sábado, 25 de fevereiro de 2017

A CIÊNCIA DO HOMEM


O HOMEM

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A TRANSCENDENTALIDADE DA
DOUTRINA DO AMANHECER




Trino Triada Tumarã



CAPELA

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Nos anos 60, quando iniciava sua jornada para concretizar a Doutrina do Amanhecer, Tia Neiva teve os primeiros desdobramentos nos quais manteve contato com seres de outro planeta.
Em seu livro “2000 - A Conjunção de Dois Planos”, o Mestre Tumuchy nos relata a primeira viagem que Koatay 108 fez a Capela, na constelação do Cocheiro. A bordo de uma nave cheia de instrumentos, Johnson Plata a conduziu ao “Planeta Monstro”, assim denominado por ser muitas vezes maior que a Terra, e ser considerada a 6ª entre as estrelas mais brilhantes.
Johnson Plata explicou que aquela bela bola luminosa, gasosa e colorida, era composta por quatro mundos diferentes e separados. Um deles chamava-se Umbanda, que significa “Banda de Deus” ou “Lado de Deus”, e era parte pura do planeta. Outro era CAPELA, que significa “Última Espera” ou “Guarnição do Nicho de Deus”. Ali vivem os seres a quem chamamos “Cavaleiros de Oxosse”, seres físicos que têm importante função na Terra, e se apresentam desmaterializados.

 Os habitantes de Capela são gente como nós, espíritos ocupando corpos físicos, moleculares, mas sua composição é diferente da nossa. Capelinos trabalham junto a nós, muitos encarnados na Terra, humanos como nós, outros no plano etérico, como nossos Mentores ou Guias Espirituais.

Tia Neiva ficou surpresa ao ser apresentada a um Capelino, chamado Stuart, a quem sempre conheceu como nosso querido Tiãozinho. 

Assim, os Capelinos tentam mudar os rumos da Humanidade na Terra, instruindo espíritos que aqui voltam a reencarnar, auxiliando os desencarnados nas Casas Transitórias, atuando como missionários encarnados, ensinando, protegendo, amparando o Homem em sua jornada de volta ao Planeta-Mãe. 
Os espíritos que se comunicam conosco são seres físicos, lidam com processos materiais, diferenciados, portanto, dos processos dos espíritos e têm uma tarefa a executar. Utilizam nossa mediunidade e também fazem suas projeções de Capela, diretamente, ou de espaçonaves - as amacês. 
Esta ligação foi feita por força da nossa missão na Terra, para onde viemos espiritualizar o Homem que aqui existia, fruto da evolução no planeta, mas que se encontrava em estágio primitivo. Essa missão foi a oportunidade que os Grandes Espíritos nos concederam para buscar a harmonia que nos faltava para poder continuar nossas vidas em Capela.
Na verdade, esta missão tinha, como objetivo primordial, estabelecer as bases do Sistema Crístico neste planeta, obra que seria desencadeada com a chegada, à Terra, do Divino e Amado Mestre Jesus.

OS  CAPELINOS  NA TERRA

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Há cerca de trinta mil anos antes de Cristo, chegou à Terra um grupo de espíritos missionários com corpos diferentes dos nossos, com estatura entre três e quatro metros, tendo uma fisiologia que os tornava quase indestrutíveis na Terra. Originários de Capela, estavam plenos de Deus e da Eternidade, pois sua constituição era de pura luz e sua individualidade era conhecida apenas de Deus e dos Grandes Mestres. Para poderem cumprir sua missão, passaram a habitar corpos densos e, para operá-los, tiveram necessidade de criar corpos intermediários - as almas. Até então vivendo sem cuidados pessoais, começaram sua odisseia individual neste planeta, em que o meio físico já estava sedimentado, porém sujeito às variações de busca de equilíbrio em sua órbita ao redor do Sol. Da nebulosa inicial já se haviam passado bilhões de anos, e a energia telúrica, concentrada na pirosfera, emitia poderosos feixes magnéticos e ondas de força que iam plasmando mares e terras, elevando montanhas, formando vales, distribuindo as águas e formando sistemas atmosféricos onde proliferavam as formas de vida vegetal e animal.
Os Capelinos vieram   em chalanas, desembarcando em sete pontos do nosso planeta :– 
(1) nos Himalaias (região atual do Tibete);
(2) na Mesopotâmia (atual Iraque);
(3) nos Hiperbóreos (atual região ártica, incluindo a Groenlândia e o Alasca), 
(4) na Atlântida (atualmente submersa pelo oceano Atlântico);
(5) na Egéa (civilização  que foi submersa na região do mar Mediterrâneo, dando origem às ilhas gregas do mar Egeu);
(6) no Planalto Central Africano (entre o lago Vitória e nascentes do rio Congo, no Zimbabwe);
(7) e na Cordilheira dos Andes (na faixa oriental da América do Sul, atuais Peru, Bolívia e Colômbia).
Trazendo uma alma singela, obedecendo às normas espirituais e sabendo utilizar as forças cósmicas, especialmente as do Sol e as da Lua, os Capelinos foram  padronizando a exploração das energias vitais com vistas à energização da Terra, enquanto utilizavam energias das usinas solares contrabalançadas pelas geradas por usinas lunares. Cada uma das regiões ocupadas tinha seus planos evolutivos, sendo controladas suas alterações na crosta terrestre e dispondo de aparelhos específicos para os trabalhos. Sendo de constituição diferente dos terráqueos e portando grandes poderes, são lembrados por vestígios desse início civilizatório, principalmente, pela mitologia desses povos, pois eram verdadeiros deuses, portadores de forças prodigiosas e de conhecimentos fantásticos.


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  1. RAIZ DOS HIMALAIAS

1.1 BUDA  Expandindo-se pelos povos mongóis, chineses, japoneses e hindus, esta raiz começa a ser conhecida a partir do século VI A.C., quando nasceu o príncipe Sidhartha Gautama (566-486 A.C.),  filho do rei Suddodhana e da rainha  Mayadevi,  que morreu no parto, no reino de Kapilavastu, região do Nepal, nos Himalaias. Chocado com a morte da esposa, o rei decidiu manter seu filho longe da maldade do mundo e o criou confinado no imenso palácio, sob a orientação de um tio, direcionando sua educação para a sucessão real, treinando-o no manejo das armas e práticas de combate, encarregando o sábio Visvamitra de sua educação moral e espiritual. Completados seus dezesseis anos, Sidhartha se casou com Yasodhara, tendo um  filho – Rahula. Um dia, já  com 29 anos e cansado de ser prisioneiro de seu pai, Sidhartha se disfarçou de mercador e, acompanhado por um fiel servo, escapou do palácio e foi conhecer o mundo exterior, ficando profundamente chocado com a miséria que viu, com as doenças e pobreza do povo. Desiludido com o pai, que lhe afirmara, sempre, que só havia alegria e felicidade em seu reino, abandonou o palácio, a família e o poder, obcecado pela ideia de descobrir as origens da dor e da morte, e se juntou a um grupo de brâmanes, trajando apenas uma túnica amarela e levando uma tigela para recolher parcos alimentos recebidos como esmola. Inquieto e insatisfeito, pois não conseguia obter o aprendizado que desejava. Tornou-se discípulo de Arada  Kâlâma e Udraxa Ramâputra, famosos  mestres, mas um dia, sentindo a fragilidade das explicações dos brâmanes, foi meditar sob os ramos de uma figueira sagrada  Bodh – no alto do monte Gaya. Mergulhado em  profundo êxtase, enfrentou e resistiu a perigosas tentações, obtendo triplo conhecimento: a memória de vidas passadas; nascimento e morte dos seres; e a destruição em si mesmo dos desejos que causam as reencarnações sucessivas nesta Terra, recebendo instruções de espíritos superiores e a denominação de Buda – o Iluminado – ou Tathagata – o Que Alcançou a Meta – tendo a certeza de que seria aquela sua última encarnação neste plano. Em Rishipatana, num pequeno círculo de cinco ascetas que se reuniram no Mragadava, perto de Varanasi, começou sua  pregação que iria durar 55 anos, baseada na ideia de que a ignorância era a causa de toda a aflição do Homem.


Com base na compilação dos trabalhos de Buda Dharma (o Caminho), Vinaya (a Disciplina)  e Sutra (os sermões) – foi composto o Tripitaka, destacando-se o Sermão da Boa Lei que ensinava, seis séculos antes de Cristo, ideias e princípios que seriam pregados por Jesus em seu Sermão da Montanha. As dez perfeições búdicas são:  a  dádiva ,  o dever, a  renúncia, o discernimento, a coragem, a paciência, a verdade, a resolução, o carinho e a serenidade. Pela evolução espiritual o Homem alcançaria o Nirvana – identificação com Deus -, um ser incognoscível, acima da compreensão humana. Quando Buda desencarnou, em Kusinagava, deixou a  doutrina bem estruturada, com base em ensinamentos sobre uma conduta reta e honrada, devendo seus seguidores serem moderados nas paixões e na bebida, evitarem negociar escravos, armas, bebidas e venenos, e manterem atitudes positivas , sempre com amor, honestidade, bondade e caridade. Foi muito difundida no oriente, sendo a religião adotada na China, no Tibete, no Ceilão, na Birmânia e no Japão. No Século V AC o Budismo se espalhou pela Índia. Uma derivação do Budismo aconteceu no século II A.C., quando surgiu o Hinayama – o Pequeno  Veículo -, mantendo os ensinamentos de Buda, prevalecendo no Ceilão, no Sião, na Indochina e em Burma. Pelo Hinayama, as  coisas materiais são sem valor algum, e, com base no Zen – dhyâna – que é a meditação, o Homem se liberta do mundo físico. O Budismo se concentrava nos mosteiros e, com as guerras e destruições naquelas regiões, os mosteiros foram destruídos em grande número, bem como desapareceram os reis e classes ricas que os mantinham. Por sua própria natureza, os budistas eram contra a violência e cederam suas terras e mosteiros aos invasores, migrando para regiões vizinhas e mesclando-se com outros povos, especialmente na Índia, onde se tornaram minoria. Mas a linha que manteve o veio energético, desde suas origens nos Himalaias, foi a Mahayana, budista com  influência  hinduista, com rituais pomposos, distribuída pelo Tibete, Mongólia, Nepal, China, Coréia e Japão. Neste último, introduzido no Século XI, foi unificar diversas tribos feudais, sendo substituído, no Século XVII pelo shintoísmo. 
No Século XII, após numerosas disputas, a “Seita da Virtude”- dGelugs-pa – com seus  mantos amarelos, passou a dominar a região tibetana, tendo implantado formas ascéticas e místicas adaptadas da Índia, na linha Vijnanavada, e surgiu o Lamaísmo, tendo como líder o Dalai Lama, com grande poder espiritual e político, sediado em Lhasa, considerado como reencarnação do Bodhisattva Avalokistesvara, tendo como líder religioso o  Panche-Lama,  que busca e indica o sucessor do Dalai Lama quando este desencarna. Esta raiz – o Mundo Encantado dos Himalaias - é invocada na Doutrina do Amanhecer, especialmente na consagração da Elevação de Espadas. No Tibete, durante séculos, foram preparados muitos iniciados, que trabalharam em concentração, como verdadeiros espíritos extraterrestres. Não há, para cientistas e pesquisadores na atualidade, qualquer explicação plausível para tal concentração de intensidade de conhecimentos transcendentais e de construções naquelas montanhas, nas condições mais adversas. Enquanto as outras Raízes foram desaparecendo, por questões ligadas à própria evolução psicofísica de seus descendentes, a do Himalaia permaneceu ativa. Houve uma transferência
daquele foco crístico para a área onde estavam concentrados os vários tipos de humanidade, na Palestina, lugar escolhido para a chegada de Jesus. Entre o Tibete e o Oriente Médio havia uma comunicação, apesar da distância imensa. A comunicação era rápida, e, na época de Jesus, José de Arimatéia era o responsável  por estas comunicações. Inclusive, Maria e José visitavam Jesus, no Tibete! O povo tibetano atuava sobre as pessoas que estavam com Jesus, da mesma forma que, hoje, entidades atuam sobre nós. Os Lamas tibetanos prepararam toda a infra-estrutura para a chegada de Jesus. Os Lamas projetavam sobre os Apóstolos e eram eles que falavam através deles. Daí a ligação entre os tempos mais remotos, mais longínquos, e os Grandes Iniciados, que estavam preparados para receber aquele impulso crístico.
Aí vemos que Jesus foi parte do Sistema. O Sistema, como um todo, é o Verbo Divino, e sempre existiu em todos os tempos. Do Tibete, aquela força poderosa se projetou na Palestina, e continua viva e atuante, até hoje, se manifestando nos diversos trabalhos do Vale do Amanhecer.

1.2 CONFÚCIO - Kung Fu-tse,  o Mestre Kung – viveu  no norte da China (551-479 AC) e foi um grande moralista, embasando seus ensinamentos no ideal do equilíbrio exterior – fruto da ordem e da harmonia – convivendo com o equilíbrio interior – ordem, equidade e amizade. Na Doutrina do Justo Meio (Shung-Yung) ensina o  equilíbrio nas relações interpessoais, de superiores com inferiores, demonstrando que somente pelo justo meio se alcança o Tao (o caminho certo); no Conceito do Homem Perfeito (Jen) estabelece os princípios do “eu social”, em que se busca a própria perfeição e o aperfeiçoamento dos outros. Aquele que é sábio tem o amor incondicional e é imparcial; é sociável e apartidário; exalta os
outros e é humilde. A moralidade seria a expressão máxima da virtude, e que estaria ligando o ser humano aos planos superiores. Não era a origem familiar que dava o destaque ao indivíduo, mas, sim, a sua virtude, seus valores pessoais. A sociedade nascia com a cultura e culminava com a paz de seus componentes. O imperador era o chefe supremo, representante do Céu “O bom governo do povo está em razão do céu, pois a virtude do soberano e a influência sobrenatural, que procede de seu cargo celeste, é o que faz boa ou má a conduta do povo.” Confúcio não criou uma religião, mas, sim, uma filosofia social, pela qual prestigiou e evoluiu o Budismo chinês. No ano 180 da Era Cristã, o imperador chinês Wu Ti declarou o Confucionismo base do Estado, só sendo este ato revogado em 1912, com o surgimento da República da China. Na Doutrina dos Ritos Sociais (Li), dispõe Confúcio as bases da ordem moral e social: “O respeito sem o li é baixeza; a prudência sem o li é temor; o valor sem o li é arrogância; a humildade sem o li é vergonha.” O imperador Chin foi o grande  instrumento para unificar as diversas províncias da China. Embora buscando seguir a filosofia de Confúcio, lançou-se às batalhas com reinos vizinhos, conseguindo aniquilar as crenças de diversos deuses e implantar o Budismo numa grande região. Para preservar seu império, em cerca de 300 AC, foi iniciada a construção de muralhas fortificadas, ao norte, protegendo as terras dos ataques dos Unos
Com a unificação dos estados feudais do Centro e do Sul, as muralhas foram reparadas, unidas e ampliadas, demarcando a fronteira norte do império Chin, formando a Grande Muralha, uma das maravilhas do mundo, que pode ser vista até mesmo pelos astronautas em órbita da Terra.



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 2. A RAIZ DA MESOPOTÂMIA

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Encontramos os preciosos veios da Verdade em todas as linhas derivadas das primitivas regiões onde se iniciou a missão dos Capelinos. A Mesopotâmia era composta por duas regiões: a Suméria, no delta do golfo Pérsico, com núcleos sociais de Eridu, Lagash, Larsa, Surupak, Uma, Ur e Uruk; e a Semita, compreendendo  a Mesopotâmia propriamente dita, entre os rios Tigre e Eufrates, onde surgiram as cidades de Babilônia, Borsipa, Kish e Sipar, e a serrana, ao norte, onde surgiram as cidades de Assur e Nínive. Da região da Mesopotâmia, os Capelinos se expandiram, já tendo  formado a raça Ariana, de pele branca, indo para o Ocidente, penetrando na Europa, chegando até a Normandia e à península da Itália, mesclando-se ao Norte com os povos caucasianos e com os Celtas, fazendo o cruzamento das linhas dos Hiperbóreos com os Arianos. Expandindo-se para o Oriente, conduzidos por Rama um jovem sacerdote, espírito missionário que obteve imenso prestígio e respeito ao debelar mortal epidemia que acometera seu povo - invadiram, inicialmente, a Índia, num período de 2000 a 1200 AC, influenciando os povos remanescentes da região e dando forma ao Hinduismo ou Bramanismo.

2.1 HINDUÍSMO Considerado, historicamente, a religião mais antiga do planeta, com acervo de mais de 10 mil anos antes de Cristo afirmando ser Brama o ser supremo, o deus onipotente, onisciente, infinito, ilimitado, eterno, manifestado objetivamente no Universo, que não podia ser compreendido pela inteligência criada e finita como a do Homem. A evolução se faria através dos reinos mineral, vegetal e animal, de forma progressiva, através da reencarnação – samsara – presidida pela Lei de  Causa e Efeito – carma -. Já afirmava uma trindade: Brama, o Criador; Vishnu, o Conservador; e Shiva,  o Destruidor e o  Regenerador. Na realidade, estes seriam três aspectos ou manifestações de Brama. Estabelece que o Universo está composto por sete planos ou níveis, com apenas cinco manifestados: o físico, o astral, o mental, o búdico e o monádico, governados pelos deuses Kaluti (terra), Varuna (água), Vayu (ar), Agni (fogo) e Indra (éter ou Akasha). Um dos  mais importantes livros do Hinduismo é o Mahabarata – a Grande História do qual fazem parte o conhecido Bhagavad-Gita,  com os diálogos de Arjuna e Krishna sobre a Vida e a Morte. Arjuna pergunta como um Homem que, nesta vida, cumpra seus deveres morais e religiosos, pode se livrar do peso de seu carma, e Krishna lhe diz que as boas ações,  conduzidas pelo amor a Deus e não para a obtenção de benefícios materiais, podem aliviar o carma, e, pela harmonia com Deus, o Homem pode anular pontos do seu ciclo de reencarnações. Há, também, o Ramaiana – o Caminho de Rama –  onde são relatados fatos da vida do príncipe Rama, que seria a sétima reencarnação de Vishnu, e saindo da Índia invadiu a Europa, levando à predominância de seu povo - Ariano àquelas regiões. Na Lei do Adjunto, em 23.7.78, Tia Neiva puxou estas raízes, formadoras da Corrente Indiana do Espaço, esclarecendo que Adjunto Koatay 108 Arjuna-Rama significa Multiplicação  Divina, fazendo a união das linhas de Arjuna e de Rama; Raja é o mesmo que Solitário, o Adjunto sem povo. Os Sétimos Raios se projetaram na força de D’Havaki Gita (Ilimitado) e os Sextos  Raios na raiz de D’Hira (Continuação ou Continuidade).

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2.2 - SUMÉRIA e ACÁDIA - Como a civilização mais antiga conhecida na Terra, os Sumérios já tinham erguido, 5000 AC, poderosas cidades na Mesopotâmia, região entre os rios Tigre e Eufrates. Homens brancos, de cabelos pretos, fizeram um sistema de irrigação unindo os dois rios e propiciando excelentes condições para a agricultura, produzindo muitos alimentos e matéria-prima para diversos artífices. A liderança das cidades era de um príncipe reinante – ensi – que personalizava o  sacerdote-chefe e o governador da casa de deus, das terras e dos servos. Se um ensi ampliava seu poder a outras  cidades, passava a se denominar lugal (“rei”). Em 3000 AC, a Suméria possuía um grupo de cidades-estados independentes, incluindo Kish, Umma e Lagash, com reis hereditários lutando pelo poder central, até que Zaggisi, lugal de Umma,  assumiu o controle  de quase todas as cidades-estados, em 2320 AC, reinando até 2306 AC, quando Sargão, chefe da Acádia, ao norte da Suméria, de ascendência Semita, conquistou o poder, ampliando os territórios acadianos com incentivos ao comércio e às construções. Era grande o cultivo de trigo, cevada, ervilhas e algodão, cuja fibra era fiada para fazerem tecidos que eram tingidos em cores vivas. Ovelhas eram criadas para fornecer a lã e, juntamente com criações de porcos, vacas e cabras, supriam o povo com leite e carne. Fabricavam tijolos com lama misturada com canas esmagadas, e peças de madeira para construções. Usavam touros, búfalos, burros, camelos e elefantes como animais de carga. Embora sob o poder acadiano, floresceu a cultura da Suméria, inclusive no aspecto da Astrologia. A Astrologia procura, na verdade, direcionar as ações do Homem considerando, apenas, as influências dos astros. Não existe uma força direta dos astros, e sim uma certa influência, que se faz no corpo astral, de acordo com a posição de planetas e estrelas, das constelações que, de muito longe, enviam suas energias, que se somam a uma série de outras, que agem e interagem nos plexos do Homem. As origens - as constelações do Zodíaco - emitem seus raios, que vão atingir, com maior ou menor grau de intensidade, aqueles que a elas estão ligados, seja por força de suas próprias origens, seja pela crença em seus efeitos, que atuam especialmente de forma psicológica, refletindo comportamentos e ações variados. Os signos do Zodíaco - ou constelações - realmente influenciam a Terra, dentro de toda a ação interligada das forças que nos regem. Todavia, não são determinantes. São, apenas, indutoras. Os horóscopos e os mapas astrais são instrumentos de aferição dessas influências ou tendências. Não abrigam todas as forças que atuam sobre o Homem, de modo que ficam na dependência de muitos outros fatores, principalmente o Livre Arbítrio. Existe, sim, aqueles que correspondem aos seus retratos, dentro do signo, e, por isso, sofrem maior influência dos astros que os regem. A força astral, a energia do espaço, o poder de nossas Estrelas, tudo se faz presente em cada momento de nossas vidas, mas não somos dominados por eles. Caso acontecesse, isso significaria desprezar toda a potencialidade de nossa Doutrina, das forças do Reino Central e de nossos Mentores, que nos regem, nos protegem e nos conduzem em nossos trabalhos e em nossos caminhos. Temos, sim, que ter consciência dessas forças astrais, saber o seu valor, ao que induzem, para que possamos, quando necessário, contar com elas, somando-as às que já possuímos e aprendemos a usar. Na parte referente a Estrelas, fazemos observações mais detalhadas destas forças que nos chegam. No livro “2000 A Conjunção de Dois Planos” o Tumuchy relata uma passagem do encontro de Tia Neiva com Johnson  Plata, em que este Capelino fala: “A Astrologia é válida, mas não nos termos em que é apresentada na Terra. Na verdade, é uma profunda iniciação, que só alguns conseguem alcançar em vida na Terra. Seus princípios são exatos e científicos. Os seres que são enviados à Terra o são consoante um conjunto vibratório de Astros ou Mundos. Esses corpos celestes de origem dão a esses seres a tônica de sua trajetória no planeta e alimentam o seu psiquismo.” Existem vestígios de anotações astrológicas em tabuinhas sumerianas, cerca de 2500 AC, que já faziam referências a “documentos que não mais existem”!
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Na Grécia e em Roma, a Astrologia se colocou entre as Ciências de primeira linha. Pelos antigos documentos sumerianos, a Astrologia teria sido ensinada por um ser extraterrestre, que surgiu do mar, na Babilônia. Seu nome era Oannes, e tinha o aspecto de um peixe, embora com cabeça e corpo de forma humana; conseguia articular bem as palavras e durante o dia ensinou ciências, artes, agricultura, religião, tendo até dado amplas noções de Geometria. À noite, voltava para o mar, só voltando na manhã seguinte. Uma corrente astrológica que liga os ciclos ou eras à Precessão dos Equinócios, fenômeno observado há milênios pelas antigas civilizações. Enquanto a Terra gira sobre si mesma, seu eixo se desloca, traçando um círculo no espaço. Se a direção do eixo muda, o mesmo acontece com o plano equatorial em relação ao plano da órbita terrestre. O ponto de contato desses dois planos é denominado Precessão dos Equinócios. Assim, em relação à Terra, todas as estrelas completam uma volta no céu a cada 25.920 anos, período que é denominado o Grande Ano de Platão. Cada 72 anos correspondem a 1 grau de movimento precessional, e a cada 30 graus se iniciaria uma nova era, isto é, a cada 2.160 anos. Os sacerdotes sumerianos organizaram um calendário agrícola, com base no ciclo das estações, orientando os agricultores sobre as melhores épocas para plantio e colheita. Organizaram um sistema de numeração tendo como base o número 60, que originou o cálculo da hora dividida em 60 minutos e os 360 graus do círculo. Em 2.189 AC, uma revolta ocorreu no reino acadiano, surgindo poderosos reis sumerianos da 3ª dinastia de Ur, iniciada por Ur-Nammu (2079 a 2061 AC), que deram grande esplendor à Suméria. Quando um rei de Ur morria, era venerado como um deus. Erigiram, com seus tijolos de lama, construções de cabalas, a que denominavam zigurates, para manipulação de forças cósmicas e extracósmicas. Em 1970 AC, termina a 1ª dinastia de Ur e a administração da região passa à Babilônia. A linha sumeriana nos legou amplos conhecimentos de Matemática, Geometria e Astronomia, sabendo manipular a energia dos corpos celestes e a contagem das estrelas.

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2.3 - OS HITITAS - Cerca de 1770 AC, começou a expansão do império Hitita, que, da Mesopotâmia, chegou à Líbia e ao Líbano, guerreando com o Egito à época de Ramsés II e, depois, habitando Canaã antes da chegada dos Hebreus. Viveram, como Amorreus e Jebuseus, nas montanhas ao redor de Jerusalém, havendo maioria entre os Cananeus. Hebron  é uma cidade de origem Hitita. Com a religião influenciada pela assiro-babilônica, prestavam culto a divindades abstratas e escreviam os nomes dos deuses com ideogramas correspondentes aos usados na Babilônia, tendo Taru como o principal deus, que regulava as tempestades, as chuvas e o clima em geral. A deusa solar era Wurusemu,  venerando deuses babilônicos como  Ea, Anu e Star. Telepino,  deus que simbolizava a Natureza, morria e renascia, renovando-se anualmente. Cremavam os cadáveres e faziam muitos rituais, com liturgia plena de hinos e preces. Cultivavam a magia e a adivinhação em elevado grau e usavam ritos mágicos especiais para a cura de doenças e purificação das impurezas. Existem, no Velho Testamento, diversas citações sobre os Hititas. Com conhecimentos transcendentais, legados pelos Capelinos que chegaram à Mesopotâmia, os Hititas foram os grandes percursores dos trabalhos de curas - vibracional e desobsessiva –  com base no fluxo das correntes magnéticas da força vital, que buscavam normalizar pela manipulação vibratória dos chakras.

2.4 - A BABILÔNIA - Por volta de 1728 a 1686 AC, o rei Hamurabi,  da Babilônia, conseguiu o domínio de toda a Mesopotâmia e regiões vizinhas, substituindo os príncipes por governadores de província sob o comando centralizado da Babilônia, editando leis que formaram o Código de Hamurabi,  conhecido como a lei do “olho por olho, dente por dente”, que prevaleceu entre as diversas linhas da região até a chegada de Jesus. A sociedade compreendia três classes: nobres ou grandes proprietários; pequenos proprietários, que possuíssem servos; e os escravos, geralmente prisioneiros de guerra, mas que podiam tornar-se proprietários. Se um escravo se casasse com uma mulher livre, os filhos seriam livres. Foram estabelecidas regras para o comércio, onde surgiram contratos, acordos, uniformidade de pesos e medidas de metais preciosos, empréstimos de dinheiro a juros, que eram pagos com cereais ou com prata, e seguros contra enchentes. Em 1530 AC, os Hititas invadiram a Babilônia, dando início a uma onda de conquistas da cidade, que só findou em 605 AC, quando Nabucodonosor, rei da Babilônia, venceu os egípcios e estendeu seu império desde a Mesopotâmia até o Egito. Em 586 AC, conquistou Jerusalém e mandou para a Babilônia a maior parte do povo de Judá como escravos. Nabucodonosor reconstruiu e ampliou a velha cidade. Com cabalas e templos, a nova Babilônia era uma imponente cidade murada, podendo comportar 200 mil
habitantes. Seu templo principal tinha 8 andares, erguendo-se a uma altura de 99 metros do nível do solo, com base de 28 metros quadrados. A nova civilização babilônica só viveu por 87 anos, quando Ciro derrotou o rei Nabunido,  da Babilônia, que passou a pertencer à Pérsia. Tinha a religião babilônica sido influenciada pelos assírios. As divindades apresentavam características humanas, em um antropomorfismo religioso, sublimadas e um grau elevado, mas com famílias, defeitos e virtudes. Havia duas trindades de deuses, uma cósmica (Anu, o Céu; Ellil, o  Ar; e Ea, a Terra) e outra astral (Shamash, o Sol; Sin, a Lua; e Istar, o planeta Vênus)Muito venerados, entre o grande panteão babilônico, eram Adad,  deus das tempestades; Assur, deus guerreiro; e Marduk, criador e ordenador do Universo. Os zigurates ou cabalas eram construídos em planos elevados, com a escada representando a ligação entre o Céu e a Terra. Praticavam a cura  desobsessiva, colocando um animal junto ao paciente para que o espírito obsessor passasse para ele. A magia e a adivinhação eram largamente usadas, fazendo-se previsões com fígados de animais, vôos das aves, interpretações de sonhos e oráculos. Tinham vida religiosa intensa, com rituais e cultos, sendo o rei o chefe supremo das diversas categorias de sacerdotes, que compreendiam adivinhos, exorcistas, cantores, magos, purificadores e muitos outros. A maior festa era o Akitu  – o ano novo babilônico -, em que havia um grande desfile com as estátuas de todas as divindades e uma imensa quantidade de súplicas implorando prosperidade para o ano que se iniciava. Assim, a Babilônia representou a grande dificuldade para se manter a linha dos Hebreus, quando Jerusalém foi conquistada e seu povo escravizado. Houve grande pressão para que os Judeus aceitassem os deuses da Babilônia, o que representou grande provação para a confiança e a fé dos Hebreus em seu Messias e nas lições do Velho Testamento. A Babilônia representava o poder da matéria, dos bens terrenos, em níveis que nem sequer haviam sido imaginados pelos Judeus. Foi representada pela figura de uma prostituta, que trocava por licenciosidade os bons costumes e os bens morais dos Hebreus. Foi um importante teste pelo qual passou – e venceu – a raiz hebraica.

Resultado de imagem para a persia2.5 – A PÉRSIA -  O povo iraniano, da linha Ariana, composto por duas grandes tribos – Persas e Medos -, ocupou grande área no planalto entre o mar Cáspio e o golfo Pérsico, cerca de 2000 AC. Em 559 AC, Ciro, rei persa, unificou as duas tribos e iniciou grandes conquistas, que foram ampliadas por seus sucessores, especialmente por Dario (521-486 AC), organizando os territórios em satrápias ou  províncias, dirigidas por um governador civil e um comandante militar, estando sempre presentes funcionários especiais – “os olhos do rei” – cuja missão era verificar se tudo estava de acordo com as instruções e ordens reais. Havia muita prosperidade para os povos, com redes de irrigação, estradas, culturas alimentícias e de árvores, e com o comércio estimulado pela criação de bancos e uso de cheques bancários. Em 500 AC foi fundada a religião persa, por Zoroastro – ou Zaratrusta – que significa Estrela Dourada ou Esplendor do Sol – que divulgou o Zend-Avesta, coleção de textos sagrados a ele revelados pelo Senhor e Grande Sábio Ahura-Mazda, na Pérsia, onde se revelava a luta entre o Bem – Ormuz,  servido pelos gênios do ar, do fogo, da água, do Sol, da Lua e das estrelas – e o Mal – Ahrimán, servido por espíritos destruidores. O juiz das almas desencarnadas era Shraosha,  auxiliar de Ormuz. Os  templos eram sem pinturas ou imagens, só sendo cultuado um fogo simbólico de Deus. Mais tarde, surgiu uma entidade do Bem – Mitra – deus luminoso que ajudava a Humanidade.
No ano de 242 houve uma tentativa de alterar o  Zend-Avesta,  feita por Mani ou Maniqueu, um babilônio que sofreu perseguições e acabou crucificado pelo rei persa Sapor I.  O Maniqueismo  pregava a dualidade dos seres, com o Bem e o Mal presentes em todos. A alma luminosa do Homem estaria encerrada no corpo escuro da matéria. O Sol e a Lua seriam apenas manifestações da Luz, e não deuses. Jesus era um mensageiro da Luz Divina e suas parábolas deveriam ser estudadas com atenção.

Por isso adotaram o batismo e a comunhão. Os seguidores desta doutrina surgiram por toda a Europa, principalmente na França, onde formaram uma seita poderosa, chamada de Cátaros ou Albigenses, que se propagou pelos países vizinhos e foi cruelmente destruída pela Inquisição. O império Persa sucumbiu rapidamente ao ser o rei Dario III derrotado por Alexandre Magno, no ano 331 AC. A Pérsia foi o grande centro propagador das idéias de bons serviços comunitários, que visavam o bem-estar do povo e o aumento da produção e da comercialização de produtos, gerando o enriquecimento de cidades e levando à melhoria de níveis sociais de seus habitantes. A linha Ariana, neste sentido, evoluiu bastante, servindo como base às sociedades grega e romana, que souberam apreender o que de bom estava à disposição nas antigas civilizações, indo dar enchimento racional e espiritual às estruturas persas.
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3. A RAIZ DOS HIPERBÓREOS

Os Hiperbóreos eram, segundo os gregos, “um povo que habitava além do Vento Norte”, numa região de Paz e Sabedoria, até hoje não localizada, mas compreendendo a atual região ártica, que corresponde ao atual pólo Norte. Esta raiz foi o povo de Apolo, que deixava Delfos entregue a Dionísio e para lá ia uma vez por ano, no inverno. A Hiperbórea era totalmente inacessível por terra ou por mar. Na Mitologia grega há a história de Perseu, que conseguiu ser recebido pelos Hiperbóreos. É deles que se originaram os Esquimós, os Vikings, os Anglo-saxãos,  os  Eslavos e os Celtas.

3.1 – OS CELTAS - Mesclando-se com os Arianos, a linha Celta ocupou a região setentrional dos Alpes, formando, a partir do século XII AC, tribos que se espalharam pela Europa, ocupando grandes áreas entre Gibraltar, na península Ibérica, e a Europa Central, no norte da Gália. Desde as nações do norte, os Celtas avançaram para outras regiões, combatendo junto a Alexandre Magno e tendo invadido a Grécia. Foi grande a sua influência na Boêmia, na Áustria Superior e na Baviera. Os reis das tribos eram eleitos, mas sempre dentro de uma mesma família. Depois, o poder passou a ser exercido pelos equites,  magistrados membros de famílias ricas. Os druidas formavam uma das duas castas dirigentes entre os Celtas, com grande influência político-social, mas essencialmente religiosa, pois exerciam múltiplas funções de adivinhos, médicos, filósofos, além de serem sacerdotes (“dru” significa intensivo e “uid” é sábio,  vidente). Existiam druidas em todas as tribos nórdicas, e tinham um superdruída, autoridade máxima, com quem faziam reuniões anuais, num ponto central. A eleição do superdruída era fato muito concorrido e motivo de muitas lutas, pois representava o poder máximo entre as tribos. Aos druidas cabiam os grandes sacrifícios comuns, a ligação com os vários deuses tribais e regionais, onde eram cultuadas divindades ligadas à Natureza e a planos superiores, especialmente deuses que tinham relação com Apolo, e a educação, mesmo dos guerreiros.
 Um druida levava, em média, vinte anos de aprendizado até estar apto a assumir suas funções, aprendendo Medicina e Teologia, além de Astronomia, Geologia e Ciências Naturais. Para Aristóteles, os druidas teriam inventado a Filosofia, com suas teorias sobre as origens e o destino do Homem e estudos da metempsicose. Atualmente, a ideia é a de que eram xamãs ou magos. Com o domínio romano, os druidas foram considerados curandeiros e feiticeiros, sendo exterminados. Os druidas são nossa principal ligação com essa raiz, nos transmitindo o conhecimento das energias do Sol e da Contagem das Estrelas e a manipulação da Natureza, por um Xamanismo puro e extremamente energético, de onde as forças telúricas nos chegam em trabalhos de Contagem e de Unificação, quando nós liberamos nossa força nativa.

3.2 – OS VIKINGS - Conhecedores das estrelas, os Vikings foram exímios construtores de barcos e ferozes guerreiros, navegando por toda a costa da Europa e incursionando pelos grandes rios, como o Danúbio e o Volga,  assaltando vilas e povoados, além de terem chegado às Américas, em arriscadas viagens, mas sem terem tomado posse das terras. Assim, existe uma hipótese de que os grandes navegadores portugueses e espanhóis já saberiam da existência destas terras, tendo providenciado as expedições para conseguirem mais terras e tesouros para seus reis. Importante foi o entrelaçamento de raízes feito pelos Vikings, através de suas viagens, embora o que resta destas tribos dizem respeito somente à perfeição de sua construção naval.

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  4. A RAIZ DA ATLÂNTIDA



Um verdadeiro continente, situado entre a África e as Américas, desenvolveu elevado nível de civilização, sendo submerso quando essa cultura de afastou das origens e caiu na ambição de ser maior do que a Espiritualidade, achando-se verdadeiros deuses pelo progresso científico que conseguiram obter. De pele avermelhada, migraram para a América do Norte, dando origem aos Índios Peles Vermelhas, formando as raças indígenas do Caribe e da região do Marajó, alcançando os povos do Amazonas e do Roncador. Em livro escrito pelo txukarramãe Kaka Werá Jecupé – “A Terra dos Mil Povos” – é relatado: “Esses clãs, tribos, povos têm uma árvore em comum que remete aos nomes: Tupy, Jê, Karib e  Arauak.  Mas, antes da chegada das Grandes Canoas dos Ventos, no Século XVI, o que podemos chamar de povo nativo era olhado e nomeado, do ponto de vista tupi, como Filhos da Terra, Filhos do Sol e Filhos da Lua. (...) Já a tradição do Sonho foi germinada pelos Filhos da Terra, ou seja, os povos que foram denominados como Tapuia pelos Tupy  remanescentes da raça vermelha, depois do Grande Dilúvio da Terra, que, segundo a Sabedoria Sagrada, foi o encerramento do Ciclo de Tupã”. Segundo Kaka,  antes de chegarem os colonizadores europeus, três raízes – Tupinambás (Tradição do Sonho), Tupy-Guarani (Tradição do Sol) e Tapuia (Tradição da Lua) - deram origem aos 206 povos indígenas brasileiros, cultuando todos a Mãe Terra.
Também se mesclaram os Atlantes nas tribos do México, formando os Toltecas. Outros grupos de Atlantes – os Semitas - chegaram às costas da África, onde se mesclaram com povos da 6ª raiz, originando fenícios, libaneses e árabes, sendo que outros sobreviventes aportaram na península Ibérica. Desta raiz recebemos uma grande força xamanística, que se desenvolveu por todas as Américas, gerando os poderes dos grandes pajés e feiticeiros indígenas que propiciaram o desenvolvimento dos trabalhos com Caboclos e Caboclas que fazemos em nossa Corrente do Amanhecer. A manipulação de forças do Povo das Águas e das Sereias de Yemanjá  também são derivadas desta raiz.


(RESSURGIMENTO DE ATLÂNTIDA)

Salve Deus!
Uma semana complicada no mofo de vista espiritual, muitos espíritos velhos estavam na minha sintonia, mas eles nada falavam, somente me observavam.
Ontem no Templo tivemos a maior surpresa, até Pai Seta Branca veio em espírito e em verdade para nos ajudar nesta missão. Meu Deus! O Templo estava cheio de espíritos. Entidades, desencarnados e encarnados transportados do seu mundo. Eu não sabia se ajudava nos tronos ou seu atendia pelo lado espiritual.
Pai Seta Branca veio e tomou conta da situação, primeiro ele pediu urgente um trabalho especial para desmagnetizar as correntes negativas e assim libertar milhares de espíritos acrisolados em suas angustias, na dor e no sofrimento.
Um Cavaleiro se apresentou, ele não era da nossa linha doutrinaria e nem pertencia à legião do Mestre Lazaro, ele tinha vindo de um mundo distante, Atlântida e trazendo consigo aqueles espíritos para receberem a luz da nova era.
Falando com minha Ninfa qual presenciou toda aquela visão através de Pai Seta Branca, ela me contou detalhes precisos deste trabalho em nossa humilde casa de amor.
O Ressurgimento de Atlântida! Ela viu aquela cidade saindo de dentro do mar e aquele povo ainda preso ali. O Cavaleiro quando passou incorporado mostrou detalhes de tudo, ainda falou comigo sobre fatos que muitas vezes não podemos contar. Mas em uma desta passagem ele falou mais ou menos assim:
-Atlântida, a terra prometida!
Como sua época era antes do Cristo ele não aceitava esta reverência, sim, todos eram considerados deuses, donos da ciência.
Pai Seta Branca com todo amor fez este reencontro e assim reuniu a velha era com a nova era, resultando num espetáculo de conhecimento mais profundo que a nossa inteligência possa captar. Milhares de espíritos chegaram e milhares foram elevados neste trabalho especial de contagem, senão nós não iríamos ter condições mediúnicas de dar tantas passagens, porque o Templo estava totalmente lotado.
Eu olhava para os lados e via aquele turbilhão de visões, fiquei por várias vezes parado tentando reconhecer o que estava acontecendo, mas só depois falando com minha Ninfa especial é que pudemos reunir os fatos e assim contar um pouco desta história.
Estes cavaleiros estão se aproximando da nossa missão, nosso querido Pai está feliz porque ele sabe da importância que é para Jesus receber este povo perdido no fundo do mar, mas que agora me parece que esta cidade voltará a renascer das águas.
Do principio ao fim Seta Branca não nos abandonou, ele tomou as rédeas da missão deste dia e organizou com a sua legião o atendimento desta casa, dando assistência especial aos que nos procuraram. E eu digo mais, este foi o primeiro de muitos contatos que iremos ter daqui pra frente, a organização e reorganização do nosso sistema nos trará resultado espantosos da história dos mundos antigos e dos novos que virão ao nosso encontro.
Foi a primeira vez que vimos Atlântida emergindo dos mares e ainda com seu povo presos a ela. Um grande cinturão a protegia de ser descoberta. Como o Cavaleiro disse:
-Ela irá surgir do norte!
Assim tudo foi resolvido. Seta Branca nos ajudou muito na missão desta quarta-feira, acho que sem ele não teríamos conseguido atingir o patamar desta abertura dimensional que foi feita entre dois campos magnéticos.
Deixo aqui registrada esta passagem como forma de mostrar a verdade que se inicia nas três portas da nossa vida iniciática.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
03.02.2011


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  5. A RAIZ EGÉA
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Uma poderosa raiz se baseou na região da Egéa, terra que ficava entre a Turquia e a Grécia, tendo sido submersa pelas águas do mar Egeu, formando as ilhas gregas, e dando origem a três linhas que influenciaram profundamente a civilização da Terra: Gregos, Egípcios e Hebreus.

5.1 – GRÉCIA - Um dos três troncos da Egéa, foi o  grupo que desenvolveu mais rapidamente tudo que dizia respeito ao Homem e à sua vida em sociedade, não só em seus aspectos positivos como, também, negativos. As ruínas de Thira, mostram  que a região da Egéa abrigava uma civilização adiantada, que muitos confundem como sendo a Atlântida, sem registro de guerras ou violência, que foi destruída por uma grande erupção que provocou a submersão de grande parte da Egéa e formou as ilhas gregas das Cíclades e do Dodecaneso, Creta e o Peloponeso, ao sul da Grécia. Os deuses se concentraram, então, no monte Olimpo, de onde se envolveram nas grandes aventuras relatadas na Mitologia grega. Era a história da queda dos Capelinos, uma fase vital  para muitos espíritos, quando tantos chegaram ao fim da existência, já que foram desintegrados, isto é, deixaram de existir. Na Egéa surgiram  poderosas forças e um povo missionário, que iria levar o Homem à idade da Razão, mas também foi um ponto de reinicio de nossa jornada de volta às nossas origens, embora fosse o final para aqueles que se deixaram levar pelo desamor e pela violência, como os que se concentraram em Esparta, onde esses espíritos caíram o mais fundo que lhes foi permitido. Para muitos de nós, foi dada uma nova oportunidade. Em Esparta tivemos a última experiência com um núcleo onde o amor não existia, nem a misericórdia e nem a caridade. Vivia-se por instintos e não por sensibilidade, transformando aqueles que um dia foram deuses em seres mais perigosos que os animais. Em Atenas, destruída pelos persas, surge a grande figura de Péricles (495 a 430 AC), cuja missão era reunir aquela plêiade de espíritos vindos da Egéa, estabelecendo  os caminhos para o Deus Único, invisível e indivisível, desconhecido. Aceitando as divindades do Olimpo, reconstruiu Atenas, de forma até hoje admirada por todos, não só na parte material como, também, nas raízes que deixou. Ergueu o principal templo da cidade dedicado a Atena e, com sua visão e inteligência, dedicou-se à política voltada para a comunidade, prestigiando as Artes e as Letras em tal dimensão que sua época ficou conhecida como “o Século de Péricles”. Cercada por muralhas, Atenas se concentrava em torno do Acrópole e dispunha de locais preparados para as reuniões com os grandes mestres que ali iniciavam a Era da Razão, como a Assembléia – Pnix -, o teatro de Dionísio e, fora dos muros, a Academia de Platão e o Liceu de Aristóteles. Na guerra do Peloponeso, Atenas foi derrotada por Esparta, logo após a morte de Péricles. Para se ter uma ideia do mundo intelectual grego, as cidades-estados foram campos de atividades dos famosos sábios : Abdera (Demócrito e Pitágoras); Elide (Pirro); Estagiros (Aristóteles);  Megara (Euclides); Mileto (Anaximandro, Leucipo e Talles); Samos (Epicuro e Pitágoras); Sinope (Diógenes); e Atenas (Anaxágoras, Antistenes, Aristóteles, Epicuro, Píndaro, Platão, Sócrates, Timon e Zenão).

Sócrates  já revelava a esperança crística quando declarou: “desde a minha infância, graças ao favor celeste, sou seguido por um ser quase divino, cuja voz me impele a esta ou aquela ação”. Em Éfeso, região da atual Turquia, Heráclito proclamava que a evolução do mundo se fazia pelos conflitos e desarmonias aparentes que, na verdade, obedeciam a uma ordem superior harmônica que regulava os acontecimentos dentro de determinadas medidas ou proporções. Com o fogo sendo considerado a substância básica, o mundo estaria em mudança permanente. Assegurava: “A luta é a mãe de tudo!”. E foi na Grécia que tivemos reencarnações marcantes, como as da época da guerra de Tróia, objeto de  história contada por Koatay 108 na oportunidade de uma prisão coletiva, onde relatou fatos e personagens ligados a Jaguares de hoje. Eram usados os Oráculos, onde sibilas, pítons e pitonisas, pela Voz Direta, faziam previsões e orientavam grande parte dos reis e nobres. Um ponto essencial no mundo grego foi Delfos. Localizado da Fócida, na Grécia, situada na encosta sul do monte Parnaso, Delfos tornou-se um centro religioso dois mil anos antes de Cristo. 
O primeiro Oráculo ali instalado foi o de Ge (a Terra), e  foi crescendo em importância até que no século VIII antes de Cristo tornou-se enormemente influente com o Templo de Apolo e suas pitonisas, que eram procuradas por reis, nobres e cidadãos comuns vindos das mais distantes regiões, buscando, nas previsões das pitonisas, orientações e decisões para guerras, casos de amor e de negócios, fundação de colônias, novos cultos, purificação de criminosos e outros variados assuntos. As respostas eram dadas
por uma pitonisa que se preparava fazendo fumigações de louro e cevada, bebendo água da fonte de Cassótis, e sentava  em um tripóide,  banco de ouro com três pernas, sobre uma pedra redonda, dividida em três, tendo em cada parte uma fenda por onde passava uma fumaça de origem vulcânica, vinda do adyton, parte inferior do Templo de Apolo, que era aspirada pela pitonisa, fazendo com que entrasse em êxtase mediúnico. Os oráculos proferidos pela pitonisa eram então, se necessário, interpretados pelos sacerdotes.A pedra tem o nome ônfalo, que significa  umbigo, por ali ser considerado o Umbigo do Mundo, já que por ali fluía a ligação dos planos espirituais para a Terra, energia captada pela pitonisa.
Para que aguardassem serem atendidos, os reis construíram vários mini-palácios no caminho para o Templo de Apolo - a Via Sagrada -, erguendo monumentos e depositando tesouros que, com o tempo, se perderam. Até hoje existem as ruínas do Templo, a pedra circular, ruínas dos palácios, sendo o mais conservado o dos Atenienses. Existe o anfiteatro onde se faziam os julgamentos das pitonisas novatas, pois, como o poder delas era muito grande, quando desconfiavam que estavam diante de uma mistificação, submetiam-nas ao julgamento. Se não conseguissem provar seus poderes, eram imediatamente atiradas a uma corrente de água que caía pelo despenhadeiro.
Foi num desses julgamentos que Pytia, encarnação  de Tia Neiva, produziu, pela primeira vez, o fenômeno do rufar dos tambores. Entre a entrada do Templo e o anfiteatro existe um caminho, onde os guardas se postavam com tambores. A cada passo que a pitonisa a ser julgada percorria, rufava um tambor onde ela passava, de modo que o povo reunido no anfiteatro percebia sua aproximação. Quando Pytia estava diante  de seus juízes, provou sua força fazendo com que, independentemente dos soldados, todos os tambores rufassem ao mesmo tempo, sendo, então, reconhecidos seus poderes.
Esse fenômeno ela reproduziu em Atenas, quando comprovou seus poderes a Leônidas, para libertar a Rainha Exilada, como se revive no Turigano.
O culto a Apolo  era interrompido no Inverno, quando Apolo ia para os Hiperbóreos, ficando em seu lugar Dionísio. Os Hiperbóreos eram, segundo os gregos, “um povo que habitava além do Vento Norte”, numa região de Paz e Sabedoria, até hoje não localizada. Eram os condutores das forças de uma das Sete Raízes formadas pelos Capelinos na Terra.
Em Delfos, Pytia consagrou  Alexandre Magno e suas tropas, dando-lhe o título de “O Invencível”.De Delfos, Pytia organizou as Falanges Missionárias de Yuricy, Jaçanãs, Muruaicys e Dharman Oxinto, após  a instalação da Cruz do Caminho no Delta do Nilo, colocando, sob nova projeção, a Iniciação de Osiris, que passou à Iniciação Dharman Oxinto, até hoje usada em nossos Templos do Amanhecer.
Segundo os historiadores, havia em Delfos uma grande pedra - omphalos -, que  marcava o centro do mundo, que desapareceu. Com o passar dos séculos, pela ação destruidora de terremotos e saqueadores, pouco resta do antigo esplendor de Delfos. No Templo estavam escritas sentenças dos Sete Sábios - Tales de Mileto, Pitaco de Metilene, Brias de Priene, Sólon, Cleóbulo  de Lindos, Míson de Cene e Chilone de Lacedemônia -, os sábios gregos que possuíam no mais alto grau o que os gregos chamavam de Sabedoria. Entre as sentenças gravadas, destacam-se “Conhece-te a ti mesmo” e “Nada em excesso”.
Dentro da missão de preparar o caminho para Jesus, as pitonisas ou sibilas de Delfos se entregaram às suas funções com amor e muito zelo.
Levavam uma vida de castidade e orações, e muitas predisseram a futura chegada de Jesus, sendo famosas Ciméria e Daphne (“Num  século surgirá o dia em que o Rei dos Reis habitará conosco. Três reis do Oriente, guiados pela luz de um astro rutilante, que ilumina a jornada, irão adorá-lo e, humildes, prosternados, Lhe oferecerão ouro, incenso e mirra!”) e Daphne (“Depois que  alguns anos passarem, o Deus, de uma virgem nascido, fará reluzir aos homens aflitos a esperança da redenção e, conquanto tudo possa – e quão alto está o Seu trono ! – ele sofrerá a morte para, da morte, resgatar seus povos...”). De modo geral, eram recrutadas entre as sacerdotisas de Apolo. Com o advento do cristianismo, Delfos foi perdendo seu poder, e a última mensagem do Oráculo dizia: “Chorai, trípodes! Apolo é mortal... E ele sente morrer sua chama passageira... O fogo sagrado do Eterno eclipsa sua débil luz!...” 
Estava cumprida a missão, pois o Sistema Crístico já estava estabelecido pelo Divino e Amado Mestre Jesus. Porém, é em Esparta nosso último degrau da decadência espiritual. Formamos uma civilização militarista e insensível, violenta e sem amor, espíritos oriundos de Egéa eram responsabilidade  do estado desde a sua gestação, criados longe dos pais, e se apresentassem alguma fraqueza ou deficiência eram imediatamente eliminados. Daí, partimos em busca de podermos retornar a Capela, e essa é a força que nos impulsiona – a dos Cavaleiros Verdes – que vamos buscar no passado remoto. A figura de Leônidas se destaca nesta época, sendo esta raiz invocada no Turigano. Pelo seu nível  elevado, a Grécia, embora sob o poder romano, influenciou profundamente a raiz que se formou em Roma. Vale destacar uma linha, a de Hermes Trimegisto e o Hermetismo. Hermes é o deus grego que corresponde a Mercúrio romano, mensageiro dos deuses, representado carregando um bastão ao redor do qual se enrosca uma serpente, simbolizando a sabedoria. É uma figura originária do Grande Toth, oráculo de sabedoria  filosófica e religiosa, que significou a unificação das linhas da Mesopotâmia e da Egéa, expressa em um conjunto de 17 livros, escritos anônimos muito divulgados no século I DC, sob o título de Poimandres. O conjunto de ensinamentos de Hermes – Summa Hermetica – é  dividido em duas categorias: 
a) o Hermetismo Popular, com textos mais antigos, datando, em média, de 300 AC, versando sobre Astrologia, Medicina, Alquimia, Magia e simpatias, com revelações secretas dos laços secretos que existem em diversas partes do Universo que não têm, aparentemente, qualquer ligação entre si; e
b) o Hermetismo Sábio, com textos mais recentes, após Jesus, sob o título de Corpus Hermeticum, que traduzem a helenização das antigas religiões da Mesopotâmia, fazendo frente à racionalização da Grécia, que impunha, com Roma, pesada responsabilidade a todos. Com as revelações baseadas em Hermes, pensadores europeus formaram uma nova ordem em que adaptaram elementos de diversas doutrinas anti-racionalistas e foram estruturadas diferentes linhas filosóficas com base na Astrologia, na Alquimia e na Magia. A influência de astros e de minerais na configuração energética do corpo, os poderes da meditação, as instruções para refinamento do espírito a fim de que possa se assemelhar a Deus (que seria a Pedra Filosofal pesquisada na Alquimia), as bases da Gnose e toda a unificação das bases da Mesopotâmia e da Egéa deram tal projeção ao Hermetismo que ele se manteve por muitos séculos, influenciando até mesmo grandes católicos, como Santo Agostinho, e se tornando ponto de referência no Renascimento e nos movimentos da Gnose até os tempos atuais, como, por exemplo, na Teosofia. Na Idade Média, deu-se a Hermes, Moisés e Zaratustra o título de nobres pagãos, por terem conseguido, em suas obras, unificar as linhas que confluíram para o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. 
Atualmente, Hermetismo é sinônimo de Esoterismo, e abriga mistérios sagrados, ciências ocultas, conhecimentos da Cabala, templários, rosa-cruzes e alquimistas, tendo como base a Tabula Smaragdina (Tábua Esmeralda), que surgiu no Ocidente durante o século XII, traduzida do
árabe (século X), que havia sido traduzida do egípcio para grego (século IV), e contendo o Simbolismo, a Mitologia, a Magia, a Alquimia e a Astrologia. A Tábua Esmeralda teria sido encontrada no Egito por Alexandre Magno, texto gravado em uma grande esmeralda, que teria, entre outras, a seguinte tradução: “É verdade, sem ficção, é certo e muito verdadeiro, que o que está embaixo é como aquilo que está em cima, e que o que está em cima é como o que está embaixo, para que se cumpram os milagres de uma única coisa. E como todas as coisas vêm do Ser Único por sua própria mediação, assim todas as coisas nascem Dele, por adaptação. Seu pai é o Sol e sua mãe é a Lua. O Vento o levou em seu ventre e a Terra foi sua nutriz. Este é o Pai do thelesma de todo o mundo. Sua força é poderosa quando se converte em telúrica. Poderás separar a Terra do Fogo, o sutil do espesso, delicadamente, com muita prudência e critério. Irás subir da Terra ao Céu e tornarás à Terra, recolhendo as forças dos seres superiores e dos inferiores. Poderás ter, assim, toda a glória do mundo, e toda a escuridão se afastará de ti. Este poder é maior do que a própria força, porque vencerá tudo o que é sutil e penetrará em tudo quanto é sólido! Assim foi criado o mundo e disso se fizeram incríveis adaptações, cujo segredo está contido aqui. Por isso fui chamado Hermes Trimegisto, o conhecedor das três filosofias do mundo. “


5.2 - EGITO - Da base na Egéa, os Capelinos  sobreviventes da submersão de grandes áreas pelas águas do Mediterrâneo se deslocaram para as regiões costeiras, formando três grandes raízes: EGÍPCIOS, GREGOS e HEBREUS. No Egito não há registro histórico de uma religião, mas, sim, uma evolução diversificada de várias correntes, com variados e numerosos deuses cultuados nas diferentes regiões, com um ponto comum:
o Livro dos Mortos, guia da grande viagem – Amenti - que as  almas desencarnadas deviam fazer até o País dos Mortos. O ramo principal das religiões do Antigo Egito afirmava ser Osiris o  Deus-Sol, do Bem e da Luz, tendo como inimigo Set, o Deus das Trevas. A cada dia, Set mata Osiris ao entardecer e, enquanto Isis, a Lua, chora pelo seu amado, Set governa a Terra em trevas. Ao amanhecer, Horus – a Força da Terra -, filho de Isis e Osiris, combate e  derrota Set, ressuscitando Osiris, que volta a brilhar e a iluminar a Terra. É a luta eterna entre o Bem e o Mal, que se repete a cada dia. Um dia, Horus tornou-se  rei do Egito, dando origem à linhagem dos faraós, reis-deuses, iniciada por Menes, no ano 3315 AC.  linhagem dos faraós cercou-se de numerosos sacerdotes e teólogos que pregavam ter o Homem um duplo – Ka – equivalente ao corpo astral. Só que este corpo astral ficava no plano espiritual e atuava como um anjo da guarda. Quando o Homem desencarnava, eram reunidos a sua alma – Ba -, o seu espírito – Akh -, o seu conjunto de forças – Sekhem – e Ka, e compareciam perante Osiris que, com  quarenta juízes, pesava e julgava o coração do morto. Se julgado bom e justo, a alma se identificava com Osiris e era  conduzida a planos elevados; se julgado faltoso, a alma era encaminhada a planos de sofrimentos e dores. Assim, tudo dependia do coração do Homem
Na linha egípcia encontramos Hermes, chamado Trimegisto (Três Vezes Grande), a quem se atribui o Livro dos Mortos e o aforismo: “Como é acima, é abaixo”, ou seja, “Assim na Terra como no Céu”. Enquanto uns consideram Hermes como um grande filósofo egípcio, outros o colocam como um deus grego, filho de Zeus e Maya, conhecido pelos romanos como Mercúrio, mensageiro de Zeus, protetor dos mercadores e dos rebanhos, e guia dos mortos para o outro mundo.
Dessas origens, temos Akinaton, também denominado Amenófis IV, e sua esposa Nefertiti, uma ariana, princesa de Mitani, que muito  se dedicou à Lei do Auxílio, ajudando na unificação das religiões do povo egípcio, instituindo o culto de Aton, o Deus Único. Raio derivado de ATON, Raiz de  Simiromba, Akinaton age, na nossa Doutrina, de modo concentrado no Leito Magnético e em trabalhos de elevado grau de realização, como o Turigano e a Estrela de Nerhu. Não se desloca  sem uma grande razão, pois concentra forças muito intensas, que devem ser manipuladas apenas em locais onde haja grande concentração de médiuns e uma força magnética animal muito ativada, para que lhe permita se deslocar plenamente.
Tem todo o poder de Amon-Rá, e se projeta no chakra coronário  do médium, fornecendo-lhe toda a energia para realizar eficiente e eficazmente seu trabalho. É uma grande energia, gerando força desobsessiva, curadora  e geradora. Através dela se manipulam todas as outras energias que cheguem ao trabalho ao qual está em ação. Akinaton também  rege as amacês que conduzem os espíritos sofredores para o Canal Vermelho. O faraó Akinaton foi o representante, na Terra, desse Raio, tal como, hoje, os Arcanos representam seus Ministros. Nefertiti, um  espírito de Luz, tem sua força invocada em diversos rituais, especialmente na Elevação de Espadas, mas, por suas condições, seu campo de atuação é em outros planos.
 Outra raiz dos faraós é invocada no poder dos Ramsés, especialmente de Ramsés II, considerado o maior deles, guardiões de Amom-Ra e conhecedores  da Alta Magia, atuando na Cruz do Caminho, em conjunto com o Povo das Águas. Horibe, a suma-sacerdotisa de Horus em Karnak, era a  Princesa Aline – a Princesa das Dharman Oxinto - reencarnada. Naquela época, o povo não entrava nos templos. Somente sacerdotes e sacerdotisas e os faraós tinham acesso aos recintos sagrados. O povo aguardava, do lado de fora, a manifestação dos deuses. E havia um grupo de sacerdotisas de Horus, lideradas por Horibe, que, com ajuda de Nefertari, a  esposa do faraó Ramsés II, realizava grandes fenômenos entre aquela gente, portando energias maravilhosas, fazendo curas físicas e desobsessivas. Participando  de grandes rituais, os poderes de Horibe eram tão grandiosos que ela passou a ser representada pela figura humana com cabeça de falcão - a cabeça de Horus, como se pode ver nas gravuras da época, onde se representa, também, a grande a afinidade entre Horibe e Nefertari. São muitas as representações de Nefertari  dando a mão a Horibe, carregando a Cruz Ansanta, chave da Sabedoria, da Vida e da Morte. Essa união se fazia sempre presente. Na maior festa ritualística da época, quando Ramsés II retirava o símbolo de Amom-Ra de seu Oráculo, em Karnak, e o levava,  velado, em procissão de barcos pelo Nilo, acompanhada pelo povo nas margens, até Luxor, onde ficava um mês. Ao final desse período, o cortejo se fazia na volta de Amom-Ra para seu Oráculo em Karnak, onde o  barco era recepcionado, no palácio, por Nefertari, Horibe e as sacerdotisas de Horus. 
Pela grande  energia de que era portador, esse grupo de sacerdotisas, liderado por  Horibe,  desempenhou importante papel no decorrer dos tempos, encarregando-se dos primeiros passos iniciáticos, conduzindo os mestres a serem consagrados pela Iniciação de Osiris. Quando a  Rainha Exilada saiu da Grécia, tendo sido poupada sua vida por interferência de Pytia (uma das encarnações de Tia Neiva), como se revive hoje no Turigano, ela foi para um palácio na região do Delta do Nilo.
Ali, se dedicou à cura de todos os necessitados que a procuravam, dando-lhes abrigo, e marcando, na trilha, a entrada para o palácio, com uma cruz. Era a Cruz do Caminho! E, para ajudá-la, veio do Egito o grupo de sacerdotisas de Horus. Horibe já  estava no Plano Espiritual, comandando suas Missionárias do Espaço, e emanando e protegendo o grupo que foi para a Cruz do Caminho. Em Delfos, Pytia organizou  as primeiras falanges missionárias - Yuricys, Muruaicys e Jaçanãs -, e providenciou para que, na Cruz do Caminho, começassem as Iniciações Dharman Oxinto, que significa A CAMINHO DE DEUS, entregues às sacerdotisas de Horus, que receberam o nome de Missionárias Dharman Oxinto. Por isso, na Cruz do Caminho, onde são manipuladas as energias dos Ramsés e do Povo das Águas, as Dharman Oxinto têm lugar de  honra e guarda a Mãe Yemanjá. A raiz  egípcia também é invocada pelas forças que nos traz do rico Vale dos Reis, onde estão as ruínas materiais de uma grande era, o poder dos faraós e de suas rainhas – no Vale das Rainhas -, situado à margem ocidental do Nilo, onde o Sol se põe, na representação da Morte. Karnak, na margem oriental, onde está o Oráculo do Amon-Rá e o dia amanhece, representa a Vida.
Tia Neiva teve uma reencarnação como Cleópatra, a rainha dos dois Egitos,  quando viveu  um grande romance com Júlio César e, depois, com Marco Antônio (Mário Sassi), reunindo as raízes do Egito e de Roma em marcante existência. Um grupo de sábios marcou essa raiz, na Alexandria, onde existiu a mais completa biblioteca do mundo antigo, com atividades de Apolônio, Aristarco, Arquimedes, Erastóstenes,  Euclides, Heron e Ptolomeu. Importante influência no final das dinastias de faraós teve a Núbia, região nordeste do Egito, denominada País de Cuxe, conquistada pelo faraó Zer, da 1ª dinastia,  quando reis da Núbia, com sede em Napata, foram também reis do Egito. Essa raiz se faz presente na Estrela de Nerhu, projetada nos mestres que acompanham as ninfas Esmênias, que vão para os esquifes, denominados Núbios de Amon-Rá. Foi de  grande valor a influência egípcia na formação da raiz hebraica e do povo israelita.

(APOLO)
Apolo Unificado em Cristo Jesus 
Meus irmãos, em palavras simples procuro esclarecer a importância de nossa herança espartana e porque ela é revivida em nossa Doutrina nos dias de hoje.
Primeiramente é necessário saber que “Pytia” (Uma das  encarnações de Tia Neiva)  não foi um único personagem. Pytia era a denominação das Sacerdotisas do Oráculo de Delfos. 
Oráculo de Delfos – Oráculo é como chamamos o lugar onde se distribui a sabedoria dos profetas e profetisas. O Oráculo de Delfos ficava em um grande complexo templário dedicado ao Deus Apolo.
Apolo, o Deus Sol – Um dos deuses gregos, reconhecido por matar a grande serpente Pyton, que atormentara  sua mãe. Sobre o corpo de Pyton, foi  erguido seu templo. Daí o nome “Pytia”, dado  às sacerdotisa deste templo.
Revivemos nossas heranças daquele mundo grego, vividas em uma encarnação coletiva dos Jaguares em Esparta. Houve um tempo em que Esparta, com todo seu poderio militar, julgava-se acima das crendices e se negava aos cultos dos deuses. Traduzindo, não era “espiritualizada”.
A espiritualização dos espartanos se deu através de um episódio que revivemos dentro do Turigano, por isso sua  fundamental importância e a necessidade de revivê-lo: éramos brutos que passamos a ter fé!
Tia Neiva, então na roupagem de profetisa de Delfos, Pytia, procurou o  Rei de Esparta, Leônidas (Nestor – Trino Araken),  pedindo auxílio para resgatar a “Rainha Exilada”. Ironizando o oráculo, Leônidas disse que atenderia seu pedido quando os tambores de suas tropas rufassem sem que ninguém tocasse neles. Ao ouvir os tambores rufando, maravilhado com o poder que presenciava, conclamou suas tropas para seguir em busca da “Rainha Exilada”. Era tarde demais! Os inimigos já haviam avançado e não se sabe o quê aconteceu com a Rainha.
Temendo o poder da profetisa, Leônidas foi explicar-se. Porém compreendeu que Pytia estava  muito além de seus temores! O verdadeiro objetivo era despertar a fé daquele povo. Todos seus soldados voltaram sem nada sofrer e o rei passou a respeitar o deus Apolo e espiritualizou aquela tribo, a nossa tribo.
A aguerrida Esparta passou a ter a proteção do deus Apolo. Mais do que isso: passaram a ter fé, ter em quê acreditar e respeitar! A disciplina, principal característica dos espartanos, passou a contar com a luz do deus sol. Sendo Pytia (Tia Neiva),  naquela era distante, a responsável por espiritualizar aquele povo.
Kazagrande

“Eis porque  Pai Seta Branca afirmou entre nós o Turigano. Cada  vez que um Mestre Adjunto representante do Reino Central abre o seu plexo no Turigano e busca o caminho verde da regência do Cavaleiro Especial, haverá o fenômeno físico do ouro e da prata. Eis porque o Pai Seta Branca deseja que, todos os domingos, seja realizado este trabalho, para que os seus filhos partam, todos tendo toda a proteção deste Amanhecer.” 
Tia Neiva em 21 de outubro de 1984
De Esparta à Roma


O primeiro passo estava concluído! Esparta, e a tribo de aguerridos Jaguares, estavam espiritualizadas. Pytia cumprira sua  missão!
Relembrar esta nossa herança não é aferroar-se nas guerras e sangue, e sim despertar nossa espiritualização! É recordar a disciplina e a frase gravada no Oráculo de Delfos: “Conhece-te a ti mesmo”.
A conduta levada a sério, o respeito às leis, a harmonia obrigatória entre os pares (companheiros de missão), são as máximas a serem trazidas como heranças daquele mundo grego.
A liderança do Trino Arakén, com sua  cobrança interminável de disciplina, refletiu o mesmo obstinado rei que um dia nos chefiou. A missão de Tia Neiva, novamente nos espiritualizou.
Febo, ou Apolo, depois de Zeus, ou Júpiter, foi a figura mais importante entre os deuses greco-romanos.
A Grécia era dividida em cidades-estado. Unidades em uma mesma origem, porém com características próprias. Com a morte de Leônidas (Nestor – Trino Arakén) no desfiladeiro das Termópilas, a custa de  impedir a dominação pelos persas, a liderança espartana sofreu. Porém, naquela região de líderes, surgiu um novo ícone: Alexandre, o Grande. Que expandiu o império grego, sob o nome de Macedônia (outro povo de origem grega), levando sua cultura e o deus Apolo para incontáveis povos e regiões. Com a morte de Alexandre, o império se esfacelou. A união obtida pelo brilhante rei e general perdeu-se em meio a disputas e traições, em uma busca desmedida pelo poder.
Os romanos, que já absorviam parte da cultura grega em virtude das relações comerciais, ao dominarem a Grécia, unificaram grande parte de seus cultos com as tradições gregas.
O culto ao deus Apolo tornou-se rapidamente mais popular e reconhecido. Os pergaminhos e “livros”, contendo as profecias do Oráculo de Delfos, chegaram a ser considerados como recursos supremos para a “salvação do Estado”.
Apolo era predestinado a ser o deus que absolveria os pecados dos assassinos arrependidos e foi o primeiro a trazer a ressurreição dos mortos. Sendo o deus do dia e da luz, vivificava os seres, fazia germinar as plantas e amadurecer os frutos e as searas, purificava a atmosfera e destruía os miasmas; o deus forte e sempre vitorioso. Também foi considerado o patrono da verdade, filho de Zeus e associado com os preceitos básicos dos gregos: “Conhece-te a ti mesmo” e “Nada em excesso”.
Apolo tornou-se o deus mais cultuado em Roma.
Por ocasião do Solstício de Inverno (22 de dezembro na Europa), realizavam-se três dias de festejos em homenagem ao deus Apolo. Culminando em 25 de dezembro com uma grande procissão ao templo do deus.

"Um dia Apolo regressará e será para sempre". - Profecia da última pítia do Oráculo de Delfos.
Kazagrande
De Roma ao Templo Mãe
Muitos Jaguares tiveram também sua passagem como Romanos, na época de Jesus. Alguns vieram com a missão de proteger o Divino Mestre e seus seguidores, porém, vários desvirtuaram seus caminhos pelo poder que tinham nas mãos e a riqueza fácil, por fazer parte da elite dominante da época. Acabaram mesmo por perseguir os cristãos e tornar ainda mais difícil os primórdios da implantação da “Escola do Caminho”. Pai João e Pai Zé Pedro foram figuras de destaque nesta elite romana.
Durante quase três séculos a mensagem de Jesus expandiu-se como rama selvagem, e seus ensinamentos cativavam principalmente os mais humildes, ou seja, a grande maioria do povo. Em uma Roma corrompida, com os pobres sendo levados a “pão e circo”, a mensagem de Jesus tornava-se a esperança da redenção, de um futuro melhor.
O imperador Constantino, perspicaz na avaliação de que não havia mais como sufocar o movimento através da força e espetáculos no Coliseu, resolve unificar o seu poder ao poder da religião...
A festa em honra do deus Apolo demarcava oficialmente a entrada do solstício de inverno. Iniciava-se no dia 22 de dezembro (início oficial do inverno europeu) e estendia-se por três dias, o povo se unia em torno da figura do deus Apolo, que representava o sol.
No terceiro dia da festa do solstício, dia vinte e cinco de dezembro, se dava a grande procissão, com a imagem do deus Apolo, que rodeava o templo e, voltava ao seu altar, sob a ovação do povo excitado, feliz a seu modo, naquela festa notável do solstício.
Seguidor de Apolo, o imperador legaliza o cristianismo com algumas exigências. Entre elas, que a data de chegada do Cristo, fosse considerada a mesma das festividades do deus Apolo. Desde então, o mundo cristão passou a admitir que Jesus Cristo nasceu no dia vinte e cinco de dezembro.
Séculos se passaram desta a simbólica primeira união...
Chegamos ao Limiar do Terceiro Milênio, 1.959, a antiga Pytia de Delfos, encarnada agora como Tia Neiva, desperta sua Clarividência e sob o Manto do Evangelho do Divino Mestre Jesus, concebe o Doutrinador! O médium que, força do Sol, acompanha e traduz a Voz Direta da força da Lua!
Renascem as heranças de Delfos, e unifica-se a profetiza do deus Luz do Sol, com o Doutrinador em Cristo Jesus.
Os destinos entrelaçados da velha tribo mais uma vez se reúnem, agora sob a égide da Doutrina do Amanhecer. O Oráculo transmuta-se no Vale do Amanhecer, respondendo agora aos clamores do espírito. Apolo, unificado em Cristo Jesus, anuncia o farol a iluminar mais uma marcante passagem dos Jaguares neste planeta: O Doutrinador!
A Lua emana a Voz Direta, o Sol conduz Doutrinador!
Kazagrande
(AKINATON)
Existem, no Egito, ruínas de uma antiga cidade - Tell-El-Amarna -  que foi construída pelo faraó Amenófis IV, da XVIII Dinastia, e se tornou o centro político e religioso de importante fase de implantação do culto ao Sol, liderado pelo faraó, que mudou seu nome para Akinaton  ou Akhenaton.  O faraó subiu ao trono com 12 anos, fazendo um governo conjunto com seu pai e se casando com uma princesa de origem até hoje incerta, chamada Nefertiti. Desde cedo Amenófis IV  se mostrou contrário ao culto de Amon, predominante tanto no Baixo como no Alto Egito, e procurou templos onde havia sobrevivido o culto a Aton, antiga divindade regional, que tinha o Sol como o símbolo único e verdadeiro do poder criador de Aton, o deus único. Quando foi coroado como novo faraó, Akinaton escolheu o Templo do Sol, em Hermontis,  para a cerimônia, causando problemas com os sacerdotes, que sempre faziam as coroações em Tebas, a capital, no Templo de Amon.  Junto com Nefertiti, Akinaton iniciou seu governo de forma surpreendente, realizando uma cerimônia ("sed") que só era feita pelos faraós após vários anos de reinado, para revitalizar suas forças mágicas e renovar suas energias, inaugurando um templo em Tebas para culto ao Sol, logo que assumiu o comando sem compartilhá-lo com seu pai. Logo iniciou a rápida construção de uma nova capital para o Egito, em uma planície às margens do Nilo, bem arborizada e com muitas nascentes de água cristalina. Esse novo centro político e religioso receberia o nome de Akhetaton - "O horizonte de Aton". Por volta de quatro anos de trabalhos, a nova cidade recebeu a mudança do faraó, que informou que ali estava estabelecido um culto único a Aton,  Deus-Sol do qual ele seria o sumo sacerdote. Anunciou que o nome da capital seria mudado para Akhenaton ("Aton está satisfeito"). Estava implantada a ideia do deus único e a dedicação do faraó e da rainha ao bem-estar dos súditos e, especialmente, das famílias, enquanto os sacerdotes e os inimigos externos do Egito maquinavam a destruição do império. A principal obra da nova capital era o Templo de Aton,  onde havia um recinto sagrado, o Oráculo de Aton,  ao qual só o sumo sacerdote - o próprio faraó - tinha acesso. Quem ousasse querer entrar ali seria morto instantaneamente pela proteção mágica do local. O templo não tinha cobertura, para que o Sol pudesse banhar todos os que ali estivessem, inclusive uma grande quantidade de alimentos que era distribuída ao povo carente. O faraó mudou seu próprio nome para Akinaton,  e, junto com Nefertiti, realizou uma importante obra de unificação, embora, pelas distâncias e dificuldades de comunicação, o povo continuasse politeísta, adotando Aton apenas como mais um deus. Após viver ao lado do faraó por quinze anos, Nefertiti foi para Tebas, temendo ser morta nos complôs que foram tramados pelos sacerdotes e pelos generais, retornando ao palácio real, onde viveu por mais três anos, com a filha e o genro que se tornou faraó, Tutankamon.  A cidade de Akhenaton foi desativada e abandonada, sendo arrasada pelo general Horemheb, que foi sagrado faraó em 1335 AC, dando continuidade ao culto de Amon, e com quem se extinguiu aquela dinastia, dando início à XIX, a grandiosa dinastia dos Ramsés. O trabalho de Akinaton,  embora abandonado pela maior parte dos egípcios, sobreviveu. Como Amon era o deus, foi acrescido da partícula Ra,  que significa o Sol, dando a designação AMON-RA. Raio derivado de ATON, Raiz de Simiromba, o poder de Akinaton age de modo concentrado no Leito Magnético e em trabalhos de elevado grau de realização, como o Turigano e a Estrela de Nerhu. Não se desloca sem uma grande razão, pois concentra forças muito intensas, que devem ser manipuladas apenas em locais onde haja grande concentração de médiuns e uma força magnética animal muito ativada, para que lhe permita se deslocar plenamente. Tem todo o poder de Amon-Rá, e se projeta no chakra  coronário do médium, fornecendo-lhe toda a energia para realizar eficiente e eficazmente seu trabalho. É uma grande energia, gerando força desobsessiva,  curadora e geradora. Através dela se manipulam todas as outras energias que cheguem ao trabalho ao qual está em ação. Akinaton também rege as amacês que conduzem os espíritos sofredores para o Canal Vermelho. O faraó Akinaton foi o representante, na Terra, desse Raio, tal como, hoje, os Arcanos representam seus Ministros. A força de Amon-Rá continuou sendo conhecida e manipulada através dos séculos, e chegou até nós, no Vale do Amanhecer.

5.3 - OS HEBREUS -Deixando a Egéa,  os Hebreus de deslocaram, cerca de 2000 AC, para a Palestina e depois para o ocidente, indo para o Egito, onde foram aprisionados e mantidos como escravos até o século XIII AC, quando Moisés, revoltando-se contra a degeneração dos sacerdotes egípcios, entre os quais fora educado como um príncipe, conseguiu a libertação das tribos e seguiu para a Terra Prometida. Moisés foi o líder que deu às antigas religiões dos Hebreus uma unificação sólida – o Judaísmo. Iniciado na linha egípcia, Moisés era um espírito elevado e receptivo das forças cósmicas, e teria recebido no monte Sinai as Tábuas da Lei, com os dez mandamentos que se tornaram alicerces da Lei Mosaica, que denominamos a Velha Estrada, porque obedecia, ainda, a velha lei do “olho por olho, dente por dente”, excluindo o amor, a caridade e a misericórdia. Moisés definiu que o único deus das 12 tribos hebraicas seria Jeová, instituindo uma monolatria a ser seguida pelos “filhos de Israel”, componentes dessas tribos, que passaram a se denominar “judeus”.
Surgiu a Arca da Aliança, considerada o trono de Jeová, que era uma caixa de acácia, com 1,25 m de comprimento e 0,75 m de largura e altura, revestida em ouro, coberta com uma tampa de ouro que sustentava dois querubins. Em seu interior havia um instrumento intergaláctico, junto ao qual Moisés depositou as Tábuas da Lei, e se tornou um grande mistério, além de ser considerado objeto sagrado, que não podia ser violado e nem ser tocada, e, por isso, era conduzida, quando necessário, sobre varais. Era portadora do poder de Deus, e ficava isolada em uma tenda, só podendo ser manipulada sua força pelo sumo sacerdote. Com a partida de Moisés e suas 12 tribos do Egito, tem início a grande raiz hebraica, que concentrou a linha principal do Sistema Crístico, fazendo a confluência de linhas para a Palestina, preparando a chegada de Jesus. Essa linha segue através das eras como relatado nos livros que compõem a Bíblia, especialmente no Velho Testamento. Em torno de 1200 anos AC se completa a conquista da Palestina, a Terra Santa proclamada por Moisés, e se inicia nova fase para aquele povo, que deixa sua natureza nômade e se estabelece com atividades sedentárias agrícolas e pastoris. As idéias sobre Jeová se adaptaram, e o centro do judaísmo passou a ser Jerusalém.
Ao mesmo tempo, as tribos ainda não unificadas integralmente em torno de Jeová cultuavam outros deuses. Agricultores adeptos do baalismo, faziam cultos a diversos deuses agrícolas. Salomão, no século X AC, fez um dos mais brilhantes governos do povo judeu e construiu um imponente templo onde foi guardada a Arca da Aliança, num local velado, denominado “Santo dos Santos”. Do magnífico Templo de Salomão existe, hoje, apenas uma ruína que é conhecida como o Muro das Lamentações, local sagrado para os judeus. Quando Salomão morreu, os hebreus se dividiram em dois grupos: Israel, ao Norte, e Judéia,  ao Sul. Em 722 AC, as dez tribos que compunham Israel foram destruídas pelos assírios e, embora constantemente atacada, a Judéia, incluindo  as tribos de Judá e Benjamim, conseguiram manter a linha dos hebreus. Em 586 AC, os hebreus tinham sido expulsos de Jerusalém, caída em poder dos babilônios, e surgiram os grandes profetas, que reformularam a religião hebraica, dando-lhe caráter monoteísta e combatendo os sacrifícios de animais, alegando que o sacrifício verdadeiro deveria ser manter um espírito obediente e um coração contrito. Em 538 AC, Ciro, o grande rei persa, tomou Jerusalém e a devolveu aos judeus, que já tinham evoluído em sua visão de Jeová, que passou de Deus de Israel para ser o Criador, Deus de toda a Humanidade, e foi abolido o politeísmo. Pelos profetas, firmou-se a ideia da chegada de um Messias salvador que iria restaurar a nação judaica, bem como da ressurreição geral no dia do Juízo Final. No século IV AC, 

Alexandre Magno estabeleceu um século e meio de domínio da linha Grega sobre Israel, influenciando muito o povo hebreu. Em 168 AC, Judas Macabeu iniciou revolução que, em 141 AC, estabeleceu um Estado judeu independente, que se manteve até 63 AC, ano em que os romanos, liderados por Pompeu, conquistaram aquelas regiões do Oriente. A língua hebraica tinha uso muito restrito, praticamente usada em orações e rituais, sendo popular o aramaico usado por Jesus e seus discípulose o grego, falado pelos mais instruídos. Quando, em 70 AC, os romanos destruíram Jerusalém e o seu Templo, os judeus já tinham solidificado sua base religiosa o Tora, a Lei revelada constituída pelos cinco primeiros livros - o Pentateuco - do Velho Testamento, compreendendo o Gênesis (relatando a criação do mundo), o Êxodo (conta a saída dos hebreus do Egito), o Levítico (que estabelece a organização do culto), o Números (fazendo o recenseamento dos hebreus) e o Deuteronômio (um resumo das leis e instruções de Moisés); pelos Livros dos Profetas e pelo Kethubim,  escritos diversos que completam o Velho Testamento. O Templo de Jerusalém, em sua terceira reconstrução (em 64 da era Cristã foi totalmente arrasado), era o centro de reuniões, das peregrinações e das orações, sendo usado pelos 
doutores da Lei, por cambistas e mercadores, e nele se faziam sacrifícios de animais. Imensa construção, a parte mais sagrada era o Sancta Sanctorum,  uma câmara vazia, simbolizando a presença invisível de Deus, contendo apenas uma pedra, sobre a qual o sumo sacerdote acendia um incenso, um dia por ano, no Dia da Expiação, consagrado ao jejum e à oração. Formaram-se grupos religiosos, como Fariseus, Saduceus, Zelotas e Essênios, estes unificando a raiz hebraica que nos chegou com Jesus, o Caminheiro. Os Essênios formavam uma irmandade de vida ascética e comunitária que se estabeleceu na região do Mar Morto, praticando o culto que Éssen aprendera  com Moisés e dos Santos Anjos, e faziam uma oração matinal voltados para o Sol. Não participavam dos cultos no Templo de Jerusalém e não faziam sacrifícios
 de sangue. Seguiam uma doutrina esotérica e seus membros só eram admitidos por uma Iniciação, feita após longo período de provas e um juramento. Jesus recebeu a Iniciação dos Essênios. O povo judeu tinha uma esperança: a chegada do Messias, que os libertaria, e, assim, quando um pregador asceta – João Batista – anunciou, no ano 29, na Judéia, que  Jesus era esse enviado de Jeová, a maioria se convenceu, e começaram a seguir Jesus e ouvir Suas ideias assombrosas.
No Sermão da Montanha, 
receberam toda a Doutrina Crística, quando Jesus disse que não viera para abolir as Leis Mosaicas, mas sim completá-las, e que seu reino não era deste mundo. Estavam confusos e desapontados com aquele Messias, que aconselhava amar os inimigos
 em lugar de providenciar a destruição dos romanos. Gente simples O amava, mas era odiado pelos ortodoxos, que diziam ir Jesus contra a Lei Judaica. Os apóstolos de Jesus viveram e aprenderam toda a Doutrina, de modo que, quando sob a acusação de revolucionário e blasfemo, Jesus foi crucificado, continuaram a difundir Suas idéias. Foram escritos os Evangelhos (que significam Boa Nova), base do Novo Testamento, em que constam também as diversas epístolas de Paulo, sendo estruturada a religião cristã, que sofreu algumas derivações através do tempo e do espaço, mas com sua raiz de verdade e de amor na rápida passagem do Divino e Amado Mestre Jesus.

5.4 – ROMA - Cerca de 2000 AC, indo-europeus da Idade do Bronze, se radicaram nas terras da atual Itália. Foi o início de um cruzamento de linhasAriana e Egea, que  resultaria em grande desenvolvimento para nossos espíritos. Mil anos depois, haviam ocupado toda a península como tribos rurais: Samnitas, Sabinos, Latinos, Úmbrios e Oscos. Em 900 AC, os Etruscos ocuparam o norte do rio Tibre, empurrando para a margem sul camponeses Latinos, que cultivavam as planícies do Lácio e a região dos Apeninos. Roma,  uma pequena aldeia, conta a lenda, foi fundada em 753 AC, por Rômulo, um dos filhos gêmeos do deus Marte, sendo apenas um posto avançado latino na fronteira etrusca. Por sua localização, erguida em um vau navegável do Tibre, próxima ao mar e a meio caminho entre o Norte e o Sul da península, Roma teve rápida ascensão, iniciada pela conquista de Tarquínio, rei etrusco, seu sexto rei após Rômulo, que trouxe a origem ariana para a península itálica. Em 509 AC os
romanos se revoltaram e proclamaram uma república, com dois cônsules, que podiam ser substituídos anualmente, em lugar do rei, e um Senado, conselho formado por homens idosos.
 Iniciou Roma a submissão das tribos vizinhas, inclusive dos Etruscos. Mas, em 390 AC, sofreu o ataque dos Gauleses, vindos do Norte da Europa, sendo queimada e saqueada. As cidades latinas haviam aceitado Roma como chefe e mentora, mas sentindo a fragilidade causada pelos ataques, se revoltaram, tendo Roma vencido a guerra, tornando-se, em 338 AC, a cidade-chefe da Itália Central. Iniciou-se o sistema de domínio romano, que seria adotado em todo o grande império futuro: em vez de escravizar o inimigo vencido, o que os tornaria hostis e perigosos, isolaram as cidades vencidas de forma que ficassem dependentes de Roma no aspecto comercial, tornando-as verdadeiras parceiras, o que as tornava leais ao poder romano. Em 275 AC, Roma já havia conquistado toda a península itálica, estabelecendo uma confederação que reunia todas as tribos e cidades italianas, umas com direitos integrais da cidadania romana, outras apenas com direitos limitados, e outras com governo próprio, aliadas obedientes à lei romana e comprometidas com o combate aos inimigos de Roma.
Começaram a ser construídas notáveis estradas, ligando as cidades, proporcionando melhor movimentação das tropas. Em 312 AC, foi construída a Via Apia, com 260 km, ligando Roma a Cápua, no Sul.
A Sicília era colonizada por gregos,
mantendo intenso comércio com os cartagineses, que ocupavam toda a costa mediterrânea da África. Roma decidiu tomar Cartago, um porto fundado em 800 AC pelos fenícios, três vezes maior do que o de Roma. Iniciaram-se assim as Guerras Púnicas, em 264 AC, terminadas em 241 AC, quando Cartago negociou a paz e a Sicília passou a ser a primeira província romana. Estava iniciada a conquista de extensas regiões do norte da África e do Oriente Médio, e toda a Europa, (exceto a área que formou a extinta União Soviética), levando profundas modificações nos povos de todas essas áreas, em ocupações que duraram até 1453 da era cristã.
Tivemos, nesse período, poder e possibilidades de aplicar as leis da Espiritualidade Maior, mas, pelo orgulho, pela vaidade e pela falta de amor, nos perdemos, e o que nos valeu foi a força de vontade, de conquista, que hoje buscamos nos Cavaleiros Especiais - os centuriões e guardas pretorianos que vivemos -. A reencarnação como romanos nos deu novas dimensões e nos proporcionou as maiores oportunidades de nossa existência.
Estávamos na Palestina, e crucificamos Jesus, sem poder entender a Sua presença. Conhecendo-nos em nosso mais profundo íntimo, Jesus pediu que o Pai nos perdoasse, porque não sabíamos o que estávamos fazendo! Éramos ignorantes totais, ignorantes de Deus, ignorantes do Amor, ignorantes de nós mesmos! Muitas das prisões, que hoje assumimos no Vale do Amanhecer, se relacionam com nossa passagem pelo império romano, principalmente Aramês. Influenciados pela sabedoria grega, os romanos abafavam as novas doutrinas ou filosofias de forma radical. A evolução do pensamento romano se fez pelo trabalho dos grandes mestres da raiz Egea, sendo destacados Empédocles, de Agrigento (Sicília); Parménides e Zenão, em Eléa; e Epícteto, Lucrécio, Marco Aurélio, Sêneca e Sexto Empírico, em Roma.



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  6. A RAIZ AFRICANA

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Os Capelinos que  desceram na África Central, ao sul do lago Vitória, originaram duas linhas: uma foi para a costa leste, atual Somália; outra, para o sul, localizando-se na região do Forte Vitóriano atual Zimbabwe. Nessa época, ainda existia o mar onde hoje é o deserto do Saara. A linha da Somália se mesclou com a Núbia, formando as civilizações rudimentares da costa africana do mar Vermelho e seguiu até a península que é denominada Arábica, onde foi fundado o reino da Rainha de Sabah. Os  povos árabes, absorvendo os Semitas da raiz Atlântida, formaram tribos nômades e guerreiras, herdaram muitos conhecimentos e se distribuíram por todo o norte da África e pelo Oriente Médio, chegando a invadir a Pérsia e o oeste da Índia,  e mantendo na península Ibérica por vários séculos. A linha do sul, que se estabeleceu na região do Forte Vitória, onde deixou imponentes vestígios de grandes construções de pedra. Existem ruínas que desafiam a Ciência moderna, que não encontra as explicações para diversos aspectos que apresentam, tais como uma torre cônica com mais de 12 m de altura, oca como uma chaminé, sem qualquer abertura ou acesso em sua estrutura, muralhas e supostos templos, em solo repleto de jazidas de cobre, ouro e ferro e, apesar disso, com alto índice de fertilidade. A torre cônica recebeu, dos nativos, o título de Morada dos Deuses, e ali se faziam muitos sacrifícios humanos para agradar aos deuses. Na costa leste da África ainda existem inúmeras ruínas de construções de pedra, que os cientistas ainda não conseguiram identificar suas origens. Enquanto as duas linhas progrediam, a da Somália se entrelaçando com a do Egito e a dos Árabes alcançando alto grau de evolução, a do sul teve que trabalhar um Homem que se mantinha em condições de evolução ainda muito primitivas, reunido em tribos espalhadas por uma extensa região de florestas e savanas, com multiplicidade de níveis evolutivos.
Para o sul e para o oeste, a ação dos Capelinos foi  difícil, conseguindo estabelecer esse poderoso núcleo do Zimbabwe, formando um centro emissor de luz, de energias fantásticas, que eram emitidas para diversos pontos da Terra - o Oráculo de Ariano, que significa Raízes do Céu. 
Mas a vaidade tomou conta dos sacerdotes, que se acharam tão evoluídos e poderosos que foram se afastando de Deus. Com a decadência, a Raiz que alimentava aquele povo foi recolhida pela Espiritualidade Maior. Tendo sido recolhida a chave mestra, uma porta foi fechada e outra velada. Isso quer dizer que restou apenas uma esperança, já que uma porta velada pela Espiritualidade jamais será reaberta. As forças manipuladas pelos sacerdotes já não eram originárias daquela Raiz, e isso gerou o feiticismo, grande perigo do saber demais sem a assistência da Espiritualidade Maior.
As grandes luminosidades foram veladas, a porta se fechou, e todo aquele antigo esplendor se perdeu, passando eles a manipular forças nativas neutras em simples correntes magnéticas. 
Surgiram, então, grandes linhas religiosas como o Vodu, as macumbas e o feiticismo, com manipulação de forças das Trevas, em seitas distantes da estrada do Amor, com incorporações e manipulações de energias usadas indistintamente para o Bem e para o Mal, misturadas, que até hoje causam o quadro de dores e sofrimentos nos espíritos reencarnados na África.
Naquela época, os Grandes Iniciados retiraram toda aquela poderosa energia, e um Iniciado, chamado Cisman de Irechim,  presidiu toda aquela eclosão e formou um Oráculo, isolando-o dos homens mergulhados no fanatismo, nos fetiches e nas macumbas. 
Fechada aquela Luminosidade na África, os homens ficaram entregues a si mesmos. Destruições, dores, ruínas, violência, e os povos africanos passaram a sofrer as grandes conquistas dos europeus, passando dolorosos períodos da mais torpe colonização. 
A todo esse drama, acrescentou-se, no cumprimento do pesado carma, a captura de africanos para serem vendidos como escravos no Novo Mundo, a América. 
Para o Brasil, vieram, na maioria, Sudaneses e Bantos, portando suas doutrinas e sendo obrigados, pela força da Igreja Católica Romanaque dominava Portugal e suas colônias, a fazerem o que se chamou o sincretismo religioso, misturando práticas africanas com rituais católicos, surgindo a Umbanda e o Candomblé. 
Isso causou dispersão dos princípios do Africanismo, pois, misturando-se em camadas mais pobres e sem cultura, nasceram numerosas seitas e derivações deturpadas das raízes africanas. 
A grande missão, todavia, estava com espíritos os Enoques - que pertenciam à nação Nagô. Aqui queremos ressaltar a grande diferença entre o Espiritismo e a Doutrina do Amanhecer. 
Enquanto para o Kardecismo o Africanismo significa apenas a mistura das linhas e das seitas de origem africana, não acatando a figura do Preto Velho, para nós, JaguaresAfricanismo representa a origem de uma de nossas grandes linhas, e os Pretos Velhos são roupagens dos Grandes Espíritoque, na simplicidade e no amor, nos ajudam em nossos trabalhos e em nossas vidas, ensinando, curando e amparando todos que se entregam, com dedicação, à Lei do Auxílio. 
Nossos queridos Pretos Velhos são, essencialmente, AMOR! Obedecendo ao Plano Espiritual, aqueles espíritos de Jaguares - agora Enoques e Nagôs - que já tinham sido Equitumans e Tumuchys, foram  trazidos para o Brasil, a fim de que, com a escravidão, pudessem enfrentar uma Grande Prova para resgatar seus atos transcendentais, vivendo e sofrendo a ação opressora de muitos outros Jaguares senhores de engenho, nobres e sinhazinhas. Chegaram, também as Princesas – Jurema, Janaína, Iracema, Jandaia, Juremá, Janara e Iramar, esta última tendo uma reencarnação que ficou marcada, como a escrava Anastácia, que é venerada como santa por muitas correntes. 
Para os espíritos missionários, endividados, orgulhosos e perdidos em descaminhos da consciência, a escravidão tinha o mais profundo sentido iniciático: não podendo impor as exigências do corpo físico e de sua alma, o escravo era obrigado a ceder às exigências do espírito, matando ou eliminando sua personalidade para dar vazão à sua individualidade. 
Nesse período de escravatura, de mais de trezentos anos, um grupo de escravos lançou as bases da etapa final da Escola do Caminho, criando as raízes da religiosidade brasileira com base no Africanismo, em busca das condições que permitiriam a reabertura da porta fechada, do Oráculo de Ariano.
Desse grupo destacam-se dois espíritos de elevada hierarquia, Pai João e Pai Zé Pedro - a Lei e a Alta Magia -, dois missionários que tiveram duas reencarnações no período colonial brasileiro, liderando aqueles espíritos que, no Angical e na Cachoeira  dos Jaguares, viveriam o princípio dessa força luminosa - a Corrente do Astral Africano no Brasil, que hoje tanto nos assiste em nossa Doutrina, fazendo a ligação com a Raiz Atlante através dos índios, estabelecendo as linhas dos Caboclos e do Povo das Águas. 
O médium de incorporação, que sempre existiu sob uma força nativa, recebeu, dentro do Africanismouma nova forma: sua força, com a consagração de Nossa Senhora Apará - Nossa Senhora da Conceição - teve a transformação para uma força crística extraordinária, agindo em seu plexo iniciado, com muito maior responsabilidade por ser instrumento da Voz Direta. 
Koatay 108em sua missão de unificar as bases energéticas para formar a Raiz do Amanhecer, puxou a energia dos Pretos Velhos, reuniu os Aparás e fez o Doutrinador, coroando de êxito tudo o quanto nos foi legado pelo Africanismo. 
Segundo Tia Neiva, “era um sacerdócio poderoso, onde o Homem se concentrava, salientando felicidade, moderação e equilíbrio perante os momentos menos felizes dos outros. Hoje nós somos os espíritos luminosos no meio desta confusão, como o foram os Nagôs e os Enoques, que trouxeram essa força para o Brasil.
Hoje, estamos vivendo o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vimos, até agora, como houve esta grande explosão, como se fechou esta fase da força do Céu e da Terra e como esta Luz foi transportada para cá, parcialmente, o que permitiu o nascimento do Doutrinador e do Apará. 
Para grande parte dos Nagôs, o Deus supremo era Olorum e Obatalá era um Ser imortal, um rei; os Orixás eram 16 enviados de Deus, entre os quais são incluídos Oxalá, Yemanjá, Xangô, Oxum e Oxosse. 
Mas os Enoques recolocaram as posições
da raiz Africana, da forma como nos foi trazido por Tia Neiva.
E a Doutrina do Amanhecer, dentro de seu dinamismo, tem muitos aspectos interessantes, porque nos ensinam o fantástico leque de forças de que dispomos, como, por exemplo, a ação na Cura dessa grandeza que nos chegou da África, explicada por Tia Neiva: “quando o Anjo Ismael decidiu que o Brasil seria a Pátria do Evangelho, vendo a chegada do Africanismo, convocou os cientistas alemãespromovendo sua sublimação e proibindo o curandeirismo. Estabeleceu-se que os médicos de curas desobsessivas  baixariam nos aparelhos mediúnicos, enquanto os médicos de curas físicas terrestres atuariam nos médicos profissionais encarnados na Terra.

“A Cabala a que deram o nome de Ariano, que quer dizer Raízes do Céu. Desconhecida, com a volta, em 1700, de Pai Zé Pedro e Pai João, perdeu o seu real significado, agora chamada LINHA MATER. 
Desde a  chegada de Cisman de Ireshin, quando tudo foi ocultado, somente as raças africanas, por seus sacerdotes, guardaram sua origem e seus valores, até que se formou a grande BARREIRA para individualizar o Apará na força de Olorum e o Doutrinador na força de Tapir, força predominante no Reino Central. (…) 
Temos que patentear os conceitos africanos porque, para seguir as Linhas honestamente, é preciso conhecer, fundamentalmente, as Linhas da Ciência do Amanhecer.” 
(Tia Neiva, 7.9.77)


6.1 - OS ÁRABES - A linha Árabe se manteve, até o ano 600, em constantes conflitos e dividida por tribos de nômades guerreiros, percorrendo as imensas regiões áridas, só tendo água e solo fértil ao sul da península Ibérica. Dividiram-se em dois grandes grupos: os do Norte, com pequenos grupos se deslocando em busca das escassas pastagens para rebanhos de carneiros e cabras, com o comando dos sheikhs (“o mais  velho”) em cada tribo, e os do Sul, que construíram cidades e se dedicavam á agricultura e ao comércio, liderados por reis, que herdavam o poder. Por conta de lutas pelo poder, o Sul se desagregou em vários reinos, o que, aliado à fragmentação do povo nortista, gerou inúmeras dificuldades para toda a região.
Em 571, em Meca, na tribo Quraish, nasceu  Maomet (“Cheio de Glória”).
Meca já era uma pequena cidade que começava a crescer como centro comercial e religioso, pois ali se encontra a Caaba (“Cubo”), santuário de um meteorito negro que detêm o poder de muitos deuses, objeto de devoção visitado pelos árabes do Norte e do Sul. Rebelando-se contra essa crença, Maomet influenciado  por mercadores judeus e cristãos lançou a ideia do Deus Único, Alah, que lhe falara diretamente, instruindo a nova religião o Corão - e o proclamando seu maior profeta. Casado com uma rica viúva, Maomet não  precisou trabalhar, podendo se dedicar à nova religião a que deu o nome de Islã (“Submissão), pregando a obediência plena à vontade do Deus criador onipotente do Universo, que, no dia do Juízo Final, fará a separação dos muçulmanos obedientes – elevados ao Paraíso para gozar a vida eterna – e os descrentes, que serão lançados ao Inferno pela eternidade.
Os muçulmanos têm a obrigação de afirmar que há um só Deus – Alah – e que Maomet é o seu  profeta; devem rezar, voltados para Meca, cinco vezes por dia; devem ser caridosos; jejuar por um mês, uma vez por ano; seguir os ensinamentos morais do Corão; e ir, pelo menos uma vez na vida, a Meca. O Islamismo atraiu os árabes por sua simplicidade, o que o Catolicismo não conseguira, por ser uma doutrina complexa, exigindo sacerdotes e rituais. Agredido em Meca pelos mercadores que temiam perder o fluxo
de peregrinos, em 622, Maomet foi para o  Norte, chegando a Medina, com 200 seguidores, fato que ficou marcado como a Hégira (“emigração”), o primeiro ano do calendário islâmico. Em Medina, Maomet foi acolhido como chefe religioso e político. Organizou um exército e começou o ataque das caravanas que  iam a Meca e de lá partiam, acabando por tomar a cidade, em 630. Os chefes das tribos do Norte e do Sul ficaram impressionados com Maomet, e enviaram  delegações a Meca, reconhecendo sua liderança. O profeta de Alah conseguira, pela primeira vez na História, a união do povo árabe. Com a morte de Maomet, muitas tribos acharam que estavam livres de seus compromissos com o Islão, e a divisão começou. Todavia, o sogro de Mamet, Abu Becre, enviou  tropas muçulmanas a todas as regiões onde haviam rebelados, e ano e meio depois, toda a península Arábica estava sob as leis do Islão. Levados pelo estímulo religioso, deixado por Maomet, de  converter os pagãos, e pela ambição dos saques às regiões fronteiriças, mais ricas, a onda muçulmana invadiu, com imenso poder de destruição, as regiões de Bizâncio e da Pérsia, que, além do desgaste causado por lutas e revoluções contra elevados impostos, estavam divididas pela rivalidade entre três igrejas cristãs. Mais uma vez, por sua simplicidade frente à religião Cristã, o Islamismo conquistou aqueles povos. Os árabes assimilaram rapidamente as táticas de combate de bizantinos e persas, reorganizando seus exércitos e formando uma esquadra com galés de combate em estilo bizantino.
Para o oeste, a expansão muçulmana passou pelo Egito e se estendeu por toda a costa do Mediterrâneo, chegando ao Marrocos, no Atlântico. Tomou as ilhas mediterrâneas de Chipre, Creta, Sicília e Sardenha, e, cruzando Gibraltar, tomou o reino dos Visigodos, na península Ibérica (atuais Espanha e Portugal), levando o Islão ao domínio, cem anos após a morte de Maomet, de uma  área maior do que a do Império Romano, quando no auge de seu poder. O governo era centralizado em Medina, com um califa como comandante supremo, chefe religioso e juiz da mais elevada instância, que nomeava generais para governarem as províncias conquistadas, onde o povo se dividia em “mawalis” – não-árabes  convertidos ao Islamismo -; “dhimmis” – adeptos de religiões toleradas pelo Islão; e os escravos. Com o tempo, os generais passaram a criar seus próprios reinos, e o império Islâmico começou a se esfacelar, restando, porém, os grandes elos representados pela fé islâmica, pela língua árabe e pela necessidade do comércio. Os árabes, pela busca de novas mercadorias, se movimentaram por toda a África, sendo por eles conduzida a captura de escravos negros, principalmente das culturas sudanesas (iorubas, jejes, fanti e achanti), sudanesas islâmicas (hauçás, tapas, mandingas e fulás) e bantos (angolas, congos e moçambiques), que eram vendidos à Europa, principalmente a Portugal e à Espanha, para o trabalho na América. E foi esse movimento que propiciou a transferência, para o Brasil, da nossa raiz Africana.


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 7. A RAIZ ANDINA


7.1 - OS EQUITUMANS  - Para a colonização da região andina, desde o sul da América do Sul até o centro do México, chegando até o oeste da América do Norte, onde, na região do Grand Canyon, fundaram um centro energético conhecido como o El Dorado, foi enviado um grupo destes Capelinos, a quem chamamos de Equitumans.  Ocuparam aquela região, mesclando-se com os indígenas e de certa forma se distanciando de suas origens, alterando sua fisiologia e reduzindo seus poderes. Como simples mortais, após dois mil anos de quedas e provações, foram liquidados por cataclismos que atingiram a Terra, desencadeados por uma nave espacial - a Estrela Candente - que sepultou o núcleo central da civilização dos Equitumans  num lago entre o Peru e a Bolívia - o Titicaca.  Na nossa Corrente, o lago Titicaca é uma “lágrima da Estrela Candente”, nave que, sob o comando do espírito que chamamos de Pai Seta Branca, transformou a Terra. Um grande tesouro da civilização Equituman está oculto na região do rio Araguaia, na serra do Roncador.
Em “2000 - A Conjunção de Dois Planos”, Amanto ensina a Tia Neiva sobre os  Equitumans. Mostra-lhe o lago Titicaca  e pede que ela force sua visão para ver o que estava sob as águas. Ela começou a perceber formas estranhas de casas, máquinas e corpos físicos desencarnados, de grande estatura, mal se distinguindo do lodo sedimentar.
Amanto explicou à Tia Neiva: 
“O que você está vendo é o testemunho físico de um drama sideral, da falência de uma civilização que foi promissora na evolução da Terra
O que você está vendo é o túmulo dos Equitumans,  construído com água e terra pela Estrela Candente! Esses espíritos foram preparados em Capela durante muito tempo. Neles foi 
destilado, dia a dia, o anseio evolutivo, o desejo de realização e despertado o desejo de colaboração na obra de Deus. Eles aprenderam a história da Terra, seu papel no conjunto planetário, e se prepararam para o estabelecimento de uma nova civilização deste planeta. A idade física da Terra se contava em termos de bilhões de anos e muita coisa já havia acontecido antes. Isso, porém, não era de seu domínio mental, pois assim o exigia a didática divina. Só é dado ao Homem saber aquilo que é necessário a cada etapa de sua trajetória. O impulso criativo e realizador reside exatamente no terreno entre o conhecido e o desconhecido de cada ser. Assim estavam estes espíritos quando vieram à Terra. Isto aconteceu 30 mil anos antes da vinda do Cristo Jesus. Os Mestres haviam preparado o terreno em várias partes do globo. Mediante ações impossíveis de lhe serem descritas, foram alijados da superfície certas espécies de animais e outras foram criadas. Os climas e os regimes atmosféricos foram contrabalançados e o cenário estava preparado. Eles foram trazidos em frotas de astronaves e distribuídos pelo planeta em sete pontos diferentes. Esta região foi um dos pontos de desembarque. Os outros foram onde hoje são o Iraque, o Alasca, a Mongólia, o Egito e a África.
Esses locais servem apenas como referência, pois, na verdade, eles tinham o domínio de grandes áreas. Tinham enorme poder de locomoção e de domínio sobre os habitantes de cada região. Seu principal poder residia na sua imortalidade, nas suas máquinas e na sua tecnologia. Eram quase imortais. Não tinham a mesma organização molecular dos seres que aqui já se encontravam. Seus corpos tinham sido preparados em Capela e traziam em si dispositivos naturais de sobrevivência. Eles só corriam o perigo de afogamentos ou destruição física. Seus maiores inimigos eram os grandes animais e os acidentes. Eles eram normais em tudo. Sua língua, a princípio, era a mesma, mas, aos poucos, ela foi se diferenciando, conforme os grupos com que foram convivendo. 
Em algumas regiões da Terra ainda se fala a língua original dos Equitumans,  inclusive em algumas tribos de índios brasileiros. Mas, além da linguagem articulada, eles usavam a telepatia entre si. Isso, aliás, foi o que causou a degenerescência da língua inicial. 
Para se entender com os outros eles adaptavam sua linguagem ao meio. Eles se tornavam mais velhos pela passagem do tempo, mas sem degenerescência. Suas células traziam em si princípios diferentes das células dos seres comuns. Na verdade, os mais velhos eram apenas mais experientes, mais adaptados nas tarefas. Eles amadureciam na sua alma, mas não no seu corpo. 
Eles contavam ainda, para a conservação de seus corpos, com a assistência dos Mestres, com quem mantinham contatos permanentes. Às vezes acontecia de um Equituman  não evoluir de acordo com a tarefa e ceder seu corpo a outro que sofrera um acidente. Neste caso, o espírito do cedente simplesmente era recolhido ao planeta de origem. Em Capela, eles eram organizados em casais afins, almas gêmeas, e não havia reprodução como aqui na Terra. Mas aqui, eles foram submetidos ao processo sexual  normal e tiveram filhos. Só que seus filhos nasciam com um organismo comum, igual ao dos mortais. 
Assim, foram nascendo outros Equitumans  mais preparados para a Terra, como iam se desenvolvendo. Suas mentes ágeis permitiam a constituição de organismos adaptados às regiões onde nasciam. Daí os tipos diferenciados que deram origem às raças modernas, como contam precariamente seus historiadores e antropólogos. O principal estímulo dos Equitumans  era seu livre arbítrio. Eles eram pequenos deuses a quem estava entregue a tarefa de civilizar um planeta e dispunham de ampla liberdade para isso. Seu único compromisso era o de observar os propósitos civilizatórios apreendidos nas escolas de Capela. 
A ideia fundamental era o estabelecimento de condições ecológicas que permitissem a vinda de novos imigrantes. Famílias espirituais inteiras sonhavam com a oportunidade de colonizar, colaborar com a obra de Deus na Terra. Mas, se dispunham das grandes vantagens de seres extraterrenos, eles tinham as desvantagens do terráqueo na sua animalidade física. Cedo se manifestou a velha luta entre suas almas e os seus espíritos. 
Não tinham religião. Tinham um conjunto doutrinário, cujas coordenadas eram formadas pela hierarquia planetária, cujo centro era o Sol. Com isso, não tinham a preocupação com a busca de Deus, pois tinham um universo amplo e objetivo, suficientemente dimensionados para não necessitar a busca de uma finalidade. Mais tarde, no declínio de sua sintonia com os planos iniciais, essa doutrina derivou na religião do Sol. 
Durante mil anos os planos seguiram sua trajetória prevista. Os núcleos foram se expandindo e muitas maravilhas foram se concretizando na Terra. Basta que se observem alguns resíduos monumentais na sua superfície para se ter ideia. Verdade é que essas ruínas são de difícil interpretação pelo Homem atual. Uma coisa, porém, elas evidenciam: as ciências e as artes que permitiram sua elaboração estão fora do alcance do Homem de hoje. Até hoje os cientistas não conseguiram explicar, por exemplo, o porquê e como foram feitas as estátuas da Ilha da Páscoa ou as pirâmides
A partir de agora, uma parte destes mistérios será desvendada. Dois fatos contribuirão para isso: a curiosidade científica despertada para fatos estranhos e as convulsões que a Terra irá sofrer. Os Equitumans se comunicavam de várias maneiras. Dispunham de forças psíquicas e de aparelhos que lhes permitiam a troca de experiências. 
Isso explica, em parte, as semelhanças arqueológicas que estão sendo encontradas em lugares distantes e aparentemente sem possibilidades, naquele tempo, de comunicação entre si. Também viajaram entre planetas e chegaram não só à Lua, como a Marte e a outros lugares do nosso sistema. Essas viagens, porém, só foram feitas no segundo milênio, com o começo da hipertrofia de seus egos, à semelhança do que está acontecendo agora. 
A partir do segundo milênio, eles começaram a se distanciar de seus Mestres e dos planos originais. Seguros na sua imortalidade e intoxicados pela volúpia de encarnados, eles começaram a ser dominados pela sede de poder. Depois de muitas advertências, seus Mestres tiveram que agir. Ao findar o segundo milênio de suas vidas, eles foram eliminados da face da Terra. A Estrela Candente foi uma nave gigantesca que percorreu os céus da Terra, executando a sentença divina. 
Em cada um dos núcleos Equitumans,  a Terra se abriu e eles foram absorvidos, triturados e desintegrados. Aqui é um túmulo deles, e como este existem outros túmulos. Agora, com o próximo degelo dos pólos, muita coisa virá para a luz do Sol! 
O plano não falhou: só não se cumpriu em toda a plenitude. Muita coisa foi feita que permitiu a evolução da Terra. Já os grandes animais haviam sido afastados, tornando habitáveis as principais porções de terra. Os princípios da tecnologia e as sementes da vida social formavam um lastro imperecível na mente de muitos habitantes. O padrão espiritual então existente foi permitindo a materialização da natureza e tudo foi se modificando. Os imortais Equitumans  foram se transformando em lendas e deuses e o Homem foi construindo suas cidades e suas religiões. A partir daí, os grandes missionários começaram a vir à Terra e os Equitumans,  recolhidos no Planeta Mãe, começaram a reencarnar nos descendentes de seus antigos corpos. Aí então teve início outro tipo de luta: alguns desses espíritos, saudosos de seu antigo poder, começaram a se organizar no etérico da Terra e a formar falanges. 
Os antigos poderes psíquicos foram sendo sedimentados em manipulações mediúnicas e os dois planos - o físico e o etérico - intensificaram seu intercâmbio. Um grande missionário, que hoje, para nós, se chama Seta Branca, responsável pela Estrela Candente, reuniu os remanescentes mais puros e os dividiu em sete tribos, que foram distribuídas nos antigos pontos focais dos Equitumans.  A eles coube recomeçar a tarefa interrompida. 
Cada tribo compunha-se de 

mil espíritos. 
Foi aí que foram criadas as hierarquias dos Orixás, os grandes chefes que tinham a virtude de se comunicar com os Mestres. O processo civilizatório dos descendentes dos Equitumans  se foi realizando nos milênios subsequentes, principalmente pelos Tumuchys.  Duas dessas tribos deixaram caracteres mais marcantes: os que mais tarde se chamaram Incas e os posteriormente conhecidos como Hititas. Outra tribo que também teve muita importância nos acontecimentos foi a dos Índios, cujo núcleo foi iniciado aqui, nas margens deste lago. Cedo eles adentraram para Leste, em direção ao Atlântico, e para o Norte, na rota do Amazonas. (...) Ao desencarnarem de suas agora curtas vidas, eles se recusavam seguir os rumos normais de Capela e preferiam perseguir suas próprias quimeras nos planos etéricos. Juntaram-se, assim, em falanges e, graças ao conhecimento adquirido, procuraram sempre reproduzir a situação inicial. Esqueceram-se eles de que, desta vez, não tinham a bênção de Deus e nem o auxílio precioso dos Mestres, suas máquinas e seus corpos imperecíveis. Eram imperecíveis, mas no sentido inverso do que foram na Terra física. 
Nos seus corpos iniciais, os princípios vitais lhes permitiam viver, como aconteceu com quase todos, até a destruição externa, propositada. Suas mentes, porém, através de suas almas, se evoluíam e progrediam sem parar. Na economia sideral dos planos da época, a indestrutibilidade dos corpos atuava como fator de segurança que permitia a esses seres enfrentar as tarefas ciclópicas sem titubear, além do respeito que impunham a seus descendentes, as vantagens da memória física milenar e outras. Já no plano etérico, sem as vantagens do plano físico, sem a contínua assistência dos Mestres e sem os planos da Engenharia Sideral, suas mentes foram se degenerando na atrofia inexorável desse plano. Isso é um círculo vicioso, em que o ser cada vez mais perde as perspectivas e se ilude com as próprias sensações. Grande parte de sua atividade se concentra na alimentação de seus corpos etéricos, cuja maior fonte de energia é o ectoplasma da Terra, dos seres vivos. Em vez de terem suas cabeças erguidas para o Céu, para as fontes puras de energia divina, são obrigados a tê-las voltadas para baixo, para os seres encarnados, de onde parte sua alimentação energética. 
E o coração do Homem está onde estão seus interesses. Tudo o que acontece com os seres humanos lhes interessa. Tendo uma falsa noção de poder, reminiscência dos poderes que possuíam, eles sempre pretenderam influir nos acontecimentos humanos e, em parte, o conseguem. Sua confusão mental, entretanto, os faz crer ser possível a retomada da antiga posição de 300 séculos antes. E assim podemos juntar duas épocas distantes e entender os enredos tenebrosos dos dias atuais. Equitumans encarnados, Equitumans no invisível etérico e Equitumans  nos planos mais evoluídos - esses são os elementos das lutas atuais no Brasil.

 Hoje, esses espíritos nem sabem mais que foram os poderosos Equitumans  que foram à Lua e a Marte. Os que estão encarnados têm menos noção ainda. Acrescente-se que esses encarnados, presos aos círculos cármicos, vêm se endividando e pagando dívidas num círculo quase vicioso. Muitos dos atuais políticos passaram pelas lutas dos dois ou três mil anos, talvez mesmo anteriores. E agora, no fim de mais um Ciclo, quando o planeta urge passar a categorias melhores, fazem-se necessários o reajuste e o reequilíbrio. Por isso, os inocentes de hoje não o foram ontem. É preciso ter compaixão e ajudá-los, mas isso deve ser feito com a serenidade que o Cristo nos proporciona, com a justiça Evangélica de as árvores serem reconhecidas por seus frutos.”


7.2 - OS TUMUCHYS, JAGUARES E MUSSUMAN -  Os espíritos que se mantinham puros naquela fase civilizatória do planeta e, portanto, tinham condições de retornar a Capela, eram recolhidos e recebiam instruções dos Grandes Mestres, reencarnando, em seguida, para cumprir novos planos na Terra. Assim foram formados os Tumuchys, os Jaguares e os Mussuman. Esses eram  antigos Equitumans que voltavam com liderança e em condições superiores aos demais habitantes, bem como em corpos preparados para maior tempo de vida terrestre e para ações determinadas, vedadas aos demais. Em lugar da evolução marcada pelo espírito, com o poder da criação e características próximas de Deus, pois está mais próximo da eternidade, a mudança fundamental da Terra foi sendo realizada com base na alma, o que significa conflitos, relacionamento pelas diferenças, ações desencadeadas por fatores positivos ou negativos, marcada do já criado, do transitório, da elaboração transformista.
Houve momentos em que, por conseqüência de movimentos telúricos, com cataclismos e movimentação das placas terrestres, predominava o plano puramente físico; outras fases, em que predominavam as lutas entre as civilizações mais avançadas e outras menos evoluídas, predominava o plano psíquico. Com isso, o espírito só conseguia predominar em pontos restritos e herméticos, atravessando os séculos em segredos profundamente guardados na tradição oral e escrita das doutrinas secretas, no segredo das iniciações, do ocultismo e do esoterismo, evoluindo e se revestindo de características próprias, adequadas à região ou à missão envolvida nos diversos grupos.
Por volta de cinco mil anos após os Equitumans,  chegaram à Terra os Tumuchys, sob a liderança do Grande Tumuchy, nosso Pai Seta Branca, poderoso Orixá de origem Equituman, juntamente com sua alma gêmea, Mãe Yara, e cerca de oitocentos espíritos escolhidos, e se instalaram na região andina, onde o Grande Tumuchy foi chamado de Jaguar.
Os Andes foram escolhidos por serem enormes jazidas de metais nobres, tais como ouro, prata e cobre, a serem utilizados na confecção de aparelhos de precisão e de adornos cerimoniais. Após grandes dificuldades ambientais, especialmente com indígenas e com ferozes animais, os Tumuchys foram para  Omeyocan, também conhecido como Lemúria, mais tarde submerso pelo oceano Pacífico, ficando, apenas, fora da água, a atual Ilha da Páscoa e o arquipélago do Havaí. 
Tinham uma constituição física muito diferente da dos terráqueos, com grande beleza física e estéreis, vivendo, em média, 200 anos, trazendo impressa no peito a data de seu desencarne. Sua missão era a de criar um novo tipo humano que evoluísse em três planos diferentes: o físico, o psíquico e o espiritual, naquele ambiente hostil do planeta, onde estavam em curso as modificações também nos três reinos da Natureza, ou seja, nos minerais, vegetais e animais.
Cientistas e artesãos, avessos à violência, conheciam toda a Ciência Cósmica e a energia nuclear, fazendo transmutações que propiciaram as construções das grandes cidades e dos diversos monumentos energéticos da Terra - as pirâmides das Américas e do Egito, Machu Picchu e muitos outros centros de manipulação de energias siderais, especialmente a conjunção de forças do triângulo Sol-Terra-Lua - e viajavam em naves velozes por todo o planeta, mantendo contato com outros Orixás que, em diferentes regiões, se dedicavam à evolução do Homem primitivo, levando conhecimentos que até hoje surpreendem os cientistas por sua perfeição e que não dependiam, também, somente do contato físico, pois os Tumuchys usavam muito as comunicações psíquicas.
Trabalhavam, implantando em diversos pontos geradores e manipuladores de energia conforme indicações de um mapa terrestre, chamado Mutupy, verdadeira fotografia da Terra,
semelhante ao mapeamento hoje feito pelos satélites. Segundo informações de Amanto, Omeyocan se constituiu na sede científica do planeta e no centro de comunicações interplanetárias; chegavam chalanas de Capela e para lá partiam; ali se reuniam os Orixás, chefes máximos dos planos civilizatórios da Terra.
Como a missão dos Tumuchys não era a de estabelecer uma estirpe na Terra e viviam sempre com grande sacrifício, lutando contra grande parte das leis que regiam o plano físico e psíquico da maioria, com qualidades físicas especiais, porém em distonia com as realidades da Terra, sem a osmose natural, o Grande Orixá Jaguar considerou encerrada sua missão, já que deixara sua marca em vários pontos do planeta.
Sabendo que iria desencarnar brevemente, ele foi, com sua companheira, aos diversos núcleos que estabelecera na Terra e desapareceu, deixando seu povo sem a sua liderança. Os Tumucys começaram a se dispersar, uma grande parte deixou Omeyocan e se dispersou pelos continentes, especialmente as atuais Américas.
Em sucessivas encarnações, formaram as grandes civilizações na Terra, e foram tratados como deuses, até que, desintegrados, foram substituídos por tribos bárbaras, sendo hoje confundidos com civilizações como as Inca e Maya, povos violentos que passaram a habitar as cidades vazias, e se confundem nas pesquisas dos cientistas modernos.


“Os 21 Tumuchys que governavam nossa tribo, nas eras longínquas (mais ou menos há dois mil anos), chegaram a tal ponto de avanço científico que pretenderam capturar a amacê  vinda de Capela e que, todos os dias, passava sem parar, deixando um traço fosforescente no solo de pedra.
No dia em que aprontaram a armadilha, não veio a  amacê de Capela, e sim a do deus Tumi, que com suas forças poderosas desintegrou todo o povo, inclusive os 21 Tumuchys.
Estes não mais voltaram a Capela, e ficaram em um plano acima do Canal Vermelho, ajudando à recuperação do povo que haviam levado à catástrofe.
Agora, cientistas poderosos, formam, dentro da Lei Crística, os Grandes Iniciados.
(Tia Neiva, aula de 21.4.81)

 (OMEYOCAN)



Quando os Tumuchy sentiram a pressão de indígenas e feras selvagens ameaçando suas cidades, uma solução foi se mudarem para uma ilha-continente - Omeyocan -,  que os modernos historiadores denominam como Lemúria, onde o Grande Orixá Jaguar implantou importante civilização que muito prosperou, sendo mais tarde desintegrada pelas águas, só restando, fora do oceano Pacífico, dois pontos, hoje denominados como a Ilha de Páscoa e o Hawai.
Segundo Amanto, Omeyocan  se constituiu na sede científica do planeta e no centro de comunicações interplanetárias; chegavam chalanas de Capela e para lá partiam; ali se reuniam os Orixás, chefes máximos dos planos civilizatórios da Terra.
A viagem à região, feita por Tia Neiva em uma chalana com Amanto, está descrita no livro “2000 - A Conjunção de Dois Planos”. Na ocasião, ela viu que por baixo das águas haviam complicadas construções de pedra, muitos túneis e grandes abóbadas.
Na superfície, as grandes estátuas - os moays -  que até hoje têm impenetrável mistério para cientistas e pesquisadores. Segundo Amanto, elas tinham várias finalidades, inclusive serviram como portas indicativas, pois sob algumas delas existem entradas para câmaras subterrâneas. Muitas seriam colocadas em outras regiões do planeta, como indicativas, mas a desintegração veio antes, e elas ali ficaram, algumas até semi-construídas somente.
Naquela época, a Natureza ainda estava em fase de formação, com a Terra buscando sua rota de equilíbrio com o Sol, e os grandes degelo aconteciam pelas altas temperaturas, provocando maremotos que varriam os litorais com grande violência, ao mesmo tempo em que as placas continentais e as camadas de terra se moviam com grande intensidade, provocando erupções vulcânicas e terremotos que modificavam todo seu relevo, fazendo constante transformação das rochas e metais no solo terrestre.
Esses fenômenos abalaram a região de Omeyocan,  que submergiu no oceano Pacífico, exceto naqueles dois pontos citados.
Os moays são estátuas gigantescas de pedra, existentes na Ilha da Páscoa, e que até hoje a ciência não consegue explicar como foram feitos, transportados e erguidos, e nem para o que serviam.
No livro “2000 - A Conjunção de Dois Planos”, Amanto explica, em viagem à região denominada Omeyocan,  o que Tia Neiva viu: por baixo das águas haviam complicadas construções de pedra, muitos túneis e grandes abóbadas; na superfície, as grandes estátuas - os moays.  Segundo Amanto, elas tinham várias finalidades, inclusive serviram como portas indicativas, pois sob algumas delas existem entradas para câmaras subterrâneas. Muitas seriam colocadas em outras regiões do planeta, como indicativas, mas a desintegração dos Tumuchys  veio antes, e elas ali ficaram, algumas até semi-construídas somente.
Os seguidores do mito da Lemúria a situam coincidindo com a área de  Omeyocan.
“Aqui  temos a demonstração do verdadeiro significado da mente sobre o extra-sensorial. Governamos a mente e as emoções, alteramos, revolucionamos e modificamos as chamas vitais!
Já nos desenvolvemos através das Sete Raízes.
Tudo isso parece muito distante do teu alcance. A realidade é que o Jaguar está trazendo para mais perto a visão de um quadro total. O Jaguar - o Homem que foi individualizado em dezenove encarnações!
Provamos, sempre, que a Doutrina, somente a Doutrina, é a bagagem real deste mundo para outro. Porque, mesmo que eu viva com os espíritos, converse com eles, se entrasse em um disco voador, sem conhecer a sua linguagem, sem o amor de uma doutrina em Cristo Jesus, nada me iluminaria senão a missão de um compromisso religioso.
Não pensem que muitos cientistas já não viram alguns fenômenos! Viram, sim.
Viram mesmo, porém sem sabê-los analisar. Sem amor e sem querer baixar-se de seus velhos princípios, deixaram-nos de lado e foram cumprindo o seu dever. Não podemos criticá-los. Em uma de nossas vidas já pagamos o nosso tributo!
Foi no ano 80, mais ou menos, quando uma linda tribo vivia na mais perfeita harmonia. Eram filhos do Sol e da Lua. Os grandes ensinamentos vinham por intermédio do Grande Equitumam,  vindo de Cristo Jesus. Eram espíritos individualizados, que traziam a sua linguagem espiritual. Esta tribo se deslocara de diversas partes deste Universo etérico e extra-etérico e, aqui, no seu mundo feito de pedras, eram vidas, vidas que andavam em busca das conquistas e levaram à frente a Ciência dos Tumuchys.  Formavam uma poderosa tribo, com a experiência dos Ramsés e as comunicações dos grandes ancestrais. Formaram um poderoso sacerdócio.
Numara, o grande sacerdote, enfrentava os mais árduos caminhos. Sua força mediúnica e doutrinária já dominava o poder magnético das cabalas e sobre suas ardentes vibrações recebia as constantes visitas dos Grandes Iniciados que, periodicamente, abençoavam aquele povo.
Eram feitos grandes preparativos e as grandes amacês  baixavam por ali e, à distância, falavam com voz direta e ensinavam os poderosos magnéticos, materializavam objetos - lindas mantas - e afastavam as feras perigosas que tanto assombravam aquela tribo.
Porém, o Homem, quanto mais tem, mais exige!
Lindo, lindo é o que podemos dizer...
Aqueles Homens se amavam. Lindos casais se uniam pelas bênçãos das amacês.  Os Homens daquela tribo, apesar de serem Equitumãs, Ramsés e audaciosos Cavaleiros Verdes, viviam cento e vinte e até duzentos anos! Tinham o prazer de ver seus filhos em harmonia. As amacês  ensinavam a união da família e o verdadeiro amor.
Porém, Numara  insistia em suas experiências. Queria que fossem normais os seus encontros com as amacês.  Era o mais teimoso dos sacerdotes, sete Iniciados que, com toda a harmonia, guardavam aquele povo.
As amacês  mandavam que todos saíssem de suas casas e, com vôos  razantes, riscos profundos e luminosos, deixavam tudo iluminado: as ruas, as montanhas, onde houvesse pedra! Dali se comunicavam com outros lugares e outras tribos. Dali se avizinhavam muitas tribos.
Numara  era o representante de uma grande civilização de conhecimentos eletrônicos, ou melhor, nucleares. Com a graça das amacês,  foi tecido um macacão, ao qual se dava o nome de ANODAI.  Todo canalizado, voava pela energia do Sol e, deixado na cabine de controle, ali recebiam, também, sua rota. Menos sofisticado do que hoje, porém muito eficientes
Eram Jaguares destemidos, eram Homens-Pássaros que voavam e se estendiam por toda a parte da América. Em todo o continente estátuas enormes e iluminadas destacavam a Terra dos Homens-Pássaros. Tudo era de acordo com as amacês.  Nada mais posso dizer, filho, sobre o que aquela gente fazia.
Numara  já estava velho e não ensinava sua ciência. Também, esta tribo sempre foi displicente, principalmente naquela era! Vinham recentemente de um mundo de agressão.
Sim, filho, água e areia! Faziam formas e as enchiam com este material.
Secavam com a energia atômica. Fizeram grandes estátuas de seus sacerdotes, sob as quais guardavam sus objetos de voar. Eram tubos, tubos fininhos, que guardavam todo o magnético atômico que lhes cobria o corpo.
Foi uma grande metrópole, mística e de um povo refinado.
Porém, Numara tinha como única preocupação tirar o que mais pudesse das amacês,  apesar de muito as amar e respeitar.
Era um dia de festa e todos anunciavam os festejos. Era uma noite de luar, a triste noite nefanda!...
Os raios se desencontraram, desintegrando tudo o que fosse vida. Foi uma triste experiência...”
(Tia Neiva, 21.11.81)

(Grandes Iniciados)

Os Grandes Iniciados são espíritos que encarnaram, pela última vez, nos Himalaias, no início desta era, como monges e príncipes orientais, com grande conhecimento de todas as forças cósmicas e da Terra, manipulando e irradiando, com muito amor, forças que iam abastecer outros centros de desenvolvimento espiritual.
Hoje, no espaço, nos Planos Etéricos de Deus Pai Todo Poderoso, emanam raios de Luz e uma poderosa força para os trabalhos na Corrente Oriental do Amanhecer, especialmente a Estrela de Nerhu, a Estrela Sublimação.
Segundo Koatay 108, os 21 Tumuchys  passaram a integrar o grupo de Grandes Iniciados:
“Os 21 Tumuchys  que governavam nossa tribo, nas eras longínquas (há cerca de 1.000 anos) chegaram a tal ponto de avanço científico que pretenderam capturar a amacê, vinda de Capela, e que todos os dias passava, sem parar, deixando um traço fosforescente no solo de pedra.
No dia em que aprontaram a armadilha, não veio a
 amacê de  Capela, e sim a do deus Tumi, que com sua força poderosa, desintegrou todo o povo, inclusive os 21 Tumuchys.
Estes  não mais voltaram a Capela e ficaram num plano acima do Canal Vermelho, ajudando a recuperar o povo que haviam levado à catástrofe.
Agora, cientistas poderosos, dentro da Lei Crística, formam com os Grandes Iniciados.
(Tia Neiva, aula de 21.4.81)

(Os Homem-Pássaro)

Depois de caminhar 12 (doze) anos dentro do Século XX o homem ainda almeja alçar seu próprio voo..., tornar-se novamente aquilo que já fora num passado remoto... reviver a Era do "HOMEM-PÁSSARO".
Ainda estamos por falar mais um pouco dos "JAGUARES" e a "ILHA OMEYOCAN",  pois nesta civilização de acordo com os relatos de Neiva quando em viagem com seu guia "AMANTO" é que se utilizava de acessório corpóreo altamente evoluído para cortar os Céus daquela época e poder cumprir a parte mais delicada da missão daquela tribo que era implantar o conceito de sociedade. Para percorrer grandes distância e fugir dos perigos terrestres os "JAGUARES" se utilizavam de macacão cedido pelos mestres Capelinos  chamado ANODAI que era totalmente canalizado e voava pela energia do Sol e quando deixado na cabine de controle, se fazia conectado com os planos siderais recebendo suas rotas a serem cumpridas... Era uma maravilha tecida com vastos conhecimentos eletrônicos e até de ordem nuclear no interior das "AMACÊS"  em benefício da Terra dos Homens-Pássaro!
As "AMACÊS" ensinavam a união da família e o verdadeiro amor aos homens daquelas tribos que tinham como tutores 07 (sete) Iniciados, dos quais o citado "NUMARA"  era um deles e que por vaidade levou sua região a uma triste desintegração quando de sua tentativa em capturar uma das naves, fato este que leva aos arqueologistas de hoje se desdobrarem em teses para explicar o desaparecimento misterioso do conjunto populacional chamado de "MAYAS".
Por vezes as "AMACÊS"  instruíam a população com vozes a serem escutadas por todo um vale para deixarem suas casas e com voos rasantes, em meio a riscos profundos e luminosos nas noites escuras deixavam toda e qualquer rocha luminosa com a força de seu magnetismo, inclusive as estátuas dos "MOAYS" que por sua distribuição se bem examinado este relato mais parecem postes de luzes a iluminar toda uma região e seus habitantes, afastando as feras selvagens e provando que ali estavam aquelas naves para ajudar ao homem caminhar rumo ao ápice de seu desenvolvimento terrestre. Obviamente hoje, os contatos  perduram de forma diferenciada e com o objetivo de garantir a saúde de nossos corpos que possuem uma longevidade bem menor que os anteriores e haja vista a superpopulação da orbe nos tempos modernos. Muito em breve com a já predita "CONJUNÇÃO DE DOIS PLANOS" os habitantes do planeta poderão novamente ver a olho nu o que relatamos aqui neste livro e verificar que nunca estivemos caminhando sozinhos, e pelo contrário estamos sendo sempre guiados por estes mestres que vibram pelo progresso saudável desta atual humanidade que deverá transpor o estágio planetário de "EXPIAÇÃO" para "REGENERAÇÃO".
Poderemos em breve nos sentir parte do Universo e ver brilhar tantas coisas quanto somente as rochas do passado, mas também perceber o brilho de nossos corações quando amamos com ternura o nosso próximo!
A Ilha de Páscoa fica a cerca de 4.000 km da América do Sul e a 3.000 km do Tahiti, e  situa-se no Oceano Pacífico. Em 05 de Abril de 1722, o explorador holandês Jacob Roggeveen  atravessou este citado oceano partindo do Chile em três grandes navios europeus e em 17 dias de viagem chegou a esta ilha num domingo de Páscoa... dando seu nome conhecido até hoje! Muito próximo ao gigantesco e milenar vulcão "RANO KAO" está  Orongo, um conjunto de casas dos antigos rapa nui... local com íntima ligação à antiga tradição que advém dos tradicionais e verídicos Homens-Pássaros do passado. Esta tradição se alonga até os dias atuais mas dentro de uma ritualística que não mais alça voos..., senão no imaginário de seus praticantes.
Os incríveis "HOMENS-PÁSSAROS" chegaram a ser cultuados fortemente na civilização egípcia, e tendo como um de seus ícones o Deus "HÓRUS"... Deus  do Céu e de todos os vivos, ficando fácil sua identificação por sua imagem estilizada com cabeça de falcão. Horus foi um dos deuses mais importantes e seus olhos representavam o Sol e a Lua, tendo sido um dos maiores governadores do Egito.
Viajando conosco nestas linhas você perceberá que nem tudo são deuses ilusórios ou singularmente ritualísticos, mas figuras ligadas aos grandes líderes do passado que desenharam na Terra um lindo rascunho dos planeamentos de Deus Pai Todo Poderoso, chegando nos dias atuais praticamente em formas hieroglíficas e de difícil entendimento quando pesquisado com os olhos humanos... Que o despertar do homem venha da ligação entre o Céu e a Terra e que este "RELIGARE" se faça sem muitas perdas, sem muitas dores ou sofrimentos, pois para o amor nada é impossível!
SALVE DEUS!
PS: Texto extraído das páginas do livro virtual "Projeto Seta Branca - Uma missão de amor"
Publicada por Cristiano Patricio
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7.3 - OS MAYAS -  A civilização Maya ficou marcada como uma de nossas mais ricas e tristes reencarnações, aconteceu na península de Yucatan, no México, onde tínhamos um desenvolvimento material e científico superior ao de hoje, com amplo controle da energia atômica. 
Havia o Homem-Pássaro, que voava por todas as direções com um macacão especial, cheio de tubinhos energéticos.
Entre os Mayas, grandes sábios recebiam instruções diretamente de Capela, tinham a Voz Direta e realizavam grandes fenômenos. Em sua ambição, pretenderam capturar uma das amacês que passavam em vôo  razante, projetando a energia de Capela para aquele povo, mantinham aquelas áreas livres de certos animais que aterrorizavam o Homem, traziam instruções, porém sempre sem atravessar o nêutron. Só que aprisionaram uma amacê errada, que produziu a desintegração de toda aquela civilização.
Essa foi uma das grandes experiências de nossa tribo, filhos de Pai Seta Branca, tendo Chichen-Itza como centro de alimentação energética de diversos outros locais, através das pirâmides. Era como se fosse o Templo-Mãe e os demais Templos do Amanhecer
Em Chichen-Itza chegavam amacês para distribuir energia etérica e o povo dispunha de conhecimentos profundos e viva em harmonia e paz, manipulando as forças do Sol, da Lua, de Vênus e de outros astros. Foi o berço da civilização Maya. Mas uma separação foi forçada pelo irmão do rei, que, ambicioso, quis tomar o poder. Tramou uma revolução para depor o irmão, mas este, alertado pela cunhada, reuniu um grupo de fiel seguidores, e partiu, deixando que o irmão assumisse seu lugar sem haver confrontos ou violência. Deixando a cidade, o rei seguiu para oeste, e, no meio do caminho, separou seu grupo: um, por ele comandado, foi para Uxmal, onde construíram uma cidade como Chichen-Itza, com a diferença fundamental em sua pirâmide, e o outro grupo foi para o litoral, onde construiu Tulum, a única cidade Maya à beira-mar.
A pirâmide de Chichen-Itza é de quatro faces, e os trabalhos se realizavam, conforme o período, em uma das faces; a pirâmide de Uxmal é de base elíptica, a única no mundo, uma vez que os trabalhos eram executados sob condições mais evoluídas. Em Chichen-Itza havia um grande poço, onde o povo se sentava nas bordas, fazendo o rei, sobre uma lança que se projetava sobre as águas, toda a manipulação das energias do Povo de Cachoeira e das Sereias de Yemanjá. A água energizada era transformada em vapor, que subia até o povo. Com a mudança, o rei não fez poço em Uxmal, fazendo a manipulação da energia das águas diretamente no mar, em Tulum, que a projetava para a cidade real.
Quando veio a desintegração do povo Maya, os habitantes de Uxmal e Tulum subiram com sua missão realizada, enquanto os de Chichen-Itza  e demais cidades, por terem fracassado pela ambição do poder e pela falta de amor, tiveram que voltar, liderados pelo espírito que fora o do irmão do rei, e, pela grandeza da obra de Koatay 108, recuperar o que haviam deixado no Yucatã. 
A energia de Uxmal e Tulum formou um imenso reservatório no espaço, de onde flui para os trabalhos nos Templos do Amanhecer, inclusive no Templo-Mãe, a grande Força de Yucatã.  Após o fenômeno da desintegração, os índios invadiram as cidades, dando início à nova era da civilização Maya, que a História desvenda como violenta e sanguinária. Isso porque, sem conhecer os segredos da ciência da manipulação das forças mas sabendo dos grandes fenômenos ali realizados, os invasores, em sua ignorância, pretenderam obter aqueles fenômenos agradando os deuses com sacrifícios humanos e violentas guerras. Tudo o que a Arqueologia conseguiu se refere aos índios e não aos verdadeiros Mayas,  exceto as peças grandiosas, como o Calendário Maya, e o mistério que envolve as grandiosas construções que ficaram como testemunhas da notável grandeza daquela civilização e o até o momento, inexplicável para a Ciência, desaparecimento do povo que erigiu as fantásticas cidades do  Yucatã.

(A CIVILIZAÇÃO DOS MAYAS E YUCATÂS)



Meu Filho Jaguar,Salve Deus!
Observas bem o que fazer do tempo, do teu tempo, do teu sacerdócio, de tua missão e nele procures impregnar todo teu amor, o que puderes da perfeição de tua conduta, emitindo e comunicando a Doutrina que te foi confiada, para não perderes qualquer afeto na fronteira da morte. O Sol que brilha, a Nuvem que passa, o Vento da despedida, o Luar que alimenta com o perfume da dor. Aproveite, filho, estes momentos de tranquilidade que a Terra, com toda a sua riqueza, ainda vai cobrar aos que não aproveitaram seus frutos.
Salve Deus! A Terra está perdendo sua nobre finalidade pela promiscuidade do Homem. Então, meu filho, as coisas vão acontecer, isto é, a vida de Deus. Toda a natureza vai se ressentir, reacender também, os três reinos de nossa natureza, porque do Céu virá a Luz para o nosso conhecimento da vida fora da matéria. Nada temos a temer, porém, temos ­a respeitar. E, quando chegar à hora de ver governo contra governo, pais contra filhos e filhos contra seus pais. Salve Deus, meu filho Jaguar, tudo que temos é o nosso sacerdócio e por ele alcançaremos sem prejuízo de nosso corpo físico. Tudo que te parece mistério, verás com toda a naturalidade dos justos.
Veja filho, uma certa tribo que habitava em todo continente americano, que se espalhava em uma enorme civilização, povo que hoje denominamos MAYAS e YUCATÃS. 
Cresceu a sua civilização, a ponto de desafiar a sua própria natureza, esquecendo dos poderes em Deus e Sua Natureza; sim, filhos, Deus em Seu Reino, em Seu Plexo, porque filhos, o Homem reconhece que foi anunciado o dilúvio, porque filho, o Homem tem certeza que naquela era distante o sol se escondeu, arrebentou a trovoada e as águas caindo do céu, arrastou para o oceano toda a imundice daquela incomparável substância em valores para o Etérico, eram deuses querendo transformar sua própria natureza. Deus, sim, porém em Sua Figura Perfeita Hieroglífica; Deus no Homem, porém, não existe e não existirá Homem Deus. A sua sabedoria não tem limites, porém há um limite para os seus poderes, e o seu limite está na precária condição de sua própria natureza. Desta vez, em YUCATÃ toda sua Terra, aquela inteligência que mesmo nos labirintos eternos, deixaram seus rastros sucumbindo o Homem, e subindo os deuses. Desta vez foi água, água que transbordou levando a fortuna inigualável. Quanto vale a vida na mente de cada um dos seres humanos que vivem e viveram em toda época?

Sim, todo conhecimento é aproveitado, nada se perde, tudo se transforma. Porém, quis a vontade de Deus fincar seus rastros no labirinto real deste caminho. Sim, filhos, toda inteligência deixou um alicerce de sua unidade. Deixou os deuses YUCATÃS quando foram recolhidos pela água. É preciso amar a Deus, os deuses da Imortalidade, sem este amor muito pouco podemos fazer. Por conseguinte, deixaram os deuses YUCATÃS a sua fortaleza, ficando bem clara a separação dos três plexos de nossa Natureza. Porém, voltaram, voltaram mais uma vez insistindo em sua pequena e rude civilização; pedra mais uma vez pedra, era o que aprendia o seu coração, também de pedra. Sim, agora eram MAYAS e YUCATÃS da infeliz experiência de YUCATÃ. Força e Poder; o Sol e a Lua desta vez, o vento era o seu condutor feliz e infeliz. Sim, filho, depois do aprendizado é preciso retornar ao campo de batalha da vida terrena, é preciso renascer e reconquistar melhorando o seu caminho cármico, obtendo novas conquistas, novos conhecimentos para ter a oportunidade de conhecer a ti mesmo. Porque, somente a dádiva imortal satisfaz os nossos desejos. Muitas vezes quando não conhecemos a nós mesmos, pensamos que os nossos juízes são cruéis. Saibas, filho, que a libertação não está nas ruínas, voltamos tantas vezes seja preciso. Voltamos sempre pelas nossas ruínas. Voltamos em seu benefício, assim filho, seja, pois qual for à provação das cicatrizes que assinala o teu caminho, sofras amando e agradeça a Deus a oportunidade que te fez voltar.
Quanto vale a vida na mente de cada um? Vale alguma coisa. A vida para quem sofre, para quem reconhece a si mesmo, a vida coloca-se acima das nossas dores e das nossas alegrias, porque ela é algo que vivemos, é algo onde vivemos, e nela é que as dores e as alegrias são por nós experiências que também experimentamos e nos afasta da dor, chamada "dor das dores", que é a dor moral. Porém, isto não basta. Todavia, o trabalho sustenta e evolui a ponto de não sentir.
Pensamos naquele Homem cuja perna ia perder, chegou um cientista e, no plano físico, lhe dando um remédio o libertou, porém, o Homem com suas duas pernas se pôs a correr, a chocar-se em desafio com outros Homens. Voltou a sua dor primária, indo ver-se em seu antigo estado. O cientista tornando a vê-lo triste, foi lhe dar o mesmo remédio. Não, ele não precisava mais do cientista; desta vez sua doença era na alma. Engana-se. O cientista tirou do bolso o Evangelho, deu a sua cura.

Naquele Continente de YUCATÃ tudo era simples, os planos se uniam, o Céu e a Terra. Sim, planos de outra dimensão se materializavam, havia nesta civilização campo de aterragem, naves vindas, de Capela se comunicavam em harmonia. Esta civilização cresceu, crescendo a ponto de conhecer toda a Terra, todo este Universo Físico. Romances, conquistas, chegando mesmo ao começo da vida que esperamos na passagem do Terceiro Milênio. Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, nos Planos Etéricos se ouve lindos casos de evolução cientifica, principalmente, na eletrônica, naquela época evoluíram tanto, a ponto de projetarem a sua própria imagem em outros planos, totalmente, conscientes. Novamente se levanta o Homem. Eletrônicas conquistas de novas terras, de novos mares. Então, a Força Magnética e, como a rama percorre nas raízes levantando seres, ultrapassando o Nêutron, queimando a Terra, destruindo a verde rama e o Homem; Deus se esvai deixando-se ser imortal. Sim, filho, aquele que segue somente o caminho da devoção faz com ele um circulo vicioso, até se impregnar da superstição. Há muita natureza neste mundo, como há muitas riquezas no Céu.
É o que vejo, é o que sinto. Eu, a vossa mãe em Cristo Jesus.TIA NEIVA
Publicada por Cristiano Patricio
Somente a vontade de Deus nos daria afirmações seguras como este resplandecer que ora estamos vivendo. Sempre ensinei que a perseverança dos nossos espíritos nos traz as mais puras oportunidades, como esta que acaba de resplandecer: o Amanhecer de Yucatã! Meus filhos, meus Mestres! É perfeito este balé de luzes que se desencadeia em nós... Meu filho, Mestre Yucatã Alberto! Trouxestes, na perseverança dos teus componentes, o poder afirmativo deste poderoso e humilde Ministro, que vem se empenhando e se engrandecendo na tua conduta doutrinária! Mestre Yucatã, Adjunto Koatay 108 Herdeiro Triada Harpásios, Mestre Adjuração! Vê, filho, a rama que foi criada e se alastra de um nome jurastes, sob os poderes de Amom-Ra e do rico Vale dos Reis: este Ministro Yucatã! Meu filho Jaguar, Adjunto Koatay 108 Triada Sívans, Mestre Walter, Segundo Presidente deste Templo de Yucatã do Amanhecer! Meu filho Adjunto Expedito e todos os componentes deste Amanhecer! 
A perseverança, a luta, o amor desta jornada são incomparáveis... Não tenho palavras de afeto comparáveis aos vossos esforços, às vossas lutas. Sim, filhos, é incomparável! Quisera eu, neste meu sacerdócio, acompanhar outras vezes esta verdade, o que podemos chamar esta realização. Quisera, mil vezes, estar perto e ser sentida por todos vocês, porém sei - e tenho certeza - que, ao lerem esta pequena mensagem, já estarei aí, pedindo a Deus para vê-los nas figuras de Dubale e Reili. Desde que partiram para Santa Teresa, eu sempre os vejo nas figuras de Dubale e Reili! 
E assim rompemos o véu das incompreensões e das mesquinharias da vida. Diante deste quadro suntuoso, libertem-se das lanças, arregacem as mangas e vamos servir a estes humildes Cavaleiros das Legiões dos mundos de Deus. Amai-vos uns aos outros. A Lei do Auxílio da cura desobsessiva será a vossa redenção. Perdoai, componentes, trabalhadores incansáveis que tanto produziram, dando testemunho do vosso amor em Pai Seta Branca, mostrando o que é mais importante: a conscientização da individualidade de cada um. 
(Tia Neiva, 31.7.82). SALVE DEUS.


7.4 - OS INCAS E PAI SETA BRANCA - No século XV, na região noroeste da América do Sul, floresceu uma grande civilização – os Incas – formada por espíritos Jaguares, que detinham manipulações poderosas das energias do Universo e reuniam grandes chefes que, hoje, são Ministros de Deus e dispõem de numeroso povo na Doutrina do Amanhecer. Praticamente arrasado pelos invasores espanhóis, com quem mantiveram prolongadas lutas, o povo Inca foi liderado pelo Grande Cacique Seta Branca, tendo como último reduto Machu Picchu, que até hoje deslumbra o mundo com sua energia e seus segredos ainda não desvendados pelo Homem, porém bem claros para os Jaguares.
Foi a última passagem de Pai Seta Branca neste plano, bem como daqueles que ali estavam formando sua corte, como encarnados. Atualmente, muito acima de nós, essa plêiade de espíritos grandiosos nos assiste e nos protege para que possamos cumprir nossas missões e planos reencarnatórios. Pai Seta Branca é um dos nomes recebidos pelo luminoso espírito de Oxalá, Orixá poderoso que preside todo o desenvolvimento cármico do nosso planeta, a quem foi dada a missão de espiritualizar o Homem. 
É o grandioso guardião do Oráculo de Simiromba, que administra todo o potencial de forças que agem e interagem na Terra. SIMIROMBA significa, em nossa Corrente, “Raízes do Céu”, e Pai Seta Branca é o Simiromba de Deus! De seu Oráculo, Simiromba realiza toda a grandeza presente em nossos trabalhos. Chegando aqui, liderando a missão dos Equitumans, quando ficou conhecido como Jaguar, e dos Tumuchy, Oxalá retornou a este plano mais algumas vezes, sempre em reencarnações marcantes: foi o discípulo predileto de Jesus, João Evangelista, que escreveu o 4º Evangelho e fez as profecias do Apocalipse; e no século XII, na Itália, como Francisco de Assis, junto com sua alma gêmea - Mãe Yara - como Clara de Assis, desenvolvendo magnífica obra dentro da Igreja Católica Apostólica Romana, criando a Ordem Franciscana, implantando as bases de sua Doutrina: Amor, Humildade e Tolerância, idéias das quais os Homens estavam afastados.

Na época da conquista da América, no século XV, Oxalá era o grande cacique de uma tribo Inca, estabelecida em Machu Picchu, tendo recebido o nome de Seta Branca por causa de sua lança armada com a presa de javali. Com as conquistas espanholas na região andina, houve uma ocasião em que os espanhóis chegaram nas proximidades daquela tribo, ameaçando-os. Seta Branca e seus oitocentos guerreiros aguardavam os invasores em um descampado. Quando estavam próximos para iniciar a batalha, Seta Branca começou a falar, ao mesmo tempo em que, com sua seta branca nas mãos, fazia como que uma oferenda aos Céus. Sua voz ressoava por toda aquela região, gerando campo de forças que trouxe um clima de paz e tranqüilidade o qual influenciou todos aqueles corações. Guerreiros dos dois lados sentiram aquela emanação, e foram se ajoelhando. Seta Branca terminou sua invocação, trouxe sua seta até o plexo, e ficou em silêncio, de cabeça baixa, aguardando os acontecimentos. Os espanhóis foram se levantando e abandonando o campo, e retornaram para seus acampamentos, no oeste, sem qualquer confronto. Os Incas retornaram à sua cidade, sentindo o poder do amor sobre a força bruta. E ali viveram por muitos anos ainda, totalmente isolados. Esses espíritos retornaram no limiar do Terceiro Milênio, liderados por Oxalá, na roupagem de Pai Seta Branca, tendo como líder, no plano físico, Tia Neiva, que reuniu os Jaguares sob a Doutrina do Amanhecer. O aniversário natalício de Pai Seta Branca é reverenciado no dia 14 de fevereiro.


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 A INTEGRAÇÃO DAS RAÍZES PELO PODER
ALEXANDRE MAGNO

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Nascido na Macedônia em 356 AC, filho de Filipe e Olímpia, Alexandre III, o Magno, teve educação voltada para ser um rei magnânimo e com autodomínio, dos 13 aos 16 anos conduzida por Aristóteles, e absorveu imensa cultura helenística. Aos 16 anos comandou uma expedição militar contra uma tribo trácia, tendo obtido sua primeira vitória e fundado uma colônia militar – Alexandrópolis. Aos 18 anos, participa de cruentas batalhas contra o esquadrão sagrado de Tebas. Filipe morre e Alexandre, com 20 anos, é proclamado rei, em situação difícil, pois a Macedônia vinha ainda no processo de unificação, buscando libertar-se do feudalismo que ainda persistia em algumas regiões, e enfrentava ameaças dos Helenos e dos Bárbaros.
De acordo com seu espírito persistente e calculista, arrojado e dinâmico, Alexandre primeiro se garante no poder, liquidando seus rivais e desbaratando a nobreza, e parte para a Tessália, onde sufoca uma rebelião, passa as Termópilas e conquista Tebas, chegando a Corinto já com a derrota dos gregos e sendo eleito chefe dos confederados contra a Pérsia. Prepara, então, os exércitos comandados por chefes de vários origens, e vai a Delfos, onde, ao se defrontar com Pytia, esta lhe perguntou o que queria. Alexandre lhe disse que ali estava para espiritualizar suas tropas. Então, Pytia lhe diz: “Irás, lutarás, vencerás e voltarás! Jamais irás morrer em combate!” e consagra Alexandre, dando-lhe o título de “O Invencível”. Em seguida, abençoa seus comandantes, que passam com as tropas, raiz que foi trazida por Koatay 108 para o ritual de Consagração dos Adjuntos, em 1978. Partem para combater os Bárbaros, no Norte, obtendo grandes vitórias, mas o boato da morte de Alexandre corre na Grécia, que se revolta, querendo se libertar do jugo macedônico. Alexandre volta à Grécia, que não aceita a paz. Tebas é arrasada e os gregos vendidos como escravos. Com bem preparado e aguerrido exército, com a formação em falanges, com milhares de arqueiros e treinada cavalaria, parte Alexandre para a conquista da Ásia, em fins de 335 AC. Com a primavera de 334 AC, ele atravessa os Dardanelos e inicia a libertação das cidades gregas da Ásia Menor, indo expulsar as tropas de Dario, rei dos Persas, inclusive liquidando as bases da armada persa, que dominava o Egeu. A marcha macedônica é invencível, ocupando cidades da Lídia e da Jônia, substituindo seus títeres por democratas. Em 333 AC, no dia que corresponde a 12 de novembro, Alexandre tem a grande batalha com Dario e seus exércitos, em Isso, obtendo estrondosa vitória, e daí indo para Tiro, base central da armada persa, que domina após um cerco de sete meses, o que faz a Síria render-se totalmente. Parte, então, Alexandre para o Egito, onde é recebido com honrarias e agraciado com uma consagração no Templo de Amon-Rá.
Sem lutas, assume o poder do Egito e cria a cidade de Alexandria, que se tornou um farol da cultura das raízes capelinas na Terra. Mas a inquietação de Alexandre é grande, e parte de Mênphis para a conquista da Mesopotâmia. Uma vez mais confronta-se com Dario, em 331 AC, que, derrotado definitivamente, se torna fugitivo e é assassinado pouco tempo depois. Abre-se, com isso, o caminho para o domínio das grandes cidades – Babilônia, Susa, Parságadas e Ecbátana. Estabelecendo inúmeras alianças e reconciliações, Alexandre se casa com Roxana e assume o comando de expedição que iria até o Indo. Chega até o Bias, onde os comandados se recusam prosseguir, e, então, volta a Susa, onde, em 324 AC celebra a conquista do império persa. Alexandre morreu em 323 AC, na Babilônia, de uma doença – tifo ou malária, não se sabe. Alexandre foi um espírito que veio com a missão de unir as linhas das diversas origens, um grande guerreiro, porque só através da conquista material e da purificação pelas dores das grandes batalhas poderia ser feita a unificação daqueles povos e, também, a recuperação da linhas religiosas que estavam se dissipando e se perdendo. Tudo estava previsto e, por isso, Pytia o reconheceu e lhe concedeu o título de “o Invencível”, porque sabia da dura missão que levaria aquele jovem guerreiro à conquista dos mundos helênico e persa. Alexandre já reencarnou em outras existências, sempre aguerrido e glorioso, voltado às conquistas espirituais. Hoje, está ligado diretamente às forças de Tapir, de onde se desloca para a Lei do Auxílio no Vale do Amanhecer.

A INTEGRAÇÃO DAS RAÍZES PELO AMOR
 TIA NEIVA
                                     
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Com a aproximação do Terceiro Milênio, surgiu a necessidade de mais uma vez ser feita a integração das raízes capelinas neste planeta. Um espírito foi preparado, na Espiritualidade Maior, para trazer à Terra a Doutrina de Pai Seta Branca, após experiência de muitos milênios, portando a força dos Equitumans, a ciência dos Tumuchy e tendo como principal missão a reunião dos Jaguares e a criação da figura inovadora do Doutrinador, manipulando as forças projetadas pela Corrente Indiana do Espaço e pelas Correntes Brancas do Oriente Maior. Reencarna no sertão brasileiro, em Propriá, Sergipe, como uma menina que se chamou Neiva, nascida a 30 de outubro de 1925 e que desencarnou em Brasília, DF, no dia 15 de novembro de 1985, já tendo cumprido sua jornada em meio a muitas dificuldades e grandes realizações. Com 32 anos, sua mediunidade abriu-se: revelou-se sua clarividência. Mas o potencial de Tia Neiva não pode ser resumido nesta classificação, pois ela foi dotada de mediunidade universal, isto é, possuía todos os tipos de mediunidade, qualidade peculiar de um ser Iluminado, pois, segundo a Lei dos Grandes Iniciados, somente um Iluminado pode iniciar alguém. Essa condição permitiu que, dentro de modesta e simples condições, Tia Neiva vivesse e agisse, simultaneamente,em vários planos existenciais com plena consciência em cada um desses planos, visualizando o passado ou o futuro, traduzindo suas visões em termos coerentes e racionais. Podia ver e conversar com seres de outras dimensões e de planos inferiores ou superiores, realizava transportes e desdobramentos, o que permitiu que fizesse um curso no Tibete, com o Mestre Humarran, sem que seu corpo físico de deslocasse do Vale do Amanhecer.
Em 1958 deixou o Núcleo Bandeirante, onde começara sua missão espiritualista, e junto com seus filhos Gilberto, Carmem Lúcia, Vera Lúcia e Raul, fundou, em 8 de novembro de 1959, a União Espiritualista Seta Branca - UESB, na Serra do Ouro, em Alexânia, Goiás, dando início à missão que recebera de Pai Seta Branca. Em 9 de novembro de 1959 ingressou na Alta Magia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em 1964 mudou-se para Taguatinga, transferindo-se para o atual Vale do Amanhecer, em Planaltina, DF, em 1969. Simples e humana, foi Tia Neiva uma grande mãe para todos nós, sempre nos tratando com amor e carinho, compreensão e tolerância, suavemente nos impondo o respeito e a obediência a ela devidos como líder de uma Corrente cuja grandeza e limites não podemos alcançar. Sua vida, suas dificuldades, seu sofrimento, sua Doutrina, de tudo consta uma grande parte nos diversos trabalhos editados pelas Obras Sociais da Ordem Espiritualista Cristã, atual entidade que administra o Vale do Amanhecer - Sob os Olhos da Clarividente”, “2000 - A Conjunção de Dois Planos” e “Minha Vida, Meus Amores”. No Evangelho de João (XIV, 12 a 17 e 26), nos é transmitida a palavra de Jesus: Na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai! E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei! Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre: o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós os conheceis, porque habita convosco e estará em vós! (...) Mas aquele Consolador - o Espírito Santo que o Pai enviará em nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito!
Na Doutrina do Amanhecer, sabemos que somos espíritos imortais, dotados de livre arbítrio e da consciência de nossas missões, trazendo em nosso espírito as marcas das vivências em diversos mundos, em diferentes épocas, buscando o nosso desenvolvimento para que melhor possamos manipular as forças que nos competem, agindo na Lei do Auxílio em benefício de nossos irmãos encarnados e desencarnados, aliviando nosso carma pela Lei de Causa e Efeito, procurando a afinidade com nossos irmãos evoluídos e a harmonia com os Espíritos de Luz, através da busca do conhecimento e aprimoramento de nossa conduta doutrinária. E tudo isso devemos à nossa Mãe Clarividente, Tia Neiva, Koatay 108, que representa, para nós, aquele ESPÍRITO DA VERDADE, porque nos trouxe uma nova esperança, através desta Doutrina que nos libertou de dogmas religiosos e superstições, fazendo, em nossas mentes, a substituição de velhos ensinamentos, que exigiam a fé cega e desprezavam a razão, por noções simples e claras, com bases científicas, com idéias diretas e profundas que nos permitem entender o Universo que nos cerca, buscando o precioso veio da verdade nas diferentes correntes, religiões, seitas e filosofias, onde podemos buscar as grandes linhas trazidas de Capela, nos harmonizando e conciliando a Fé e a Ciência que nos impulsam para a Nova Era. Em mensagem de 9 de abril de 1978, Tia Neiva nos disse: “... É somente pela força do Jaguar, nesta Doutrina do Amanhecer, e na dedicação constante de nossas vidas, por amor, que podemos manipular as energias e transformar o ódio, a calúnia e a inveja em amor e humildade, nos corações que, doentes de espírito, permanecem no erro. Quantos de perdem por falta de conhecimento e por não terem a sua lei. Nós temos a nossa Lei, que é o amor e o Espírito da Verdade! Vamos amar, e na simplicidade de nosso coração, distribuir tudo o que recebermos, na Lei do Auxílio, aos nossos semelhantes...”



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EXILADOS DA CAPELA
 

INTRODUÇÃO
A Constelação do Cocheiro apresenta uma grande estrela que recebeu o nome de CABRA OU CAPELA. 
A Constelação é formada por um grupo de várias estrelas com grandezas diferentes, entre as quais se encontra CAPELA, que é de primeira grandeza, ou seja, a alfa da Constelação.
CAPELA é muitas vezes maior que o nosso Sol e se ele trocasse de lugar com Capela, nós mal o perceberíamos devido á distância que nos separa do Cocheiro. 
A Constelação do Cocheiro dista cerca de 45 anos-luz da Terra, que transformados em quilômetros nos levaria ao número 4.527 seguido de 11 zeros..
CAPELA está situada no hemisfério boreal e limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.
Conhecida desde a antiguidade, CAPELA é uma estrela gasosa, de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos, segundo afirmou o astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddigton (1882-1944).
A caminhada do homem em seu processo evolutivo tem sido longa e árdua. Para atingir o complexo de suas perfeições biológicas na Terra, teve o concurso de Espíritos exilados de um mundo melhor para o orbe terráqueo, Espíritos esses que se convencionou chamar de componentes da raça adâmica, que foram em tempos remotíssimos desterrados para as sombras e para as regiões selvagens da Terra, porque a evolução espiritual do mundo em que viviam não mais a tolerava, em virtude de suas reincidências no mal.
Naquela época a Terra era habitada pelos "Primata hominus", vivendo dento de cavernas, usando instrumentos de sílex e por seu aspecto se aproximavam bastante do "Pithecantropus erectus". Foram então, as entidades espirituais que levando em consideração a necessidade de evolução do planeta, imprimiram um novo fator de organização às raças primigênias, dotando-as de novas combinações biológicas, visando o aperfeiçoamento do organismo humano. Quando essa operação transformadora se consumou fora da Terra, no astral planetário ou em algum mundo vizinho, estava criada a raça humana, com todas as características e atributos inciais, a PRIMEIRA RAÇA-MÃE, que a tradição espiritual oriental definiu como : "espíritos ainda inconscientes, habitando corpos fluídicos, pouco consistentes".
A SEGUNDA RAÇA-MÃE o planeta já se encontrava no final do seu terceiro período geológico, e já oferecia condições de vida favoráveis para seres humanos encarnados, uma vez que o trabalho de integração de espíritos animalizados nos corpos fluídicos já se processara. A SEGUNDA RAÇA- MÃE é descrita pela tradição esotérica como : "espíritos habitando formas mais consistentes, já possuidores de mais lucidez e personalidade", porém ainda não fisicamente humanos. Esta segunda raça deve ser considerada como pré-adâmica. Eram ainda grotescos como seus antecessores símios, animilizados, peludos, enormes cabeças pendentes para a frente, braços longos que quase tocavam os joelhos, andar trôpego e vacilante e olhar inexpressivo, onde predominavam a desconfiança e o medo. Alimentavam-se de frutas e raízes; viviam isolados, escondidos nas matas e rochas, fugindo uns dos outros. Não havia ainda laços de afetividade entre eles e procriavam-se indistintamente - ainda não eram humanos.
Sua evolução durou milênios, até que houvesse adaptação ao meio ambiente e um lento e custoso desabrochar da inteligência. Não havia ainda noção de família, não possuindo ainda qualquer noção de construção de abrigos, viviam em grutas e cavernas. Mais, tarde a necessidade de defenderem-se das feras e ou de outros grupos, levou-os a criar laços mais fortes entre aqueles que compartilhavam a mesma caverna ou grupos de cavernas e grutas, vindo assim a surgir a primeira noção de tribo ou grupo familiar. Regras começam a ser estabelecidas para o convívio visando a sub-existência, procriação e defesa comum.
Em pleno período quaternário, ocorreu um resfriamento súbito da atmosfera, formando-se geleiras que cobriam a Terra. O Homem ainda mal adaptado ao ambiente hostil, teve seus sofrimentos agravados com o frio intenso que adveio. Passou então a cobrir-se com peles de animais que abatia. Foi então que o instinto e as inspirações dos Assistentes Invisíveis levaram o homem à descoberta providencial do fogo. Esse elemento precioso ofereceu ao Homem novos recursos de sobrevivência e conforto.
Prosseguindo o homem em sua caminhada evolutiva,, aperfeiçoando-se, deu ensejo ao surgimento da TERCEIRA RAÇA- MÃE, - com características físicas diferentes- porte agigantado, cabeça mais bem conformada e mais ereta, braços mais curtos e pernas mais longas, que caminhavam com mais aprumo e segurança. Em seus olhos surgem agora os mais acentuados lampejos de entendimento. Nasceram eles principalmente na Lemúra e na Ásia, eram nômades, prevalecendo entre eles a lei do mais forte. Porém, formavam já sociedades mais estáveis e numerosas, com chefes ou patriarcas. No que diz respeito ao aspecto religioso, eram ainda absolutamente ignorantes e fetichistas, pois adoravam por temor ou superstição as forças ou fenômenos que não podiam explicar, transformando-os em elementos bons ou maus- a serem idolatrados ou temidos.
Com a identificação de núcleos de Homens primitivos já biologicamente apurados e prontos para receber os capelinos, foi iniciada então a série de "reencarnações punitivas " dos capelinos que veio a provocar sensível modificação no ambiente terrestre e o contraste material e intelectual entre os recém-encarnados e os homens , levou estes últimos a considerarem os capelinos como super-homens, semideuses e este passaram a dominar os "terrícolas". No entanto, o impulso trazido pelos capelinos logo se fez notar em toda a incipiente civilização terrestre. Cidades começaram ser construídas, costumes mais brandos foram adotados, primeiros rudimentos de leis surgiram, utilização dos metais,etc.
Extraído do livro "Os Exilados da Capela"
Edgar Armond, Editora Aliança.


AS RAÇAS ADÂMICAS 


O SISTEMA DE CAPELA
Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico Sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado. A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
Quase todos os mundos que lhe são dependentes já se purificaram física e moralmente, examinadas as condições de atraso moral da Terra, onde o homem se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios de fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.

UM MUNDO EM TRANSIÇÕES

Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos.
As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos
As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam a realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

ESPÍRITOS EXILADOS NA TERRA

Foi assim que Jesus recebeu, à luz do seu reino de amor e de justiça, aquela turba de seres sofredores e infelizes. Com a sua palavra sábia e compassiva, exortou essas almas desventuradas à edificação da consciência pelo cumprimento dos deveres de solidariedade e de amor, no esforço regenerador de si mesmas.
Mostrou-lhes os campos imensos de luta que se desdobravam na Terra, envolvendo-as no halo bendito da sua misericórdia e da sua caridade sem limites. Abençoou-lhes as lágrimas santificadoras, fazendo-lhes sentir os sagrados triunfos do futuro e prometendo-lhes a sua colaboração cotidiana e a sua vinda no porvir.
Aqueles seres angustiados e aflitos, que deixavam atrás de si todo um mundo de afetos, não obstante os seus corações empedernidos na prática do mal, seriam degredados na face obscura do planeta terrestre; andariam desprezados na noite dos milênios da saudade e da amargura; reencarnariam no seio das raças ignorantes e primitivas, a lembrarem o paraíso perdido nos firmamentos distantes. Por muitos séculos não veriam a suave luz da Capela, mas trabalhariam na Terra acariciados por Jesus e confortados na sua imensa misericórdia.

FIXAÇÃO DOS CARACTERES RACIAIS

Com o auxílio desses Espíritos degredados, naquelas eras remotíssimas, as falanges do Cristo operavam ainda as últimas experiências sobre os fluidos renovadores da vida, aperfeiçoando os caracteres biológicos das raças humanas. Natureza ainda era, para os trabalhadores da espiritualidade, um campo vasto de experiências infinitas; tanto assim que, se as observações do mendelismo fossem transferidas àqueles milênios distantes, não se encontraria nenhuma equação definitiva nos seus estudos de biologia. A moderna genética não poderia fixar, como hoje, as expressões dos "genes", porquanto, no laboratório das forças invisíveis, as células ainda sofriam longos processos de acrisolamento, imprimindo-se-lhes elementos de astralidade, consolidando-se-lhes as expressões definitivas, com vistas às organizações do porvir.
Se a gênese do planeta se processara com a cooperação dos milênios, a gênese das raças humanas requeria a contribuição do tempo, até que se abandonasse a penosa e longa tarefa da sua fixação.

ORIGEM DAS RAÇAS BRANCAS

Aquelas almas aflitas e atormentadas reencarnaram, proporcionalmente, nas regiões mais importantes, onde se haviam localizado as tribos e famílias primitivas, descendentes dos "primatas", a que nos referimos ainda há pouco. Com a sua reencarnação no mundo terreno, estabeleciam-se fatores definitivos na história etnológica dos seres.
Um grande acontecimento se verificara no planeta É que, com essas entidades, nasceram no orbe os ascendentes das raças brancas.
Em sua maioria, estabeleceram-se na Ásia, de onde atravessaram o istmo de Suez para a África, na região do Egito, encaminhando-se igualmente para a longínqua Atlântida, de que várias regiões da América guardam assinalados vestígios.
Não obstante as lições recebidas da palavra sábia e mansa do Cristo, os homens brancos olvidaram os seus sagrados compromissos.
Grande percentagem daqueles Espíritos rebeldes, com muitas exceções, só puderam voltar ao país da luz e da verdade depois de muitos séculos de sofrimentos expiatórios; outros, porém, infelizes e retrógrados, permanecem ainda na Terra, nos dias que correm, contrariando a regra geral, em virtude do seu elevado passivo de débitos clamorosos.

QUATRO GRANDES POVOS

As raças adâmicas guardavam vaga lembrança da sua situação pregressa, tecendo o hino sagrado das reminiscências. As tradições do paraíso perdido passaram de gerações a gerações, até que ficassem arquivadas nas páginas da Bíblia.
Aqueles seres decaídos e degradados, a maneira de suas vidas passadas no mundo distante da Capela, com o transcurso dos anos reuniram-se em quatro grandes grupos que se fixaram depois nos povos mais antigos, obedecendo às afinidades sentimentais e linguísticas que os associavam na Constelação do Cocheiro. 
Unidos, novamente, na esteira do Tempo, formaram desse modo o grupo dos árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia.
Dos árias descende a maioria dos povos brancos da família indo-européia nessa descendência, porém, é necessário incluir os latinos, os celtas e os gregos, além dos germanos e dos eslavos.
As quatro grandes massas de degredados formaram os pródromos de toda a organização das civilizações futuras, introduzindo os mais largos benefícios no seio da raça amarela e da raça negra, que já existiam. É de grande interesse o estudo de sua movimentação no curso da História. Através dessa análise, é possível examinarem-se os defeitos e virtudes que trouxeram do seu paraíso longínquo, bem como os antagonismos e idiossincrasias peculiares a cada qual.

AS PROMESSAS DO CRISTO

Tendo ouvido a palavra do Divino Mestre antes de se estabelecerem no mundo, as raças adâmicas, nos seus grupos insulados, guardaram a reminiscência das promessas do Cristo, que, por sua vez, as fortaleceu no seio das massas, enviando-lhes periodicamente os seus missionários e mensageiros.
Eis por que as epopéias do Evangelho foram previstas e cantadas alguns milênios antes da vinda do Sublime Emissário.
Os enviados do Infinito falaram, na China milenária, da celeste figura do Salvador, muitos séculos antes do advento de Jesus. Os iniciados do Egito esperavam-no com as suas profecias. Na Pérsia, idealizaram a sua trajetória, antevendo-lhe os passos nos caminhos do porvir; na Índia védica, era conhecida quase toda a história evangélica, que o sol dos milênios futuros iluminaria na região escabrosa da Palestina, e o povo de Israel, durante muitos  séculos, cantou-lhe as glórias divinas, na exaltação do amor e da resignação, da piedade e do martírio, através da palavra de seus profetas mais eminentes.
Uma secreta intuição iluminava o espírito divinatório das massas populares.
Todos os povos O esperavam em seu seio acolhedor; todos O queriam, localizando em seus caminhos a sua expressão sublime e divinizada. Todavia, apesar de surgir um dia no mundo, como Alegria de todos os tristes e Providência de todos os infortunados, à sombra do trono de Jessé, o Filho de Deus em todas as circunstâncias seria o Verbo de Luz e de Amor do Princípio, cuja genealogia se confunde na poeira dos sóis que rolam no Infinito.
Entre as considerações acima e as do capítulo precedente, devemos ponderar o interstício de muitos séculos. Aliás, no que e refere à historicidade das raças adâmicas  será justo meditarmos atentamente no problema da fixação dos caracteres raciais. Apresentando o meu pensamento humilde, procurei demonstrar as largas experiências que os operários do Invisível levaram a efeito, sobre os complexos celulares, chegando a dizer da impossibilidade de qualquer cogitação mendelista nessa época da evolução planetária. Aos prepostos de Jesus foi necessária grande soma de tempo, no sentido de fixar o tipo humano
Assim, pois, referindo-nos ao degredo dos emigrantes da Capela, devemos esclarecer que, nessa ocasião, já o primata hominis se encontrava arregimentado em tribos numerosas. Depois de grandes experiências, foi que as migrações do Pamir se espalharam pelo orbe, obedecendo a sagrados roteiros, delineados nas Alturas. Quanto ao fato de se verificar a reencarnação de Espíritos tão avançados em conhecimentos, em corpos de raças primigênias, não deve causar repugnância ao entendimento. Lembremo-nos de que um metal puro, como o ouro, por exemplo, não se modifica pela circunstância de se apresentar em vaso imundo, ou disforme. Toda oportunidade de realização do bem é sagrada. Quanto ao mais, que fazer com o trabalhador desatento que estraçalha no mal todos os instrumentos perfeitos que lhe são confiados? Seu direito, aos aparelhos mais preciosos, sofrerá solução de continuidade. A educação generosa e justa ordenará a localização de seus esforços em maquinaria imperfeita, até que saiba valorizar as preciosidades em mão. A todo tempo, a máquina deve estar de acordo com as disposições do operário, para que o dever cumprido seja caminho aberto a direitos novos.
Entre as raças negra e amarela, bem como entre os grandes agrupamentos primitivos da Lemúria, da Atlântida e de outras regiões que ficaram imprecisas no acervo de conhecimentos dos povos, os exilados da Capela trabalharam proficuamente, adquirindo a provisão de amor para suas consciências ressequidas. Como vemos, não houve retrocesso, mas providência justa de administração, segundo os méritos de cada qual, no terreno do trabalho e do sofrimento para a redenção.
 Nota de Emmanuel.
"A Caminho da Luz" pelo Espírito Emmanuel




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                       ORBES DE CAPELA


Capela é um Orbe da constelação de Cocheiro, num outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal.
Este planeta sofreu uma mudança de nível espiritual dos seres que lá habitavam e os que não acompanharam a sua evolução, foram exilados de sua superfície, vindo a terra.
"Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, eram detentores de conhecimentos mais amplos, e de entendimento mais dilatado, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para o aconchego da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora."
É um processo de justiça e equilíbrio e ocorre periodicamente - é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da fraternidade para todos os seres da criação.
Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe.
Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do Bem e no culto da Verdade. Eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido pela ansiedade do regresso a sua orbe mais avançada: Os Mahatmas, Os Arianos.
Segundo os estudiosos, muitos de nós ainda somos esses seres exilados que ainda penamos e lutamos por um avanço na escala evolutiva para migrar a um mundo superior, assim como é a ordem divina do progresso, mas muitos também, se comprazem em sua ignorância e serão futuramente talvez os Exilados da Terra.
                    Os Exilados de Capela



Dentre os vários contingentes de exilados trazidos para o planeta Terra, o caso mais vivo em nossa memória espiritual, talvez por ter sido o mais recente, é o dos exilados provenientes do sistema de Capela.
Conforme nos relata Ramatis em "Mensagens do Astral", obra psicografada por Hercílio Maes, "...temos à disposição em nosso mundo, literatura mediúnica que cita muitos casos de espíritos expulsos de outros orbes para a Terra, em fases de seleção entre o "trigo e o joio" ou entre os "lobos e as ovelhas", fases essas pelas quais tereis em breve de passar, para higienização do vosso ambiente degradado.
Entre os muitos casos de exílio que vosso mundo tem acolhido, ocorreram diversos casos isoladamente (em pequenos contingentes), e bem como emigrações em massa, como a proveniente do sistema de Capela, as quais constituíram no vosso mundo as civilizações dos chineses, hindus, hebraicos e egípcios, e ainda o tronco formativo dos árias. Esse o motivo por que, ao mesmo tempo em que floresciam civilizações faustosas e se revelavam elevados conhecimentos de ciência e arte, desenvolvidos pelos exilados, os espíritos originais da Terra mourejavam sob o primitivismo de tribos acanhadas.
Ombreando com o barro amassado, das cabanas rudimentares do Homem terrícola, foram-se erguendo palácios, templos e túmulos faustosos, comprovando um conhecimento e poder evocado pelos exilados de outros planetas."
"No vosso mundo, esses enxotados de um paraíso planetário constituíram o tronco dos árias, descendendo dele os celtas, latinos, gregos e alguns ramos eslavos e germânicos; outros formaram a civilização épica dos hindus, predominando o gênero de castas que identificava a soberbia e o orgulho de um tipo psicológico exilado. As mentalidades mais avançadas constituíram a civilização egípcia, retratando na pedra viva a sua "Bíblia" suntuosa, enquanto a safra dos remanescentes, inquietos, indolentes e egocêntricos, no orbe original, fixou-se na Terra na figura do povo de Israel.
Certa parte desses exilados propendeu para os primórdios da civilização chinesa, onde retrataram os exóticos costumes das corporações frias, impiedosas e impassivas do astral inferior, muito conhecidas como os "dragões" e as "serpentes vermelhas"".

Segundo Edgar Armond na obra "Os Exilados da Capela", "esta humanidade atual foi constituída, em seus primórdios, por duas categorias de homens, a saber: uma retardada, que veio evoluindo lentamente através das formas rudimentares da vida terrena, pela seleção natural das espécies, ascendendo trabalhosamente da inconsciência para o Instinto e deste para a Razão; Homens, vamos dizer autóctones, componentes das raças primitivas das quais os "primatas" foram o tipo anterior melhor definido; e outra categoria, composta de seres exilados da Capela, o belo orbe da constelação do Cocheiro a que já nos referimos, outro dos inumeráveis sistemas planetários que formam a portentosa, inconcebível e infinita criação universal."
"Esses milhões de ádvenas para aqui transferidos, eram detentores de conhecimentos mais amplos, e de entendimento mais dilatado, em relação aos habitantes da Terra e foi o elemento novo que arrastou a humanidade animalizada daqueles tempos para novos campos de atividade construtiva, para o aconchego da vida social e, sobretudo, deu-lhe as primeiras noções de espiritualidade e do conhecimento de uma divindade criadora."
"Essa permuta de populações entre orbes afins de um mesmo sistema sideral, e mesmo de sistemas diferentes, ocorre periodicamente, sucedendo sempre a expurgos de caráter seletivo; como também é fenômeno que se enquadra nas leis gerais da justiça e da sabedoria divinas, porque vem permitir reajustamentos oportunos, retomadas de equilíbrio, harmonia e continuidade de avanços evolutivos para as comunidades de espíritos habitantes dos diferentes mundos."
"Por outro lado é a misericórdia divina que se manifesta, possibilitando a reciprocidade do auxílio, a permuta de ajuda e de conforto, o exercício enfim, da fraternidade para todos os seres da criação. Os escolhidos, neste caso, foram os habitantes de Capela que deviam ser dali expurgados por terem se tornado incompatíveis com os altos padrões de vida moral já atingidos pela evoluída humanidade daquele orbe."
"Mestres, condutores e líderes que então se tornaram das tribos primitivas, foram eles, os exilados, que definiram os novos rumos que a civilização tomou, conquanto sem completo êxito."
Vamos prosseguir neste tópico com informações trazidas por Emmanuel em "A Caminho da Luz", obra psicografada por Francisco Cândido Xavier, as quais nos proporcionam uma rápida ideia de como e em que regiões do planeta foram organizados os exilados provenientes de Capela.

A Civilização Egípcia

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Dentre os Espíritos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do Bem e no culto da Verdade.
Aliás, importa considerar que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da Justiça Divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardavam no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de sua pátria distante. Um único desejo os animava, que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates (deuses do lar entre os romanos e etruscos - Derivação:sentido figurado. casas paternas; lares, famílias) resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas.
Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Em todos os corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral.

A Ciência Secreta

Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução não comportava.
Aqueles grandes mestres da antiguidade foram, então, compelidos a recolher o acervo de suas tradições e de suas lembranças no ambiente reservado dos templos, mediante os mais terríveis compromissos dos iniciados nos seus mistérios. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação.
A própria Grécia, que aí buscou a alma de suas concepções cheias de poesia e beleza, através da iniciativa dos seus filhos mais eminentes, no passado longínquo, não recebeu toda a verdade das ciências misteriosas. Tanto é assim, que as iniciações no Egito se revestiam de experiências terríveis para o candidato à ciência da vida e da morte - fatos esses que, entre os gregos eram motivos de festas inesquecíveis.
Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminentes conheciam o roteiro que a Humanidade terrestre teria de realizar. Aí residem os mistérios iniciáticos e a essencial importância que lhes era atribuída no ambiente dos sábios daquele tempo.

O Politeísmo Simbólico
Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus Único e Absoluto, Pai de todas as criaturas e Providência de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos Espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência planetária, em virtude das suas experiências pregressas.
Desse ambiente reservado de ensinamentos ocultos, partiu, então, a ideia politeísta dos numerosos deuses, que seriam os senhores da Terra e do Céu, do Homem e da Natureza. As massas requeriam esse politeísmo simbólico, nas grandes festividades exteriores da religião. Já os sacerdotes da época conheciam essa franqueza das almas jovens, de todos os tempos, satisfazendo- as com as expressões exotéricas de suas lições sublimadas.
Dessa ideia de homenagear as forças invisíveis que controlam os fenômenos naturais, classificando- as para o espírito das massas, na categoria dos deuses, é que nasceu a mitologia da Grécia, ao perfume das árvores e ao som das flautas dos pastores, em contato permanente com a Natureza.

O Culto da Morte e a Metempsicose

Um dos traços essenciais desse grande povo foi a preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e afrescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.
Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um Homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. a metempsicose era o fruto da sua amarga impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora infligido no ambiente terrestre.
Inventou-se, desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à pátria espiritual. Os mistérios de Ísis e Osíris mais não eram que símbolos das forças espirituais que presidem aos fenômenos da morte.

Os Egípcios e as Ciências psíquicas

As ciências psíquicas da atualidade eram familiares aos magnos sacerdotes dos templos. O destino e a comunicação dos mortos e a pluralidade das existências e dos mundos eram, para eles, problemas solucionados e conhecidos. O estudo de suas artes pictóricas positivam a veracidade destas nossas afirmações. Num grande número de afrescos, apresenta-se o Homem terrestre acompanhado do seu duplo espiritual.
Os papiros nos falam de suas avançadas ciências nesse sentido, e, através deles, podem os egiptólogos modernos reconhecer que os iniciados sabiam da existência do corpo espiritual preexistente, que organiza o mundo das coisas e das formas. Seus conhecimentos, a respeito das energias solares com relação ao magnetismo humano, eram muito superiores aos da atualidade. Desses conhecimentos nasceram os processo de mumificação dos corpos, cujas fórmulas se perderam na indiferença e na inquietação dos outros povos.
Seus reis estavam tocados do mais alto grau de iniciação enfeixando nas mãos todos os poderes espirituais e todos os conhecimentos sagrados. É por isso que a sua desencarnação provocava a concentração mágica de todas as vontades, no sentido de cercar-lhes o túmulo de veneração e de supremo respeito. Esse amor não se traduzia, apenas, nos atos solenes da mumificação. Também o ambiente dos túmulos era santificado por estranho magnetismo. Os grandes diretores da raça, que faziam jus a semelhantes consagrações, eram considerados dignos de toda a paz no silêncio da morte.

As Pirâmides


A assistência carinhosa do Cristo não desamparou a marcha desse povo cheio de nobreza moral. Enviou-lhe auxiliares e mensageiros, inspirando-o nas suas realizações, que atravessaram todos os tempos provocando a admiração e o respeito da posteridade de todos os séculos.
Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na Terra atingira o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciáticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudos e iniciação, ao mesmo tempo em que constituiriam, para os pósteros (que ainda vai acontecer; futuro - a geração ou as gerações que vêm depois da de quem fala ou escreve) um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridade do porvir.
Levantaram-se, dessarte (advérbio - destarte - assim, desta maneira; dessarte) as grandes construções que assombraram a engenharia de todos os tempos. Todavia, não é o colosso de seus milhões de toneladas de pedra nem o esforço hercúleo do trabalho de sua justaposição o que mais empolga e impressiona a quantos contemplam esses monumentos. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de Espíritos estudiosos das verdades da vida. A par desses conhecimentos, encontram-se ali os roteiros futuros da Humanidade terrestre.
Cada medida tem a sua expressão simbólica, relativamente ao sistema cosmogônico (relativo ou pertencente a cosmogonia; cosmogenético - conjunto de teorias que propõe uma explicação para o aparecimento e formação do sistema solar) do planeta e à sua posição no sistema solar. Ali está o meridiano ideal, que atravessa mais continentes e menos oceanos, e através do qual se pode calcular a extensão das terras habitáveis pelo Homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.


Existem, espalhadas por muitas regiões do nosso planeta, construções gigantescas que despertaram a curiosidade de estudiosos e cientistas, por sua natureza misteriosa e perdida nos tempos, bem como de aventureiros e mercenários, pelos imensos tesouros que pareciam abrigar.
Viajando com Tiãozinho, ou melhor, com o Capelino Stuart, Tia Neiva sobrevoou as pirâmides do Egito e ouviu a explicação de que no interior delas haviam preciosos ensinamentos (não falou em tesouros materiais) cuja revelação poderia alterar toda a trajetória humana. Segredos da sabedoria cósmica, documentos, máquinas e provas vivas deste conhecimento.
Embora muitas fossem descobertas pelos exploradores em suas expedições em lugares distantes da civilização moderna, com o advento do avião se tornou mais efetiva a busca de sítios onde se localizavam pirâmides. Segundo KOATAY 108, em outros três lugares, na Terra, existem pontos em que nossa herança está guardada: no Brasil Central, nos Andes e outro que não foi revelado.
Alguns encontraram parte destes tesouros e os revelaram, mas não foram acreditados; outros, pelas condições espirituais em que se mantinham, guardaram as revelações só para si.
Na China, há muitos quilômetros a oeste da antiga capital Sianfu, cidadela cercada por imensas muralhas, mais antiga do que Pequim, existe o complexo piramidal de Sjensi, cuja pirâmide central tem mais de 300 metros de altura, rodeada por inúmeras pirâmides mais baixas, de cumes achatados, todas orientadas no sentido Norte-Sul.
Nas selvas do Camboja foram descobertas as ruínas de uma cidade composta por magníficos templos, galerias e pirâmides, denominada Angkor, de origem desconhecida.
Mas é no Egito, em Gizé, que se encontram as mais famosas pirâmides – Quéops (54.000 m2), Kefren (48.000 m2) e Miquerinos (27.000 m2) – construídas, com outras seis menores, numa região aplainada artificialmente, distante cerca de sete quilômetros do Cairo. A de Quéops – forma grega de Khufu, que significa “Luz Gloriosa”, faraó filho de Snofru - denominada como a Grande Pirâmide, tem 137 m de altura, base quadrada de 230,3 m de lado, sobre área de 5,3 hectares, construída com 2.600 blocos de granito e calcário cujo peso varia de 2 a 70 toneladas cada um, trabalhados com tal precisão que a maior folga entre eles é pouco acima de 3 cm. Seu revestimento era de pedra branca polida, que apresentava um aspecto brilhante, trabalhada com muitos hieróglifos. Certamente ela foi construída muitos séculos antes de Quéops.
No Século XII, pela descrição de Abdul Latif, sábio cientista árabe, muitas dessas pirâmides ainda se mantinham intactas. Em 820 d.C., Al Mamoum, califa de Bagdá, filho de Harum Al Rachid, comandou um verdadeiro exército de operários, indo em busca de um presumido grande tesouro que haveria no interior da Grande Pirâmide. Não encontrassem qualquer entrada, começaram a perfurar os blocos externos e, depois de muitas dificuldades, conseguiram penetrar em um corredor, por onde foram progredindo a exploração, com muitos obstáculos, até que chegaram a uma sala revestida de blocos polidos de granito vermelho, com 10,4 m de comprimento, com 5,2 m de largura e 5,8 m de altura, onde estava um sarcófago de pórfiro, aberto e sem tampa. Esta foi chamada a Câmara do Rei, e hoje sabemos que, na verdade, era o Castelo de Iniciação de Osiris, sendo aquele esquife o local onde o iniciante se deitava para a sua consagração. Ali eram gerados campos de energia que facilitavam a elevação da consciência, a energização dos chakras e liberação da Kundalini, o despertar das faculdades paranormais e era um portal para a passagem consciente do plano físico para o plano espiritual.

Mas nenhum tesouro ainda havia sido encontrado, o que estava provocando a revolta dos trabalhadores, e vendo que poderia haver uma situação crítica, Al Mamoum juntou um grupo fiel e mandou transferir de seu palácio para um local na pirâmide grande parte de seu tesouro, que seria “descoberto” mais tarde pelos exploradores, satisfazendo a ganância de todos.
Ainda no Século XII, houve poderoso terremoto na região, havendo grande destruição na cidade do Cairo, e os sobreviventes usaram as pedras que revestiam as pirâmides para reconstruírem suas moradias, fazendo com que o aspecto delas ficasse bem prejudicado. Na época, o explorador Rabbi Benjamin Janah de Navarro proclamou que as pirâmides eram obras de feitiçaria, reforçando a ideia de que elas eram habitadas por espíritos terríveis, onde vivam serpentes e animais daninhos, mantendo a população distante da vontade de nelas penetrar. Mas, com o passar do tempo, ladrões penetraram e surrupiaram muitos tesouros que foram vendidos para aventureiros e cientistas, e hoje se encontram em muitos museus europeus e americanos.
O verdadeiro trabalho investigativo da Grande Pirâmide foi iniciado em 1638, por John Greaves, astrônomo e matemático, intrigado com o fato de uma construção de tal porte conter, apenas, um sarcófago vazio. Começou a medir corredores, galerias, salas e condutores de ar, anotando tudo meticulosamente, sendo seu trabalho prejudicado pelo excesso de entulho na base. Na verdade, a Ciência ficou estonteada com a realidade das pirâmides. Evidentemente, na Grande Pirâmide, não haviam sido colocadas múmias, nem artefatos de espécie alguma, nem adereços pessoais e nem tesouros. 
Perguntas e dúvidas passaram através dos séculos, sem a certeza de respostas: 
Quem as teria construído, com tão elevado grau de tecnologia? 
Com que finalidade? 
Que civilização as teria concebido com tão refinados requintes de conhecimentos matemáticos, físicos e astronômicos?
O engenheiro Mauro Pinheiro, estudioso da Psicotrônica, declarou que haviam sido descobertos, nas medidas internas de Quéops, novos dados astronômicos e geodésicos que revelaram a intenção de seus construtores de perpetuar conhecimento tecnológico assombroso, que somente seria possível se admitida a passagem de extraterrestres ou de civilizações mais antigas e avançadas na Terra. A função geradora de radiação energética da Grande Pirâmide penetraria a 20 km abaixo da base e, para cima, na parte superior do ápice, mergulharia no espaço, atingindo os limites da Via Láctea, servindo como farol para os viajantes interplanetários. Esta particularidade já havia sido registrada por Demetrio de Falares, governador de Atenas (348 a.C.), autor da primeira obra sobre viajantes extraterrestres e suas naves, intitulada “Sobre o Feixe de Luz no Céu”.
Mesmo com todos os recursos da Ciência atual não seria possível construir aquele sítio e inúmeras suposições surgiram para tentar explicar as técnicas de construção, desde o nivelamento das bases até o trabalho preciso dos cortes e transporte dos blocos usados, que se constituem em desafiante aspecto para estudiosos modernos, uma vez que, somente na XVIII Dinastia, se encontram meios de transporte mais pesado, só que com o uso de trenós e não de rodas. O mistério se adensa quando uma rápida referência à roda se encontra em documento da V Dinastia...
Segundo antigos documentos, as pirâmides teriam sido construídas há cerca de 31 mil anos, quando a estrela Alpha Polaris ou Alpha Draconis era a estrela polar, por altos sacerdotes vindos da Atlântida. Mais tarde, com a destruição daquele continente, ficaram em estado de abandono, até que, na IV Dinastia, sacerdotes egípcios as revitalizaram com base nos seus conhecimentos secretos obtidos através da tradição oculta atlante.
Com indicação de antigas inscrições, o sábio árabe Abu Zayd el Balkhy fixou a época da construção da Grande Pirâmide em 73 mil anos antes de Cristo, que se aproxima da leitura feita com Carbono 14 – 71 mil a.C., embora esse valor esteja sujeito a algumas alterações.
Nos tempos modernos, surge uma teoria trazida pelo famoso vidente Edgard Cayce – nos Estados Unidos da América – e que relata a chegada ao Egito de um grupo de 900 pessoas, originárias de uma civilização avançada, cerca de 12.000 a.C., lideradas por um grande sacerdote – Ra-Ta –, mestre em elevado grau das Forças Criativas. O local teria sido escolhido por ser um centro das atividades universais da natureza e das forças espirituais, bem como de menor influência das perturbações causadas por movimentos telúricos, que teriam, inclusive, causado a destruição da Atlântida. A construção da Grande Pirâmide era a missão do grupo, e se constituiria em um repositório de sabedoria capaz de perdurar através dos séculos, com todo o conhecimento daquela civilização ali depositado em suas galerias e câmaras, com as inscrições matemáticas e geométricas, além de profecias para civilizações vindouras. A construção gigantesca foi realizada com a utilização de forças da natureza, por transmutação dos diversos tipos de materiais.


Essa teoria se aproxima bastante da realidade explicada por Amanto à Tia Neiva, nossa Mãe Clarividente, Koatay 108, conforme descrito por Mário Sassi, Trino Tumuchy, no livro “2000 – A Conjunção de Dois Planos”:
“Esses espíritos, Neiva, foram preparados em Capela, durante muito tempo. Neles foi destilado, dia a dia, o anseio evolutivo, o desejo de realização, e despertada a vontade de colaboração na obra de Deus. Eles aprenderam a história da Terra, seu papel no conjunto planetário, e se prepararam para o estabelecimento de uma nova civilização neste planeta. A idade física da Terra se contava em termos de bilhões de anos, e muita coisa já havia acontecido antes. Isso, porém, não era de seu domínio mental, pois assim o exigia a didática divina. Só é dado ao Homem saber aquilo que é necessário a cada etapa de sua trajetória. O impulso criativo e realizador reside exatamente no terreno entre o conhecido e o desconhecido de cada ser. Assim estavam esses espíritos quando vieram para a Terra. Isso aconteceu 32 mil anos atrás, 30 mil anos antes da vinda do Cristo Jesus.
- Quer dizer, Amanto, que sua vinda foi assim, planejada como um grupo de colonizadores, semelhante ao que acontece na Terra em nossa época?
- Sim, Neiva, mais ou menos assim. Os Mestres haviam preparado o terreno, em várias partes do globo. Mediante ações impossíveis de lhe serem descritas, foram alijados da superfície certas espécies de animais, e outras foram criadas. Os climas e os regimes atmosféricos foram contrabalançados e o cenário estava preparado. Eles foram trazidos em frotas de astronaves e distribuídos pelo planeta, em sete pontos diferentes. Esta região foi um dos pontos de desembarque. Os outros foram onde hoje é o Iraque, o Alasca, a Mongólia, o Egito e a África. Esses locais servem, apenas, como referência, pois, na verdade, eles tinham o domínio de grandes áreas.
- Mas, eles eram assim tão numerosos? – perguntou Neiva.
- Não, não eram. O que eles tinham era o enorme poder de locomoção e de domínio sobre os habitantes de cada região. Seu principal poder residia na sua imortalidade, nas suas máquinas e na sua tecnologia.
- Tinham o que nós podemos chamar de um conjunto doutrinário, cujas coordenadas eram formadas pela hierarquia planetária, cujo centro era o Sol. Com isso, eles não tinham preocupação com a busca de Deus, pois tinham um universo amplo e objetivo o suficiente dimensionado para não necessitar a busca de uma finalidade. Mais tarde, no declínio de sua sintonia com os planos iniciais, essa doutrina derivou na religião do Sol. Se os historiadores quiserem traçar o percurso dos Equitumans na Terra, basta catalogarem as regiões e os povos que adoravam o Sol. Durante mil anos, os planos seguiram a trajetória prevista. Os núcleos foram se expandindo, e muitas maravilhas foram se concretizando na Terra. Basta que se observem alguns resíduos monumentais na superfície para se ter ideia. Verdade é que essas ruínas são de difícil interpretação pelo Homem atual. Uma coisa, porém, elas evidenciam: as ciências e as artes que permitiram sua elaboração estiveram fora do alcance do Homem atual. Até hoje os cientistas não conseguiram explicar, por exemplo, o porquê e como foram feitas as estátuas da Ilha de Páscoa ou as pirâmides. A partir de agora, uma parte desses mistérios será desvendada. Dois fatos contribuirão para isso: a curiosidade científica despertada para fatos estranhos e as convulsões que a Terra irá sofrer. Os Equitumans se comunicavam de várias maneiras. Dispunham de forças psíquicas e aparelhos que lhes permitiam a troca de experiências. Isso explica, em parte, as semelhanças arqueológicas questão sendo encontradas, em lugares distantes e, aparentemente, sem possibilidades, naquele tempo, de comunicação entre si. Também viajaram entre planetas, e chegaram não só à Lua, como a Marte e outros lugares do nosso sistema. (Em 1975, a sonda espacial Pioneer fotografou a superfície de Marte e obteve a vista de cinco pirâmides, cada uma com 4.000 m de base e 1.500 m de altura). Essas viagens, porém, só foram feitas no segundo milênio, com o começo da hipertrofia dos seus egos, à semelhança do que está acontecendo agora. A partir do segundo milênio, isto é, há 31 mil anos, eles começaram a se distanciar de seus Mestres e dos planos originais. Seguros na sua imortalidade e intoxicados pela volúpia de encarnados, eles deixaram dominar pela sede do poder. Depois de muitas advertências, seus Mestres tiveram que agir. Ao findar o segundo milênio de sua vida, eles foram eliminados da face da Terra. Como isso se passou será de difícil compreensão para vocês. Foi uma nave gigantesca, denominada Estrela Candente, que percorreu os céus da Terra, executando a sentença divina. Em cada um dos núcleos Equitumans, a Terra se abriu e eles foram absorvidos, triturados e desintegrados."


"Civilizar, para os Mestres Capelinos, significava trazer, ou melhor, criar um tipo humano, de acordo com um processo evolutivo, em três planos diferentes: o físico, o psíquico e o espiritual. A natureza da Terra tinha um determinado ciclo em andamento, com suas variações geológicas, vegetais, minerais e animais. O transformismo lento modifica a superfície e as várias camadas, mas essa lentidão é, apenas, relativa ao período de modificações. Naquela época, as transformações da Terra eram violentas e rápidas, emergindo dos degelos, devido à maior aproximação do Sol. Os vegetais, em adaptação e escassos nas regiões montanhosas, convidavam ao nomadismo espontâneo. Os animais, em sua maioria de grande porte, como o javali, o urso, os felinos e outros, constituíam ameaça permanente à integridade física. Civilizar constituía, pois, a modificação daquela tônica agressiva para uma harmonia ecológica mais propícia ao Homem. A missão era a de tornar a Terra habitável para o Homem. É preciso não esquecer que o Homem já existia, porém todo absorvido pela luta da sobrevivência, no estado de defesa permanente, submisso à natureza e à vida instintiva. A predominância, embora variável, era da tônica física. O psiquismo ficava colocado em segundo plano, um psiquismo mais voltado para o plano físico, para as coisas mais imediatas da vida quotidiana. Os olhos viviam voltados para o chão, para o ambiente imediato. Sabedor isso, Jaguar vinha munido de duas armas fundamentais: a ausência da procriação e um instrumento de reconhecimento aéreo, que era sua chalana. Sem o empecilho dos filhos, eles podiam se dedicar às artes criativas e estudar as formas de domínio do ambiente, criar instrumentos mecânicos e científicos. Com sua chalana, Jaguar percorria os pontos da Terra onde outros Orixás executavam a mesma tarefa, em ambientes físicos diferentes. Isso, Neiva, explica as questões de conhecimentos de Astronomia, dos calendários, dos cultos, do trato com os materiais e as semelhanças nos templos, pirâmides, esfinges, estátuas, cerâmicas, cerimônias, que a Ciência atual se esforça para explicar em termos de migrações e contatos puramente físicos. Naturalmente eles não dependiam exclusivamente da chalana, pois eram profundos conhecedores dos sistemas de comunicação psíquicos, além das preciosas fontes de informações, que eram os Mestres Capelinos. Tais recursos, porém, não eram suficientes para compensar a rudeza da tarefa. Ao perceberem que poderiam ser esmagados pelo ambiente, contrariando seus propósitos, que eram opostos, ou seja, de domínio do ambiente, eles optaram por uma tangente, e os Tumuchy voltaram seus olhos para a então grande Ilha de Omeyocan. Isso oferecia várias vantagens e, dentre elas, a mais importante era a distância do continente. Com seus instrumentos, sua Química e sua Física, construíram barcos e se apossaram da ilha, até então desabitada."
"Civilizar, para o Homem atual, é inculcar a tônica predominante de padrões existentes, sejam tecnológicos, morais ou religiosos. Por exemplo: os conquistadores europeus consideravam civilizar a transformação das populações indígenas, de um status religioso e moral, para o status de que eram portadores, no caso em apreço, o Cristianismo. Disso resultava, apenas, uma transformação, a substituição de uma forma civilizatória por outra, considerada mais adiantada. Não havia, nisso, criação, mas, apenas, modificação. No caso dos Tumuchy, havia a criação, não segundo padrões preestabelecidos, mas, sim, segundo um plano harmonioso de conjunto, cujos padrões iam sendo criados, pois inexistiam na Terra. Com o avanço nestas revelações, Neiva, você irá tendo uma ideia mais clara a respeito. Voltemos, agora, aos Tumuchy. Na realidade, eles não abandonaram o continente, pois mantinham pontos de irradiação, onde concentravam suas realizações. Nesses pontos foram construídos fabulosos monumentos, planejados cuidadosamente para as finalidades a que se destinavam. Com seu poder de levitação mecânica, usando processos físicos de forças magnéticas, eles podiam movimentar, com relativa facilidade, grandes blocos de pedra, qualquer que fosse sua natureza. Tais pedras eram lavradas por processos químicos e trabalhadas com ciência e arte. Sua arquitetura era orientada em função de um relacionamento, visando a recepção de forças do planeta-mãe e de outros corpos do Sistema Solar. Tais finalidades estão sendo estudadas, hoje, em função de seu aspecto religioso, e isso se constitui em mais um triste engano antropomorfo. Na realidade, elas eram múltiplas e variáveis, inclusive no tempo. O que ontem servia para a captação da energia lunar, poderia ser, hoje, um simples depósito ou túmulo. É preciso que a gente não esqueça da dinâmica do mundo físico de então e suas modificações violentas. A prova de que os Tumuchy, como outros grupos de épocas diferentes, tomavam em consideração a movimentação geológica, está na sobrevivência, até hoje intacta, de muitos desses monumentos. Outro aspecto notável é que os descendentes dos Equitumans eram hábeis metalúrgicos e sabiam avaliar as condições geológicas do solo. É preciso, ainda, que a gente se lembre de que não se tratava de uma experiência isolada. Nos sete pontos fundamentais do globo, as mesmas coisas se desenvolviam, com características próprias. No Egito, por exemplo, eles faziam suas pedras utilizando os sedimentos desérticos e o material da superfície. As coincidências entre pirâmides das Américas e do Egito não são apenas aparentes. Na realidade, havia ampla troca de informações e experiências nas construções de ambos os lados. Outra coisa notável, que ainda não foi bem examinada pelos cientistas atuais, é a relação posicional dessas construções. Tais monumentos foram construídos em função de um plano global do planeta. Os Tumuchy possuíam o que eles chamavam de Mutupy, que equivalia a uma aerofotografia da Terra, como a feita pelos satélites artificiais, e é evidente que seu uso se destinava a consultas em função desse planejamento. E, assim, a Ilha de Omeyocan foi transformada na sede científica do planeta e no centro da comunicação interplanetária. Ali chegavam e dali partiam as grandes chalanas, vindas de Capela. Ali, também, se realizavam as grandes conferências dos Orixás, os chefes máximos dos planos civilizatórios da Terra."
"As pirâmides, Neiva, eram centros de manipulação de energias, verdadeiras usinas de força. Ali se concentravam os grandes cientistas para a conjugação de suas forças psíquicas, como hoje se reúnem os médiuns nos templos iniciáticos. Ali se concentravam os conhecimentos e a documentação dos planos planetários, os instrumentos básicos e os meios de comunicação. O grande Jaguar era um especialista na construção de pirâmides. Ao perceber que o fim de Omeyocan se aproximava, ele deslocou-se para o Egito e lá emprestou sua colaboração aos Orixás responsáveis por aquela área. Com sua química, eles decompunham as rochas e as moldavam de acordo com as necessidades. Possuíam prensas com as quais moldavam grandes blocos e tijolos. Por processos eletromagnéticos, eles vitrificavam as superfícies e movimentavam os blocos gigantescos, com a mesma facilidade como os pedreiros atuais movimentam tijolos."

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Com todos os recursos da Ciência moderna, muitos mistérios continuam a desafiar os pesquisadores das mensagens e do potencial da Grande Pirâmide. O Dr. Amr Gohed, da Universidade do Cairo, usou sofisticados equipamentos, inclusive computadores de última geração, para estudar a estrutura interna da pirâmide, obtendo padrões totalmente diferentes nas mesmas áreas, o que o levou a declarar: “Isto desafia todas as leis que conhecemos da Ciência e da Eletrônica, e é cientificamente impossível! Existe alguma influência trabalhando na pirâmide, que desafia as leis da Ciência.”
Segundo o pesquisador David Davidson, até o momento nos foram revelados, pela Grande Pirâmide: os valores dos anos solar e sideral; a lei da variação dos elementos das órbitas planetárias; a lei da obliquidade da elíptica, a lei da variação da constante da gravitação na superfície da Terra; a lei das variações periódicas das estações e da freqüência dos tremores de Terra; a distribuição sobre o globo das terras e dos mares; a fórmula matemática da Terra; a distância média Terra-Sol; a lei da gravitação e seus efeitos sobre a órbita terrestre; as leis astronômicas de precessão dos equinócios, da variação de longitude do periélio; as leis dos sistemas cronológicos; a data (dia, mês e ano) do nascimento de Cristo e a data de Sua crucificação. Multiplicando-se a altura original da Grande Pirâmide por 1 milhão, obtêm-se 149.500.000 km, a distância aproximada entre o Sol e a Terra. O meridiano que passa pelo centro da Grande Pirâmide divide continentes e oceanos em partes iguais. A circunferência da pirâmide dividida pelo dobro de sua altura, dá o valor de 3,1416 = Pi!
Desde o Século XVIII, com estudos iniciais de cientistas franceses, preconiza-se a Grande Pirâmide como o centro da superfície terrestre, sendo ali o ponto zero de latitude e de longitude, situação reforçada por estudos modernos da Geologia, que mais espanto causam pelo profundo conhecimento dos construtores das pirâmides.
Outro mistério é o vértice truncado da Grande Pirâmide, com uma superfície de 9,9 metros de lado e 5 m de aresta, que não mostra ser fruto de ser inacabado ou de alguma destruição. Uns dizem que ali estaria colocado um vértice de cristal, captor e emissor de energia, que teria sido retirado ou desintegrado; outros, que seria uma plataforma para o desembarque e embarque de naves espaciais, com acesso restrito, apenas pelo interior da pirâmide, uma vez que as faces de pedra polida impediam a subida de pessoas pelas laterais exteriores. Uma outra corrente afirma ter havido ali uma esfera de cristal, servindo como captora de raios, que desceriam pelos flancos, penetrando nos canais de ventilação, carregando eletricamente as câmaras reais, proporcionando ali a energia necessária à realização de vários rituais, descendo pelos condutores interiores até o poço, na base, onde se extinguiriam.
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Segundo alguns pesquisadores, a entrada da Grande Pirâmide seria pela Esfinge, a figura de um leão com cabeça humana, que também desafia o conhecimento pela total ignorância sobre sua finalidade. A Esfinge seria uma espécie de guardião da Pirâmide, segundo fragmento do texto de uma Estela, com a figura de um esfinge, da época de Quéops: “...projeto a capela do teu túmulo. Guardo a tua câmara sepulcral. Expulso o estranho intruso. Lanço os inimigos por terra e suas armas com eles. Expulso o perverso da capela do teu túmulo. Destruo os teus adversários em seus esconderijos, bloqueando-os para que não apareçam mais...”
Max Toth, em sua obra “As Profecias da Pirâmide”, lista uma série de correlações de dados com a Astronomia, levantadas desde fins de 1800, com valores em polegadas:
O comprimento de um lado da base (9.131”) dividido por um cúbito (25”) é igual a 365,24”, que corresponde ao número de dias do ano solar.
O comprimento da Câmara do Rei mais a metade da antecâmara é igual a 365,24”.
Um círculo com diâmetro igual ao comprimento da antecâmara (196,23”) tem uma circunferência total de 365,24”.
A largura da Câmara do Rei (206.066”) multiplicada pela raiz quadrada de Pi é igual a 365,24”.
O dobro do comprimento da Câmara do Rei (2 x 412,12”), medido pelo chão da Grande Galeria, contém uma elevação vertical nessa distância, de 365,24”.
O valor total de polegadas do perímetro da base é igual ao número de dias de um século.
O valor total de polegadas do perímetro da 35ª carreira é igual ao número de dias de 80 anos solares.
O dobro do comprimento da diagonal da base é igual ao número de anos da precessão dos equinócios.
Somando-se o comprimento e a altura da Câmara do Rei e dividindo-se este valor por sua largura, obtém-se 3,1416 (Pi).
Somando-se o comprimento e a largura do sarcófago e dividindo esse valor por sua altura, também encontramos Pi.
Uma das faces da Grande Pirâmide representa uma quarta parte curva do hemisfério Norte.
O vértice da Grande Pirâmide representa o Pólo Norte, enquanto o perímetro de sua base se correlaciona com a circunferência do Equador.
A Grande Pirâmide é um almanaque perfeito, que registra as estações do ano, funcionando como gigantesco relógio do Sol, cuja sombra indica, entre outras coisas, os solstícios e a duração do ano.
Segundo os cálculos do astrônomo O.J.J. Leverrier, que anunciou a existência do planeta Netuno através de cálculos matemáticos, o ano solar teria 365,242199594074 dias, confrontando com o indicativo da Grande Pirâmide, de 365,2421986077311 dias, o que acusa uma diferença de 0,08 segundos em um ano, ou pouco mais de 30 minutos no ciclo da precessão dos Equinócios, que compreende cerca de 25.694 anos solares.
Pelos cálculos astronômicos o mês lunar seria de 29,530588715 dias, enquanto, na Grande Pirâmide, a indicação é de 29,5305887150085 dias.
Outro dado interessante é o encontrado pelo cientista inglês Taylor, considerando o volume ciclópico da pirâmide e o peso específico dos materiais empregados na sua construção, calculou o peso em 5.955.000 toneladas, que vem a ser a milionésima parte da massa da Terra, calculada em 5.955 trilhões de toneladas.
Robert Menzias, em 1965, estabeleceu uma teoria sobre dados encontrados nos corredores e nas câmaras da Grande Pirâmide, que representariam cronologicamente uma série de profecias, incluindo o nascimento, a morte e a ressurreição de Cristo, inícios de grandes guerras e outros acontecimentos até princípios do Século XXI.
Segundo Max Toth, “é preciso ter cuidado para não confundir a previsão com a profecia. A previsão é uma habilidade adquirida, obtida depois de observar o registro anterior das ocorrências. Os psíquicos, espíritas e médiuns preveem mais do que profetizam. Muitas previsões são tomadas por profecias, e quando o fato ou estado de coisas não acontecem ficamos desiludidos com a capacidade profética da pessoa que fez a previsão. A profecia é um fenômeno inspirado, ocorrendo esporadicamente na vida das pessoas comuns.”
Os estudiosos da Grande Pirâmide, especialmente o astrônomo real escocês Charles Smith (1864), fazem minucioso trabalho comparativo entre os fatos passados e as datas ali encontradas, buscando maior precisão para fatos futuros. O que já foi observado leva a uma série de previsões já divulgadas e que podemos avaliar, e temos que levar em conta nossa incapacidade para efetivamente decifrar dados que nos são fornecidos de forma ainda quase impenetrável e desconhecida, propiciando erros e deformações pela aplicação de nossos parcos conhecimentos. Assim, temos:
Período de 1979 a 1991: Um cataclisma causaria alteração do eixo da Terra, que viraria de lado, provocando grandes modificações no clima do planeta. Ocorreria nova influência espiritual que iria atuar sobre os líderes mundiais. As terras se elevariam e afundariam em função das guerras. Grandes calamidades provocadas pelas chuvas.
Período de 1995 a 2025: Surgimento de nova sociedade humana, com princípios puramente espirituais, constituindo o “Reino do Espírito”. Erupções vulcânicas, violentas tempestades eletro-magnéticas e outros distúrbios naturais farão parte da vida terráquea, com a decadência da sociedade humana, queda das civilizações que chegará ao colapso final em 2025, quando surgirá nova sociedade civilizada.
2034: Brasonado no céu, aparecerá o sinal da vinda do Messias.
2040: O esperado Messias vem encarnado num corpo físico.
Período de 2055 a 2080: A sociedade humana alcança maior desenvolvimento da prosperidade e de realizações.
É claro que temos que levar em conta a imprecisão dos métodos até hoje aplicados para tentar decifrar os grandes enigmas contidos nas pirâmides, especialmente na de Quéops, mas é fácil verificar que nos dois períodos que compreendem 1979-2025 muita coisa não se consumou. Aconteceram guerras terríveis, fenômenos naturais castigaram as sociedades humanas, tais como enchentes e degelos, mas não houve sismos previstos em função de bombas atômicas. Quanto ao eixo terrestre, uma pequena alteração foi constatada em função das ondas gigantes, geradas por terremoto submarino na Ásia, em dezembro de 2004, que destruíram vasta região costeira e mataram milhares de pessoas. A visível decadência da sociedade dita civilizada é um processo em evolução, com as pessoas sofrendo a má assistência social, as conseqüências do crime organizado, o aumento do consumo de drogas, a perversão sexual, a desestruturação familiar, a falta de empregos e a dificuldade de sobrevivência na maior parte das nações da Terra.
Quanto ao aspecto espiritual, talvez pela deficiência dos métodos empregados pela maioria das religiões ocidentais, o espiritualismo vem aumentando sua penetração por ter melhor entendimento e divulgação de seus princípios, propiciando, em meio a tanta dor e sofrimento, esperança para aqueles que aprendem a lidar com as forças crísticas. E esta jornada tem, hoje, um grande embasamento nas previsões mayas, que preveem a queda do Homem na Terra até o ano 2012, quando realmente começará a Nova Era, com toda uma nova estrutura para as civilizações do planeta. Quem viver, verá!...
Muita coisa tem sido descoberta com o uso de pirâmides, em formas proporcionais reduzidas, tal como a que temos à beira do lago, no Vale do Amanhecer. Nela temos a água fluidificada, que fica depositada a 1/3 da sua altura, sendo impregnada pela força cósmica curadora e equilibradora do paciente. A pirâmide é, comprovadamente, potente aparelho psicotrõnico do tipo cósmico, com grande capacidade para captar, modular e enviar energias universais, agindo de forma harmonizadora do bioplasma do paciente. Muito foi pesquisado nas propriedades da força atuante no ponto correspondente à Câmara do Rei, e, entre elas, podemos citar a conservação de alimentos que não se deterioram, animais mortos que não entram em decomposição, sendo mumificados, e a manutenção de metais, que não enferrujam e até mesmo, como no caso de lâminas de barbear, recuperam seus fios. São ali estudados aspectos que propiciam situações de campo energético gerado de elevado estado de consciência e de reconstituição de células doentes, levando à conclusão de que, pelas grandes dimensões da pirâmide de Quéops, essas energias ainda desconhecidas sejam levadas a todas as regiões da Terra e, talvez, projetadas no espaço. Muitos cientistas opinam pela natureza cósmica dessa energia, que forneceria o prana – ou a ch’i (taoísta) ou argone (bioenergia) necessário à vida na Terra, que teria grande influência no equilíbrio vibracional dos seres vivos e ainda alterando o padrão vibratório dos três reinos da Natureza.
Essa energia teria, assim, profunda ação no biocampo de cada ser. O biocampo é a energia própria individual dos seres animados e inanimados, alimentada pelo prana, e que os reveste com um campo vibracional variável entre 15 a 20 pulsações por minuto, pelo que se sabe até agora. Pela nossa energia mental podemos expandir nosso biocampo e interferir em outros biocampos, captando informações que são avaliadas pelo espírito e, dependendo dessa avaliação, são aproveitadas ou não. A energia da pirâmide ampliaria esse campo de ação e iria proporcionar, a quem a utilizasse, grandes poderes, e isso é o que podemos ter, dependendo do nosso estado de consciência, na Pirâmide do Vale.
No aspecto prático até agora conhecido, a energia da pirâmide, mesmo em réplicas de tamanho reduzido, quando perfeitamente posicionada no eixo Norte-Sul, tem profunda atuação no ser humano, normalizando sua distribuição pelas células do corpo físico, descongestionando os canais energéticos, os chakras, e harmonizando as energias vital, mental e psíquica, revigorando o sistema nervoso central e os ossos, ativando o metabolismo.
Cientistas conseguiram identificar uma energia a que chamaram verde negativo, que seria responsável pela mumificação. Em 1931, L. Turenne afirmou que essa onda era altamente penetrante, portando outras. Mais tarde, pesquisas de Chaumery e Bélizal levaram à conclusão de que o verde negativo contém um feixe de raios muito próximos entre si, incluindo um de natureza altamente desidratante e mumificante, por isso capaz de ser utilizado com sucesso no tratamento do câncer, secando o tumor.
O Dr. I.I.Rabi, especialista em ressonância nuclear, em entrevista de 30/set/1939, declarou: O próprio Homem, bem como todos os tipos da suposta matéria inerte, emite constantemente raios. Na natureza, cada átomo e cada molécula é uma contínua estação de rádio transmissor. Aqueles que acreditam na telepatia, na intuição e na clarividência, têm na declaração de hoje a primeira prova da existência de raios invisíveis que podem, realmente, atravessar de uma pessoa para outra.
Outro cientista, Dr. Flanagan, afirmou: A Pirâmide de Gizé gera milimicroondas ou nanoondas de radiação pelo simples fato de ter cinco ângulos: os quatro da base e o do ápice. Estes ângulos constituem, com efeito, um tipo de radiador de nanoondas. A radiação das moléculas ou dos átomos da matéria, na pirâmide, combina-se pelos ângulos formados pelos cantos, num feixe que divide ao meio os ângulos dos cantos e transmite um feixe desta radiação para o centro da pirâmide. As moléculas ou átomos, nesta área, absorvem estas energias por meio da ressonância. À medida que a energia cresce, as órbitas dos elétrons começam a se expandir. Quanto mais energia é absorvida, maior é a expansão. Chegaria a um ponto no qual, se a energia absorvida fosse demasiada, os átomos se desintegrariam e os elétrons escapariam. Porém, a energia requerida para isso seria muito maior do que a pirâmide pode concentrar. À proporção que a energia aumenta, há um aumento na circulação e, finalmente, chegamos a uma atmosfera altamente saturada de energia, numa faixa de ondas em torno de dez nanômetros. Esta energia também se irradia para fora dos cantos da pirâmide.




Segundo Bill Schul e Ed Pettit, alguns cientistas têm especulado que a Grande Pirâmide não é apenas um acumulador de energia, mas serve, também, para modificá-la. Tem sido cientificamente demonstrado que qualquer objeto no qual a energia vibra, atua como cavidade ressonante, e que a energia dentro do objeto é concentrada num certo ponto. Isto se aplica aos objetos quer sejam compactos ou ocos. Assim, há quem acredite que a Grande Pirâmide possa atuar como uma enorme cavidade ressonante, capaz de concentrar a energia cósmica como se fosse uma lente gigantesca. A energia altamente concentrada afetaria os cristais ou moléculas de qualquer objeto que se encontrasse no caminho do feixe concentrado.
A presença na pirâmide é extraordinária experiência. Começa pela perda de noção do tempo, e se inicia uma viagem para dentro de si mesmo. Envolvido no campo energético, o processo de sensações exteriores começa a desaparecer, até que se extingue. A consciência do campo energético vai se ampliando, tornando-se quase palpável, e sente crescer a sensação de paz, de segurança, como que afirmando a ação de uma força superior que, naquele momento, está dando provas da sua existência. Somem as tensões estressantes, a respiração vai se processando mais lentamente e com maior profundidade. Aumenta a amplitude de ondas alfa e beta, ampliam-se as reais sensibilidades de telepatia, telecinésia, clarividência, precognição e outros fenômenos da Parapsicologia. É importante que, ao penetrar na pirâmide, a pessoa já se tenha preparado mentalmente para o que deseja realizar, a fim de facilitar a ação das energias a serem canalizadas para o objetivo almejado, isto é, uma cura física, um reposicionamento energético, etc.
O conceito de universo vai sendo modificado através dos tempos, sendo até pouco tempo, compreendido como partículas que se uniam para formar os vários objetos. Com o aperfeiçoamento de equipamentos e tecnologias, foram sendo identificadas partículas cada vez menores, que terminaram confundindo-se com campos energéticos. Passou-se a considerar, então, o universo como energia em transformação, fundindo-se com a mente humana. Na definição de Emanuel Kant, o universo se parece cada vez menos com uma grande máquina e cada vez mais com um grande pensamento.
A realidade que nos envolve não depende das coisas percebidas mas, sim, do estado de consciência de quem percebe. É esse estado de consciência que sofre a influência da energia da pirâmide, sendo alterado de forma profunda, que a ciência atual ainda não sabe explicar, tornando a pessoa mais receptiva e modificando sua escala de valores, eliminando o egocentrismo e fazendo a ligação com outros mundos.
Também demonstraram as pesquisas que existem áreas dentro da Grande Pirâmide em que parece haver carga negativa, provocando mal estar e dores de cabeça nas pessoas. O lugar de vibrações mais benéficas é a Câmara do Rei.
Muitas réplicas da pirâmide são utilizadas para meditação, levando a pessoa às mais variadas sensações, que vão desde a profunda paz até a extrema euforia. Um relaxamento intenso vai modificando a sucessão de pensamentos supérfluos, que diminuem progressivamente, permitindo a entrada em níveis mais profundos de consciência, desdobramentos, projeções astrais, etc.
O cientista Paul Brunton fez uma experiência pessoal, dispondo-se a passar uma noite na Câmara do Rei da Grande Pirâmide. Após três dias de preparação física, mental e espiritual, alojou-se na Câmara, sentando-se de costas para o sarcófago. Relaxou, e começou a sentir aumento das vibrações ambientais. Logo surgiram formas grotescas e indefinidas que esvoaçavam por toda a parte. Apavorado, mentalmente pediu o auxílio de entidades superiores. O ambiente foi-se acalmando, as vibrações se tornaram mais positivas, até que se materializaram à sua frente dois sacerdotes que lhe pediram que se retirasse dali. Mas Brunton se negou a sair, dizendo que queria saber mais sobre a pirâmide. Um dos sacerdotes desapareceu, e o outro, então, convidou-o para que se deitasse no interior do sarcófago. Logo após ter deitado, Brunton sentiu sua musculatura começar a ficar tensa, como que sob ação de anestésico. Sentia seu corpo ficando pesado e endurecido, ao mesmo tempo em que esfriava todo o seu ser. Iniciou-se um estado de semi-entorpecimento, enquanto a respiração ficava cada vez mais difícil. Por fim, teve uma sensação de que um redemoinho tomava conta de seu cérebro, e se sentiu livre do corpo, projetando-se no espaço, livre da matéria física. Reencontrou-se com o sacerdote que se retirara, e dele recebeu a mensagem: Saiba, filho meu, que neste antigo santuário se encontra a história perdida das primeiras raças da Humanidade e a Aliança que fizeram com o Criador mediante o primeiro de seus profetas. Saiba também que, antigamente, a este lugar eram trazidos homens escolhidos, a fim de mostrar-lhes a Aliança, os quais, ao voltarem aos seus semelhantes, manteriam vivo o grande segredo. Leva contigo esta advertência: quando os homens renegarem o seu Criador e olharem com ódio uns aos outros, como os príncipes da Atlântida, em cuja época foi construída esta pirâmide, serão destruídos própria iniquidade, como foi aniquilado o povo da Atlântida! Ainda fora da matéria, Brunton viveu mais algumas experiências psíquicas, até que reencontrou o sumo-sacerdote, que lhe disse: Busca em tua própria mente a passagem secreta que te levará à câmara oculta em tua alma e encontrarás algo realmente valioso. O mistério da Grande Pirâmide é o mistério do teu próprio ser. As câmaras secretas e os registros do passado devem estar todos contidos em tua própria natureza. A pirâmide ensina que o Homem deve voltar-se para si próprio, deve aventurar-se a penetrar até o centro desconhecido do seu ser e ali encontrar sua alma, tal qual se aventura a penetrar nos relicários desconhecidos deste templo, para desvendar seu mais profundo segredo. Logo, Brunton voltou ao seu corpo físico e se levantou. Seu relógio marcava meia-noite.
O Grande Jaguar, Pai Seta Branca, era especialista na construção de pirâmides. Com sua química, decompunha rochas e as moldava de acordo com as necessidades. Por processos eletromagnéticos, as superfícies eram vitrificadas, segundo nos relatou o Trino Tumuchy no livro “2000 - A Conjunção de Dois Planos”.
Muito se tem pesquisado e tentado explicar, sem conclusão, pelos métodos modernos de pesquisa da Ciência.
Na mitologia egípcia, temos Ptah como deus dos artesãos, em Memphis, que deu origem a Het-Ka-Ptah, que significa Tempo do Espírito de Ptah, que, na Babilônia, passou a Hikuptah, sendo traduzido como Aiguptus para os gregos e Aegiptus para os romanos, terminando como Egito a denominação daquela região onde existiu a antiquíssima civilização egípcia que deu origem aos faraós e à ideia de que eram verdadeiros deuses na Terra.
Mas isso aconteceu quando as pirâmides já tinham sido erigidas.
As réplicas da pirâmide, em tamanho reduzido, têm a mesma atuação da Grande Pirâmide, e podem ser construídas com diversos materiais, mas devem observar uma importante relação altura-arestas-base e serem direcionadas, pela linha lateral da base, no sentido Norte-Sul.


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Um exemplo daquela relação, em centímetros:
ALTURA: 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 60 70 80 90 100
BASE: 7,85 15,70 23,56 31,41 39,27 47,12 54,97 62,83 70,68 78,54 94,24 109,95 125,66 141,37 157,08
ARESTA: 7,47 14,94 22,41 29,89 37,36 44,83 52,31 59,78 67,25 74,73 89,67 104,62 119,56 134,51 149,46
Quanto ao material empregado na construção, em placas ou em tubos, alguns são com atuação mais intensa, tais como:
ALUMÍNIO – Com atuação mais concentrada na matéria densa, é usada para casos ligados ao plano material, às coisas terrestres.
COBRE – Atua como grande dinamizador das forças extra-sensoriais, indicado para as pirâmides a serem usadas para meditação, estimulando o auto-conhecimento e a intuição. Há que se ter cuidado para não emitir alguma vibração negativa, porque será altamente nociva ao próprio operador.
CRISTAL – De alto poder energético, com múltiplas propriedades específicas, usadas para qualquer caso em decorrência de sua ampla ação.
LATÃO – Com efeito regenerador e de transformação, é indicada para o processo de ativação e correção da conscientização do operador.
OURO – Atua como potente amplificador do nosso campo vibratório magnético, equilibrando-o e purificando o magnético vital, desintegrando cargas negativas.
PRATA – Equilibra os campos magnéticos em conflito, harmonizando pessoas em suas questões e desajustes, proporcionando paz e entendimento.
Pode, também, ser usado papelão ou papel-cartão para as pirâmides de pequena dimensão. É desaconselhável o plástico, que acumula muita eletricidade estática, que prejudica as condições bioelétricas no interior da pirâmide.
Outro fator que determina a ação da pirâmide é o de suas cores:
VERMELHA – Aumenta a vitalidade; acelera a cicatrização; baixa a febre; amplia a produção de adrenalina; ativa a circulação sanguínea. É indicada para os casos de anemia, paralisia, problemas circulatórios e sanguíneos.
ALARANJADA – Favorecendo o bom funcionamento dos pulmões, do pâncreas e do fígado, normaliza o processo digestivo, atua no sistema respiratório, elimina cálculos renais e biliares, alivia paralisias de fundo emocional.
AMARELA – Ativa o sistema neuro-muscular; estimula o fluxo bilxar e d vitalidade à pele; controla distúrbios do fígado e as taxas de glicose no sangue, estimulando a produção de insulina. Na área psicológica, desenvolve a energia mental e diminui efeitos depressivos, amplia a intuição e o raciocínio lógico.
VERDE – Com efeito calmante, age sobre a insônia, inspirando sensação de bem-estar e otimismo; estimula a glândula pituitária; favorece o progresso material, o trabalho e maior receptividade monetária. Tem valiosa ação sobre tumorações, inclusive câncer, e proporciona alívio às crises de asma e de pressão sanguínea, de úlceras e dores de cabeça que acompanham a gripe.
AZUL – Alivia problemas da garganta, febres, inflamações, espasmos, dores em geral e doenças infantis, como sarampo e caxumba. Com ação regenerativa no sistema nervoso, atua positivamente nos casos de aflições, agitação e ansiedade.
BRANCAS – Relaxante, aplica-se para harmonizar as pessoas e o ambiente, tanto no lar quanto nos locais de trabalho material.
ÍNDIGO – Estanca hemorragias e melhora os níveis emocionais e espirituais, com grande ajuda nos trabalhos desobsessivos. Tem boa atuação nas infecções de garganta, nariz e olhos e, também, nas vias respiratórias e digestivas.
VIOLETA – Agindo sobre os sistemas cardíaco e linfático, tem, por seus efeitos magnéticos, calmantes e espirituais, ação depressora do sistema nervoso, indicação nos casos de doenças mentais e nervosas, ampliando a sensibilidade. Purifica o sangue e impede o crescimento de tumores, mantendo o nível ideal de potássio no organismo.


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As pirâmides eram usinas de força, onde os cientistas se concentravam para conjugação de suas forças psíquicas. Ali estavam reunidos o conhecimento e a documentação dos planos planetários, os instrumentos básicos e os meios de comunicação.
No Vale do Amanhecer temos a Triada, pirâmide destinada ao trabalho de energização de Mestres e pacientes, conforme consta no Livro de Leis, embora nele tenham sido excluídos algumas instruções de Tia Neiva, conforme abaixo. O trabalho de Triada foi suspenso a partir de 01.03.97, por decisão dos Trinos Presidentes Triada, pelas dificuldades que haviam para sua realização. (Veja TRIADA)
Em 12-04-99, o Adjunto Japuacy estabeleceu o PROCEDIMENTO DOS GUARDIÕES DA PIRÂMIDE:
Ø Às 10 horas da manhã, tomar as suas posições na Pirâmide. Se ionizar, fazer a preparação;
Ø Não é necessário fazer o cortejo pela Estrela Candente e pelos Quadrantes;
Ø Ficar atento às três consagrações da Estrela Candente;
Ø Não permitir tirar fotos no interior da Pirâmide;
Ø Mesmo no período das consagrações, permitir a entrada do visitante, desde que esteja acompanhado por um Comandante ou um Recepcionista;
Ø No término da última consagração os guardiões poderão ir para suas residências, se quiser. Não é obrigado os guardiões fazerem a entrega das energias.
“A pirâmide terá a guarda do Povo de Japuacy.
Este Adjunto terá, por lei, que convocar dois Mestres para a guarda e honra, com as seguintes obrigações, diariamente, começando às dez horas da manhã e encerrando com o fechamento da Estrela Candente:
abrirão as portas da pirâmide;
colocarão as lanças nos mastros, só as retirando quando for fechar a pirâmide;
permitirão a entrada de qualquer pessoa (exceto enquanto estiver aberto o trabalho de Quadrante), que se servirão do sal e do perfume.
A todos será pedido que assinem o Livro de Ouro. O Mestre que estiver com o Livro, logo que a pessoa entrar, pedirá:
- Escreva o teu nome para que possas ser assistido pelos bons espíritos.
A seguir, mostra-lhe o sal e o perfume, e diz:
- Sirva-se de Anoday e Anodai.” 
(Tia Neiva - s/d)
“Os Mestres de honra e guarda (na Pirâmide) deverão estar descontraídos, relaxados, podendo inclusive fumar, desde que não haja visitantes. Poderão estar acompanhados por suas escravas. Também poderão comer alguma coisa, desde que não tenha gordura. Onde tem gordura não há impregnação de energia. As pessoas deverão usar na consagração sal e perfume. 
Oh, Jesus! Oh, perfeição! Nesta bendita hora venho, em Teu Santo Nome, emitir a força dos meus Sétimos para a realização destes irmãos sentados à minha frente! Sinto, oh, Jesus, que as forças se movimentam em meu redor e a luz da razão se apodera nesta hora para a cura desobsessiva em nome do Pai, do Filho e do Espírito! Salve Deus!”
(Tia Neiva, s/d)


ENSINAMENTOS SAGRADOS

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Há sempre um ponto que deve ser constantemente lembrado: o dos ensinamentos sagrados!
Dizemos, neste mundo físico, das coisas que nos é impossível tocar... sentir..., como nossos rastros por essas vidas arcaicas ou egípcias, que tanto respeitamos e que não temos como penetrar.
Vamos falar das pirâmides, em primeiro plano, até que falemos, depois, de outros rastros.
Sim, filho, a grandeza assombrosa das pirâmides, com seus enigmas silenciosos, faz com que o Homem se volte à mesma sintonia dos Ramsés e de Amom-Rá em Deus!
Quéops, a pirâmide-mãe, que consagrou até a quinta geração dos faraós, conservou os mitras, multiplicou os Deuses em suas convicções, porque suas quatro quinas foram feitas para desintegrar o poder do nêutron, células que se desagregam. É impregnada de energia extra-cósmica. A qualidade na força de sua necessidade é também força manipulada propositada de quem, naquela época, a fez. Foi sempre um desafio, em todas as eras!...
(Tia Neiva - s/d)
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Descobertas ruínas de cidade submersa na misteriosa região do Triângulo das Bermudas
(25 de outubro de 2012)
Uma busca conduzida pelos canadenses Paul Weinzweig e Pauline Zalitzki encontrou vestígios do que pode ser uma cidade submersa ao norte da costa leste de Cuba, no Triângulo das Bermudas, área também apelidada de Triângulo do Diabo por causa de desaparecimentos não esclarecidos de aviões e barcos na região.
Com a ajuda de um robô, os investigadores encontraram ruínas a 700 metros de profundidade e não demorou muito para que os achados fossem vinculados ao mito de Atlântida ou Atlantis, um continente mencionado pelo filósofo grego Platão, que teria existido há aproximadamente 10 mil anos e que teria sucumbido diante de um terremoto, uma erupção vulcânica ou uma inundação.
As imagens obtidas pelos especialistas permitem visualizar com nitidez construções arquitetônicas que só poderiam ter sido feitas pelas homens, como monólitos com inscrições e pirâmides, uma delas de vidro. De acordo com os cientistas, estas ruínas poderiam ser de um período pré-clássico da história do Caribe e da América Central.
Pesquisadores encontram cidade submersa na costa de Cuba
Um grupo de pesquisadores da empresa canadense Advanced Digital Communications diz ter encontrado as ruínas de uma cidade submersa, perdida na costa oeste de Cuba.
Eles acreditam que a cidade foi construída há milhares de anos.
Os exploradores usaram sofisticados equipamentos de sonar e um mini-submarino guiado por controle remoto, que encontrou e filmou estruturas em pedra, algumas parecidas com pirâmides, a 650 metros de profundidade.
Os pesquisadores disseram que ainda não sabem explicar a natureza do que foi encontrado, mas isso pode indicar que Cuba já esteve ligada ao território americano por uma faixa de terra que partia da Península de Yucatan no México.
Pirâmides
A Advanced Digital Communications é uma das quatro empresas que está atuando em conjunto com o governo do presidente Fidel Castro na exploração dos mares cubanos, onde há centenas de navios espanhóis do período colonial carregados de tesouros afundados.
Os exploradores registraram as primeiras imagens da cidade submersa no ano passado, por meio de um aparelho de scanner que mostrou estruturas de pedra simetricamente organizadas, remanescentes de uma antiga cidade.
Segundo os pesquisadores, além das estruturas em formato de pirâmide, há também construções circulares.
Eles acreditam que essas construções podem ter sido construídas há mais de 6 mil anos, o que as tornaria 1.500 anos mais velhas do que as pirâmides egípcias.
José Carlos
Trino Tumarã
Redenção
Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.
Aos mistérios de Ísis e de Osíris, sucedem-se os de Elêusis, naturalmente transformados nas iniciações da Grécia antiga.
Em algumas centenas de anos, reuniram-se de novo, nos planos espirituais, os antigos degredados, com a sagrada bênção do Cristo, seu patrono e salvador. A maioria regressa, então, ao sistema da Capela, onde os corações se reconfortam nos sagrados reencontros das suas afeições mais santas e mais puras, mas grande número desses Espíritos, estudiosos e abnegados, conservou-se nas hostes de Jesus, obedecendo a sagrados imperativos do sentimento e, ao seu influxo divino, muitas vezes têm reencarnado na Terra, para desempenho de generosas e abençoadas missões.

A Índia

Dos Espíritos degredados no ambiente da Terra, os que se agruparam nas margens do Ganges foram os primeiros a formar os pródromos (Uso: formal: o que antecede a (algo); precursor, prenúncio, antecedente - Ex.: os p. da revolução - 2 espécie de prefácio; introdução, preâmbulo) de uma sociedade organizada, cujos núcleos representariam a grande percentagem de ascendentes das coletividades do porvir. As organizações hindus são de origem anterior à própria civilização egípcia e antecederam de muito os agrupamentos israelitas (sempre sofreram as conseqüências nefastas do orgulho e do exclusivismo), de onde sairiam mais tarde personalidades notáveis como as de Abraão e Moisés.
As almas exiladas naquela parte do Oriente muito haviam recebido da misericórdia do Cristo, cuja palavra de amor e de cuja figura luminosa guardavam as mais comovedoras recordações, traduzidas na beleza dos Vedas e dos Upanishads. Foram elas as primeiras vozes da filosofia e da religião no mundo terrestre, como provindo de uma raça de profetas, de mestres e iniciados, em cujas tradições iam beber a verdade os Homens e os povos do porvir, salientando- se que também as suas escolas de pensamento guardavam os mistérios iniciáticos, com as mais sagradas tradições de respeito.
- O povo hindu não aproveitou como devia as experiências sagradas no orbe terrestre, embora grandes emissários como KRISHNA e BUDA tenham sido mandados em sua ajuda - Muitos destes encontram-se ainda hoje em sua jornada de redenção no globo terrestre.

Os Arianos
Resultado de imagem para os arianosEra na Índia de então que se reuniam os arianos puros, entre os quais cultivavam-se igualmente as lendas de um mundo perdido, no qual o povo hindu colocava as fontes de sua nobre origem. Alguns acreditavam se tratasse do antigo continente da Lemúria, arrasado em parte pelas águas dos Oceanos Pacífico e Índico.
A realidade, porém, qual já vimos, é que, como os egípcios e os hindus eram um dos ramos da massa de proscritos da Capela, exilados no planeta. Deles descendem todos os povos arianos, que floresceram na Europa e hoje atingem um dos mais agudos períodos de transição na sua marcha evolutiva. O pensamento moderno é o descendente legítimo daquela grande raça de pensadores, que se organizou nas margens do Ganges, desde a aurora dos tempos terrestres, tanto que todas as línguas das raças brancas guardam as mais estreitas afinidades com o sânscrito, originário de sua formação e que constituía uma reminiscência da sua existência pregressa, em outros planos.

Os Mahatmas
Da região do Ganges partiram todos os elementos irresignados com a situação humilhante que o degredo na Terra lhes infligia. As arriscadas aventuras forneceriam uma noção de vida nova e aqueles seres revoltados supunham encontrar o esquecimento de sua posição nas paisagens renovadas dos caminhos; lá ficaram, apenas, as almas resignadas e crentes nos poderes espirituais que as conduziriam de novo às magnificências dos seus paraísos perdidos e distantes.
Os cânticos dos Vedas são bem uma glorificação da fé e da esperança, em face da Majestade Suprema do Senhor do Universo. A faculdade de tolerar, e esperar, aflorou no sentimento coletivo das multidões, que suportaram heroicamente todas as dores e aguardaram o momento sublime da redenção.
Os "mahatmas" (grandes almas) criaram um ambiente de tamanha grandeza espiritual para seu povo, que, ainda hoje, nenhum estrangeiro visita a terra sagrada da Índia sem de lá trazer as mais profundas impressões acerca de sua atmosfera psíquica. Eles deixaram também, ao mundo, as suas mensagens de amor, de esperança e de estoicismo resignado, salientando- se que quase todos os grandes vultos do passado humano, progenitores do pensamento contemporâneo, deles aprenderam as lições mais sublimes.


Irmãos de Órion
Transmigrações Interplanetárias
Segundo pesquisadores, muitos de nós somos esses exilados tentando recuperar o tempo perdido, portanto caminhemos juntos sempre com a intenção de avanço, mas não só para o nosso progresso, mas para o de todas as civilizações.
Paz e Luz nessa caminhada!





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ASTROLOGIA

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Existem algumas definições aceitas para a Astrologia: Ciência que trata das influências das forças cósmicas que emanam dos corpos celestes sobre o caráter e o destino humanos; e Estudo das relações reais ou pretendidas entre o Céu e a Terra.
Pai Seta Branca, na mensagem de 30.12.78, alertou: “...Os planetas já se destinam em direção de tua orbe: marche, filho, portanto, com este objetivo, nesta estrada culminante da Lei do Auxílio!”
Na carta sobre HORÁRIOS, Tia Neiva fala da influência das estrelas e de forças trazidas de outros planetas para a Terra, pelas grandes amacês.
Astrologia procura, na verdade, direcionar as ações do Homem considerando, apenas, as influências dos astros.
Não existe uma força direta dos astros, e sim uma certa influência, que se faz no corpo astral, de acordo com a posição de planetas e estrelas, das constelações que, de muito longe, enviam suas energias, que se somam a uma série de outras, que agem e interagem nos plexos do Homem. Isso nos foi revelado no Curso das Estrelas, no qual o Mestre Tumuchy nos falou dessas projeções dos corpos espaciais.
As origens - as constelações do Zodíaco - emitem seus raios, que vão atingir, com maior ou menor grau de intensidade, aqueles que a elas estão ligados, seja por força de suas próprias origens, seja pela crença em seus efeitos, que atuam especialmente de forma psicológica, refletindo comportamentos e ações variados.
Os signos do Zodíaco - ou constelações - realmente influenciam a Terra, dentro de toda a ação interligada das forças que nos regem. Todavia, não são determinantes. São, apenas, indutoras. Os horóscopos e os mapas astrais são instrumentos de aferição dessas influências ou tendências. Não abrigam TODAS as forças que atuam sob o Homem, de modo que ficam na dependência de muitos outros fatores, principalmente o Livre Arbítrio.
Os astrólogos entendem que cada indivíduo tem, além do seu código genético próprio, uma dinâmica zodiacal e planetária particular a qual, através do mapa astral, revelaria o destino de cada Homem, aquilo que ele poderia realizar, as doenças que o acometeriam e as alegrias e dramas que lhe seriam reservados.
Existem, sim, aqueles que correspondem aos seus retratos, dentro do signo, e, por isso, podem sofrer maior influência dos astros que os regem. Não se trata de um fator fatalista, mas sim coadjuvante, pois a força astral, a energia do espaço, o poder de nossas Estrelas, tudo se faz presente em cada momento de nossas vidas, mas não somos dominados por eles. Caso acontecesse, isso significaria desprezar toda a potencialidade de nossa Doutrina, das forças do Reino Central e de nossos Mentores, que nos regem, nos protegem e nos conduzem em nossos trabalhos e em nossos caminhos. E haveria, também, uma grande similaridade das vidas daqueles que nasceram na mesma hora do mesmo dia em locais próximos, e isso não é real.
Temos, sim, que ter consciência dessas forças astrais, saber o seu valor, ao que induzem, para que possamos, quando necessário, contar com elas, somando-as às que já possuímos e aprendemos a usar. Elas nos podem indicar o caminho para o nosso crescimento, mas não determinam nosso destino.
Na parte referente a Estrelas, fazemos observações mais detalhadas destas forças que nos chegam. No livro “2000 A Conjunção de Dois Planos” o Tumuchy relata uma passagem do encontro de Tia Neiva com Johnson Plata, em que este Capelino fala: “A Astrologia é válida, mas não nos termos em que é apresentada na Terra. Na verdade, é uma profunda iniciação, que só alguns conseguem alcançar em vida na Terra. Seus princípios são exatos e científicos. Os seres que são enviados à Terra o são consoante um conjunto vibratório de Astros ou Mundos. Esses corpos celestes de origem dão a esses seres a tônica de sua trajetória no planeta e alimentam o seu psiquismo.” (veja ERAS)
Existem vestígios de anotações astrológicas em tabuinhas sumerianas, cerca de 2.500 anos Antes de Cristo, que já faziam referências a antigos “documentos que não mais existem”! Na Grécia e em Roma, a Astrologia se colocou entre as Ciências de primeira linha. Já na nossa era, a História registra grandes nomes da Astrologia, e, no limiar da Nova Era, com a explosão do Esoterismo, volta a velha Ciência a ocupar lugar de destaque.
Pelos antigos documentos sumerianos, a Astrologia teria sido ensinada por um ser extraterrestre, que surgiu do mar, na Babilônia. Seu nome era Oannes, e tinha o aspecto de um peixe, embora com cabeça e corpo de forma humana; conseguia articular bem as palavras e durante o dia ensinou ciências, artes, agricultura, religião, tendo até dado amplas noções de Geometria. À noite, voltava para o mar, só voltando na manhã seguinte.
Também, há mais de cinco mil anos, um sábio chamado Vyasa compilou a Astrologia Védica, afirmando que a sua origem era a do próprio Sol. Os Vedas são as escrituras sagradas da antiga Índia.
História ou lenda, a verdade é que a Astrologia assumiu aspectos importantes na vida de muitos povos, em todas as épocas da História da Terra. Talvez tivessem, através dos séculos, deixado se perder algumas coisas importantes, e, pelo gosto da fantasia, variando no espaço e no tempo, foram agregadas outras idéias e conceitos distantes da realidade, originando grande diversificação de horóscopos que chegaram até nós (chinês, egípcio, etc.).
Quando vemos os monumentos do Yucatan, onde se manipulavam energias de Mercúrio e de Vênus, temos que pensar friamente no que se pode filtrar da Astrologia moderna. Em toda a nossa jornada, desde os Equitumans até o Jaguar, uma coisa aprendemos bem: as influências do Sol e da Lua, cujas energias aprendemos a manipular. Pela Astrologia, o Homem está sujeito a três forças cósmicas:
FORÇA ATIVA - Gera movimento progressivo, de expansão e dilatação, considerada positiva, o Yang das filosofias orientais;
FORÇA PASSIVA - Gera movimento antiprogressivo, de retração e introversão, negativa, o Yin;
FORÇA NEUTRALIZANTE - Origina o movimento em direção ao equilíbrio, à harmonia, neutra, o Tao.
Essas três forças atuam sobre o corpo humano tornando dinâmica a energia potencial de cada um. Essas energias potenciais são quatro, correspondendo aos elementos da Natureza:
Resultado de imagem para terra agua ar fogoTERRA  Touro, Virgem e Capricórnio – Estrutura compacta, alta densidade de matéria, emitindo radiações de baixa frequência;
ÁGUA – Câncer, Escorpião e Peixes Estrutura com tendência ondulatória e radiações de freqüência média;
AR – Gêmeos, Libra e Aquário Estrutura passível de expansão e contração, com radiações de alta freqüência;
FOGO – Áries, Leão e Sagitário – Força eletromagnética de altíssima vibração, com propriedade de interpenetrar os outros elementos.
Assim, forma-se o sistema: as quatro energias potenciais Terra (telúrica), Água (aquosa), Ar (aérea) Fogo (ígnea) - podem ser dinamizadas por uma das três forças fundamentais - Ativa, Passiva e Neutralizante - o que acarreta 12 efeitos resultantes primordiais 
(3 x 4). Disso resultaram os doze signos, com suas influências e características do indivíduo, cada um ocupando 30 graus, ficando 12 x 30 = 360 graus. Estes 30 graus são, ainda, divididos por 3, dando 3 decanatos, cada um com 10 graus. Os que nascem sob o primeiro decanato do signo sofrem a influência do signo anterior; os que nascem no terceiro decanato, já recebem influência do signo posterior; e isso faz com que somente os que nascem no segundo decanato possam estar plenamente influenciados por seu respectivo signo. Isso é só o começo, pois entram em ação inúmeros outros fatores, tomando formas tão complicadas que, na atualidade, já estão informatizados os sistemas de mapas astrais.
Além das constelações zodiacais, ainda existem marcantes influências do Sol, da Lua e dos planetas do Sistema Solar.
As variações na natureza, na frequência, na intensidade e na resultante de tantas forças se somam aos diferentes estados psicológicos e vibratórios do Homem na Terra. Isso nos dá a dimensão do número de variantes que se fazem presentes na confecção de um horóscopo ou de um mapa astral.
Há uma corrente astrológica que liga os ciclos ou eras  à Precessão dos Equinócios, fenômeno observado há milênios pelas antigas civilizações. Enquanto a Terra gira sobre si mesma, seu eixo se desloca, traçando um círculo no espaço. Se a direção do eixo muda, o mesmo acontece com o plano equatorial em relação ao plano da órbita terrestre. O ponto de contato desses dois planos é denominado Precessão dos Equinócios. Assim, em relação à Terra, todas as estrelas completam uma volta no céu a cada 25.920 anos, período que é denominado o Grande Ano de Platão. Cada 72 anos correspondem a 1 grau de movimento precessional, e a cada 30 graus se iniciaria uma nova era, isto é, a cada 2.160 anos.


A Astrologia procura estabelecer as circunstâncias favoráveis ou desfavoráveis, para ver se facilita a vida e o psique do Homem.
Pelo estudo dos astros, se encontrou algo de positivo no Sol e na Lua.
O seu sistema de vibração é fundamental.
Há, realmente, uma interpretação: o Homem é um poderoso centro de energia que se encontra com o Sol, porque nele reina o átomo, podendo lançar sua mente no canal escolhido, projetando seu magnético animal ou Força do Jaguar. Digo, projetando na horizontal, porque de átomos foi formado o nosso Sol Interior, no primeiro ciclo.”
(Tia Neiva, 1.9.77)



MAGIA

A Magia é o mais elevado e absoluto conhecimento das forças da Natureza, cuja prática revela o valor interno e oculto das coisas, tendo como base a sabedoria e as revelações dos sacerdotes do antigo Egito, que se difundiram, de forma secreta, pelo Oriente.
Foi a denominação dada à ciência dos Magos, casta sacerdotal da antiga Pérsia, que manipulavam técnicas ritualísticas capazes de obter efeitos benéficos e afastar efeitos maléficos com a ajuda de forças ocultas ou de seres de outros planos. Moisés, Abraão, Orpheu, Confúcio e Zoroastro foram grandes magos, mas Salomão é considerado um dos maiores pelos conhecedores do assunto.
Embora lidando com a Luz e com a energia que flui de todos os seres animados ou inanimados, a Magia difere da religião por ser uma técnica manipuladora e não uma sujeição à adoração, dirigindo-se a fins específicos e não ao culto de seres espirituais.
Sob o aspecto de processos da eficácia, a Magia é:
a) DE CONTATO ou simpatética  com base no princípio que basta atingir uma par
te para atingir o todo, isto é, para atingir uma pessoa podem ser usadas unhas, cabelos ou peças do vestuário daquela pessoa; e
b) DE SEMELHANÇA ou homeopática – com base no princípio de que atingir a imagem é atingir a pessoa, como aplicada em bonecos ou fotografias.
Por sua finalidade, a Magia pode ser BRANCA, se usada para beneficiar uma pessoa, ou NEGRA, quando utilizada para fazer o mal.
A Magia é resultante do conhecimento ligado ao poder de transformação. O conhecimento  é que torna possível a transformação consciente e a manipulação das forças, fazendo com que um efeito da Magia sempre precise da transmutação de forças bem selecionadas e relacionadas, polarizadas pelo amor ou pelo ódio.
Os magos se julgam pessoas iluminadas, espíritos preparados pela conjunção de forças astrais, com missão de ajudar a Humanidade a encontrar seus caminhos e amenizar seus carmas. Os magos não aceitam a noção de fé, porque acham que a fé é vulnerável, e acreditam no poder do amor e da verdade e não aceitam a Magia como um tipo de religião.
Magia compreende a prática de profecias através de oráculos sagrados e não de adivinhação, porque o oráculo refletiria a alma do ser, coisas íntimas das quais só ele tem o conhecimento, o que permitiria não modificar mas, sim, amenizar o carma, transformando um carma maldito em um carma benéfico.
A Magia e a Alquimia caminharam juntas e foram a base, com a pesquisa e manipulação dos quatro elementos naturais  Terra, Água, Ar e Fogo – da Ciência moderna.
Estudiosos da Magia sem os esclarecimentos da Espiritualidade se questionam como poderiam ter sido feitos os contatos entre povos tão distantes, como os chineses e os celtas, os africanos e os caucasianos, os índios americanos e os hindus, pois encontram muita coisa em comum em suas magias. Buscam contatos entre as civilizações da Assíria e da Babilônia com os princípios europeus e africanos, esquecidos de que os conhecimentos tiveram, sim, uma origem comum – as bases de chegada dos Capelinos (vide Raízes) – e as alterações de devem aos desvios de civilizações posteriores que, em muitos aspectos, mantiveram o conhecimento transcendental, o que leva a idéias gerais e envolventes.
Os ramos que mais conservaram seus conhecimentos foram os egípcios e os semitas, que geraram as magias greco-romanas e a arábica. A que mais se distanciou foi a africana, onde imperou o feiticismo, com a mistura da Magia Branca – usada para o Bem – e a Magia Negra -usada para o Mal.
A Doutrina do Amanhecer revive a verdadeira Magia de Nosso Senhor Jesus Cristo, preconizada desde as nossas origens, que busca a manipulação das poderosas forças Crísticas e a recuperação dos que enveredaram pelas sendas do Mal.
Na nossa Doutrina há a possibilidade de aplicarmos a nossa Magia – nosso ego evoluindo pelo conhecimento doutrinário e se fundindo com o amor incondicional, uma fusão energética que nos liberta e nos faz crescer  tornando-nos magos do Evangelho, cada um de acordo com sua capacidade de interagir com as coisas, com os outros e com nós mesmos, adquirindo capacidade mágica similar àquela que tivemos em eras passadas e que nos deram condições de semideuses.
Quando vemos a atuação dos magos, que traçam um círculo mágico, variável de acordo com suas linhas de trabalho, e, dentro desse círculo, buscam a ajuda de forças superiores universais, que são invocadas e depois distribuídas neste plano físico, vamos encontrar uma forma de trabalho muito semelhante à que praticamos: vamos buscar, pela emissão, as forças superiores de que necessitamos, no Astral Superior, e, após, pelo nosso canto, vamos distribuindo-as na horizontal, compondo a força de nossos trabalhos e rituais. Por isso, somos magos do Evangelho!
Pela atividade antiga dos religiosos, a partir da Igreja Católica e, mais tarde, com os Evangélicos e outras derivações, as entidades da Magia foram sendo consideradas como demônios, forças das Trevas, e grande parte do conhecimento se perdeu com a destruição de magos e livros pela ação devastadora da crença religiosa. A Magia que ensinava ao Homem o valor das plantas, dos astros, do ar, da água, do fogo e da terra e como utilizar as forças cósmicas, perdeu-se num emaranhado de idéias e publicações mercenárias, tal como podemos ver hoje, na explosão do esoterismo, em que existem milhares de obras ensinando de forma equivocada a aplicação da Magia.
Não somos donos da Verdade, mas sabemos que, com os ensinamentos trazidos através de nossa querida Mãe Mentora, Tia Neiva, estamos praticando a verdadeira Magia – A ALTA MAGIA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, de nossas origens, revivida no planeta pelo Divino e Amado Mestre Jesus, e que só pode ser exercida plenamente por aquele que está bem preparado espiritualmente e com pureza de coração, dentro da correção moral e da conduta doutrinária, para a prática do Bem.

Trabalhos de Alta Magia

Salve Deus!
Muitos de vocês estão participando de uma grande missão nos planos luminosos. São os trabalhos de reparação, regeneração e transformação dos plexos físicos.
Eu estive em um trabalho de magnífica importância, onde estavam reunidas as falanges missionárias nesta contagem espiritual. Um ritual preciso e sem interferência da vaidade e soberba humana.
Todas as missionárias sabiam da importância desta missão que era afastar as falanges de terror que estavam se instalando no Amanhecer. Este lugar parecia com o Turigano, mas era diferente na sua formação. Havia almofadas vermelhas colocadas no chão onde as missionárias de joelhos faziam suas emissões e cantos. Os espíritos aguardavam toda movimentação de forças para poderem entrar no oráculo e assim serem emanados (vacinados) pela divina sacerdotisa.
Pelo tempo disposto neste ritual é difícil poder completar ele na Terra. Quando ele terminou uma missionária veio me explicar que ele tinha começado as 09 horas e 15 minutos e terminado às 15 horas. Eu fiquei impressionado com a força que elas modelaram. Uma coisa que mais me chamou a atenção foi que neste ritual havia harmonia de todas, todas eram profissionais na sua arte de conhecimento.
Quando os pacientes deste trabalho foram passar, um som em alto volume resplandeceu o recinto. Ele despertava em cada um o seu medo interior, isso fazia com que as células vitais espirituais reagissem provocando uma separação do positivo do negativo. Foi algo espetacular de ver, porque as falanges de terror estavam usando as células negativas para interferir na vida da Terra. Com separação pela corrente magnética foi possível abrir caminho para a regeneração dos tecidos precisos da nossa mente.
Há que todos os Mestres participem mais dos trabalhos de energias para renovarem seus plexos e assim levarem consigo ao se transportar o que mais é necessário aos mundos espirituais.
Cada paciente entrava pelo lado esquerdo e saia pelo lado direito, cada um deixou sua garrafa de água para ser imantada pelas forças do Astral Superior.
A cabine que a sacerdotisa ficava era atrás desta formação, era como uma jaula magnética construída para afastar as forças negras, pois eles a queriam como escrava.
A energia empregada nesta missão se originou do plexo para o perispírito e depois para o espírito. Diferente da formação na Terra que começa pelo espírito, para o perispírito e depois para o plexo físico.
Muitos mestres estão sentindo os efeitos destes trabalhos no físico porque estão levando suas energias para servir com amor aos planos luminosos. Por isso é necessário participar das escaladas e absorver a maior quantidade de energia das grandes amacês.
Fazer o ritual com precisão e não se distrair e nem distrair seu irmão ao lado. Nós precisamos estar conscientes de nossa natureza física espiritual da nova era.
Cada representante de sua falange, ao emitir de joelhos, buscava em sua força as juras transcendentais, aquilo que ela construiu ao longo de suas reencarnações, pois ali que estava à chave de todo o mistério envolvendo a sua iniciação. São as heranças que movem o circulo vital da vida.
Nesta grande elipse da vida criada por Koatay 108 não há meio termo. O poder absoluto deve ser almejado na sua escala evolutiva sem medo de ser feliz e temer as represarias das forças em movimento.
Não havia separação, mas união em Deus Pai Todo Poderoso. Sim. O que ali acontecia era algo que na Terra vai ser difícil acontecer, pois nós terráqueos ainda estamos bitolados a nossa maneira de ser, de ver e de sentir.
Todos precisam de muita energia espiritual, e isso só será possível com os trabalhos de captação magnética em que a concentração mediúnica atraia para dentro do seu eu a infiltração do amor incondicional.
Eu vi e senti, não participei, tinha chegado depois de ter-se iniciado esta contagem de forças, mas fiquei feliz de ver que todas as falanges fizeram o seu ritual impregnando o ambiente de luzes coloridas medicinais.
Foi muito bom, foi de grande realização.
Salve Deus!
Adjunto Apurê
Publicada por Cristiano Patricio



O Sábio de Venal


Salve Deus!
Veja até onde vai a superstição do Homem, veja o que aconteceu quando um grupo de mestres distribuiu suas forças e poderes de Magia, de sábios conhecimentos permitidos por Deus.
Todos já ouviram falar em Homens que recitavam a vida dos outros, que levantavam móveis, enfim, realizavam fenômenos e de que não vamos entrar no mérito agora. Um desses Homens, muito sábio, sabia que levantava móveis, podia até mesmo fazer voar a sua tenda, mas viu que não curava a si mesmo, que as curas eram muito relativas.
Ele tinha uma enorme ferida na perna e sabia que existiam muitas espécies de mediunidades, de forças. Sim, existem muitas espécies e, para ser mais prática, como sendo o Doutrinador e o Ajanã, que têm força universal, têm uma espécie de força de cura para perturbações do espírito ou limpeza das vidas materiais. E é assim, também, com outros tipos de curas. Sim, falamos em força universal.
Esta expressão está sendo mal atribuída no nosso tempo. Os Pretos Velhos falam em força universal e muitos pensam que ter essa força é ter duas mediunidades. Não é verdade! A força universal é a de um Médium - digamos, um Doutrinador - com uma espécie de força que cura todas as enfermidades. Veja isso num Apará, distribuindo bem a sua mediunidade. No Homem, é bem distinta essa força.
O velho sábio supersticioso tinha força universal, mas não acreditava na força do carma. E aquela ferida nada mais era do que a voz do seu carma! Então, o velho sábio soube de um homem que curava, e se encaminhou para ele. Não sabia ele que ali em sua tenda, estava sob a regência da Lei do Auxílio, e sua perna, ali mesmo, recebia as gotas do prana. O velho sábio, incrédulo à sua própria força, partiu ao encontro do famoso curador. Era longe. No caminho, sua perna doía.
As gotas de prana, não o encontrando na tenda, voltavam. Com muitas dificuldades, chegou lá e qual não foi sua surpresa dolorosa: a casa do curador estava cheia de outros sofredores, como ele, ali também lhe pedindo a misericórdia da cura.
Foi quando o velho curador se aproximou dele e falou: 
“Meu Deus! Eu estava com uma ferida na perna, morrendo de dor, pensando em ir atrás do velho sábio de Venal, e ei-lo que chega! Eu já estou curado, já cicatrizou a ferida. Graças a Deus, estou bom! Oh, graças me foram dadas! Meu mestre de Venal, em que lhe posso ser útil?"
O nosso velho sábio, olhando de um lado para outro, pensava: havia se preocupado somente com a sua própria dor! É verdade, filho: cada fracasso de nossa vida nos ensina o que necessitamos aprender. Ajude a todos sem fazer exigências, confiando primeiramente nessa força que vive dentro de você, porque a fé em você mesmo firma a sua personalidade. Volte-se para si mesmo. Resolva os seus problemas sozinho.
Escolha os seus amigos. Com a sua mente calma melhor poderá sentir os seus instintos, a sua capacidade, onde você poderá chegar e vencer a si mesmo. Conhecemos a Vida quando conhecemos a Morte! Então, o velho sábio, levantando as mãos, exclamou:
“Oh, meus Deus, perdoa-me por duvidar da minha própria força!”
E, envergonhado, sem coragem de olhar para o Céu e sentir o olhar de Deus, se entregou à sua força e pediu ao velho curador que trouxesse toda aquela gente para atendê-los, se aproveitando do prana. Enquanto isso, passava por sua mente:
“Oh, Deus Pai Todo Poderoso! Seja feita a Sua santa vontade. Deixa que doa a minha ferida, que eu me levante do meu orgulho de sábio a caminho de Deus... Dá-me forças para que eu possa curar. Não tire minha ferida!” 
Quando viu, as pessoas já estavam curadas e ele, também curado, caminhava.
Estamos em alto conceito nos Oráculos de Obatalá e de Olorum. É chegada a hora de movimentar nossa força. Temos um Sol Simétrico. Somos remanescentes de Amom-Rá e, portanto, temos que viver na simetria deste Sol. Não podemos nos afastar do que é nosso, não podemos, absolutamente, trabalhar inseguros.
Vale do Amanhecer
Tia Neiva

SONHOS

O sonho é uma vivência ou sequência de imagens que ocorrem durante nosso sono, provocando movimentos oculares, aceleração das ondas eletroencefalográficas, alterações neurovegetativas, descargas de adrenalina, etc., como se a pessoa estivesse realmente vivendo aquelas situações.
É durante o sono que o corpo físico descansa, e não precisa das atividades físicas e mentais baseadas na ação do espírito, que, assim, pode se soltar para as experiências nos planos espirituais, que se revelam pelos sonhos.
Registros históricos mostram que o Homem há muito se preocupa com os sonhos. No Século 8 a.C. foi construído um templo em Epidauro, em honra ao deus Asclépio, onde eram colocados os doentes para que, pela interferência da entidade, recebessem, por seus sonhos, orientações para a cura.
Em 5 a.C., o filósofo grego Heráclito afirmou que os sonhos eram próprios de cada indivíduo, não submissos a influências externas, nem mesmo divinas. Dois séculos depois, Aristóteles proclamou que os sonhos refletiam condições do plexo físico, e que expressavam essas situações através de metáforas, podendo ajudar os médicos em seus diagnósticos, recebendo apoio de Hipócrates, o Pai da Medicina.
Um século antes de Cristo, foi escrito um tratado, em cinco volumes, pelo romano Artemidoro, intitulado Orneirocrotion, divulgando interpretação de sonhos, que refletiriam as condições sociais do sonhador.
Com Santo Agostinho e São Jerônimo, no Século IV, com base nas interpretações da Bíblia, foi reforçado o conceito de que os sonhos transmitiam, premonitoriamente, eventos vitais para o indivíduo.
E, pelas diversas passagens históricas, várias personalidades religiosas importantes valorizaram o fenômeno do sonho, como, por exemplo: Maomé recebeu o Alcorão em sonho; Lutero, o fundador do Protestantismo, e a Igreja Católica da época, consideravam o sonho como manifestação diabólica.
Com o despertar da Ciência da Mente, muitas teorias ocuparam os pesquisadores, entre elas:
a do alemão Johann Fichte, de que os sonhos revelam temores e desejos inconscientes;
a do austríaco Sigmund Freud, que os sonhos seriam de origem erótica e reflexo das frustrações sexuais do indivíduo; e a do suíço Carl Gustav Jung, que essa concentração no aspecto sexual estava errada, uma vez que os sonhos refletiriam privações de qualquer natureza, de modo geral.
Segundo o Dicionário de Psicanálise, de Elizabeth Roudinesco e Michel Plon (Jorge Zahar Editor), fenômeno psíquico que se produz durante o sono, o sonho é predominantemente constituído por imagens e representações cujo aparecimento e ordenação escapam ao controle consciente do sonhador. A partir do século XVIII, o termo passou a designar também uma atividade consciente que consiste em imaginar situações cujo desenrolar desconhece as limitações da realidade material e social. Nesse sentido, a palavra sonho é sinônima de visão, devaneio, idealização ou fantasia, em suas acepções mais corriqueiras. Freud foi o primeiro a conceber um método de interpretação dos sonhos baseado não em referências estranhas ao sonhador, mas nas livres associações que este pode fazer, uma vez desperto, a partir do relato do seu sonho.
Pelos estudos científicos, afirma-se que uma quarta parte do tempo que se dorme é ocupada pelos sonhos.
Não devemos nos preocupar nem nos deixar impressionar pelos sonhos, o que poderia nos levar a situações de desequilíbrio. Há sonhos que nos revelam verdades, mas temos que ter o maior cuidado em não nos envolvermos com interpretações supersticiosas. Nos sonhos em que vivemos situações de pavor e angústia, aos quais chamamos pesadelos, sofremos reflexos negativos em nossa mente e no corpo físico.
Existem vários fenômenos da alma que se confundem com a ideia de sonhos. Na realidade, são desdobramentos, quando a alma sai a vaguear, buscando seus anseios, quando muitas pessoas têm premonições de acidentes, mortes ou doenças afetando seus entes queridos, ou, então, quando existe alguma sobrecarga de sensações ou emoções que ficam atuando na mente.
Em numerosas pesquisas de laboratórios científicos ficou evidenciado que, durante o sono, surgem os movimentos rápidos dos olhos (MRO) que indicam estar o paciente sonhando. Podem ocorrer diversos períodos de MRO em um mesmo sono, mas, caso o paciente se recorde do que sonhou, só se lembra de um deles.
Não se deve confundir sonhos com o que vivenciamos em nossos momentos de vigília, isto é, quando ainda não estamos adormecidos e vemos algumas imagens representativas e o pensamento perde a sua capacidade dedutiva, aumentando nossa imaginação e a capacidade criativa.
Nos médiuns do Amanhecer, são comuns pequenas lembranças de trabalhos que realizam no plano etérico, principalmente no Canal Vermelho, que são interpretadas como sonhos.
Tia Neiva sempre nos alertou que os sonhos são as armas dos supersticiosos, para que não tivéssemos demasiada preocupação com a interpretação dos sonhos, porque temos desdobramentos durante o sono, quando somos conduzidos a diversos planos, inclusive para completarmos, no Canal Vermelho, nossos trabalhos nos Tronos ou na Mesa Evangélica.
É importante ter um bom sono, e, para isso, é necessário preparar-se para uma noite produtiva, tranquila e calma, relaxando-se quando deitar, buscando acalmar-se exterior e interiormente, evitando preocupações que possam influir negativamente em seu sono, interferindo em seus sonhos. Faça um Pai Nosso e agradeça por tudo o que lhe foi concedido naquele dia que termina, tanto o que foi bom como o que você achou negativo. Complete com a Prece de Sabah.
Uma oração para noite foi feita pelo Padre João Batista Megale, que transcrevemos por achá-la universal :
Senhor, se esta noite, ao me deitar, no meu coração houver
a mágoa de uma ofensa recebida,
a dor de uma partida,
o tédio das horas de um dia de trabalho sem prazer,
a solidão dos meus passos sem companhia,
e da minha ternura retida,
o peso da minha consciência que não praticou o bem,
o vazio da minha alma que não se elevou na contemplação da Tua beleza e da Tua bondade,
o medo de fechar as pálpebras sem saber se um nova aurora irá surgir,
Eu Te peço, Senhor, que, ao despertar amanhã,
ainda experimente a alegria de viver através do sorriso de um rosto amigo,
da expectativa de um reencontro,
da luz do sol batendo na janela do meu quarto,
do brilho de um olhar pousando sobre os meus olhos,
do propósito de amar o meu próximo,
do gesto de adoração que me une a Ti,
da confiança nos Teus braços que me sustentam na escuridão...
E, se esta noite, ao me deitar, tudo está bem, feliz Te bendigo.
E, em tudo e por tudo, obrigado e boa noite, meu Senhor!...

Interpretando Sonhos


Hoje tive uma enxaqueca daquelas! Cheguei em casa e procurei imediatamente a cama sem qualquer possibilidade de tentar escrever.
Acordei chorando! Um choro comovido e feliz! Sonhei com minha madrinha onde a abraçava com o mesmo carinho de anos passados. Como foi bom! Não recordo quase nada, exceto algumas poucas imagens e palavras, suficientes para me emocionarem e fazerem o coração bater mais forte.
Levantei agora pouco e fui para os emails mais urgentes. 4 horas da madrugada e nem percebi o tempo passar... Precisava escrever e não tinha um tema definido, por isso iniciei este texto pensando neste sonho!
De um modo bem simplista e didático, procuro esclarecer o quê se passa com as lembranças do sono: Os sonhos!
Os sonhos devem sempre ser vistos com certo cuidado, pois refletem as lembranças dos três estágios do sono:
1º - As lembranças do seu dia a dia, o quê fez, onde esteve, as coisas que deram certo e as coisas que deram errado;
2º - Os desejos da alma, as coisas que você gostaria que acontecessem;
3º - Por fim, vagas lembranças de seus desdobramentos espirituais; os lugares e as pessoas que seu espírito efetivamente visitou e as lições que recebeu para auxiliar sua caminhada física.
Ao despertar misturamos tudo... Um sonho pode apresentar-se assim: Estava conversando com seu preto velho, no trabalho, digitando uma planilha e falando, e no meio da conversa chega um amigo lha presenteando um carro novo. Entenderam? As lembranças do seu dia (trabalho e a planilha), seu desdobramento (falando com o Mentor) e o sonho da sua personalidade (ganhar um carro novo)... É mais ou menos assim.
Desta forma, as lembranças, ao acordar são sempre tumultuadas e não podem ser levadas a sério na íntegra. Como é difícil “filtrar” a mensagem, no meio dos desejos e lembranças, durante o dia acabamos esquecendo por completo o teor do sonho.
Os Jaguares, em determinado momento de suas missões, passam a complementar seus trabalhos iniciados no Templo, dentro do Canal Vermelho. Lembranças destas passagens, só ocorrem com algum nexo, quando existe uma real necessidade da recordação. O natural é a “mistura” destas três etapas do sono e o desvanecimento das lembranças, em sua íntegra, durante o dia.
Aos mais exigentes repito: é apenas uma analogia simplista visando esclarecer e remover qualquer vestígio de fanatismo gerado pelos “exploradores de sonhos”, que perdem seu tempo tentando ordenar a bagunça da própria mente, ou pior, mergulham na internet em busca de explicações para determinado símbolo visualizado e que por vezes não passa de uma mera recordação do subconsciente.
Kazagrande

Um lembrança de Tia Neiva sobre o tema:
"Filho, vamos começar os primeiros passos para uma vida missionária!
Seja você mesmo a descobrir a sua entrada na Vida, sem profeta nem profetiza.
Descubra o seu próprio caminho e ande com suas próprias pernas.
Desperte para a Vida!
Não desanime à frente dos obstáculos: os obstáculos são atraídos pela força do nosso triste pensamento!
Não se impressione com os sonhos e nem fique a querer interpretá-los: o sonho é uma arma dos supersticiosos!
Procure o lado bom da vida, seja otimista!
Procure subir e espere, sempre, o melhor...
Com o coração esperançoso, teremos todas as coisas nobres que desejamos.
O que desejo é transmitir um pouco desta sabedoria que a Vida Iniciática tem nos proporcionado nesta jornada."
Tia Neiva em 17 de junho de 1983

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