à imagem e semelhança de Deus, mas, o antropomorfismo humano nos impede uma melhor compreensão e, muitas vezes pensamos o contrário, idealizamos um Deus à nossa imagem e semelhança. Ainda pensamos em um Deus que castiga ou que premia; pensamos em um Deus de fácil compreensão pela nossa raquítica mente de seres limitados e condicionados; pensamos em um Deus muito distante e não compreendemos que Ele está dentro de nós. Ainda não compreendemos que somos Espíritos, que somos Individualidades.
Para melhor ilustrar estas explicações, imaginemos Deus como se fosse uma reta indo para o mais infinito e para o menos infinito. Ao lado desta reta, uma outra reta semelhante, porém, originária do Criador que é Deus, ou seja, o Ser antes do Ser, aquele que sempre existiu e vai sempre existir. Esta segunda reta somos nós, os Espíritos feitos à imagem e semelhança de Deus, portanto, igual à reta da direita.
Nesta outra ilustração vemos o Homem encarnado representado por um seguimento de reta simbolizando um ser limitado que não se conhece. Um ser que não sabe de onde veio e nem para onde terá que ir; não conhece a extensão de si mesmo. Esta condição limitada o faz sofrer, se sente angustiado e sofre com as intempéries do tempo.
Essa condição de limite vem do corpo físico do qual o Espírito se reveste para se compatibilizar com o projeto traçado por ele mesmo para o cumprimento de suas metas cármicas ou juras transcendentais. Portanto, o Espírito terá que buscar sua evolução, cuja meta maior é voltar-se para Deus, ou seja, conhecer a si mesmo para ser verdadeiramente feliz em seu mundo de origem. Esse objetivo só será alcançado pela reencarnação do Espírito, uma vez que ela prevê corrigir a rota de um espírito errante, visando a ampliação de sua própria consciência.
Na Terra, na condição de encarnados, nós somos três em um. Somos Corpo, somos Alma e somos Espírito. O Corpo e a Alma pertencem a um campo vibracional baixo, com relação direta com a Terra, pois, ambos foram criados nela. O Espírito por sua vez, por ele ser originário do Mundo Cósmico, atua em um campo vibracional elevado e não sofre nenhuma influência das adversidades da Terra. Essa distância que separa a Alma do Espírito, uma vez que a Alma é a consciência que o Homem adquire do meio em que vive, ela, além de ser a causa principal dos conflitos humanos, faz com que o Espírito encarnado na Terra não obtenha a consciência de si mesmo como imagem e semelhança com Deus. Daí a necessidade de se tentar voltar a Deus pelos sentimentos de religiosidade.
Então, o Homem busca na Religião um caminho para seu retorno, mas, mesmo tendo uma Religião ele ainda continua limitado em seu seguimento de reta sem conhecer sua reta infinita em sua trajetória cósmica. A Terra é o seu mundo e ele se condiciona à ela. Ele não conhece seu transcendente e tem medo da morte, pois para ele a morte é um futuro enigmático que se baseia em perdas.
Mesmo dentro de um contexto religioso, o Espírito encarnado não consegue suas realizações espirituais, pois as Religiões também são limitadas e se transitam apenas no âmbito do psiquismo e das formas, baseadas na fé separada da razão.
Para que haja a expansão da consciência do Espírito neste pequeno seguimento de reta, além da Religião ele precisa adquirir o conhecimento e o esclarecimento Espiritual de sua essência cósmica e isso não se faz pelos meios tradicionais. Este esclarecimento necessariamente passa por uma outra ordem de aprendizado. Terá o Homem que sair do tradicionalismo e ousar aprender coisas novas. Agindo assim, ele sai da inércia que o prende em seu pequeno seguimento de reta e começa então a ampliá-lo rumo ao conhecimento de si mesmo. Se isso acontecer em sua totalidade, terá o Homem encontrado com Deus.
Porque ele terá encontrado com Deus?
Porque quando um Espírito atinge essa condição, ele não erra mais. Essa condição se baseia na modificação total do ser. Ele passa a ter uma conduta Divina e para ele o mundo das mesquinharias humanas já não existe mais. Ele se torna a essência do amor incondicional, com pleno conhecimento de Deus e de si mesmo. Ao desencarnar, torna-se um iluminado e passa a fazer parte da Congregação dos Justos.
Jesus ao passar pela Terra, viveu nas mesmas condições que nós. Teve os três reinos de sua natureza, isto é, Corpo, Alma e Espírito, mas, o tempo todo ele foi a essência. Ele não tinha limites, assumiu sempre a sua Individualidade. Grande Mestre Jesus é a ponte que liga a Personalidade terrena e transitória do Homem com a sua Individualidade Eterna. E Ele disse: "O Reino de Deus está dentro de você e ao seu redor, não em prédios de madeira e pedra. Corte um pedaço de madeira e lá estarei, levante uma pedra e me encontrarás".
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém irá ao Pai senão por mim".
Jesus sempre mostrou o caminho para os espíritos encarnados e limitados, e mesmo assim seus ensinamentos foram deturpados por Homens e instituições que sempre tiveram outros interesses.
Então, veio a 3ª Revelação revivendo todos esses ensinamentos que se perderam no tempo, Revelação essa que se chama Espiritismo. E dentro da filosofia Espírita, nasce o Vale do Amanhecer que traz em sua tônica esses valores proferidos por Jesus - o princípio da Individualidade para que, um grupo de pessoas, pudesse neste limiar do Terceiro Milênio, se esclarecer e esclarecer esta humanidade tão sofrida e confusa por falta de conhecimentos espirituais.
Fonte: Blog Adjunto Valexo, Mestre Edson Rodrigues
Postado por Antonio Claudio
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INDIVIDUALIDADE 

PERSONALIDADE

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A individualidade é toda a carga transcendental e meritória de um espírito. É, na sua essência, o próprio espírito, pois é una e indivisível, compreendendo a natureza, características, tendências, preferências e objetivos de cada espírito, tornando-o distinto de todos os outros.
A individualidade é uma qualidade do espírito, enquanto a personalidade é relacionada com o corpo e a alma. Enquanto a personalidade (persona, pessoa) é o ser humano, efêmero, existente apenas em cada reencarnação com seu próprio nome, suas características e temperamento, resultantes da sua própria individualidade e da educação psicossocial, a individualidade é eterna.
Geralmente, são conflitantes, e esses conflitos ocorrem no campo consciencional e são contínuos.
Nós temos plena consciência de nossa personalidade, isto é, do que gostamos ou não gostamos, das necessidades de nosso corpo e dos anseios de nossa alma, que nos procuram enquadrar na sociedade em que vivemos, como atores em peças complicadas. Todavia, existe a percepção de que nem tudo é de acordo com o nosso íntimo, que divergimos continuamente das diversas tendências e inclinações de nossa personalidade, e vamos conseguindo penetrar pouco a pouco em nossa individualidade, o impulso fundamental e transcendente, uma energia latente que tenta romper as barreiras da personalidade.
Quando na Terra, Jesus falava perante multidões, mas, na realidade, falava para a individualidade, isto é, para o coração de cada um.
A individualidade é que nos permite a ligação com os planos espirituais, é a nossa verdadeira forma de ser, é onde se acumulam todas as experiências das encarnações por que passamos, é a nossa imagem real e sem retoques, é a responsável pelo nosso livre arbítrio e, por conseguinte, pelo nosso merecimento e pela nossa posição na escala evolutiva.
Dentro da Lei de Auxílio, não há como trabalhar com nossa personalidade, mas unicamente na nossa individualidade. Por isso, na Doutrina do Amanhecer, não é importante o grau de cultura ou posição social do médium, porque esses são fatores da personalidade.
Faz-se questão, sim, do amor, da humildade e da tolerância - os três reinos da natureza da individualidade - que dão as verdadeiras caraterísticas do espírito a caminho de Deus, proporcionando-lhe condições da realização de grandes fenômenos pela correta manipulação das forças que lhe forem confiadas pela espiritualidade.
Pela profunda diferença entre individualidade e personalidade é que nos é vedado o poder de julgar alguém, porque são inúmeros os casos de grandes individualidades que reencarnam com pesadas personalidades, dentro de um plano de evolução de almas afins.

Fonte: Tumara
Postado por Templo Puemar do Amanhecer
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Espíritos Maus



Existe gente completamente malvada? 
Existem espíritos maus?
Não!

Salve Deus! 
Analisemos primeiramente os encarnados:
Meus irmãos e minhas irmãs, observamos nos mundo pessoas que parecem dedicarem-se a fazer maldades. Alguns de forma aberta, provocando situações que agridem e ferem os outros de maneira pública. Outros de maneira dissimulada, semeando seus venenos e trazendo dor aos que se aproximam.
Temos bandidos, marginais, e tantas denominações de malfeitores que parecem viver exclusivamente para maltratar a humanidade.


Mas... Serão estas pessoas nascidas para a maldade? 
Será sua essência a expressão do mal?
Bem... Eu acredito em Deus como a fonte da criação! Entendo que um ser inteligente jamais criaria algo para trazer, ou provocar a dor. Entendo também que a criação de um espírito é a Doação Divina de uma célula do Pai. Sendo assim, somente se Deus fosse “Mau” é que teria “células” que traduzissem sua maldade e formassem assim espíritos malvados, que encarnados, seriam humanos malvados!
Porém, sabemos que Deus é a essência da bondade. A pureza do Criador é indiscutível para qualquer ser que, ao observar cada elemento natural, perceba a perfeição existente no que ainda não foi alterado pelo homem.
Não creio em diabos e demônios formados de exclusiva maldade! Assim como não creio em “fogo eterno”, “pecados imperdoáveis” e outras falácias trazidas para “controlar” o comportamento humano pelo medo, e não pela consciência.

Deus não poderia ter criado um ser demoníaco!

Todo espírito foi formado a partir de uma célula Divina. Todo espírito possui uma essência Divina e boa! Porém, em algum momento de sua trajetória, quando sujeito às leis físicas das encarnações, suas experiências o conduziram às frustrações e dores que deturparam sua consciência, florescendo o negativo instintivo da animalidade.
Somos espíritos ocupando um corpo animal. Um corpo físico que possui instintos e desejos físicos. Recebemos uma alma, com uma personalidade nova a ser construída pelas nossas experiências e pelas reações que temos face às situações que enfrentamos. Temos um “caráter espiritual” que supera a Lei do Esquecimento e que se revela a cada novo encontro ou reencontro.
Construímos então a nossa personalidade com base em nossas experiências, nosso caráter espiritual, nossas reações e nosso meio de convívio que implicará em nosso nível cultural, educacional, social, econômico, familiar, etc. Esta construção será positiva ou negativa, de acordo com o domínio do físico-instintivo sobre nossa consciência adormecida, ou de acordo com nosso despertar espiritual e consciência da essência que nos conduz a Deus.
No plano etérico, onde habitam os espíritos que desencarnaram, mas que ainda não seguiram seu caminho de regresso à evolução, não é diferente!
Espíritos “estão maus”, mas nenhum, nem o mais cruel dos cobradores, vingadores ou bandido do espaço, nenhum, tem a essência do Mal. Todos possuem a mesma célula Divina que os originou e que, mais dia, menos dia, irá despertar. Voltará a brilhar em seu peito clamando pelo retorno ao caminho de casa.
Kazagrande
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Que tipo de mediunidade?
O espírito é algo que se destacou do Todo e, como consequência, se individualizou, se tornou uma "individualidade". O indivíduo-espírito, pela própria natureza, apresenta característica, tendências, preferências e objetivos que são seus, que o destacam de outros indivíduos- espíritos.
Para encarnar, isto é, para percorrer por certo tempo este Planeta, seguir a estrada que o levará, num futuro talvez remoto, à desindividualização , isto é, a sua reintegração no Todo, ele é obrigado a se adaptar ao corpo físico, cujas manifestações se fazem pelo processo sensorial de estímulo e resposta, chamado alma. Esse conjunto corpo-alma forma a personalidade.
Personalidade significa a aparência física, a constituição do corpo, as tendências, a educação recebida, ou seja, "aquilo" que foi feito ou que fez no mundo físico, no Planeta, para a manifestação do indivíduo-espírito.
Esta é a Lei da Terra, a Lei Crística, em seu aspecto peculiar da encarnação. Ao se submeter a esse processo, o espírito aceita completamente o fato de que terá que se manifestar, exercer a sua programação, caminhar para os seus objetivos, dentro destas condições difíceis.
A formação da personalidade já é meio caminho andado na realização cármica. Por mais que faça, o Homem dificilmente pode modificar sua personalidade, a não ser em termo de mudança de comportamento. Essa mudança entretanto, a não ser que seja feita em consonância com os objetivos do seu espírito, será angustiosa transitória ou auto-aniquilante.
O conhecimento e utilização da força mediúnica devem ser paralelos ao reconhecimento da existência do espírito transcendental, do próprio espírito, sob pena dela ser apenas a própria exteriorização da personalidade.
Em resumo, o desenvolvimento da mediunidade apenas fenomênico, sem um objetivo Crítico, ressalta as qualidade ou defeitos do Médium e o torna apenas intermediário entre o mundo que o cerca. Pode ainda acontecer dele, na sua cegueira personalística, ser intermediário de forças horizontais, não criativas e às vezes até destrutivas.
Nesse caso ele se torna um Médium apenas psíquico, isto é, ele dá vazão a conceitos, ideias e conselhos de sua própria lavra ou de espíritos do Plano Terreno ou seja formas e valores não criativos, apenas transformistas.
Esse fato simples e objetivo é que separa o joio do trigo, o que é Crístico, e o que é apenas não é. É fácil de se saber quando isso acontece. bastando seguir-se a regra evangélica de que a "árvore se conhece pelo frutos..."
A mediunidade desenvolvida paralelamente ao esclarecimento doutrinário, apresenta um quadro totalmente diferente. O Médium começa por apreender as emanações e os anseios transcendentais do seu próprio espírito e, graças a isso, ele se harmoniza com a sua linha cármica. Ele muda seu comportamento por um processo íntimo de plena convicção. Ele passa a ver o mundo com maior descortino, e torna mais abrangente e com isso sua vida se harmoniza. Ele passa a ser uma pessoa que irradia simpatia e interesse pelo seu próximo.
A partir daí se torna possível seguir a Lei do Perdão, do Amor e da Tolerância e da Humildade. Nestas condições isso é feito sem constrangimento, em que a pessoa tenha que se violentar, sem provocar tensões internas, geralmente causadoras da revolta.
Nessa linha de sintonia com seu espírito transcendente ele atrai para si as emanações dos espírito superiores, de seus guias, seus mentores, e passa a ser porta-voz desses espíritos. Esse é o Médium espiritualizado, o Médium através do qual vem a cura, o alívio e a esperança dos que são atendidos por ele.
Temos assim uma ideia clara do que seja a mediunidade puramente psíquica e a mediunidade espiritual. Entretanto, é preciso que o Ser Humano não seja estático, sempre o mesmo. Ele varia a cada momento e seus estados se alternam conforme as influências a que é submetido. Como consequência, sua mediunidade pode variar e se apresentar ora de uma forma, ora de outra.
Por isto é que a prática da mediunidade pode ser feita no âmbito de um conjunto doutrinário, com regra ritualísticas e a vigilância dos Mentores. Em nossa Corrente, para melhor garantir a autenticidade, todo trabalho mediúnico é feito pela unidade dupla Apará- Doutrinador. Só o Doutrinador tem as condições necessárias para discernir as manifestações e saber quando as coisas vem do Médium ou dos Guias, qual a dosagem de psiquismo existente no trabalho, e até que ponto esse psiquismo não prejudica o trabalho. Afinal ninguém é perfeito e qualquer um pode cometer erros. O importante é tirar o melhor partido de cada situação e fazer com que o Médium ajude a si mesmo, enquanto ele está ajudando o próximo. Só uma atitude de Amor e paciência pode conduzir o fenômeno mediúnico para resultados positivos a todos os que dele participam.
Para isso é preciso haver uma atitude desassombrada e de compreensão, que somos todos espíritos a caminho e que o Ser Humano dificilmente mistifica deliberadamente.
ESPÍRITOS DE LUZ


A partir da concentração molecular da matéria densa, podemos conceituar a vida, no âmbito do Mediunismo, em termos de vibração. Nesse sentido, a matéria sólida, os líquidos, os gases, o som, a luz, etc. são estados vibracionais.
Conforme o tipo do corpo de que o espírito é revestido, ele está sujeito àquela gama vibratória. Um espírito encarnado age através do corpo físico, um desencarnado do etérico, do astral ou do mental, de acordo com as vibrações desses planos.
Ao atingir determinado grau evolutivo, sem compromissos nesses planos, o espírito adquire uma vibratilidade, cujo conceito mais apropriado, em termos de sentidos humanos, é a luz.
Costumamos dizer, então, que o espírito é pura luz. A partir daí, conceituamos os Mentores e Guias, que assistem os terráqueos, em termos de Espíritos de Luz.
Espíritos de Luz seriam, então, os que já superaram a faixa reencarnatória em termos pessoais. Quando há reencarnação desses espíritos na Terra é, provavelmente, para o exercício de missões a serviço dos planos divinos e não em funções cármicas.
Naturalmente, os conceitos desses espíritos estão fora do alcance humano e sua ação, na Terra, deve obedecer a planos incompreensíveis para nós, encarnados.
Isso é relativamente fácil de verificar, no contato com esses espíritos, qualquer que seja a modalidade de comunicação. Em nenhuma hipótese, eles invadem o campo de nosso livre arbítrio, ou nos levam a alguma decisão que contrarie nosso destino transcendental. Suas ações são inexoravelmente em termos de nossa evolução, da abertura para o espírito.
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Embora respeitem nossos valores, jamais criticando as coisas de nossas vidas, ou da vida em geral, eles procuram mostrar o caminho da realização através desses mesmos valores. Eles respeitam a nossa condição de espíritos encarnados.
Castigos, punições, lições de moral, estão fora, completamente, das atitudes de um Espírito de Luz.
Ao contrário, um espírito da Terra, ainda que muito evoluído, pauta, sempre, sua ação em termos de aconselhamento, de vida moral, de formas de comportamento. Eles fazem questão de demonstrar seus poderes ou sua eficácia, e acabam, quase sempre, se tornando patronos.
Os grupos dirigidos por espíritos da Terra acabam, sempre, por se preocupar com problemas sociais, dão demasiada ênfase à caridade material e à correção das injustiças sociais.
Com isso, a vida mediúnica se horizontaliza, se impregna do transformismo da personalidade. O grupo assim orientado, se preocupa com as bases materiais da obra, com os resultados palpáveis, com estudos e conceituações doutrinárias. Em resumo, ele se humaniza, em vez de se divinizar.
Nesse caso, as ações e a orientação refletem o nível social do grupo. A justiça praticada pode chegar, até mesmo, aos termos de punição, vingança e corrigendas de comportamento.
Nesses grupos, o ectoplasma circulante é impregnado dos fluídos do plano invisível, resultando daí uma divisão de forças, uma homogeneização em termos diluentes. O mundo invisível não produz energias, mas, ao contrário, se abastece de energia do plano físico. É por isso que o médium desses grupos se cansa, desanima e desiste.
Ao contrário, quando o grupo mediúnico sintoniza com os Espíritos de Luz, ele recebe forças do outro plano e, com isso, não gasta suas energias fluídicas ou nervosas. Um médium, bem sintonizado com seu Mentor, pode operar horas a fio, e voltar a si em melhores condições físicas e psicológicas do que quando começou a trabalhar.
Para melhor compreensão dessas afirmações é preciso entender a diferença entre plano invisível e plano espiritual.
Para que santificado seja nosso espírito algum dia! É uma frase bastante conhecida em nossa Doutrina. No conteúdo dela encontraremos uma vasta explicação de individualidades que atingiram a perfeição, não tem mais em seu corpo espiritual uma célula que não seja de pura luz! Sua condição evolutiva é tal, que estão livres dos sentimentos pesados que, na maioria das vezes, nós outros, seres humanos padecemos.
A trajetória de um espírito de luz é longa, ele experimenta as dores de suas existências com amor, as compreende, as aceita, e a cada encarnação procura servir dentro do principio do amor incondicional. Despojam-se das coisas materiais, trocam a alimentação da personalidade (corpo) pela individualidade (espírito). E é o que deveria acontecer em nossa Doutrina, quanto maior é a hierarquia, maior é sua humildade.
Sua função é auxiliar seus irmãos que ainda estão nos mundos em prova, ou expiação também atingirem sua condição de espíritos luminosos. Não tem religião, mas filiam-se as correntes mediúnicas doutrinárias e filosóficas tentando auxiliar seus membros dentro dos ideais de cada uma delas.
Em nossa Doutrina, nos auxiliam há quase 32000 anos, quando chegamos de Capela com o intuito de colonizar a Terra. Nesta encarnação, neste propósito doutrinário que estamos imersos, nos proporcionam iniciações, consagrações, trabalham nossos plexos para que possamos servirmos como missionários, amenizando as correntes pesadas existentes neste terceiro plano. Assumem diversas roupagens para adaptar aos nossos diversos rituais. Pois cada ritual manipula um quantum de força espiritual diferente. Nosso ectoplasma aliado a uma série de fatores, como cores, ritual, disposição arquitetônica formam a força cabalística, elemento indispensável na cura desobsessiva. Esses espíritos não tem em nossa Doutrina preocupação com a cura física, esta é responsabilidade dos médicos da Terra. Porém a cura desobsessiva uma vez realizada no corpo espiritual, logo em seguida o corpo espiritual se regenera. Sua condição evolutiva é tal que esses mensageiros respeitam nossas decisões, se preocupam com o coletivo, não interferem em nossas decisões pessoais, não agenciam situações emocionais, não arrumam emprego...Enfim nos auxiliam, dando forças espirituais, para que neste mundo físico possamos enfrentar nossas dificuldades. Seu amor é tanto que podem transfigurar, transformar sua aparência em espíritos sofredores líderes de falange, para entrarem nas pesadas cavernas e de lá tirarem seus tutelados. Assim como pedem oportunidades de reencarnarem para ajudar suas almas gêmeas a encontrar sua condição evolutiva. Sua origem é o terceiro ciclo, e quando precisamos de sua ajuda tomam a roupagem de Pretos Velhos, Cavaleiros , Ministros para nos auxiliarem.
Sua comunicação é sempre clara, de linguagem simples como os Pretos Velhos. Mesmo nas mais difíceis projeções futuras do paciente sua mensagem é sempre de esperança. Não costumam atuar na linha da profecia. Mas podem deixar seu tutelado e subirem de volta a sua origem.No caso do Mestre Jaguar, quando este deixar de manipular sua mediunidade por muito tempo,seu Ministro volta deixando o só!
Nossa compreensão ainda é limitada no conhecimento dessas individualidades, assim como seu mecanismo de atuação entre nós. Tudo que sabemos e estabelecemos é uma relação de conduta, e é baseada no conhecimento e razão humana. Essas individualidades tem uma ação universal, seu compromisso é com o coletivo, com povos e tribos.

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Pai Seta Branca é o mentor responsável pela nossa tribo, junto a ele estão outros veteranos espíritos, e todos eles tem um compromisso com Jesus o governador do planeta Terra.
Certa feita em uma aula dominical Tia Neiva fez uma afirmação muito séria,complicada e delicada: “ Nos mundos espirituais, vocês já são considerados como entidades”! Isto nos arremete em nossos desdobramentos inconscientes onde vamos aos submundos auxiliarem nossos irmãos que ainda encontram-se nos pântanos e nos mundos negros da incompreensão.
Precisamos pensar! Refletir....
Quando, após o desencarne, o espírito terminar sua jornada aqui na Terra e não mais tiver provas a passar nem reajustes a resgatar, ele se desliga dos planos pesados deste planeta e vai para outros, mais sutis, adquirindo um padrão vibratório muito próximo da luz, superando a faixa reencarnatória em termos pessoais, e se torna um Espírito de Luz.
Caso voltem a reencarnar, vêm em missão especial, a serviço dos planos divinos, e não em funções cármicas, com ações muito acima do alcance da compreensão humana, porque não contrariam nosso livre arbítrio e nem nos induzem a qualquer decisão que contrarie nosso destino cármico, somente preocupados em abrir as nossas consciências e elevar o padrão vibratório de nossos espíritos.
Um Espírito de Luz jamais usa castigos, punições ou lições de moral, nem faz críticas sobre nossas ações ou reações e nossas escalas de valores. Com esse respeito à nossa condição de encarnados, procuram nos mostrar os caminhos da realização espiritual através destes mesmos valores, agindo com suavidade e amor, de tal forma que um médium pode incorporar um Espírito de Luz por longo tempo e, ao voltar a si, sentir-se em melhores condições físicas e psicológicas do que quando começou seu trabalho.
Nossos Guias  e Mentores são Espíritos de Luz dedicados a nos ajudar, individualmente, em nossa jornada.
Assim, há que se considerar a maior autoridade dos Espíritos de Luz em nossos trabalhos. Vemos mestres que se arvoram em donos dos setores, e, com truculência e falta de amor, se colocam como poderosos dirigentes e desafiam os Espíritos e constrangem pacientes, chegando até a negar o atendimento àquele que está ali aguardando uma ajuda da Espiritualidade. É um erro terrível, sempre ampliado pelo desequilíbrio vibracional de todo o trabalho, porque aquele mestre está a serviço de um deus limitado e imperfeito, reflexo dele mesmo, intransigente e irreverente com as entidades, prejudicando toda a vibração e resultado daquela manipulação.
O bom dirigente permite a tranquila comunicação, sintonizado com a Espiritualidade e sendo apenas um atento e calmo espectador da manifestação, provendo a harmonia do atendimento e com a certeza de que está servindo ao Deus que nos criou, que conhece as carências e dificuldades de cada um de nós, e não ao deus feito à imagem e semelhança do Homem, com características humanas, anunciando violências, desastres e castigos.
ANJOS



Os ANJOS e os SANTOS ESPÍRITOS são entidades de alta hierarquia, Raios de Olorum, que atuam nos diversos Sandays, projetando suas forças em conjunto com as das Estrelas, realizando grandes fenômenos de cura, de desobsessão e, especialmente, as aparições e materializações que objetivam conduzir as atenções da humanidade, mergulhada na violência e no materialismo, para as coisas de Deus.
O vocábulo grego anggelos, que foi traduzido como anjo, em nosso idioma, tem o significado original de "mensageiro".
Existem, através da História da Humanidade, momentos críticos para a Terra, em função da violência e descaminho dos Homens, que proporcionaram as aparições de Anjos e Santos Espíritos, abafadas pela Igreja Católica de Roma, que as denominou como aparições da Virgem Maria (quando com aspectos humanos) ou do Espírito Santo (quando apenas uma forma luminosa), uma vez que não podia esconder as evidências.
Em Mateus (I, 19 a 24), temos José pensando em deixar Maria, após saber que ela estava grávida: “Então José, seu marido, como era justo e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo, e dará à luz um filho e chamarás o seu nome Jesus, porque ele salvará seu povo dos seus pecados. Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que disse: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e chamá-lo-ão pelo nome de Emanuel, que, traduzido, é: Deus conosco. E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher; e não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.”
Com a ameaça de Herodes, torna o anjo a orientar José (Mateus, II, 13 e 19 a 21): “E tendo os Magos se retirado, eis que o anjo do Senhor apareceu a José, dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e demora-te lá até que eu te diga; porque Herodes há de procurar o menino para o matar.(...) Morto porém Herodes, eis que o anjo do Senhor apareceu a José no Egito, dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe, e vai para a terra de Israel, porque ali já estão mortos os que procuravam a morte do menino. Então, ele se levantou, e tomou o menino e sua mãe, e foi para a terra de Israel.
O Evangelista registra, após ter sido Jesus levado para o deserto e ter resistido às tentações do demônio (Mateus, IV, 10 e 11): “Então, disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele servirás. Então, o diabo o deixou; e eis que chegaram os anjos e o serviram.”
Quando Judas levou a multidão para prender Jesus, um dos apóstolos sacou a espada e cortou a orelha de um servo do sumo sacerdote, sendo contido por Jesus (Mateus, XXVI, 52 e 53): “Então Jesus disse-lhe: Mete no seu lugar a tua espada porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão! Ou pensas tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que Ele não me daria mais de doze legiões de anjos?”
E, finalmente, Mateus nos relata (XXVIII, 1 a 7): “No fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do Céu, chegou, removendo a pedra, e sentou-se sobre ela. E o seu aspecto era como um relâmpago, e o seu vestido branco como a neve. E os guardas, com medo dele, ficaram assombrados e como mortos. O anjo disse às mulheres: Não tenhais medo, pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia! Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que Ele já ressuscitou dentre os mortos. E eis que Ele vai adiante de vós para a Galileia; ali O vereis. Eis que eu vo-lo tenho dito.”
Vemos, pois, a intensa atividade dos anjos como mensageiros celestiais e mesmo como guerreiros da Luz. Periodicamente esses espíritos se apresentam na Terra, em materializações que visam chamar a atenção dos Homens e despertar suas consciências para as mensagens que trazem.
Na vidência, o médium vê uma figura que ele julga ser alada, com um par de asas, mas que, na realidade, se apresenta com um imenso fluxo de energia que flui dos chakras umerais, dando a ideia de asas.


O Padrinho 


Quando um espírito se compromete com outro como padrinho, ele tem a responsabilidade de levar o amor e a evolução àquele afilhado, principalmente pela harmonia e dedicação nos trabalhos da Doutrina do Amanhecer.

Tia Neiva dizia ser a mãe do Doutrinador, logo, como pai, com a polaridade positiva, está, neste planeta, o padrinho, cuja principal função é a de substituir a figura paterna, tornando-se um espelho para aquele que lhe coube como afilhado, dando exemplo dignificante por sua conduta doutrinária.

Não sofre qualquer interferência dos espíritos das Trevas aquele que está sob a guarda de seu padrinho, porque é formada uma proteção magnética que permite o total isolamento dos dois, juntando seus campos magnéticos e vibrando o amor luminoso, em harmonia como seus Ministros e Cavaleiros.

O padrinho completa o grande feixe de forças necessárias para a evolução e condução de um espírito a caminho de Deus.

O padrinho de um Arcano deve ser do mesmo Adjunto de origem. Caso não o seja, deixará de emitir com o Ministro anterior e passará a emitir no Ministro do afilhado.

 “As lutas, as constantes guerras dos exus, eguns, são terríveis. Existem espíritos que já subiram para o sono cultural, isto é, tiveram a graça de serem retirados das Trevas por um padrinho. Sim, quando estamos em dificuldade, chamamos por nosso padrinho e ele, somente ele, pela graça de Deus, pode colocar seu afilhado no grau de sua evolução. Devemos admitir, então, que entre o afilhado e ser padrinho tudo pode acontecer. Tudo, inclusive uma mudança estrutural benéfica.” 

(Tia Neiva, 14.8.84).

Postado por Antonio Claudio 
MÉDICOS DE CURA

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Um dos trabalhos espirituais, que pouco se comenta na Doutrina é a Cura, e menos ainda sobre os Médicos de Cura, os “Médicos do Espaço” que nos assistem nestes trabalhos.
Os Médicos de Cura têm uma incorporação bastante diferente das outras Entidades. Passam uma tranqüilidade, uma segurança total. Na visão dos médiuns de incorporação, existem dois fatores de peso: A ausência quase total de comunicações, que só ocorrem em poucos casos em Curas Evangélicas, e a sutileza da emanação.
A ausência de comunicação é um fator que tranquiliza naturalmente o médium. Seu compromisso é manipular a energia, reequilibrando o plexo do paciente. Colocando seu ciclo biológico em harmonia com sua aura espiritual.
Esta mesma sutileza de manipulação também, em alguns casos, traz dúvidas, e dificuldade do médium reconhecer se já incorporou ou não. Isso pode ser resolvido com a mentalização da aura do paciente. A Entidade passa a sensação dos pontos em desequilíbrio, e em total sintonia, pode-se vislumbrar o quê efetivamente está sendo realizado pela Entidade.
A roupagem do Médico de Cura é quase Kardecista, porém , atua com forças altamente precisas e iniciáticas, dentro dos Sandays, e com manipulação quase cirúrgica nos trabalhos evangélicos.
O reequilíbrio bio-espiritual do paciente muitas vezes elimina diretamente algumas enfermidades, e em outras, desmascara o fator espiritual que ocultava a doença, permitindo que os “médicos da terra” encontrem e identifiquem o fator físico gerador dos problemas.
Cavaleiro da Lança Lilás é o emissor do Raio Curadorda cura do corpo físico.
Ao iniciar o trabalho evangélico, o Doutrinador identifica a Entidade e recebe o paciente encaminhado pelas Entidades dos Tronos.
Deitado na maca com a proteção de um lençol que o cobrirá da cintura para os pés, o paciente deve relaxar e mentalizar o problema que lhe aflige fisicamente.
Assim como nos Tronos, o Doutrinador fala o nome do médico incorporado e solicita que o paciente informe o seu nome e a sua idade.
Com a sua mão direita, aberta, com a palma voltada para o plexo do paciente a uma altura de aproximadamente 30 cm, e o braço esquerdo levantado, formando um ângulo de 90º, com a mão espalmada, o Doutrinador dá início ao trabalho.
Nunca tocando o paciente, o Médico de Cura realiza seu trabalho em silêncio, sem emitir sons ou ficar “vazando” (ssssssssssssss...). A comunicação neste trabalho é praticamente inexistente. Porém algumas vezes o Médico solicita ao paciente o uso de a água fluidificada.
Terminado o atendimento, o Doutrinador retira o lençol e o paciente é liberado.
Kazagrande

Pensamos naquele homem cuja perna ia perder. Chegou um cientista e, no plano físico, lhe deu um remédio e o libertou.
O homem, com suas duas pernas, se pôs a correr e a se chocar, em desafio com outros homens. Voltou à sua dor primária, indo ver-se em seu antigo estado.
O cientista, tornando a vê-lo, triste, foi lhe dar o mesmo remédio. Não, ele não precisava mais do cientista!
Desta vez sua doença era na alma.
Enganou-se: o cientista tirou do bolso o Evangelho e lhe deu sua cura!

MEDICINA E ESPIRITISMO

A principal finalidade da Medicina é preservar a vida humana na Terra. A principal finalidade do Mediunismo é preservar o destino de um espírito em tráfego encarnatório,  na Terra. A Medicina se preocupa com o destino transitório de uma encarnação do corpo físico que um espírito está usando para o seu programa atual. O Mediunismo se preocupa com a conservação do corpo físico, em função das finalidades do espírito que o utiliza.
Ambas as ciências têm sua razão de ser e suas finalidades bem definidas. Uma trata do plano psicofísico, e a outra, do plano espiritual. Remédios se usam para o corpo, e são problemas de Química e Fisiologia. Um espírito receitar um remédio é o mesmo que um médico querer recartilhar um carma. Um espírito fazer um diagnóstico clínico, é o mesmo que um médico querer definir a posição de um espírito. Se o paciente precisar de um diagnóstico, ele vai ao médico, e o seu Mentor, junto com o Mentor do médico, inspiram a este o quadro certo. Se o diagnóstico não for certo, provavelmente será porque o espírito daquele paciente não quer que ele seja curado. Não se pode generalizar esse assunto, pela simples razão que cada ser humano apresenta um problema único e original. Não nos esqueçamos, porém, de que todos os seres humanos são objeto da misericórdia Divina.


Chuva de luz

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