segunda-feira, 20 de março de 2017

VALE DO AMANHECER - MENTORES






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MENTORES




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Denominamos Mentor a um Espírito de Luz responsável pela orientação de um ou mais espíritos encarnados na Terra, tendo também a função de conjugar o ectoplasma emitido para a realização de um trabalho.
Na verdade, age como guia e protetor, nos ajudando nos momentos difíceis de nossa vida. Um documento interessante é a foto oficial de um automóvel muito danificado, em que o motorista estava preso às ferragens,mas nada sofreu, e que revelou aos peritos uma estranha presença luminosa de forma humana. Teria sido a presença do mentor do motorista, que o protegeu?
Os Mentores, embora já tendo superado suas faixas cármicas, colocando-se muito acima do Bem e do Mal, segundo nosso conceito na Terra, têm ligações transcendentais com aqueles a quem se propõem ajudar. Na nossa Corrente, apresentam-se em roupagens - Pretos Velhos, Caboclos, etc. - para melhor resultado de seus trabalhos através dos médiuns, mas dispensam o personalismo habitual dessas figuras, não fazendo uso de objetos, bebidas, charutos, etc., pois seu trabalho é iniciático.
Os Mentores jamais interferem no livre arbítrio  de seus protegidos ou de qualquer outro espírito, encarnado ou desencarnado. Sofrem ao verem um filho se desviando de sua estrada, buscando um atalho para escapar de suas metas cármicas, mas apenas vibram e, pesarosamente se afastam se não tiverem resultado suas vibrações de amor.
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

PAI SETA BRANCA
por Mário Sassi, Trino Tumuchy

Na hierarquia universal dos seres de toda natureza, Seta Branca é o que habitualmente chamamos de um “espírito de luz”.
Numa explicação um pouco precária, mas condizente com a nossa limitação humana, um “espírito de luz” é uma individualidade criada por Deus, a qual, um dia na Eternidade, iniciou uma trajetória, tornou-se “impuro” e, fazendo um retorno elíptico, “voltou” para Deus. No caminho mais próximo de Deus ele é iluminado pela luz divina, se torna “de luz”.
Numa outra tentativa de explicação, tomando por base o conceito de energia, o espírito de luz seria aquele que se alimenta das energias do “céu”, em contraposição ao espírito em trânsito na Terra, que se alimenta das energias da natureza terrestre.
Assim, Seta Branca é um espírito de luz e, nessa condição, é um grande missionário que há milênios exerce uma missão específica: socorrer a Humanidade em seus momentos de transição.
Nos itens seguintes, são descritos episódios de suas vidas na Terra, que tornarão mais fácil o entendimento de sua mensagem.


O Equituman
Há mais ou menos 320 Séculos, 32.000 anos, surgiu na Terra um grupo de missionários que ficou conhecido, na nossa linguagem iniciática, como Equitumans.
Eram homens e mulheres com três a quatro metros de altura, vindos de um conjunto planetário, um sistema conhecido por nós, da Corrente, como Planeta-Mãe, Planeta-Monstro ou Capela.
Eles chegaram em naves que conhecemos com os nomes de “estufas” e “chalanas”. Seus corpos eram diferentes dos nossos e sua fisiologia os tornava quase indestrutíveis na Terra. Por isso, eles se tornaram conhecidos como “imortais”.
Essa condição, entretanto, foi se modificando com o tempo e seus descendentes se tornaram “mortais” como nós, mas de acordo com as condições fisiológicas desses tempos longínquos da biologia terrena.
No início, eles habitaram a região que hoje se chama andina, na costa ocidental da atual América Latina. Durante os 2.000 anos que durou, a civilização dos Equitumans dominou toda a Terra de então e dela se encontram, ainda, traços físicos nas lendas dos povos.
Após 2.000 anos, ou seja, há mais ou menos 300 séculos, eles desapareceram repentinamente, num cataclismo que atingiu o planeta. Essa hecatombe foi provocada pela aproximação de um corpo extra-terreno, que muito se assemelhava à imagem que hoje fazemos de uma nave espacial.
Ela circulou sobre a Terra e sua presença provocou eclosões de vários tipos. Na região da Cordilheira dos Andes, ela sepultou o núcleo central da civilização Equituman, na área do atual Lago Titicaca, situado entre o Peru e a Bolívia de hoje.
Na linguagem do Vale do Amanhecer essa nave ficou conhecida como “Estrela Candente” e o fenômeno da formação do Lago Titicaca como resultante de “uma lágrima da Estrela Candente”.
Esse acontecimento, realizado sob as bênçãos de Deus, foi executado sob a direção de um Mestre Planetário, um espírito de luz, que hoje nós chamamos de Pai Seta Branca. Ele foi o Comandante da Estrela Candente.

O Tumuchy
Mais ou menos 5.000 anos depois do desaparecimento dos Equitumans, surgiu na Terra outro grupo de missionários, também de origem extra-terrena, e cuja constituição física era muito diferente dos terráqueos da época.
Eram homens e mulheres de muita beleza física, não se reproduziam como os terráqueos, ou seja, não tinham filhos e suas vidas tinham uma duração prevista de 200 anos.
Eram cientistas e artesãos, avessos às artes da guerra e da luta física. O principal objetivo da Civilização dos Tumuchys, como ficaram conhecidos em nossa Corrente, era a manipulação científica das energias planetárias em escala sideral.
Eles conheciam a intimidade do átomo e sua relação com o Cosmo, sabiam do mecanismo de relações energéticas entre os corpos celestes e a Terra, principalmente a conjunção de forças entre o triângulo Sol – Terra - Lua.
Com seus instrumentos sofisticados, eles construíam grandes usinas de integração e desintegração das energias. Moviam-se na superfície do planeta com naves próprias e possuíam mapas e maquetes do Globo Terrestre, cartas astronômicas perfeitas, de cronometria própria.
A sede da civilização Tumuchy era localizada numa região que hoje é coberta pelo Oceano Pacifico, tendo ficado exposto apenas um pequenino ponto deste território: a Ilha de Páscoa. Tanto nessa ilha como em outros pontos do Globo.
Existem ate hoje ruínas das construções Tumuchys: Machu-Pichu, as Pirâmides do atual Egito, do México e outras. Essas “máquinas” gigantescas eram dispostas na topografia da época obedecendo a uma triangulação baseada num mapa-maquete chamado “Mutupi”.
O Grande Tumuchy, o responsável por essa missão, foi o espírito, então na roupagem Tumuchy, que hoje nós conhecemos como Seta Branca.


O Jaguar
Outros cinco ou seis mil anos se passaram. A Terra já era povoada nos seus sete pontos de concentração energética e sua geologia já se tornara aquela de hoje. Povos, os mais variados, formavam raças e tipos. A natureza megalítica do Globo já havia sido dominada.
As modificações se tornavam mais lentas e as fontes de energia eram assimiladas pela Natureza. As máquinas já haviam transmitido o seu sistema para a Terra em si.
Monumentos de pedra se tornavam inúteis em termos de captação energética, embora continuassem (como continuam até hoje) a reter as energias armazenadas.
Essas usinas, que no seu tempo eram encaradas com naturalidade, foram se tornando misteriosas e servindo para uso religioso acabando por virarem tabus. A antiga tecnologia se transformou em ritos e rituais.
Os Tumuchys desapareceram, deixando tudo em perfeito funcionamento, sem necessidade da intervenção humana; as máquinas cumpriram e ainda cumprem sua finalidade.
O problema do planeta era agora o humano no preparo da civilização global. Foi então que surgiram os Jaguares.
Para dominar as montanhas e os mares tinham vindo os Equitumans; para a captação e aproveitamento das energias cósmicas foram necessários os Tumuchys; para disciplinar as populações do Mundo, vieram os Jaguares, cujo símbolo universal era a figura estilizada dos felinos.
O Jaguar-Chefe, o Grande Jaguar, foi o espírito que habitava o corpo hercúleo de um jaguar que depois, muito depois, se chamou Seta Branca.


O Assis
Em ciclos de 2.000 anos, as civilizações continuaram a nascer, a atingir o auge e a morrer. No âmago de todas elas existiam as marcas dos Equitumans, dos Tumuchys e dos Jaguares. Por fim, chegou a Era do Cristo-Sol, do Nosso Senhor Jesus Cristo, dos últimos dois milênios.
A tônica do Sistema Crístico é a do Amor. O homem passou a caminhar no sentido de um arbítrio mais livre, mais responsável, dirigindo-se cada vez mais consciente em direção à sua individualidade.
Da personalidade dual ele passou a tomar consciência dos Três Reinos de sua natureza, o seu Plexo Físico, seu Micro Plexo e seu Macro Plexo - corpo, alma e espírito.
No lento despertar, ele foi seguindo o caminho sinuoso do erro e da correção, formando suas faixas cármicas.
As fases civilizatórias foram refletindo essa luta eterna. Sempre que atinge um certo nível ele se lança à expansão e à conquista, e esse movimento se chama “civilização”. Quando o impulso de conquista se exaure, ele se concentra em torno de núcleos.
Assim podemos explicar os movimentos da Grécia e de Roma, e depois da chamada Idade Média.
Nesse tempo e num desses núcleos, na Umbria, na pequena cidade de Assis, na Península Itálica, viveu o Apóstolo do Amor, que se chamou Francisco de Assis.
O espírito que habitava a personalidade do “poverelo” era de um veterano deste planeta: ele já havia comandado a Estrela Candente; ele já tinha sido o Grande Tumuchy; ele fora também o Grande Jaguar; agora ele era Francisco de Assis.
Mais tarde, no Século XVI, ele se chamaria Seta Branca.


O Cacique
A região dos Andes ainda dormitava nos resíduos de civilizações anteriores quando lá chegaram os europeus.
Na linha que mais tarde formaria a fronteira Brasil-Bolívia, no noroeste das Terras de Santa Cruz, havia uma tribo de andinos miscigenados com povos das planícies do leste.
Seu chefe era alto, bronzeado, feições altivas e tinha o olhar penetrante dos espíritos veteranos do planeta.
Os conquistadores espanhóis avançavam em direção ao Pacífico e dizimavam os restos pouco aguerridos da antiga civilização inca. Particularmente, certa tribo existente na trajetória dos conquistadores sentia-se ameaçada de destruição.
Um mensageiro chegou pedindo socorro ao chefe dos guerreiros da fronteira. Atendendo ao apelo, o Grande Chefe seguiu ao encontro dos espanhóis, comandando oitocentos guerreiros.
Ele pouco falava e em seus olhos se refletia a luz da experiência de muitos milênios. Seu espírito trazia a herança dos imortais Equitumans, a ciência dos Tumuchys e a bravura dos Jaguares. Seu coração, porém, era impregnado pela doçura do Amor Crístico e da Sabedoria de Jesus.
Todos o amavam, e um guerreiro mais afeiçoado, preparou uma ponta de presa de javali e com ela armou a lança do chefe.
A alvura dessa ponta de sua lança passou a caracterizá-lo, e ele se tornou lendário como “Cacique da Lança Branca”, nome esse que chegou até nós pelo plano espiritual, como “Seta Branca”. No Templo do Amanhecer, ele preside, soberano, com o nome de “Pai Seta Branca”.
No descampado de um vale andino, as duas facções se defrontaram. De um lado, os guerreiros de Seta Branca, e de outro, os espanhóis. O clima era de tensão e morte.
Seta Branca subiu a uma pequena elevação e falou.
As encostas do vale ressoavam suas palavras e todos o ouviam naquele imenso campo de batalha. Enquanto falava, numa língua que os espanhóis não entendiam, ele levantava sua lança de ponta alva e, segurando-a com as duas mãos, em forma de oferenda iniciática, fez com que todos os olhos se erguessem para o céu.
Na medida em que discursava, foi descendo sobre aquele campo de eminente batalha, um clima de paz e tranqüilidade. Os corações, tensos para a luta, foram retomando suas batidas regulares. Uma emoção suave foi enchendo os peitos arfantes dos guerreiros de ambos os lados.
Aos poucos, a maioria foi se ajoelhando e até mesmo um cavalo dobrou as pernas fazendo com que seu perplexo cavaleiro largasse suas armas.
Por fim, Seta Branca terminou sua invocação e, trazendo sua lança para junto do seu corpo, baixou a cabeça e quedou-se em profundo silêncio.
A coluna espanhola, como que sob um comando invisível, começou a se mover em direção oposta e desapareceu entre as montanhas do oeste.
A tribo incaica estava salva. Os guerreiros de Seta Branca voltaram intactos para suas mulheres e seus filhos.
Animais foram abatidos e as danças duraram muito tempo. A força espiritual de Seta Branca salvara aqueles guerreiros, mostrando a supremacia da força do amor sobre a força bruta!
Fonte: Tumarã e Jornal do Jaguar - Jan/Fev de 2006
Postado por Templo Puemar do Amanhecer



A Espiritualidade Maior




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Falanges de espíritos iluminados, de alta hierarquia, trabalharam auxiliando Tia Neiva a trazer, do mundo espiritual, todo o acervo da Corrente Indiana do Espaço para formar o Vale do Amanhecer.
Grandes Iniciados, Ministros de Deus, Cavaleiros, Guias Missionárias, Pretos Velhos, Caboclos, Sereias, Ciganos - todos mensageiros de Jesus, reunidos sob o comando de Pai Seta Branca para a grandeza desta Doutrina no plano físico e nos mundos etéricos.
Aqui estão selecionadas as figuras espirituais de alguns deles, retratados pelas mãos do artista plástico Vilela, missionário escolhido por Tia Neiva para trazer ao Jaguar e ao mundo a luz de suas imagens.


Mãe Yara
Alma-gêmea de Pai Seta Branca, Mãe Yara foi uma “instrutora” incansável de Tia Neiva, transmitindo-lhe os primeiros ensinamentos sobre a vida fora da matéria. Manifestou-se, primeiramente, sob a forma de uma senhora sentada numa cadeira de rodas, de nome Adelina. É a Madrinha dos Médiuns Doutrinadores.


Pai Zé Pedro e 
Pai João de Enoque
Grandes Iniciados que estiveram encarnados no Brasil como escravos ao lado das Princesas e de vários outros pretos velhos. Amigos e Mestres de Tia Neiva, fundamentais para a sua formação e para o êxito de sua obra. Pai João é o Executivo de nossa Corrente.


PAI JOÃO DE ENOQUE
(Executivo Espiritual da Doutrina)


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É o grande executivo dos Mundos Espirituais, de nosso Pai Seta Branca, pela grande afinidade com os jaguares, seus filhos e irmãos. Emite a Doutrina em seus poderes iniciáticos. Pai João foi colocado ao meu lado e em sua disciplina  me ensinou a Doutrina, a humildade e a tolerância . Pai João é enérgico com seus filhos , em sua Conduta Doutrinária. Não sei viver mais neste mundo de expiação e provas, sem a legítima autoridade de Pai João e sua poderosa Falange de Enoque. Pelos olhos  que entreguei a Jesus, em nome da verdade e do amor, 1958, ano de meu encontro com Pai João.
Tia Neiva


Mãe Tildes
Mãe Matilde, carinhosamente chamada de Mãe Tildes. Mentora espiritual de Tia Neiva, a quem muito auxiliou com seu amor e sua sabedoria. Tem muita afinidade com as crianças e era Madrinha do orfanato de Tia Neiva, que era conhecido como “Crianças de Mãe Tildes”. Alma-gêmea de Pai João de Enoque.

(Recomendado ler o texto de "Angical" antes, para ter sequência dos fatos)

Mãe Tildes é uma grande Missionária, um Espírito de Luz que assume a roupagem de simples Preta Velha, na humildade de escrava que foi no congá de Zefa, no Sul da Bahia, onde exerceu plenamente as atividades doutrinárias, buscando harmonizar as forças iniciáticas daqueles espíritos já interligados pelas origens de nossa Corrente que para ali foram, atraídos por suas faixas cármicas e por suas missões.
Foi uma defensora da libertação dos escravos, para isso tendo que usar muitos dos conhecimentos sobre o transcendental daqueles senhores de engenho e sinhazinhas, buscando aliviar seus carmas e induzindo-os a se lançarem na Lei do Auxílio.
É considerada a Padroeira do Lar, por seu amor e sábios conselhos para manter a união e a harmonia de casais e da família, nos atendendo em nossas complicações sentimentais e nos ajudando nos momentos difíceis de nossas vidas, cuidando com muita ternura das crianças.
Alma gêmea de Pai João de Enoque, veio com ele em diversas encarnações, especialmente quando do deslocamento das raízes africanas realizado pelos escravos que vieram para o Brasil Colônia.
Uma das histórias envolvendo Mãe Tildes, que muito nos marcou por conter personagens que se encontram no Vale do Amanhecer, em cobranças e reajustes, é a da Fazenda Três Coqueiros.
(Ler o texto da "Fazenda Três Coqueiros" na outra postagem)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


Tiãozinho
Grandioso espírito, querido por todos os Jaguares, é o nosso “Engenheiro Sideral”, que trabalhou ao lado de Tia Neiva em todos os momentos de sua missão. Ao lado de sua querida Justininha, protege e auxilia os amores em conflito.


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Tiãozinho, espírito que muito nos ajuda, principalmente a nossas crianças e em nossas andanças em veículos, tem sua alma gêmea Justininha, e é, na realidade, um Capelino - Stuart - responsável pela Torre de Desintegração.
Sua última encarnação na Terra foi, conforme ele mesmo revelou através de Koatay 108, quando nasceu Sebastião Quirino de Vasconcelos, filho de Joaquim Vasconcelos e de Persínia Quirino de Vasconcelos, fazendeiros em Mato Grosso, no ano de 1897.
Alegre e trabalhador, em 1915, com 18 anos, foi adquirir cabeças do bom gado que sabia ser criado por um paraguaio chamado Germano Perez, em Ponta Porã.
Este criador e sua esposa, Guiomar, tinham três filhos, entre os quais uma linda jovem, com 14 anos, de longos cabelos louros, olhos negros, rasgados, chamada Justininha Perez.
Depois de vinte dias de viagem, a comitiva de Tiãozinho, com mais sete componentes, entre os quais Zeferino, crioulo de grande confiança dos patrões, chegou à fazenda dos Perez, sendo recebida com uma grande festa que entrou pela noite.


Resultado de imagem para TIAOZINHO VALE DO AMANHECERE aconteceu o encontro de Tiãozinho e Justininha, marcado pela magia da união das almas gêmeas. Um aguardava pelo outro, e o amor grandioso dominou imediatamente o casal. Tiãozinho, belo rapaz, havia tido muitas namoradas mas teve um sentimento inteiramente novo ao encontrar aquela linda e tímida jovem que, em seu olhar, transmitia a alegria transcendental daquele momento.
Justininha se transformou tanto, até cantando para os convidados, que seus pais perceberam o que estava acontecendo. Ficaram alegres, pois viram que Tiãozinho era responsável e parecia, também, corresponder ao sentimento da filha.
Realizada a compra de 500 cabeças de gado, a comitiva preparou-se para retornar. Justininha, com lágrimas nos olhos, despediu-se de Tiãozinho, que convidou os Perez para visitarem sua fazenda.
Na viagem de volta, com o coração apertado, Tiãozinho quedava-se saudoso, pensando em Justininha. 

Zeferino então contou que estava apaixonado por Tianinha, empregada dos Perez, e que pretendia casar com ela.

Chegaram em casa, e Tiãozinho relatou aos pais tudo o que acontecera, inclusive a paixão que Justininha despertara nele, e se apressou a desmanchar o namoro com Marta.
Só que Martinha já estava namorando outro, e Tiãozinho sentiu-se aliviado por não ter que magoá-la.
Passou-se um ano, com Tiãozinho e Zeferino ansiosos por seus amores. Sugeriu Tiãozinho a seu pai que enviasse um portador especial com o convite para que os Perez fossem passar o Natal com eles, na fazenda. O convite foi aceito, e, um belo dia, chegaram os Perez à casa de Tiãozinho, acompanhados por Tiana.
A alegria foi enorme, e alguns dias depois se realizava o casamento de Zeferino e Tiana. Um mês depois, foi o enlace dos dois apaixonados - Tiãozinho e Justininha.
Iniciou-se, então, o trabalho de Tiãozinho com aquela sua alma gêmea, libertando-a do ciúme doentio que sentia dele.
São dele as palavras: “Sim, meus irmão, quando amamos verdadeiramente, quando estamos com nossa alma gêmea, estamos com a mais doce das mulheres! Em geral, ela é, aos nossos olhos, a mais divina e bela, a original! Por este amor, perdoamos tudo, em recompensa do que nos traz...”


Resultado de imagem para TIAOZINHO VALE DO AMANHECEREssa união foi feliz e Tiãozinho superava as crises com amor e alegria.
Cinco meses após o enlace, resolveram ir a
Parnaíba, visitar uns tios de Tiãozinho. Ao atravessarem um rio, numa chalana, esta afundou, e os dois desencarnaram.
Sofreram os primeiros momentos, e
Tiãozinho descreve como seu Mentor apareceu e trabalhou até que tivessem consciência da situação de espíritos desencarnados.
Tiãozinho termina seu relato: “Hoje, após várias missões, inclusive em Nosso Lar, estamos integrados à missão do grande Seta Branca. Somos, também, Jaguares, junto a vocês, Mestre Sol e Mestre Lua, Doutrinador e Apará!”

Tiãozinho passou a trabalhar em nossa Corrente após verificar a autenticidade de Koatay 108, com quem teve inúmeros contatos, inicialmente como o Capelino Stuart e, depois, pela incorporação em Tia Neiva, principalmente em problemas de infância e juventude, transmitindo mensagens de amor e esperança aos médiuns do Amanhecer, ajudando-os em seus problemas materiais, especialmente com veículos e com máquinas de modo geral.
Justininha, evoluída pelo amor de sua alma gêmea, iniciou sua jornada junto às crianças portadoras de espíritos mais rebeldes, ensinando-lhes a Lei de Causa e Efeito, e, mais recentemente, vem trabalhando dentro das Leis do Amanhecer, onde complementa a missão de Tiãozinho, como ele mesmo afirmou no final de sua mensagem.


Vovô Indú
“Mensageiro Indiano”, Grande Iniciado que trabalha com suas falanges de luz na realização dos rituais iniciáticos de nossa Corrente. Também mentor de Tia Neiva e muito querido das nossas crianças.


Mestre Umahã
Monge tibetano, Umahã foi o grande instrutor de Tia Neiva, que se transportava em espírito até o Mosteiro de Lhasa, no Tibet, para receber suas aulas. Desencarnou na mesma época de Tia Neiva.
Postado por Antonio Claudio

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Quando, em 1959, na UESB, Tia Neiva fez seu juramento e se preparou para sua missão, queixou-se ao Pai Seta Branca de seu pouco preparo. Então, Pai Seta Branca designou o velho monge tibetano Humarran para ser o mestre de Tia Neiva, e ela teria que se transportar todos os dias, durante cinco anos, para os Himalaias, a fim de realizar seu curso. Durante esse tempo, ela teria que se abster de qualquer remédio.
Isso fez com que ela, ao finalizar suas aulas, estivesse debilitada, o que a levou a uma tuberculose que afetou seus pulmões para o resto de seus dias.
Humarram vivia com outros poucos monges em um mosteiro escondido nas montanhas do Tibete, onde a dominação chinesa ainda não alcançara. Durante cinco anos, Humarran preparou aquele espírito espartano, ligando-o às suas origens e dando-lhe condições de estruturar a Doutrina do Amanhecer e formar o sonho de Tia Neiva :- o Doutrinador.
Após o término do curso, Humarran continuou sua assistência à Doutrina, não só através de desdobramentos, quando, juntamente com Tia Neiva, percorria os planos espirituais, como, também, por incorporações em médiuns no Vale, preparando os Jaguares para a fase iniciática e científica da Doutrina.
Nas cartas e mensagens de Tia Neiva são inúmeras as lições transmitidas por Humarran, o GUARDIÃO DAS CHAVES DO DESENVOLVIMENTO DA DOUTRINA DO AMANHECER.
Hoje, já nos elevados planos espirituais, projeta sua força e sua sabedoria em busca do aperfeiçoamento da mentalidade e conscientização dos Jaguares.
“Até aquele momento eu era alguém de difícil entendimento para com os outros e para comigo mesma. Talvez a dor provocada pelo drástico desenlace da minha vida...
Meus tumultos nunca cessavam, sempre me sentia como um rio que transborda do seu leito e sai extravasando, empurrando a margem, derrubando as paisagens, projetando desavenças, dúvidas, e afirmando também o ESPÍRITO DA VERDADE.
Porém, derrubando por terra, levando a dor pela visão transtornada...
Tudo que estava escrito, tudo que saía de mim tinha esse tumulto errado.
A minha insegurança ou a minha falta de amor me faziam perigosa, indesejada, pelas constantes revelações trágicas que faziam sofrer a mim e aos outros.
Essa tristeza revelava melancolia... essa coisa esquisita que vinha se comprimindo dentro de minha mente atormentada. Dizia, também, que já era tempo de mudar o caminho!
Resolvi, então, partir para o meu objetivo, sentir realmente o CANTO que do CÉU me chegava aos ouvidos. Obedeci meu Pai Seta Branca, rumei aos montes do Tibete, onde ouvi o primeiro CANTO UNIVERSAL, do velho incansável Humarram, mestre querido, que no seu aposento em Lhasa, me deu o que jamais pensei receber, me ensinou a VIAGEM para estar com ele, me ensinou o SENTIDO COMUM DA VIDA FORA DA MATÉRIA, em suma, tirou a cegueira que me fazia amaldiçoar a vida obscura e dolorosa...” 
(Tia Neiva, 1-1-60)
”Óh, Jesus! Alguma coisa parecia estar me impulsionando para que sentisse o desejo de assumir um lugar diferente daquele que ocupava. Era um novo rumo para a minha jornada.
Estava cansada... Como?... Teria, então, mais e mais – todo aquele acervo era pouco!
Eu, o burrinho, estava leve. Seria isso então?
Até aquele momento eu era alguém de difícil entendimento para com os outros e para comigo mesma.
Cansada, dormi debaixo de um pequizeiro.
Me transportei até o Tibete e, como sempre, fui ter com Humarram – estava frente a ele, não tinha dúvidas.
- Oh, meu querido Mestre!... Não sei se devo te chamar assim...
- Sim, minha pequena Natacha. Porém, antes, deves entregar teus olhos a Deus!
Levei os olhos para uma pequena janela onde se via a luz do sol de uma tarde, e disse:
- Jesus, arranque os meus olhos se tudo for mentira... – e continuei com meu mestre: - Tens uma vida simples e dolorosa. Se fosse eu, não suportaria!...
- E como! Dolorosa, porém embebida de lágrimas santificantes, do dever, da vida em luta, de renúncia sublime! Natacha, no mais íntimo do ser humano, que é o PLEXO, existem ENERGIAS LATENTES, forças poderosas que não são exploradas senão excepcionalmente. Com a intervenção destas forças podem ser curadas as doenças do corpo e do caráter, digo, doenças físicas e morais.
- Que movimento misterioso, que me surpreende!...
- Tudo deve ser silenciosamente, pelos movimentos psíquicos de cada faculdade mediúnica. Esta, uma vez desenvolvida, nos permite modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos, dominar a matéria e até vencer a morte, Natacha!
- Me chame Neiva! – disse eu – Gosto do meu nome...
- O princípio superior de todos os missionários é o trabalho. Sua ação será comparada a um imã. Terás que viver atraindo novos recursos vitais. Terás, também, o segredo da evolução, das transformações de vidas cujo princípio não está na matéria mas, sim, na própria vontade. Esta ação se estende tanto no mundo etérico como no físico – matéria! Tudo, filha, pode ser realizado no domínio psíquico, pelo amor, na ação da vontade, na Lei do Auxílio, princípio superior de todas as coisas. A potência da vontade de quem busca, honestamente, servir aos seus irmãos, não tem limites. E quando dormimos, cansados, pensando com amor servir alguém, nós nos transportamos e saímos pelos planos espirituais, em seu socorro. A Natureza inteira produz fenômenos, metamorfoses. Quando conheceres a extensão deste fenômeno, seus recursos dentro de ti mesmos deixarão o mundo deslumbrado...
- Meus caminhos! Minha liberdade!... – disse eu quase chorando.
- Neiva, o que chamas de liberdade, se existe em ti a mais poderosa fonte de energia, que pode arrebentar as mais fortes cadeias dos domínios psíquicos?
Segurou meus braços e uma sensação de força se introduziu em todos os meus movimentos. Senti-me forte e preparada para o combate. Com a cabeça um pouco dolorida, voltei novamente à luta na busca pela sobrevivência. Despertei com alguém que dizia:
- Neiva, tem aí um colega querendo te ver. Diz se chamar Guido.
- Óh, meu Deus! – Gemi, “e tudo que saía de minha cabeça, do meu cérebro, tinha um tumulto diferente, de pensamentos desiguais.” 
(Tia Neiva, junho/1960)

MINHAS PALESTRAS COM HUMARRAM

“NEIVA..., precisas distinguir entre o verdadeiro e o falso”.
Deves aprender a ser verdadeira em tudo, em pensamentos, palavras e ações.
Por mais sábia que sejas um dia, ainda terás muito que aprender.
Todo conhecimento é útil e dia virá em que possuirás muito.
Amor e sabedoria - tudo se manifestará em ti. Entre o bem e o mal, o ocultismo não admite transigência. Custe o que custar, é preciso fazer o Bem e evitar o Mal.
“Teu corpo ASTRAL MENTAL se aprazerá em se imaginar orgulhosamente separado do FÍSICO.”
Eu ouvia como se estivesse distante dali. Ele me observou dizendo:
- Neiva, gosta de pensar muito em ti mesma. Seta Branca está incessantemente vigilante, sob pena de vires a falir. Mesmo quando houveres te desviado das coisas mundanas, ainda precisarás meditar, fazendo conjectura acerca de ti mesma. Jesus nos adverte: ANTES DE CULPAR O TEU VIZINHO, POR QUE NÃO SER SEVERO CONTIGO MESMO? A tua vidência é algo sem limite, é algo sublime.
Tens tudo para fazer o bem e o mal. Se fizeres o mal, te destruirás; se fizeres o bem, crescerás como a rama selvagem. Não te esqueças, também, que, acima de tudo estás aqui para aprender a guardar segredo mesmo, fazendo mistério das tuas revelações. Esforça-te por averiguar o que vale a pena ser dito e lembra-te que não se deve julgar uma coisa pelo seu tamanho.
Numa coisa pequena, muitas vezes, se tem maior sentido. Não deves acolher um pensamento somente porque existe nas Escrituras durante séculos. Deves fazer distinção entre o que é útil ou inútil. Alimentar os pobres é boa ação, porém, alimentar as almas é ainda mais nobre e útil do que alimentar os corpos.
Quem quer que seja rico pode alimentar os corpos, porém, somente os que sorvem conhecimento espiritual de Deus podem alimentar suas almas. Quem tem conhecimento tem dever de ensinar aos outros. A tua responsabilidade, Neiva, será a maior do mundo. “Nunca poderás dizer tudo e não poderás, também, calar.”
Dizendo tudo isto, começou a contar este exemplo:
- Eu era muito jovem quando me enclausurei neste mosteiro. Porém, antes de entrar aqui, tive grandes experiências. Houve um tempo em que a Índia era o ponto principal para as revelações. Vinham de longe muitos curiosos e romeiros, magos... videntes. Viviam por aí à espreita das oportunidades de suas alucinações.
E uma destas, aconteceu com um famoso Lorde que veio da Inglaterra para saber o destino do seu filho recém-nascido. O mestre que lhe atendeu estava de saída. Os seus companheiros já estavam esperando na célebre porteira para assim cada um ter a sua direção. O fidalgo insistia e o mestre contou sem amor o que via: Disse que seu filho teria um mal destino e deu todo o roteiro de sua vida: Em tal tempo lhe acontecerá isto, em tal tempo será assim.
E, na verdade, o fidalgo saiu dali louco. Seu filho que, até então, era a sua alegria, passou a ser a sua própria sentença, e até então, não fez nada senão sofrer a espera dos acontecimentos em toda a sua vida. Porém, nada lhe aconteceu. O jovem foi feliz, casou-se e nada de mal lhe aconteceu, enquanto o fidalgo, seu pai, amargurou toda a sua vida. As vibrações do fidalgo, não te preciso dizer, destruíram a vida do impensado mestre. Ninguém teve intenção de magoar ninguém, porém o pecado das palavras impensadas de um mestre ou clarividente é algo muito sério.
Veja sempre em sua frente o fidalgo, o homem que sofreu as consequências de seu orgulho porém nunca faças como o impensado mestre. Nunca participes com ninguém. Será, antes de tudo, uma psicanalista. É bem melhor que as pessoas saiam de perto de ti te desacreditando do que desacreditando em si próprias. Volte para o teu corpo, filha, e vá enfrentar as feras, como dizes, porém saiba que todas são melhores do que tu. Elas não têm ideal como tu. “Elas sofrem o teu incontrolável temperamento.”
- Me julgam como se fosse uma qualquer, porque sou motorista.
- Para ti tudo é bom no caminho da evolução!
Dizendo assim me fixou e eu me senti já na minha casa. 
(Tia Neiva, UESB, maio/1960)
“Partindo desta compreensão das origens criadoras nas atividades racionais e tão intimamente unidas, vidas conscientes, que sabem discernir que o negativo de hoje será o mal de amanhã, cada consciência vive e envolve os seus próprios pensamentos.
Através dos séculos do tempo, nada escapa à lei do progresso – as religiões acima de tudo!
Vibramos, emitimos, seguimos com a mente ou somos atraídos, o que não é muito bom. Sim, a vibração que nos atrai, mesmo de bons sentimentos, nos incomoda. A vibração desejada é quando nos sentimos irradiar.
Pelas irradiações sabemos, conhecemos porque estamos sendo vibrados, levando em consideração as imperfeições dos nossos desejos, aspirações...
Não te esqueças de que os fenômenos magnéticos duram ainda depois da morte – assim é o peso!
Preserva tua mente do orgulho, pois o orgulho provém somente da ignorância, do Homem que não tem conhecimento e pensa ser grande, ter feito esta ou aquela grande coisa.
Se teu pensamento for aquilo que deve, pouca dificuldade encontrarás na ação. No entanto, lembra-te de que, para serdes útil á Humanidade, teu pensamento deve se traduzir em ação!
Nas alterações, separamos de maneira rigorosa os transtornos da percepção. Alterações observadas no terreno das representações e, inclusive, as alucinações, porque nestas representações ou alucinações as alterações se manifestam sutis, tornando-se perigosas.
Resta-nos, agora, resumir e reunir, para concluir, resumindo a história da Ciência, para harmonizar os grandes princípios da MAGIA INICIÁTICA, conservada e transmitida através de todas as idades.
Conhecendo bem as leis e as forças da Cabala, às vezes nos admiramos tanto porque certos homens, que tiveram a graça de ser inteligentes, preferiram, no entanto, viver com suas almas presas nos estreitos limites do corpo humano, resistindo até mesmo aos esforços dos poderes superiores. O medo do ridículo provocado pelo orgulho...
Não sabe o Homem que seria mais inteligente se aprofundar para criar!...” 
(Tia Neiva, Humarram, outubro /62)
“Eu e meu Mestre HUMARRAM vivemos a vida e, inconscientemente nos preparamos para outra! Onde e como? Nos perguntamos, sem resposta.
Porque tentar resposta, se é o desejo e eu procurarei conservar longe do meu pensamento todas as falsidades, sabendo que tu és aquela verdade que acende a luz da razão no meu Espírito.
Oh, Mestre! Não sei como tu cantas, oh, meu Mestre, mas ouço-te sempre em silencioso deslumbramento.
Mestre, a minha e a tua vida caminham lentamente como o crepúsculo se distanciando do sol.
Muitas vezes pensamos ser irmãos em Deus, uma figura simples e hieroglífica, papel recortado em forma de gente.
A dor, a alegria, tudo se confunde! Embora a dor não seja tão viva, avisto, de longe, os passos queridos, oferta da vida.
Peço indulgência, que no fim, em Capela, onde estiver, longe das visões, o teu rosto e o meu coração, haja descanso deste labor sem fim, no oceano sem praia, sem verão, sem grinalda, que me serve nesta prisão luxuosa, que se afasta da poeira saudável desta Terra e que me empurra para uma Nova Era.” 
(Tia Neiva, 9.6.78)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


MÃE YEMANJÁ

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Mãe Yemanjá é a soberana das águas, e, juntamente com seu povo - Sereias de Yemanjá e Povo das Cacheiras - realiza vários trabalhos grandiosos, envolvendo fenômenos curadores e desobsessivos, com manipulação das forças das águas.
Sua presença pode ser sentida, com muita precisão, nas cachoeiras e nas ondas do mar. Nos trabalhos de Estrela Candente e Estrela Sublimação temos essa divina presença, junto com seu povo, fazendo a desintegração das cargas negativas, tal como acontece nas Contagens.
Seu trabalho é mais concentrado na Cruz do Caminho, com a sua incorporação na ninfa e a passagem da energia pelos participantes, impregnado tanto pacientes como médiuns com a força do Povo das Águas, que restabelece o equilíbrio celular e fortifica a energia vital. A Cruz do Caminho propicia ao médium restabelecer suas forças, armazenando uma grande quantidade da energia das águas, o que lhe dará condições de trabalho desobsessivo por muito tempo.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

O MINISTRO


Resultado de imagem para Quem é um Ministro? O Ministro é uma Entidade de altíssima hierarquia, cuja assistência foi conquistada para nós, por Tia Neiva, ao recebermos a Consagração de Adjunto Koatay 108. Diferente dos nossos mentores na linha dos Pretos Velhos ou Princesas, que atuam nos acompanhando em todos os momentos, o Ministro atua pela Lei Maior da Razão. Atende ao seu chamado de acordo com sua real sintonia.

Quem é um Ministro?
O Ministro é uma Entidade de altíssima hierarquia, cuja assistência foi conquistada para nós, por Tia Neiva, ao recebermos a Consagração de Adjunto Koatay 108.
Diferente dos nossos mentores na linha dos Pretos Velhos ou Princesas, que atuam nos acompanhando em todos os momentos, o Ministro atua pela Lei Maior da Razão. Atende ao seu chamado de acordo com sua real sintonia.
Ao fazer uma prece, uma harmonização e sua emissão, você realmente tem que estar totalmente mediunizado, em total harmonia e devidamente concentrado na necessidade das forças que pode receber, para manipular em favor do próximo, ou até mesmo em seu favor. Somente atingindo este estado de concentração praticamente impecável, é que se “chega” até o Ministro!
Dispomos de nossas forças, alcançamos nosso Cavaleiro quando emitimos com – 0 –, recebemos a assistência de nossa Princesa, ou do Preto Velho, mas com o Ministro a conversa é diferente! Tem que merecer chegar até ele! Estar realmente em condições de ser recebido para dispor das forças que ele pode lhe enviar.
O próprio nome já diz “ministro”. Imagine o quanto de respaldo você necessita para poder chegar a falar com um Ministro do Governo, por exemplo!
Como Jaguares, Centuriões, médiuns preparados, temos todo o gabarito necessário que nos habilita chegar até esta Entidade, porém, existe um protocolo a ser atendido. Tem que ter um forte motivo e estar realmente em condições de “falar” com ele.
Ao realizar um trabalho onde se necessita da força decrescente do Ministro, tudo está em suas mãos! Mas sem sintonia, sem concentração, sem mediunização, não vai chegar até lá!
Ao receber a Consagração, onde se adquire o direto de invocar o Ministro pelo nome, e mais do que isso, de emitir como Adjunto usando o nome de seu Ministro, o mestre tem que estar consciente do tamanho desta responsabilidade! É preferível esperar para receber esta grandeza, do que ir em busca não estando apto a manipular.
Como já escrevi anteriormente: A Lei do Ministro é a Razão! Ele não tem tempo para perder com você! Tia Neiva, como Koatay 108, obteve este mérito para nós, agora somos nós que temos por fazer merecer, por avinhar esta Consagração valiosíssima.
Basta que você deixe de emitir, para que seu Ministro se afaste! Mesmo sem se afastar da Doutrina, se deixamos de lado nossa emissão e os trabalhos onde é necessária aquela força, não há porque o Ministro permanecer de honra e guarda de um Mestre que não utiliza o quê lhe é dado para dispor.
Ao retomar seus trabalhos, sua emissão, estando verdadeiramente consciente da necessidade destas energias, outro Ministro lhe é designado, usando a mesma roupagem e nome, pois o primeiro que recebeu já está acompanhando outro que verdadeiramente está necessitando e merecendo.
Não tem nenhuma outra conseqüência grave. Apenas perdemos um valioso tempo, que teremos que recuperar e fazer por merecer a nova assistência, sabendo conservar e respeitar toda grandeza depositada em nossas mãos.
Mestre, e as Ninfas? Não tem Ministro?
O Ministro que rege a Ninfa é o Ministro do seu Mestre! É a ele que ela se refere ao emitir “levando os poderes de seu mestre”. Muitas vezes é a Ninfa que mantém o Ministro “original” próximo do Mestre que recebeu a Consagração, evitando, por sua dedicação e amor, que ele se afaste.
As Princesas de Falange Missionária estão no patamar hierárquico correspondente a um Ministro.
Kazagrande
O teu sacerdócio é o teu Oráculo! Quando você entra para um Adjunto, você deposita sua herança transcendental nas mãos de um Ministro, que passa a lhe reger. Não deve ser tão fácil você tomar daquele Ministro o que você depositou e dar a outro Ministro. Alguma coisa não fica boa naquela contagem. O Ministro gastou muito com você ou você gastou muito, confiado no seu Ministro. Você se esquece. Porém, o Ministro não!
Tia Neiva, em 17 de maio de 1984
Um Adjunto é um Sétimo Raio de seu Ministro.
Tia Neiva, 1º de maio de 1985


CAVALEIROS


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Cavaleiro Águia
Anunciados por Pai Seta Branca, em sua mensagem de 31/12/2001, são Espíritos de Luz, sob o comando de Humarram, que, compondo sete falanges (49 Cavaleiros) estão vindo em nosso auxílio para que possamos ter mais proteção nesta difícil transição para a Nova Era. Para termos ideia de seu poder, são eles encarregados da guarda de Pai Seta Branca.
Eles acompanham as  amacês da Estrela Candente e da Estrela de Nerhu, e ajudam os Jaguares no trabalho desobsessivo e no confronto com os grandes chefes do Vale das Sombras, e exigem muita seriedade, segurança e conduta doutrinária para suas realizações. Em algumas oportunidades, já tive contatos com Cavaleiros Águia ,Tumuchy e Tumarã, em trabalhos nos Tronos e no Trono Milenar.


Cavaleiros Especiais
Cavaleiros Especiais são Mestres que receberam seus Cavaleiros das Grandes Legiões de Oxan-by , isto é, podem ter sua força ligada a uma daquelas Lanças, com o Cavaleiro das Legiões fazendo todo o trabalho nos Planos Espirituais, buscando a raiz da Guarda Pretoriana Romana.
O Cavaleiro das Legiões é um Mentor de força grandiosa, que fica ao lado do Mestre, auxiliando-o em tudo o que se fizer necessário para seu equilíbrio e proteção. Mesmo depois que o Mestre recebe seu Ministro, o Cavaleiro continua em suas atividades.
Com sua rede magnética, captura espíritos que estão precisando de ajuda, contendo os desesperos e as violências, conduzindo-os para onde irão receber diversos tratamentos, inclusive para os trabalhos de Prisão.
Quando o Mestre desencarna ou deixa a Doutrina, seu Cavaleiro sobe para os Planos Espirituais, onde aguarda para ser escolhido para assistir a outro Mestre.



Cavaleiros de Oxosse
Oxosse é um Raio de Olorum, que nos rege e nos guarda na sutileza de nossa alma. Seus Adjuntos - os Cavaleiros de Oxosse, assim chamados os Caboclos que alcançaram uma consagração, Capelinos que atuam no plano etérico, em nosso benefício - fazem os trabalhos desobsessivos e se encarregam de conduzir os espíritos perdidos nas Trevas, energizados pelos trabalhos e rituais da Corrente do Amanhecer, para as Casas Transitórias, Albergues e Hospitais no Espaço.
Oxosse, nosso Guarda, nosso Guia, Primeira Raiz protetora nativa desta tribo espartana, raiz esta que influencia o misticismo da alma - microplexo - nos dando esta faculdade de desenvolver o nosso Sol Interior."

 (Tia Neiva, 1.9.77)
Cavaleiros de Oxan-By
É um Raio de Olorum, compondo-se por conjunto de forças curadoras que atuam no perispírito e no plexo físico, compondo-se da LEGIÀO DOS CAVALEIROS DA LUZ, onde estão Reili e Dubale, destacando-se sete:
CAVALEIRO DA LANÇA RÓSEA - A força do Amor Incondicional;
CAVALEIRO DA LANÇA VERMELHA - O poder desobsessivo;
CAVALEIRO DA LANÇA VERDE - A cura psíquica, os poderes da mente;
CAVALEIRO DA LANÇA LILÁS - A cura do corpo físico;
CAVALEIRO DA LANÇA AZUL - O equilíbrio para a Paz Interior;
CAVALEIRO DA LANÇA NEGRA - CHAPANÃ - A Justiça Final;
CAVALEIRO DA LANÇA ÁUREA - A Paz Universal.

"Não serás mais como a nuvem que vive a vaguear no caminho do Vento do Mundo. Porque quis a vontade de Deus te agraciar com este rico Cavaleiro da Lança, companheiro da última hora, vindo de mundos afins da Luz e do Amor, com a missão, nesta jornada, de avaliar contigo, nos carreiros terrestres, e aliviar os teus tristes destinos cármicos.
Porque, filho, os cristãos apontam os anjos, os cientistas engrandecem a Terra. A Doutrina junta os dois e forma a Luz para a Nova Era!
Contigo ele caminhará, se tiveres a fé do teu amor! E não terás, também, crepúsculo.
Jesus, que é testemunha dos meus olhos, responderá por mim, na Luz de nosso Pai, que é Simiromba de Deus!” 

(Tia Neiva, 5.7.80)
· “A missão é uma coisa muito séria, principalmente com uma atribuição específica. Estamos aptos para qualquer evento, para qualquer ritual, polidos e preparados.
Porém, muito importante é a emanação que você vai deixar, é a cultura que já está em funcionamento, é a sua manipulação.
O campo magnético que você manipula é o mais importante nesta atribuição.
Veja: eu recebo do Pai Seta Branca todas as atribuições. Recebo e faço, construo e, depois, com minhas mãos, vou moldando pedacinho por pedacinho e deixo ali o meu Aledá, que existe nos três reinos de minha natureza.
Meu filho, estude a sua própria personalidade, porque de nada valerão todos os conhecimentos do mundo e tudo o que estiver fora de nós, se não conhecermos a nós mesmos.
Estude a sua alma, que é a sua individualidade, que é o seu EU, e só ela reflete a sua personalidade.
Conheça a si mesmo, para viver a sua consciência e, seguro, ser feliz!”
(Tia Neiva, 22.2.83)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

AS PRINCESAS


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No Brasil Colônia eram grandes os choques no plano físico. Mas, no mundo espiritual, os planos prosseguiram com naturalidade, objetivamente. Enquanto os conflitos sociais agitavam a superfície dos males da alma e do corpo, o espírito prosseguia tranqüilo nas suas tarefas de reajustes. Nesse período surgiu o episódio das Princesas de Mãe Yara, reunidas na Cachoeira do Jaguar.
Havia sete espíritos de mulheres que haviam participado ativamente de muitas encarnações dos Jaguares. Numa dessas encarnações, elas haviam morado na mesma cidade de Pompéia. Essa cidade do império romano tinha sido um balneário, cidade recreio dos ricos romanos e, no período de decadência, se transformado em uma cidade cheia de vícios.
Um dia, houve uma erupção de um vulcão, o Vesúvio, e Pompéia ficou coberta de cinzas envenenadas, letais. As sete moças morreram nessa tragédia e seus espíritos permaneceram no recolhimento e na revolta. Depois disso, elas encarnaram várias vezes, até atingir a evolução.
Mas, elas conservavam, ainda, os resíduos de seus compromissos, assumidos na vida leviana que haviam tido anteriormente. Com isso, elas foram incluídas no plano redentor da escravidão. Seis delas nasceram como filhas de escravos e uma numa família de colonizadores portugueses.
Embora não se conhecessem, pois viviam em fazendas diferentes, elas tinham um traço em comum: não se adaptavam, não aceitavam a sua condição de crioulas escravas. A sétima moça, aquela que havia nascido como branca, também era inconformada com a vida daquele Brasil Colônia e, sempre que podia, procurava a senzala, para conviver com as escravas.
Uma a uma, as crioulas foram fugindo de suas senzalas e, orientadas pelo plano espiritual, foram se encontrando numa determinada região. Nesse lugar havia uma cachoeira que escondia um ponto da floresta de difícil acesso, e lá elas estabeleceram seu lar.
Pai João e Pai Zé Pedro, com o conhecimento da missão reservada para aqueles espíritos missionários, encobriam, com suas astúcias de velhos escravos, a escalada das crioulas. A branca e loura sinhazinha, estimulada pelos velhos laços espirituais, também buscou a companhia das crioulas. Certo dia, ela apareceu num barco e trouxe consigo uma enorme bagagem de objetos e alimentos. E, assim, a falange ficou completa.
A região da cachoeira das crioulas passou a ser um local de encontro de escravos e escravas, que buscavam o lenitivo para sua vida de dores e sofrimentos. Os pretos velhos montavam guarda e usavam todo seu conhecimento da Magia para que os planos tivessem prosseguimento. Os atabaques percutiam nas noites de lua cheia e os escravos dançavam e cantavam.
Aos poucos, a energia extra etérica foi se juntando com a força mediúnica e as bases da futura religiosidade foram se firmando. A Magia dos Pretos Velhos produzia os fenômenos de contato entre os planos. Usando seus conhecimentos das ervas e das resinas, os velhos escravos materializavam espíritos e faziam profecias dos acontecimentos.
A cachoeira das crioulas passou a ser um ponto de irradiação de forças espirituais. Tanto os espíritos encarnados como os desencarnados iam se impregnando da Doutrina e formando falanges de futuros trabalhadores na seara do Cristo.
Estavam, assim, implantadas as raízes do Adjunto de Jurema no Brasil Colônia, em 1700, por aquelas antigas princesas, das quais seis encarnaram como escravas negras e uma como sinhazinha branca. Esta foi Janaína, e as seis foram as gêmeas Jurema e Juremá, mais Iracema, Jandaia, Janara e Iramar, que se reuniram na Cachoeira do Jaguar a Pai João e a Pai Zé Pedro para delinear todo o sistema do Africanismo que chegaria até nós, no Vale do Amanhecer, para formação final do Adjunto de Jurema, na força do Jaguar.
Em suas encarnações como escravas, as Princesas realizaram grandes trabalhos. Iramar ficou famosa como a escrava Anastácia, personagem cercada de grandes fenômenos, com sua boca tampada por uma máscara de ferro, que tem muitos devotos em diversas linhas, embora haja muita controvérsia sobre suas obras e até mesmo sobre sua existência, levantadas por correntes contra o Espiritualismo.
A manutenção da Unificação - trabalho dos Quadrantes - é realizada diariamente, entre 16 e 16,30 horas, como consta no Livro de Leis, sendo cada dia da semana dedicado a uma Princesa e a uma Falange. Assim, temos:

DIA DA SEMANA - PRINCESA - FALANGE

Domingo - Princesa JUREMA - Sublimação


Segunda-feira - Princesa JANAÍNA - Consagração


Terça-feira - Princesa IRACEMA - Sacramento


Quarta-feira - Princesa JANDAIA - Cruzada


Quinta-feira – Princesa JUREMÁ - Redenção


Sexta-feira - Princesa JANARA - Anunciação


Sábado - Princesa IRAMAR - Ascensão


João pregava a Doutrina, o amor, aliviando o chicote dos senhores.
Pai Zé Pedro tocava os tambores para alertar seu povo nas outras fazendas, onde viviam Iracema, Jandaia, Janara e Iramar, contando também com Janaína, pequena sinhazinha que muito amava os Nagôs.
Eram jovens, com apenas 18 anos, que sofriam as incompreensões de suas sinhazinhas e as perseguições e seduções dos seus sinhozinhos.
Era uma desdita o que, naquele tempo, sofriam aquelas escravas missionárias!
Porém, na senzala de Pai Zé Pedro, tudo ia muito bem. Vinha gente de longe, e as curas se realizavam com tanto amor que se propagou o Africanismo com a sua presença...
(Tia Neiva, O Amanhecer das Princesas na Cachoeira do Jaguar, s/d)
Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer



Xangô

Xangô é um Orixá, Raio de Olorum, que tem grande poder em todos os trabalhos, pois emite as grandes forças telúricas, isto é, da Terra, tanto na Linha Africana como na Linha do Amanhecer, tendo o comando de todos os grandes movimentos do globo terrestre - cataclismos, erupções vulcânicas, maremotos, tempestades, chuvas, trovões, etc.
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


Pretos Velhos


Os PRETOS VELHOS são falanges de espíritos de alta hierarquia, Raios de Olorum , que assumem a roupagem de Pretos Velhos, atuando com simplicidade e carinho, em ação desobsessiva, aliviando os seres humanos da ação de seus cobradores e obsessores, desintegrando cargas negativas pela força do amor.

Também a eles está destinado o trabalho das comunicações, confortando os aflitos, revertendo quadros de sofrimentos e dando esperança e paz àqueles que os consultam.


São eles que fazem o convite para um paciente se desenvolver, quando vêem a necessidade de ser o desenvolvimento da mediunidade essencial para que se faça a libertação dos espíritos que estão perturbando aquela pessoa, o que só poderá ser feito por ela através dos trabalhos em alguma doutrina espiritualista.

O Preto Velho não diz que ela deva ingressar na nossa Doutrina, mas, sim, apenas, que ela precisa desenvolver sua mediunidade, deixando-a escolher quando e onde, sem, também, entrar em detalhes, evitando agravar casos de desequilíbrio.


São verdadeiros seres revestidos de Luz e Amor, sempre protegendo e orientando as pessoas, principalmente médiuns que são seus aparelhos, confortando-os ou, se for o caso, repreendendo-os, mas sempre com ternura e carinho, jamais magoando ou humilhando quem quer que seja.

O rosário representa uma corrente, com pedras unidas, e no Templo do Amanhecer podemos ver, sobre os Tronos Amarelos, preso ao teto, o Rosário de Pai João, em que cada uma das contas representa um elemento daquela Falange dos Enoques, formando a Corrente dos Abnegados Pretos Velhos.

Um cuidado especial deve ser tomado, desde o Desenvolvimento, para que ninfas tenham Pretas Velhas como Mentoras e mestres tenham Pretos Velhos, com vistas ao Emplacamento. Todavia, uma ninfa Apará pode trabalhar com um Preto Velho, em seu atendimento nos Tronos, sem qualquer impedimento.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Por que “Preto Velho”?


Uma das mais difíceis provas enfrentadas por nossos irmãos Jaguares, em busca de sua evolução, foi a passagem pela escravidão.
Considerada uma mancha na história da humanidade, e principalmente na História do Brasil, nós espiritualistas devemos ter uma ótica particular sobre este assunto.
Nossa compreensão vai além dos olhos físicos e considera que, neste período triste, milenares espíritos de outrora tiveram condições de assumir, com muita coragem e desprendimento, seus débitos passados e, muitos, evoluírem a uma condição espiritual superior.
Despojados de tudo, de todos os pertences materiais, de todas as ligações emocionais, da família e estando em absoluta falta de perspectiva futura, muitos atenderam ao clamor do espírito e no ressoar de suas cantigas encontraram-se com seu verdadeiro “eu”... Com o espírito!
Somente assim, estes bravos Jaguares, endurecidos pelas intempéries dos tempos e das encarnações de liderança e poder, se desprenderam de toda a matéria e todas as emoções, encontrando, ainda encarnados, a Luz Divina.
O relato verídico da Cachoeira do Jaguar, romanceado por Tia Neiva, mas repleto de belíssimas lições de vida e moral, traduz claramente como Pai João e Pai Zé Pedro, chegaram às posições espirituais que hoje ocupam em nossa Doutrina. Antigos nobres romanos, como muitos outros contemporâneos em posições de destaque, estavam presentes e dispostos a assumir as duras penas da encarnação que os conduziria ao encontro com a Individualidade.
Muitos de nossos Mentores estiveram ali presentes e hoje se apresentam na mesma singela roupagem, que permite atender a todos nos Tronos, sem distinção social, econômica ou material.
Já pararam para observar a sabedoria contida na singela apresentação escolhida por nossos Mentores? Quando chega o mais humilde, não se sentirá melindrado. Quando chega o mais culto, a sabedoria contida nas palavras simples resplandece de Luz e a mensagem chega ao coração, não à mente intelectualizada!
Ao ingressar em nossa Doutrina, o intelectual sente a necessidade de ir em busca dos mistérios e conhecimentos disponíveis nas mensagens e em uma riquíssima ritualística. Já o mais humilde, ou aquele que é mesmo analfabeto, se encanta pela possibilidade de poder trabalhar de imediato. Não será discriminado pela pouca cultura e não será exigido que estude durante anos para poder praticar a caridade!
Nossos Pretos Velhos são o reflexo da sabedoria e simplicidade contida nos Planos Espirituais. Negá-los, preferir “outras origens”, “outras linhas”, é expor o estrago que o vírus da vaidade fez em seu coração!
O exemplo vem de cima! A humildade, fator preponderante nas mensagens do Divino Mestre Jesus, repetidas com sabedoria e emanação por nossos abnegados Mensageiros, vem receber a todos nos Tronos. A demonstração maior do Espírito do Jaguar não foi pelas glórias de Esparta, mas na singeleza da Cachoeira do Jaguar.

Gentilmente cedido pelo Mestre Kazagrande – O Exílio do Jaguar
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

PAI JOAQUIM DAS CACHOEIRAS


Salve Deus!
Em nossa Doutrina muito do que aprendemos em relação à vida e suas intricadas situações, principalmente no que diz respeito ao outro, nossos amigos Pretos Velhos, como uma extensão de nossa família nos tem proporcionado.
Mesmo a antes da participação nesta corrente mediúnica, esta relação espiritual com o Preto Velho já existia. Entre tantas situações transcendentais existem inúmeras, vamos aleatoriamente escolher uma para homenagear esses grandes veteranos espíritos.
O ano era 1840, estado da Bahia, uma fazenda pelas imediações de Salvador chamada Fazenda Barro Fundo. Seu proprietário era um coronel muito severo chamado Germano Gonçalves Ledo, pai de três filhos: uma Sinhazinha e dois jovens que estudavam direito na cidade de Salvador. Sua esposa muito ligada às tradições católicas era quem cuidava das atividades da Casa Grande. Muitos negros e negras, que haviam sido trazidos nos Navios Negreiros da África arrancados brutalmente de suas famílias e forçados a trabalhar nos cafezais, canaviais e também nos afazeres domésticos recebendo como pagamento muitos maus tratos e pouca comida.
Entre esses personagens haviam alguns em especial e que fazem parte dessa história: Germano, o dono da fazenda, seus três filhos e esposa, os dois capatazes Armando e José Ferreira, Joaquim (Quinzinho), e a cozinheira Ninina.
A Fazenda Barro Fundo era muito produtiva, haviam por volta de cento e cinquenta escravos que ali trabalhavam entre as várias atividades e os dois capatazes coordenavam mais 10 outros homens que ficavam na responsabilidade de fazer trabalhar esses escravos.
A negra Ninina, além de ser ama de leite, criara Maria Ferreira, uma jovem muito bonita, mas que também era muito arredia e gostava dos mimos que seu pai lhe dera. José Ferreira, o segundo capataz nutria uma paixão escondida pela Sinhazinha Maria Ferreira que Ninina a negra cuidara desde criança. Quinzinho era um negro já de bastante idade que tinha como função buscar lenha para fazer funcionar o imenso fogão da Casa Grande.
Um certo dia estavam Quinzinho e Ninina na Senzala da fazenda quando a jovem Maria Ferreira resolveu se aproximar, pois havia ouvido os cânticos e o som do atabaque que ressoam na noite de lua cheia. Quando os escravos notaram sua presença, pararam tudo. A jovem fez sinal para que continuassem, aproximou de Ninina e deitou em seu colo, que logo foi carinhosamente acariciado pela mãe de leite.
A mãe da jovem que era católica fervorosa era orientada pelo Padre Ambrósio, jesuíta de formação, a não aceitar os ritos daquele povo, que eram chamados de pagãos e selvagens pelo religioso. Tinha ele feito algumas tentativas de sua catequese, inclusive os nomes eram oriundos desse batizo forçado. A Sinhá Silvina avisada pelo capataz Armando que sua filha estava na Senzala ordena que os capatazes juntamente com o restante dos homens fossem a Senzala e acabasse com aquela festa. Além de acabarem com aquela celebração, os negros foram punidos no tronco. Inclusive Quinzinho e Ninina.
Na lua cheia seguinte os negros tinham o compromisso de se apresentarem para seus ancestrais e Ninina pediu a jovem Maria que intercedesse junto ao capataz que tinha por ela uma paixão escondida para que desse a oportunidade para que eles pudessem se encontrar com seus ancestrais. Ela foi até o capataz chefe Armando, que permitiu que naquele dia fosse feita a celebração.
Quinzinho (Pai Joaquim das Cachoeiras) era quem buscava lenha para alimentar o grande fogão, quando trazia lenha verde era punido severamente pelos capatazes a mando do Coronel Germano. Ninina fazia quindim de queijo para sua tão querida jovem Maria. E o tempo foi passando para nossos personagens e Quinzinho já estava com mais de oitenta anos, já não conseguia buscar as lenhas, quando o Coronel chamou Armando e disse que vendesse o preto velho. Armando gostava muito do negro e juntou alguns contos de réis e comprou o negro velho, levando para morar com ele. Ninina a ama de leite de Maria já muito velha numa noite chuvosa, fecha os olhos e parte para Deus. Maria Ferreira foge com o Capataz José Ferreira e é abrigado num quilombo escondido na Serra. Germano se envolve com jogo e mulheres e perde a fazenda. Em sua casa Armando em seus braços assiste seu amigo Quinzinho também desencarnar...
Vale do Amanhecer, Planaltina DF. Tia Neiva dá formação a seu povo, chama um Doutrinador da Falange de Consagração e sugere-lhe que mude Adjunto. Então ele migra do Adjunto Yucatã para o Adjunto Muyatã.
Em 1985, um casal entra na Doutrina. Ele classificado como Ajanã  e ela como Apará. Participam do grupo seis. Neste grupo estavam os Mestres Chilon, Moraes, Maciel e Wilson como instrutores. O casal classificados como Ajanã/Apará resolvem conversar com um dos instrutores sob a situação complicada que se encontravam, e após essa conversa fica definido que ele continuaria como Ajanã e ela passaria á Doutrinadora. No domingo seguinte o Ajanã recebe Pai Joaquim das Cachoeiras e na presença do instrutor lhe diz: “Meu filho estou muito satisfeito, pois minha felicidade é ter morrido em seus braços e hoje através deste Médium Ajanã renascido pela força de suas mãos”.
Numa síntese desta história o casal na fila de elevação de espadas o Instrutor  os convida para serem seus padrinhos. Aceito o convite, o Instrutor leva o casal até a presença de Tia Neiva.
Ela diz: “Agora meu filho você não poderá fazer como Ditinho, e dizer que não tem padrinhos” E quando eles saem ela diz também “Você não sabe quem é este Mestre, só Pai Seta Branca”.
E também diz ao Mestre Instrutor; Meu filho seu padrinho vai contar sua história.
Depois quando o casal faz sua centúria são convidados a participarem de um Trono Milenar. Ali incorpora o Coronel Germano Gonçalves Ledo. E logo depois Pai Joaquim das Cachoeiras, conta ao instrutor essa história que narramos acima...
Não sabemos quem são esses grandiosos espíritos. Sua missão é sempre de levar a paz, a esperança e o amor a todos incondicionalmente. Sofreram com resignação. Hoje com as bênçãos de Deus, de Nosso Senhor Jesus Cristo e Pai Seta Branca na Corrente Indiana do Espaço nos servem com esse grande amor.
Neste mesmo médium Ajanã o Pai Joaquim das Cachoeiras deixou frases magnificas as quais citaremos abaixo:
“Sou o Pai Joaquim das Cachoeiras mais um pouco deste aparelho!”
“Meu filho quando se sentir inseguro para comunicar, coloque Jesus em teu coração, abre a boca que o restante nos iremos fazer”
“Meu filho sou o Pai Joaquim das Cachoeiras, estou falando certinho, mas se agradar meu filho o Zi Pai Zoaquim si fala da zi maneira que vus ze quiser”
“Meu filho aqui na Doutrina quem é grande faz o possível para passar despercebido, mas quem é pequeninho tem que fazer um barulhão”
Salve Nossos Pretos Velhos! Salve Pai Joaquim das Cachoeiras!
Gilmar, Adjunto Adelano
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


 Pai João das Almas
(Reflexão)

Palavras mal proferidas, são palavras jogadas ao vento;
Dizer mil vezes "não" ao seu semelhante é dizer três mil vezes "não" a si mesmo;
Dizer mil vezes "sim" ao seu semelhante sem interesses escusos é dizer sete mil vezes "sim" a si próprio;
Seja honesto que mil portas estarão abertas;
Tenha caráter que muitos caminhos estarão abertos;
Compreenda a si próprio para compreender o seu irmão;
Ame suas virtude e desfaça-se dos seus vícios;
Tenha Fé em Deus e em si próprio;
Não fanatize o Sagrado;
Tenha força para dar força a quem necessita;
Sorria nas vitórias e também nas percas, pois isso é evolução;
Se coloque no lugar do seu irmão;
A amizade refresca a alma;
O amor enche de luz o espírito;
A fé limpa a mente e liga ao Criador;
Virar as costas ao seu semelhante é virar as costas às oportunidades da vida;
Seja feliz pelas suas conquistas e as conquistas do seu próximo;
O ciúme mata o amor verdadeiro;
Serene seus pensamentos, harmonize sua alma e coração;
Seja feliz pela vida que Deus lhe deu, e nunca deixe de perdoar, pois hoje poderá ser seu último dia;
Cuide de ti, da natureza, dos seus familiares e semelhantes ao seu redor;
Não se pode mudar o mundo, mas se você mudas os seus conceitos negativos já estará trilhando o caminho da Luz!!!
Inspirado por Pai João das Almas
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Médicos do Espaço

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Os Médicos do Espaço são Raios de Olorum, entidades médicas especialmente direcionadas para a cura espiritual e física, que, formada em falanges dirigidas por um Médico Chefe - como, por exemplo, as do Dr. Fritz e do Dr. Bezerra de Menezes -, agem na manipulação de forças que produzem o reequilíbrio energéticos dos pacientes, resultando na harmonização do padrão vibratório que irá eliminar as causas das doenças  provocadas tanto por agentes biológicos ou químicos como pela irradiação de elítrios e outros obsessores.
É importante notar o exemplo que nos dão esses médicos, pois, na Terra, temos a ideia de que não se devem eles se envolver com os pacientes, mantendo distância da participação emocional nos seus dramas e agindo profissionalmente, frios e desligados.
Mas essas falanges do Espaço nos mostram médicos que se tornaram verdadeiros Anjos do Céu, nos trazendo os mágicos poderes do amor e da dedicação, o grandioso valor dos sentimentos e da compaixão, da solidariedade da verdadeira fraternidade, tendo sempre a projeção da cura vibracional, que nos atinge de acordo com nosso merecimento.
Após o aparecimento do Espiritismo, o tratamento das doenças espirituais tiveram um avanço considerável, embora se reconheça que nem todas as doenças possam ser curadas. A verdade é que a Doutrina posicionou a questão de forma simples e esclarecedora, oferecendo conhecimentos até então ignorados, o que possibilitou a qualquer pessoa utilizar-se dos métodos por ela preconizados e obter resultados positivos.
A maioria absoluta dos tratamentos espirituais está relacionada com aquilo que nós convencionamos chamar de "a chave do Espiritismo". O passe, puro e simples, os tratamentos mais complexos e até mesmo aqueles que passam pelo uso de instrumentos cirúrgicos, popularizados com Arigó, no Brasil, todos têm como elementos básicos o pensamento, os fluidos e os espíritos.
Assim como a medicina moderna reconhece na base das doenças fatores de ordem psíquica, o Espiritismo explica que os males têm relacionamento com o espírito encarnado, ora apontando para deficiências perispirituais, ora esclarecendo que o indivíduo só pode obter resultados definitivos quando reconhece em si mesmo a base dos problemas, contribui com suas ações para a melhoria do seu estado, coloca a vontade como elemento poderoso e alia a isto os elementos intermediários, aqueles que servem de ponte entre os espíritos, os fluidos e o doente.
O que falei aqui não constituirá nenhuma novidade, por uma simples razão: penso que vivemos uma época em que precisamos mais do que nunca trocar idéias acerca do Espiritismo prático, não daquele Espiritismo apenas mediúnico, onde se senta em torno de uma mesa para contatos com os espíritos, nem daquele em que se fica dando voltas em torno da indefectível "reforma íntima".
Absolutamente, quando falo em Espiritismo prático refiro-me ao entendimento da teoria com tal clareza que ela se incorpora facilmente à nossa existência e passa a fazer parte do nosso dia-a-dia.
Esse tipo de Espiritismo, que considero o mais importante, é simples e ao mesmo tempo todo complexo. Simples, porque todos nós podemos alcançá-lo, desde que o desejemos: ele é óbvio, está à nossa frente, faz parte da vida.
Para alcançá-lo é preciso apenas enxergar o óbvio. Mas ele se torna complexo na medida em que colocamos dificuldades em nosso pensamento, de tal forma que não conseguiremos enxergá-lo.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Reili e Dubali


Reili e Dubale, Cavaleiros da Luz de Oxan-by , Raio de Olorum, foram dois cavaleiros mercenários que, ao se depararem com Jesus, subindo em seu calvário, despertaram para o Amor, graças ao poder do olhar do Divino e Amado Mestre.
São os que representam a força da libertação dos espíritos acrisolados no ódio, e se fazem presentes nos Julgamentos e Aramês.
Hoje, formam suas tropas - turnos - com os Jaguares do Amanhecer para a realização de grandes fenômenos desobsessivos.
O médium, ao fazer sua opção por um dos dois turnos - Reili e Sabarana; Dubale e Doragana -, passa a receber a projeção dessa poderosa força. A opção do Mestre determina a de sua Ninfa, isto é, se o Mestre escolher Reili, sua Ninfa será Sabarana; se escolher Dubale, a sua Ninfa será Doragana.
A Ninfa que não tiver Mestre pode optar livremente pela que sentir mais harmonia: Sabarana ou Doragana.
“Para que a criatura cumpra fielmente os desígnios desta Doutrina, é indispensável que desenvolva os seus próprios princípios divinos. É preciso que se sacrifique em favor de grande número de espíritos que se desviam de Jesus. É preciso que esteja no luminoso caminho da fé, da caridade e da virtude do Espírito da Verdade, e se dedique, principalmente, àqueles que tombaram dos cumes sociais pelo abuso do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência.
Eu seria feliz se os visse na paz e na compreensão de Reili e Dubale, dois terríveis e valentes mercenários que, à frente de dezenas de homens, se digladiavam no ódio e no rancor, jurando que se matariam tão logo se encontrassem.
Quis a vontade de Deus que aqueles brutos que respeitavam o regulamento (que não permitia que dois comandantes ou capitães se batessem à frente das tropas, pois seria covardia se assim procedessem), no instante preciso subissem o Calvário, sem olhar para trás, não sabendo um por onde o outro caminhava, sem um ver o outro, pois subiam um por cada lado.
Os dois novamente se confrontaram, porém sem notar um a presença do outro, pois ambos estavam com a atenção voltada para um grupo de homens e mulheres que choravam, enquanto outros riam... de Jesus!
Era Jesus de Nazareth que subia o morro, carregando a Sua cruz.
Os dois brutos estavam de olhos parados quando Jesus, descansando, com o olhar amargurado, lançou-lhes um olhar cheio de ternura, como se lhes dissesse: Filhos, amai-vos uns aos outros!...
Dubale, olhando para Reili, deixou cair a sua lança. Reili seguiu seu gesto. Os dois se abraçaram, vendo que nenhuma dor poderia ser igual à de Jesus. Abraçados, ouviram os chicotes dos soldados de César. Dubale, chegando bem pertinho de Jesus, ofereceu-Lhe todo o seu exército para salvá-Lo. Reili fez a mesma oferta. Jesus não quis, dizendo: O meu Reino não é deste mundo!
Dubale e Reili saíram dali com o coração cheio de dor. Porém, não esqueciam aquele olhar de profundo amor e de esperança!
Aquele olhar modificara totalmente o curso de suas vidas.
Saíram dali e voltaram para junto de suas tropas. Os dois, sem dizer uma palavra, deram-se as mãos. Dubale chegou à sua tropa e, como que por encanto, todos vieram ao seu encontro, perguntando:
- Viu Jesus de Nazaré?
- Vimos!... Sentimos o Seu olhar!... Estamos cheios de esperança!
Nisso, o grande exército de Reili foi chegando. Ninguém se moveu. Estavam todos extasiados. Reili foi descendo e, num impulso, novamente se abraçou com Dubale. Agora, estavam em frente às suas tropas. Para resumir, os dois se juntaram, formando uma grande força.
Sim, filho, é como te vejo, o teu impacto ao chegar nesta Doutrina!
Os valentes não abandonaram suas tropas, não dispuseram de seus dependentes. Juntos, continuaram no mesmo caminho. Sentiam-se como irmãos, porque Jesus, com Seu olhar, lhes dissera tudo.
Até Galba e Tanoro que, por se considerarem grandes inimigos, eram mantidos à distância por seus chefes, ao se reverem se abraçaram na presença de Reili e Dubale.
O olhar de Jesus abençoara aquela tribo!
Todos, emocionados, tiveram os olhos rasos de lágrimas, porque não ficou só ali a graça de Jesus. Já seria suficiente que aqueles dois líderes tivessem em seus corações e em suas mentes aquele olhar!...
Quarenta dias se passaram sem que os dois fidalgos soubessem o paradeiro de Jesus de Nazareth. Tinham medo de falar em Seu Santo Nome. Tinham medo de falar e perder aquele encanto, aquela luz de esperança, aquela alegria de viver, aquela sublimação tão bela que haviam adquirido. Não perguntavam um ao outro o que deveriam fazer.
Sabiam o que era bom para eles: AMAI-VOS UNS AOS OUTROS!
Ambos viajavam, calados, quando Dubale quebrou a sintonia daquele silêncio:
- Como se sente?
- Bem! A esperança do mundo está dentro do meu coração. Sinto desejos pela minha Sabarana!
Sorriam, quando uma carruagem parou e um ancião, angustiado, lhes pediu:
- Senhores! Pagamos tudo o que quiserem, mas vão salvar meu filho, minha nora e meus netos, que estão presos nas garras do povo de Zairo. Vão tomar nossa pequena dinastia e juntá-la ao povo dele.
Os dois se entreolharam e partiram para a luta. Porém, foi diferente. Procuraram o chefe e os três dialogaram. Fizeram um ataque. Ninguém morreu e os assaltantes fugiram dali.
Reili e Dubale repartiram seus honorários e continuaram em suas batalhas. Mas jamais perderam o amor de Jesus!
Finalmente, o desejo de Reili teve fim. Chegaram à mansão de sua linda Sabarana.
Porém, quem veio recebê-los foi a bela Doragana:
- Oh, meu querido cunhado! Vimos Jesus de Nazareth! Levamos Sabarana e Ele não a curou!...
- Onde está ela?- perguntou Dubale.
- Aqui! - falou a linda Sabarana, chegando com dificuldades e abraçando Reili, que estava com os olhos cheios de lágrimas, repetindo:
- Vistes Jesus de Nazareth e Ele não te curou?
- Sim. Ele me disse: pagarás ceitil por ceitil...
Dubale colocou a mão sobre sua boca, não a deixando mais falar. Com firmeza, falou:
- Jesus de Nazareth! Eu Te amo, porque enchestes de amor a minha vida... Devolve a visão a esta mulher, que é a vida de meu irmão, e juntos pagaremos ceitil por ceitil tudo o que devemos!...
Nisso, apareceu uma luz radiante, e Sabarana voltou a enxergar.
Eis porque Dubale fez aquela cura: Jesus de Nazareth modificara seu coração, de verdade mesmo, pois não sentiu revolta contra Jesus. O seu amor e a sua confiança eram tão grandes que não vacilou. Então, Jesus o ouviu e a curou.
Por que não ser como Dubale e Reili? Sentir o seu amor e confiar, ter confiança.
Jesus de Nazareth nada pede, nada exige. Nada pediu ou exigiu daqueles dois brutos e, no entanto, eles O sentiram tanto, tão profundamente, a ponto de curar Sabarana.
Dubale se apaixonou pela bela Doragana. Porém, continuaram sua jornada.
Sim, filho, é preciso muita confiança em Cristo Jesus.
Sem nada oferecer a ti mesmo, receberás a Luz do Santo Evangelho!
Lembra-te, filho: o grande ciclo vai-se fechar. Horas chegarão da tua individualidade. Continue amando em teus encontros sinceros. Viva os teus desejos, as tuas paixões, porém em uma só filosofia: ser honesto contigo mesmo!
Farás, filho, tudo o que quiseres na força da cura desobsessiva. Salve Deus, filho! Quantas vezes pensei em te ver na figura de Reili e Dubale! Porém, minha esperança não morre...
Quantas vezes morro, aos pouquinhos, ouvindo um filho dizer:
- Vou deixar a Corrente. Minha vida está muito mal. Vou deixar a Corrente! Trabalho, trabalho, e não tenho coisa alguma!
Eu sofro ao ver tanta incompreensão. Deixam milhares de sofredores esperando - as suas vítimas do passado - e não esperam nem mesmo a bênção de Deus para serem felizes! No primeiro impacto, deixam de acreditar até mesmo em sua individualidade, sem dar tempo para receberem as pérolas dos anjos e dos santos espíritos, que são a recompensa do trabalhador.
Cuidado, filho. Siga o exemplo de Reili e Dubale!” 
(Tia Neiva, 24.11.81)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Legião do Mestre Lázaro

Mestre Lázaro é Araken , Terceiro Sétimo de Xangô, isto é, um comando, portador das Forças da Terra, tanto na Linha Africana como na Linha do Amanhecer, apresentando-se na figura missionária de força desobsessiva.
Mestre Lázaro recebe, diretamente de Pai Seta Branca, as missões de atendimento aos trabalhos elaborados pelos Jaguares. São muitas as suas responsabilidades, mas a principal é com a captura de espíritos que estão em poder dos nossos irmãos das Trevas.
Sua Legião é formada por um conjunto de Cavaleiros do Espaço que, com suas redes magnéticas e com suas vibrações de Luz e Amor, vão às cavernas, nas Trevas, em busca de espíritos ali aprisionados e que clamam pela Misericórdia Divina.
No seu atendimento aos trabalhos e rituais do Amanhecer, penetram em locais de difícil acesso, por causa das fortes correntes negativas e do pesado padrão vibratório, que se tornam inacessíveis a outros Espíritos de Luz.
Em suas investidas, formam como as legiões romanas se apresentavam nos combates, em grupos de cavaleiros, revestindo-se com uma força tão grande que são temidos até pelos grandes condutores de espíritos sem Luz.
“A cada dia está mais complicada a situação. Porém, tudo começa a tomar novos rumos.
Estou me acalmando um pouco mais porque, nesta madrugada, fui conduzida a um pavilhão enorme, com alas de guardas como se não tivessem fim.
E qual não foi minha surpresa? Um rico casal sentado em um trono... e foram me dizendo o que bem lhes interessava:
- Neiva! - disse-me ele - Sei que estás vivendo as horas difíceis de um líder na Terra. Porém, tenha paciência. Muito em breve a Terra tomará novos rumos. Tudo o que estás atravessando é o final para uma transformação. Não percas as esperanças, porque milhares de pessoas estão aguardando os recursos de que você já dispõe. Não percas o bom humor! Por qualquer irritação, no seu subconsciente, há uma pequena regressão no campo de sua evolução e de sua força. Não percas a tolerância. Além da planície, surge a montanha e, depois da montanha, surge o horizonte infinito... Não percas tempo, e vá servir, porque vieste para servir! Neiva, hoje ou amanhã prestarás conta de tudo... Pense na paciência inesgotável de Jesus!...
- Onde estou? - por fim perguntei.
- Estás na Legião do Grande Mestre Lázaro. Deus te abençoe, Neiva. Estamos aqui por sua missão!
Despertei, sentindo-me como um leão, e, em Cristo, o amor dos justos. Que Jesus me ilumine.” 
(Tia Neiva - Pequeno Diário, 10.10.78)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

GUIAS MISSIONÁRIAS



 As Guias Missionárias são espíritos de alta hierarquia, vindas do Reino de Zana, destacadas para proteger e acompanhar as ninfas do Amanhecer, que as escolhem por afinidade. Realizam grandes trabalhos no espaço, completando os que suas ninfas protegidas fazem na Terra.
Em todas as situações, elas estão ajudando e participando da jornada das ninfas, exceto quando alguma ninfa se coloca fora da conduta doutrinária, o que faz com que sua Guia Missionária não tenha condições de se aproximar, por força do padrão vibratório divergente.
As Guias Missionárias são como verdadeiros Anjos da Guarda, manipulando todas as forças que as ninfas emitem ou recebem, tendo como principal a força vibratória de sua cor.
Nos trabalhos, os Mentores utilizam os diversos padrões coloridos das Guias Missionárias ali presentes, dosando-os e misturando-os de acordo com a necessidade de cada um.
Embora já tenha sido declarado expressamente pelos Devas que não é necessário que as cores das capas sigam a das Guias Missionárias, é interessante observar que uma ninfa se harmoniza mais com as emissões de sua Guia quando está com a indumentária acompanhando o padrão da cor.
No caso das Dharman Oxinto, por exemplo, a pedra do brasão, sobre o plexo, é da cor da Guia, para que a projeção do raio de força passe pelo cristal na coloração do tom original, reforçando-o. A coloração é ajudada, ainda, pela cor do forro da capa, harmonizando o conjunto.
Segundo sua cor predominante, a ação é dirigida:
AMARELA – na força de Obatalá, força do Sol, para elevar o padrão vibratório e estimular o sistema nervoso central;
AZUL – projeta a força das Águas, favorecendo o equilíbrio, energizando o sistema nervoso central e a energia mental;
BRANCA – na força de Olorum, contribui para a pacificação interior e harmonia dos mestres, pacientes e espíritos envolvidos no trabalho;
LILÁS – predomina na emissão para a cura vibracional do corpo físico;
RÓSEA  projeta a força do Amor Incondicional de Jesus, para a recuperação dos sentimentos dos cegos, dos mudos e dos incompreendidos;
VERDE – na força da Terra, principalmente na vibração do aroma verde das matas, age sobre a energia mental e no equilíbrio da ação das forças telúricas;
VERMELHA – para auxiliar na cura e com ação sobre os elítrios, com grande poder desobsessivo.

Quando uma ninfa está escalada para um trabalho, sua Guia Missionária comparece antes, já tomando todas as providências, no Plano Espiritual, para sua correta participação.
Quando a ninfa está escalada e não comparece por motivo de força maior, sua Guia Missionária participa do trabalho e irradia as forças necessárias para ajudar e proteger a ninfa para vencer a dificuldade que a impediu de comparecer.
Mas triste é quando uma ninfa deixa de cumprir sua escala por preguiça ou displicência, e fica isolada, abandonada por sua Guia Missionária que parte para fazer o trabalho para o qual foram escaladas, deixando-a sem qualquer proteção e sem receber os benefícios daquele trabalho.
Quando a ninfa desencarna, sua Guia Missionária a recepciona no plano astral, conduzindo-a para Pedra Branca.
Zana é o reino das grandes falanges missionárias do Espaço e de lá se projetam as forças a serem manipuladas pelas Guias Missionárias e pelas ninfas nos Sandays que trabalham com as forças das Estrelas.
A força de uma ninfa com sua indumentária de missionária, que se soma a todas que já possui, procede diretamente de Zana, através de sua Guia Missionária.
Na Consagração das Falanges Missionárias de 20.9.98, os Devas atribuíram os prefixos das Guias Missionárias de acordo com cada falange. (Veja pelo nome da Falange Missionária).
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“Minha filha, Salve Deus!
Não serás mais como a nuvem que vive a vaguear no caminho do vento do mundo. Porque quis a vontade de Deus te agraciar com esta rica Guia Missionária, companheira da última hora, vinda de mundos afins da luz e do amor, com a missão, nesta jornada, de avaliar contigo, nos carreiros terrestres, e aliviar os tristes destinos cármicos.
Porque, filha, os cristãos apontam os anjos, os cientistas engrandecem a Terra. A Doutrina junta os dois e forma a Luz para a Nova Era!
Contigo ela caminhará, se tiveres a fé do teu amor. E não terás também crepúsculo.
Jesus, que é testemunha dos meus olhos, responderá por mim, na luz de nosso Pai, que é o Simiromba de Deus!” 
(Tia Neiva, 5.7.80)
“Toda obra humana, sem exceção, cria, no espírito, a imagem pela ação do pensamento e só depois se materializa.
Sim, filhas, isto ocorre com a evolução, no desejo de servir com amor, humildade e tolerância.
Quanto mais evoluído o espírito, mais poderoso se torna o seu pensamento criador, que vai se materializando na força mântrica que envolve esses seres angelicais, que são essas vossas Guias Missionárias!(...)
Em mil missionárias, cada uma vibra sua harmonia, sua beleza, porque nela está o toque divino dos Grandes Iniciados e de suas Guias Missionárias, nas concentrações das filas mântricas.” 
(Tia Neiva, 6.6.80)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Rainha de Sabah

O Capítulo 10 do I- Livro dos Reis descreve: Tendo a Rainha de Sabá ouvido a fama de Salomão, com respeito ao nome do Senhor, veio prova-lo com perguntas difíceis. Chegou a Jerusalém com mui grande comitiva; com camelos carregados de especiarias e muitíssimo ouro e pedras preciosas; compareceu perante Salomão e lhe expôs tudo quanto trazia em sua mente.
Salomão lhe deu resposta a todas as perguntas, e nada lhe houve profundo demais que não pudesse explicar. Vendo, pois, a Rainha de Sabá toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara, e a comida à sua mesa, e o lugar dos seus oficiais, e o serviço de seus criados, e os trajes deles, e seus copeiros, e o sacrifício que oferecia na Casa do Senhor, ficou como fora de si, e disse ao rei: "Foi verdade a palavra que a teu respeito ouvi na minha terra e a respeito de tua sabedoria. Eu, contudo, não cria naquelas palavras, até que vim e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram a metade: sobrepujas em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi. Felizes os teus homens, felizes estes teus servos, que estão sempre diante de ti e que ouvem a tua sabedoria! Bendito seja o Senhor, teu Deus, que se agradou de ti para te colocar no trono de Israel; é porque o Senhor ama Israel para sempre, que te constituiu rei, para executares juízo e justiça." Deu ela ao rei cento e vinte talentos de ouro e muitíssimas especiarias e pedras preciosas; nunca mais veio especiaria em tanta abundância como a que a Rainha de Sabá ofereceu ao rei Salomão.(...) O rei Salomão deu à Rainha de Sabá tudo quanto ela desejou e pediu, afora tudo o que lhe deu por sua generosidade real. Assim, voltou e se foi para a sua terra, com seus servos. Essa passagem está também registrada em 2 Crônicas 9; 1 a 12.
Segundo os Evangelhos de Mateus (12; 42) e Lucas (11; 31), Jesus fala aos escribas e fariseus sobre aquela geração má e adúltera, e diz, referindo-se à Rainha de Sabá: A rainha do Sul se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará, porque veio dos confins da Terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão!
A Rainha de Sabah - cujo nome era Makeda - foi considerada, em sua época, a mais inteligente e rica rainha do Oriente. Reinava sobre Sabah e áreas fronteiriças, numa região em ambas as margens do mar Vermelho, que compreendia as cidades de Marib, Sana e Taizz, ao sul da Arábia Saudita, e no litoral africano, a zona da atual Etiópia. No Século XV, mapas foram feitos com a situação de Sabah dentro do território etíope, e documentos egípcios antigos indicavam a Etiópia e Sabah como um só país. Essas controvérsias são compreensíveis, uma vez que trata-se de história vivida há mais de três mil anos, com muitos documentos perdidos através dos tempos ou destruídos por ações religiosas.
Inúmeras histórias descrevem a sabedoria e a fortuna de Makeda, amealhada com amor e paz, especialmente pelo grande comércio de incenso e mirra, material que era vendido para as mais distantes civilizações.
A mirra é uma planta medicinal, originária da África, cuja resina dimana por incisão, sendo usada como unguento, bem como excelente perfume e para o trabalho de mumificação. Muito cara por seu difícil cultivo, foi um dos presentes que os Reis Magos levaram ao Menino Jesus, simbolizando a cura do espírito e do plexo físico.
Makeda era rainha e sacerdotisa, sabendo manipular, com perfeição, as Grandes Forças do Oriente Maior, de forma precisa e consciente, realizando grandes fenômenos e tendo, sempre, proteção dos mundos espirituais de Luz, para si e para seu povo. Foi, principalmente nos relatos da Idade Média, tida como grande feiticeira, que usava calçados especiais para esconder seus pés, que tinham a forma dos pés de patos, e muitas ilustrações a mostram como um cisne. Uma lenda das mais difundidas é a de que, quando visitou Salomão, a Rainha de Sabah se recusou a passar por uma ponte, construída com madeira retirada da Árvore do Bem e do Mal, que havia recoberto o túmulo de Adão. Essa madeira, mais tarde, foi retirada, e com ela foi feita a cruz onde Jesus foi crucificado. Símbolos e fantasias preenchem os relatos sobre a Rainha de Sabah, principalmente dos Hebreus, que a identificam com Lilith, mulher bela, sedutora e diabólica, citada na mitologia assíria e babilônica.
Chegou a formar uma poderosa raiz, mas esta força foi desintegrada por causa das deformações que sofreu, em face dos transtornos pelos quais a Rainha de Sabah passou.
Para se casar com Salomão, Makeda teria se convertido ao Judaísmo, onde tomou o nome de Balkis ou Belkiss. Seguindo seus destinos, Salomão continuou em Jerusalém e Makeda, grávida, voltou a Sabah. Menelique, fruto dessa união, nasceu em Sabah, sendo ali educado e preparado para ser um rei, até que, ao completar 22 anos, foi visitar Salomão. Foi recebido cordialmente pelo pai, que cuidou para que estudasse as leis e a religião hebraicas.
Após algum tempo, sentindo que haveria mais condição para alcançar o poder em suas terras, Menelique resolveu retornar a Sabah. Antes de partir, o sumo sacerdote hebreu sagrou-o Primeiro Imperador da Etiópia, e Salomão deu-lhe o nome de David, ordenando que os primogênitos dos chefes de Israel o acompanhassem à Etiópia, conduzindo a Arca da Aliança, embora haja, em outras narrações, a acusação de que Menelique teria roubado a Arca da Aliança, mas isso não tem fundamento. Por essa razão é que, desde então, seus descendentes herdam o trono da Etiópia, com o título de Filho de David e Leão de Judá.

Esse milenar espírito da Rainha de Sabah, tendo totalmente cumprido sua missão na Terra, hoje, espírito de alta hierarquia, conduz seu trabalho no Umbral, atendendo aos espíritos que foram perturbados em suas encarnações e não souberam como encontrar o Caminho de Jesus, deixando-se levar pelos desesperos e pelas dores, ficando em triste situação após o desencarne.
A Rainha de Sabah, juntamente com Falanges de Guias Missionárias, especialmente Dharman Oxinto e Jaçanãs, e Cavaleiros de Oxosse, os assiste e os conduz às enfermarias e aos albergues, protegendo-os da ação das falanges do Mundo Negro.
A invocação da força da Rainha de Sabah é muito poderosa e desobsessiva.

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Templo Puemar do Amanhecer


Condessa Nathanrry


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Condessa Nathanrry (ou Natharry), a testemunha de todos os tempos, representa o Espírito da Justiça, e se veste toda de preto porque é uma verdadeira projeção de Chapanã, o Cavaleiro da Lança Negra, que aplica a Justiça Divina na Terra. Presente nos Julgamentos e Aramês, por ela passam e fazem a reverência todos os prisioneiros, antes de retirarem suas atacas e exês. É diante da Condessa que se faz – ou não – a libertação.
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


FALANGES





História do Mago e da Nityama

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Foi na Grécia, numa cidadezinha que, segundo a Tia Neiva, chamava-se Nityama, muito árida e seca, a ponto de os homens partirem para a caça e para as guerras, formando Legiões enormes, deixando a cidade por conta das moças.
Foi nessa cidade que as Nityamas receberam a primeira evolução, depois que elas se evoluíram, já como sacerdotisas, foram para a Índia.
Acho também, dizia Tia Neiva, que foi um nome dado por um mensageiro a uma profetisa, uma das pitonisas daquela aldeia, daquela tribo.
Naquele tempo não existiam os nomes Esparta, Grécia e Índia, existiam apenas os lugares, mas pela tradição dos homens, de saírem em tropas, deduz-se que eram espartanos ou gregos, só tinham diferença de nomes, mas tudo era Planície Peloponense, onde fizemos muito.
A nossa vida foi toda ali na Macedônia, todos nós temos mesmo a nossa origem grega, como Ciganos. Existe a falange de ciganos, mas naquele tempo todo mundo era nômade, não se tinha uma origem, muitas vezes um chegava perdido naquela aldeia.
A preocupação de DEUS era reunir os grupos familiares e incentivar o homem para as grandes conquistas na Terra, porque as lutas é que nos trouxeram até aqui, as conquistas de novos mundos, novas terras e de novas idéias.
Logo depois veio o sacerdócio na Índia das Nityamas, que já era urna coisa mais purificada, porém desde aquele tempo longínquo da Grécia as Nityamas sofriam saudades dos seus entes queridos, que partiam para a guerra e muitas vezes não voltavam, outros voltavam às vezes corno prisioneiros, e estes entravam naquela mesma origem.
A pitonisa que recebeu o nome de NITYAMA era uma mulher muito formosa, que possuía muitos dons mediúnicos e foi MAGDALA o seu nome verdadeiro, até hoje conhecido nos planos espirituais. Ela morava em uma daquelas províncias muito antiga, perto da Índia, conhecia ervas, fazia trabalhos, invocava espíritos, onde começou a desenvolver um grupo de moças que passaram a ser chamadas de NITYAMAS.
A força de Magdala era tão grande que começou a dar condições aos homens de voltar e ela mudou completamente a natureza daquela cidade e da região em que vivia.
O fato é que ela foi adquirindo evolução e tinha a Voz Direta do Céu, como temos hoje aqui no Vale do Amanhecer, dizia Tia Neiva.
Ela foi crescendo e dali surgiram muitas princesas, muitas fidalgas, vinham de longe para ser uma Filha de DEVAS.
A MAGDALA é a madrinha dos DEVAS e a MADRUXA, por sua vez, é a madrinha das NITYAMAS.
Elas faziam fogueiras, invocavam espíritos, protegendo dos males da guerra os maridos, os noivos e todos os homens daquela tribo. Invocavam a ponto de fazerem mesmo eles voltarem, contudo, eles demoravam muito, custavam a voltar com suas tropas, era uma vida muito triste, mas o espírito que elas tinham de Guardiãs era tão sincero e sublime que alimentava as suas vidas.
Na realidade elas eram solitárias mesmo, e quando os homens voltavam, formavam brincadeiras, dançavam em volta da fogueira, cobrindo o rosto com um véu e eles, deslumbrados com as danças e com a beleza daquelas jovens, escolhiam entre elas a sua esposa e, no momento do pedido, o soldado descobria o rosto da jovem Nityama e casavam-se, fazendo rituais, sempre em volta de uma fogueira, onde residia a força delas.
Certa época começou uma epidemia, moléstia que se alastrou por toda a região, causando temor a toda a população. A causa da epidemia não foi descoberta pelos médicos da época, muito menos pelos curandeiros, que naquele tempo se faziam muito presentes.
Enquanto a doença se alastrava, dizimando famílias, os esforços eram em vão. As vítimas nada podiam fazer, a não ser aguardar a hora da morte. O pânico foi geral e a preocupação crescia a cada instante, até que um raio de esperança surgiu trazendo a cura e o conforto aos desesperados.
A cura tão esperada estava nas mãos de uma das moças daquele grupo de jovens, que com simplicidade usava os seus poderes, fazendo a cura dos doentes.
Logo a população tomou conhecimento do fato e os enfermos formavam grandes filas na busca de suas curas. Ela fazia tudo isso por caridade, sem receber nada em troca. Tudo corria normalmente, até um certo momento.
Quando as autoridades médicas ficaram sabendo que havia uma moça curando a citada moléstia, não admitiram de forma alguma. A partir daquele momento ela passou a ser um obstáculo para a medicina local, os médicos estavam perdendo os seus ganhos e o próprio prestigio como profissionais. Precisavam recuperar e conservar a sua reputação.
Assim sendo, as autoridades competentes tomaram a decisão de expulsá-la da cidade, e ela teve que obedecer e deixar aquela localidade, se afastando da família e do grupo a que pertencia, porém, a união do grupo era tão forte que algumas jovens a seguiram.
Elas se instalaram em tendas muito humildes, em uma cidade vizinha, e os moradores da cidade chamavam-nas de NITYAMAS, pelo fato de terem vindo de uma cidade com esse nome.
As Nityamas sozinhas enfrentaram a pobreza e, naquela época, elas juntavam pedaços de tecido colorido e faziam as suas roupas, sendo a razão pela qual, hoje, a Indumentária da Nityama é formada de nesgas coloridas.
As Nityamas faziam coisas magníficas, teatros, festas, mas tudo delas começava com a fogueira, uma atitude muito autêntica das ciganas, ali elas liam as mãos, das pessoas e faziam previsões do futuro. As pessoas viajavam distâncias muito grandes para verem as Nityamas.
As tropas que pertenciam a outras tribos, naquele mundo, passavam por aquela região e tinham um medo enorme das Nityamas, porque elas manipulavam os fenômenos meteorológicos, praguejavam e quando pediam chuva, elas invocavam os Deuses da Natureza, fazendo chover.
Eram respeitadas, e ficaram conhecidas como Filhas dos DEVAS. Nityama significa Filha dos Deuses, Filhas da natureza, elas controlavam o Sol e a chuva, e eram temidas até pelos piratas.
Elas progrediram muito, e outras moças solitárias de outras cidadezinhas iam encontrar com aquele grupo de Nityamas, porque era comum em todas as cidades ficarem somente as mulheres, e os homens saiam com as tropas em busca de conquistas, eram mercenários.
As Nityamas eram fabulosas, mas é preciso ter um espírito de Nityama para ser realmente uma Nityama.
Aqueles homens que saiam com as tropas e ficavam impossibilitados de lutar, voltavam para a cidade, para a aldeia, ficavam para tomar conta e ajudar as Nityamas. Estes homens eram os MAGOS, eles ajudavam e profetizavam.
Tinham, também, faculdades mediúnicas, desenvolviam a sua mediunidade, adivinhavam e possuíam uma Doutrina. Eram também aqueles jovens que atravessavam os mares, e traziam uma Doutrina, um esclarecimento do que era a vida neste universo.
Assim como Magdala, os Magos tinham comunicação com DEUS, com os Planos Espirituais, porém nossa civilização não falava em Planos Espirituais, existia, para eles, apenas um DEUS e, somente depois de JESUS é que foram formados os Planos Espirituais, como o Canal Vermelho e outros.
Os Magos faziam muitas coisas e, juntamente com as Nityamas, realizavam uma festa que era o preparativo dos Mestres, onde as jovens cobriam o rosto com um véu e os homens que chegavam escolhiam entre elas as suas noivas.
Por isso é que a Nityama só poderá ser solteira, caso contrário, poderá correr o risco de uma nova escolha.
Era um ritual muito bonito, e Tia Neiva deu graças a DEUS, na ocasião em que contava esta história, porque na época as forças já favoreciam o desenvolvimento destes rituais.
As Nityamas e os Magos fizeram a primeira obra do mestrado, quando existiam as Zíngaras, que se juntavam para a realização dos rituais. As Zíngaras eram as mesmas Nityamas que trocavam apenas de Indumentária, porém podiam ser solteiras ou casadas.
Hoje as Nityamas e os Magos são os médiuns que vieram para atender o mestrado, formar as Filas Magnéticas, fazer as Côrtes para os rituais, imantrar os ambientes, abrir a “Chama da Vida”, receber as energias dos mestres que descem da Estrela Candente, ocupar a Cassandra, fazer Corte para a abertura do Oráculo e Cruz do Caminho, atender os trabalhos realizados no Turigano, na Estrela Sublimação, Sanday de Tronos, conforme as leis escritas deste Amanhecer, servir aos “Adjuntos” quando convocados e ornamentar o Templo onde estiverem, conduzindo a beleza nos trajes e no seu porte no Templo.
As Nityamas e os Magos são responsáveis, também, pelas aulas do Pequeno Pajé.
Quando estiverem no Templo, devem ter o porte de uma moça, de uma Missionária, usando a sua Indumentária com elegância, sendo muito perigosas as brincadeiras.
As Falanges de Nityamas e de Magos foram criadas em 1974, quando foi preparada uma Corte para a entrega do primeiro ritual de entrega de “Diploma de Doutrinador”, no dia 1º de Maio e, logo em seguida, eles começaram a receber as primeiras orientações e a preparação para o Mestrado.
Postado por Antonio Claudio

A Falange dos Devas

Nas diversas linhas orientais, especialmente na Indiana, os Devas se situam entre os seres divinos superiores e os seres humanos, classificados como semideuses, tendo sob sua responsabilidade as forças telúricas, isto é, as forças da Terra.
Segundo a mitologia hindu, os Devas equivalem aos anjos do Cristianismo. O nome deriva da raiz sânscrita div, que significa resplandecente, aludido à sua aparência auto luminosa.
MÃE MAGDALA - MADRINHA DOS FILHOS DE DEVAS
Como adjetivo, significa algo divino, celeste, glorioso. Tia Neiva se referia a eles como “os Devas do Espaço”, seres de grande evolução que, dentro do Sistema Crístico, governam a natureza e os elementos.

São divididos em dois grupos:
1º Grupo - Devas Maiores, compreendendo:
AGNI, Senhor do Fogo;
PAVUNA ou VAYU, Senhor do Ar;
VARUNA, Senhor da Água; e
KCHITI, Senhor da Terra.
2º Grupo - Devas Individualizados, comandam os elementais ou espíritos da Natureza.
Na Doutrina do Amanhecer, os Mestres Devas são os responsáveis pela execução dos diversos rituais, bem como pela classificação e reclassificação do mestrado, por suas emissões e cantos e cadastros.
Existem falanges missionárias que servem diretamente aos Filhos de Devas, tendo sua missão intimamente ligada aos rituais e consagrações por eles coordenados, sendo, por isso, conhecidas como as “falanges dos Devas”.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

A Falange das Nityamas


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As Nityamas surgiram na Planície Peloponense, numa povoação de onde os homens saiam em grandes tropas mercenárias para as guerras, deixando as mulheres para cuidar das casas. As batalhas cruentas causavam enorme mortandade, e poucos voltavam, geralmente aleijados ou com graves ferimentos.
Um grupo de moças se reuniu a uma pitonisa chamada Magdala, Madrinha dos Devas, que trouxera da Índia poderoso sacerdócio, com muitos conhecimentos esotéricos, tratamentos com ervas e trabalhos espirituais.
Magdala fora expulsa de uma grande cidade, onde uma doença desconhecida se alastrou rapidamente, matando grande parte da população antes que os médicos locais pudessem saber do que se tratava. Magdala havia conseguido muitas curas, sem nada cobrar de seus pacientes, o que originou imensas filas diante de sua porta, gerando ódio das autoridades e médicos, que a expulsaram.
Magdala deu ao grupo de moças o nome de Nityamas. Elas faziam fogueiras, invocavam espíritos, trabalhando para proteção dos homens que iam às guerras, e estes, após longa ausência, retornavam a seus lares sãos e salvos, após as batalhas.
Animadas com a força de Magdala, que tinha a Voz Direta do Céu, as Nityamas trabalhavam com confiança e o espírito de guardiãs que possuíam era tão sincero e sublime que alimentava suas vidas. A fama delas se espalhou e muitas princesas e fidalgas que estavam solitárias por terem seus companheiros partido para as guerras, se apresentaram para ser uma Filha de Devas, uma Nityama.
Dentro da tradição cigana, dançavam ao redor de fogueiras, de onde recebiam energias, liam mãos, profetizavam, representavam peças, sempre cobrindo seus rostos com véus, que só eram retirados pelo noivo no momento do casamento.
Eram temidas por toda aquela região, pois, como Filhas de Devas, tinham poderes para controlar as condições meteorológicas, invocando deuses, desencadeando tempestades.
Os homens que ficavam na aldeia, inválidos ou muito jovens para participar de combates, começaram a ajudar as Nityamas, e receberam sua consagração como Magos, Filhos de Devas, após desenvolverem sua mediunidade e adquirir poderes espirituais.
Como as Nityamas tinham dificuldades materiais, faziam suas roupas com pedaços de tecido colorido, razão pela qual, no Vale do Amanhecer, suas indumentárias são formadas por nesgas coloridas.
Como é uma falange destinada às crianças e adolescentes, a partir dos 12 anos pode ser usada sua indumentária, mas, até completarem 18 anos, só poderão ficar no Templo até às 20 horas. Nityamas e Magos formam filas magnéticas, fazem corte para os rituais, imantram o ambiente e acendem a Chama da Vida.
As Nityamas Madruxas foram instituídas em 1981, após o casamento da Primeira Nityama Ana Maria, ninfa do Adjunto Adejã, Mestre Fróes, 2º Filho de Devas, que foi a primeira Madruxa consagrada. Passa a Madruxa a Nityama que se casa. Madruxa é a madrinha das Nityamas.
Nityamas e Magos são classificados na Falange Sublimação. O Adjunto de Apoio das Nityamas é o Adjunto Alássio, Mestre Moraes, sendo seus prefixos Isis e Isis-Ra.
Visando dirimir dúvidas e adequar o ingresso e a participação das ninfas nas falanges, bem como as suas atribuições, os Trinos Presidentes Triada, em reunião realizada com os Mestres Devas (Alufã, Adejã e Umaray), no dia 3.10.98, decidiram que a partir desta data deveriam ser observados os seguintes procedimentos (Orientações às Falanges Missionárias N.º 1):
1. Fica limitada a 12 anos a idade mínima e a 18 anos a idade máxima para os jovens ingressarem nas falanges de Nityamas/Nityamas Madruxas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes Mayas. Os referidos mestres e ninfas poderão pertencer às respectivas falanges por tempo indeterminado, ou seja, não haverá idade limite para deixarem as suas falanges. A partir dos 16 anos de idade, o jovem que não desejar participar de uma das falanges citadas poderá escolher outra falange missionária de sua afinidade;
2. A ninfa que desejar ser uma Nityama Madruxa deverá ser casada ou ter condição equiparada. Não haverá limite máximo de idade para o ingresso das Nityamas Madruxas, desde que sejam vindas das Nityamas;
3. A emissão reduzida (provisória) deverá ser utilizada pelas Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes, não centuriões, exclusivamente para acender a Chama da Vida no Turigano, quando da Entrega das Energias. Frisamos que não poderá ser utilizada nos trabalhos de Abatá, Alabá, Quadrantes, Anodização, Sandays etc.;
4. Nos Trabalhos de Julgamento e Aramê a corte de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes deverá ser liberada logo após conduzirem a representante da Condessa Natharry ao seu posto. Não deverão permanecer no Turigano até a incorporação de Pai João de Enoque ou o término do Aramê. Após apagarem a Chama da Vida, o Mago e a Nityama escalados deverão ser liberados;(...)
8. A ninfa somente deverá participar de uma falange missionária quando receber a sua Consagração de Centúria, com exceção do ingresso nas falanges de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes. Contudo, se desejar, está liberada a fazer a sua consagração com a indumentária da falange;(...)
10. Na Consagração de Falange Missionária, no Dia do Doutrinador (1º de Maio), nas cortes da Consagração dos Adjuntos, somente poderão participar as missionárias(os) com as suas respectivas indumentárias. Não deverão participar de uniforme de Jaguar, branco ou qualquer outra indumentária;(...)
15. A partir desta data, a emissão de todas as missionárias(os) deverá ser entregue pelo Castelo dos Devas, com a apresentação, por escrito, da Primeira ou Primeiro da falange, conforme modelo padronizado pelos Devas, exceto as emissões das ninfas e mestres das falanges de Nityama, Grega, Maya, Mago e Príncipe, não Centuriões, as quais devem ser entregues pela Primeira ou Primeiro após uma avaliação para acender a Chama da Vida.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


A Falange das Samaritanas

A falange das Samaritanas traz a herança do episódio que nos relata o Evangelista João (IV, 4 a 18):
“E era preciso que Jesus passasse por Samaria. Veio, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, perto da terra que Jacó deu a seu filho José. Ora, havia ali um poço, chamado a Fonte de Jacó. Fatigado, pois, do caminho, estava Jesus assim assentado na borda do poço. Era isto quase à hora sexta. Vindo uma mulher de Samaria tirar água, disse-lhe Jesus:Dá-me de beber. 
A Samaritana lhe disse: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber, a mim, que sou mulher Samaritana? Pois que os judeus não têm relações com os Samaritanos. 
Respondeu-lhe Jesus: Se conhecesses o dom de Deus, e quem é o que te diz ‘Dá-me de beber’, talvez tu mesma lhe fizesses igual pedido e ele te daria da água viva!. 
Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que tirá-la, e é fundo o poço. Onde tens, pois, esta água viva? És tu, porventura, maior do que nosso pai Jacó, de quem tivemos este poço, do qual também ele bebeu, e seus filhos, e seus rebanhos? 
Respondeu Jesus, e disse-lhe: Todo aquele que bebe desta água, tornará a ter sede! Mas aquele que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede; e a água que eu lhe hei de dar se tornará nele uma fonte de água que correrá para a vida eterna... 
Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me desta água, para que eu não tenha mais sede, nem venha mais aqui tirá-la! 
Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido, e volta aqui. 
Respondeu a mulher e disse: Eu não tenho marido! 
Jesus lhe respondeu: Bem disseste: ‘Não tenho marido’, porque cinco maridos tiveste, e o que agora tens não é teu marido. Nisto disseste a verdade.”
Em reunião com Koatay 108, em 24.8.80, Mãe Yara se manifestou e revelou que as Samaritanas e as Nityamas, no espaço, são as Araganas que limpam os caminhos dos Cavaleiros. Enquanto os Cavaleiros vão penetrando nas cavernas e nos pântanos, com suas redes magnéticas, as Samaritanas se posicionam em determinados lugares. Quando a energia dos Cavaleiros se desgasta muito, elas lhes servem a água viva, restauradora das forças.
Mãe Yara contou outra passagem: Quando Jesus estava sendo conduzido pelos soldados romanos, pediu água a um cidadão, que o atendeu. Mas o soldado veio, agrediu o cidadão e entornou a caneca com água no chão. Chegou, então, uma Samaritana, com sua ânfora, e serviu água ao Mestre, que lhe perguntou: Não tens medo do soldado romano? E ela Lhe respondeu: Não, Senhor, porque acreditamos em Ti!...
As Samaritanas servem o sal, o perfume e o vinho, nos rituais e nas consagrações, com poucas exceções: no Oráculo e na Estrela de Nerhu, as Dharman Oxinto servem o vinho; e nos Julgamentos e Aramês, as Ciganas Aganaras e Taganas servem o sal e o perfume.
A Primeira Samaritana é a Ninfa Lua Vera Lúcia Zelaya, filha de Tia Neiva, sendo dois os Adjuntos de Apoio: Adjunto Amuruã, Mestre Décio, e Adjunto Alássio, Mestre Moraes, e os prefixos são Izurê e Izurê-Ra.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

A Falange das Gregas

Resultado de imagem para A Falange das Gregas
FALANGE MISSIONÁRIA GREGAS-Conduzida pela Guia Missionária Abariana Verde - a Grande Kaly - a falange de Gregas foi organizada para jovens de 12 aos 18 anos, mas, hoje, recebe componentes de qualquer idade.
À época de Pitya, em Delfos, as Gregas eram meninas e adolescentes que a pitonisa incumbiu de recolher as armas dos guerreiros mortos ou feridos, para serem consagradas no Templo de Apolo. Ficavam de honra e guarda nos grandes rituais, sempre portando suas lanças.
A missionária Grega conduz sua lança em posição vertical, na mão esquerda, com a finalidade de desintegrar correntes negativas. Não deve soltar a lança e nem colocá-la junto a si, apoiando-a no ombro.
A Grega Sol, ao fazer uma elevação, levanta sua mão esquerda um pouco, de modo que a lança se erga a cerca de um palmo do chão, e ergue sua mão direita. Assim, também, todas fazem quando emitem a Prece de Simiromba. A Grega só se separa de sua lança nos trabalhos de Randy, Cura, Indução e Junção, quando usa lanças próprias de cada setor; para a Bênção de Pai Seta Branca, quando a Grega Lua vai receber o Pai, dispensa a lança. Também, ao entrar na cassandra, a Grega deixa sua lança bem apoiada, em posição vertical, do lado de fora.
A Princesa Kaly tem um albergue nos planos espirituais, de onde sai com muitas companheiras - o Povo das Kalys, espíritos de elevada estatura -, armadas com suas lanças etéricas, penetrando nas densas matas e terríveis pântanos, onde acodem espíritos perdidos e os livram dos bandidos do espaço, com a ajuda dos Cavaleiros de Oxosse.
Muito altas, intimidam os espíritos inluz, aprisionando-os numa barreira formada pelas lanças etéricas. Quando se manifestam no plano físico, as Kalys trazem as forças dos mares, da brisa marinha e dos ventos.
A Primeira Grega é a Ninfa Lua Abadia, tendo como Adjunto de Apoio o Comandante Adjunto Ravance, Mestre Antônio Pereira (Tichico), sendo seus prefixos Kaly e Kaly-Ra.
Visando dirimir dúvidas e adequar o ingresso e a participação das ninfas nas falanges, bem como as suas atribuições, os Trinos Presidentes Triada, em reunião realizada com os Mestres Devas (Alufã, Adejã e Umaray), no dia 3.10.98, decidiram que a partir desta data deveriam ser observados os seguintes procedimentos (Orientações às Falanges Missionárias N.º 1):
1. Fica limitada a 12 anos a idade mínima e a 18 anos a idade máxima para os jovens ingressarem nas falanges de Nityamas/Nityamas Madruxas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes Mayas. Os referidos mestres e ninfas poderão pertencer às respectivas falanges por tempo indeterminado, ou seja, não haverá idade limite para deixarem as suas falanges. A partir dos 16 anos de idade, o jovem que não desejar participar de uma das falanges citadas poderá escolher outra falange missionária de sua afinidade;(...)
3. A emissão reduzida (provisória) deverá ser utilizada pelas Nityamas. Gregas, Mayas, Magos e Príncipes, (não centuriões), exclusivamente para acender a Chama da Vida no Turigano, quando da Entrega das Energias. Frisamos que não poderá ser utilizada nos trabalhos de Abatá, Alabá, Quadrantes, Anodização, Sandays etc.;
4. Nos Trabalhos de Julgamento e Aramê a corte de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes deverá ser liberada logo após conduzirem a representante da Condessa Natharry ao seu posto. Não deverão permanecer no Turigano até a incorporação de Pai João de Enoque ou o término do Aramê. Após apagarem a Chama da Vida, o Mago e a Nityama escalados deverão ser liberados;(...)
8. A ninfa somente deverá participar de uma falange missionária quando receber a sua Consagração de Centúria, com exceção do ingresso nas falanges de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes. Contudo, se desejar, está liberada a fazer a sua consagração com a indumentária da falange;(...)
10. Na Consagração de Falange Missionária, no Dia do Doutrinador (1º de Maio), nas cortes da Consagração dos Adjuntos, somente poderão participar as missionárias(os) com as suas respectivas indumentárias. Não deverão participar de uniforme de Jaguar, branco ou qualquer outra indumentária;(...)
15. A partir desta data, a emissão de todas as missionárias(os) deverá ser entregue pelo Castelo dos Devas, com a apresentação, por escrito, da Primeira ou Primeiro da falange, conforme modelo padronizado pelos Devas, exceto as emissões das ninfas e mestres das falanges de Nityama, Grega, Maya, Mago e Príncipe, (não centuriões), as quais devem ser entregues pela Primeira ou Primeiro após uma avaliação para acender a Chama da Vida.
“As Gregas são as helênicas. Sua permanente lança na mão simboliza a muralha ou paredão que fizeram ao defender, por mais de uma vez, Helena de Tróia. E muitas morreram pelo seu amor.” 
(Tia Neiva, s/d)

Postado por Templo Puemar do Amanhecer


A Falange das Mayas



Imagem relacionadaAs Mayas têm como Primeira a Ninfa Lua Nancyara e como Adjunto de Apoio o Trino Maralto, Mestre Gilfran, tendo como prefixos Adalã e Adalã-Ra.
Visando dirimir dúvidas e adequar o ingresso e a participação das ninfas nas falanges, bem como as suas atribuições, os Trinos Presidentes Triada, em reunião realizada com os Mestres Devas (Alufã, Adejã e Umaray), no dia 3.10.98, decidiram que a partir desta data deveriam ser observados os seguintes procedimentos (Orientações às Falanges Missionárias N.º 1):
1. Fica limitada a 12 anos a idade mínima e a 18 anos a idade máxima para os jovens ingressarem nas falanges de Nityamas/Nityamas Madruxas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes Mayas. Os referidos mestres e ninfas poderão pertencer às respectivas falanges por tempo indeterminado, ou seja, não haverá idade limite para deixarem as suas falanges. A partir dos 16 anos de idade, o jovem que não desejar participar de uma das falanges citadas poderá escolher outra falange missionária de sua afinidade;
(...)
3. A emissão reduzida (provisória) deverá ser utilizada pelas Nityamas. Gregas, Mayas, Magos e Príncipes, (não centuriões), exclusivamente para acender a Chama da Vida no Turigano, quando da Entrega das Energias. Frisamos que não poderá ser utilizada nos trabalhos de Abatá, Alabá, Quadrantes, Anodização, Sandays etc.;
4. Nos Trabalhos de Julgamento e Aramê a corte de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes deverá ser liberada logo após conduzirem a representante da Condessa Natharry ao seu posto. Não deverão permanecer no Turigano até a incorporação de Pai João de Enoque ou o término do Aramê. Após apagarem a Chama da Vida, o Mago e a Nityama escalados deverão ser liberados;
(...)
8. A ninfa somente deverá participar de uma falange missionária quando receber a sua Consagração de Centúria, com exceção do ingresso nas falanges de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes. Contudo, se desejar, está liberada a fazer a sua consagração com a indumentária da falange;
(...)
10. Na Consagração de Falange Missionária, no Dia do Doutrinador (1º de Maio), nas cortes da Consagração dos Adjuntos, somente poderão participar as missionárias(os) com as suas respectivas indumentárias. Não deverão participar de uniforme de Jaguar, branco ou qualquer outra indumentária.
(...)
15. A partir desta data, a emissão de todas as missionárias(os) deverá ser entregue pelo Castelo dos Devas, com a apresentação, por escrito, da Primeira ou Primeiro da falange, conforme modelo padronizado pelos Devas, exceto as emissões das ninfas e mestres das falanges de Nityama, Grega, Maya, Mago e Príncipe, (não centuriões), as quais devem ser entregues pela Primeira ou Primeiro após uma avaliação para acender a Chama da Vida.

Fonte: Tumarã
Elaborado pelo 1º Mestre Sol Tumuchy Mário Sassi, em 1979
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

A Falange dos Magos 


FALANGE MISSIONÁRIA DE MAGOS

Na Planície Peloponense havia um povoado onde uma pitonisa, chamada Magdala, Madrinha dos Devas, formou um grupo de Nityamas, poderosas moças que manipulavam muitas energias, fazendo trabalhos que protegiam aos numerosos homens que partiam para as guerras. Dominavam forças que atuavam nas condições meteorológicas, faziam profecias e liam a sorte nas mãos.
Os homens que ficavam na aldeia, inválidos ou muito jovens para participar de combates, começaram a ajudar as Nityamas, e receberam sua consagração como Magos, Filhos de Devas, após desenvolverem sua mediunidade e adquirir poderes espirituais.
Em sua origem persa, magu significa “poderoso”. Viajavam, atravessando terras e mares, levando à humanidade seus conhecimentos doutrinários e a Voz do Céu. No Oriente, os Magos obtiveram grande importância política e religiosa, chegando a ter autoridade de reis, mas não eram reis.
Medas e Persas, Assírios e Caldeus foram profundamente influenciados pelos Magos, que tinham os profundos conhecimentos da Astronomia e da Astrologia, participando, também, pela influência do Judaísmo, da expectativa da chegada do Messias.
Alertados pela Estrela Sublimação, três Magos foram a Jerusalém para adorar o Filho de Deus, que nascera em Belém, sempre guiados pela Estrela. Seus nomes, de origem oriental e relacionados com realeza e poder, eram Melchior (em hebreu: “Rei da Luz”), Baltazar (aramaico: “Deus proteja a vida do Rei”) e Gaspar (persa: “O Vencedor”).
Na Bíblia, Mateus relata, em seu Evangelho (II, 3 a 12):
“Tendo, pois, nascido Jesus em Belém de Judá, em tempo do rei Herodes, eis que uns Magos do Oriente vieram a Jerusalém, dizendo: Onde está o Rei dos Judeus, que nasceu? Porque vimos a sua Estrela no Oriente e viemos adorá-lo. Ouvindo isto, o rei Herodes perturbou-se e toda Jerusalém com ele. E convocando todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo inquiria deles onde Cristo haveria de nascer. E disseram-lhe eles: Em Belém de Judá, porque assim foi escrito pelos profetas. Então Herodes, chamando secretamente os Magos, inquiriu deles, com todo o cuidado, sobre o tempo em que lhes aparecera a Estrela. E tendo-os enviado a Belém, disse-lhes: Ide e informai-vos sobre a criança e, quando a encontrardes, comunicai-mo, para eu também ir adorá-la. Eles, tendo ouvido o rei, partiram. E eis que a Estrela que tinham visto no Oriente os precedia, até chegar e pousar sobre o lugar onde estava o Menino. Ao verem a Estrela, alegraram-se sobremodo. E ao entrar na casa, encontraram o Menino com Maria, sua Mãe. E prostrando-se, O adoraram. E abrindo seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes de ouro, incenso e mirra. E, havida resposta em sonhos que não tornassem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra.”
As Escrituras ainda confirmam que os Magos eram uma casta sacerdotal sábia, existente entre Medas, Caldeus e Persas, e que os sábios ofertaram os três presentes homenageando a Divindade de Jesus (incenso), a Sua Realeza (ouro) e a Sua Humanidade, isto é, teria que nascer e morrer (mirra, um refinado perfume oriental). As urnas de ouro, em que foram colocados os restos mortais dos três Reis Magos, está na Catedral de Colônia, na Alemanha.
Como a Falange de Magos é especialmente destinada às crianças e adolescentes, a partir dos 12 anos pode ser usada sua indumentária, mas, até completarem 18 anos, só poderão ficar no Templo até às 20 horas.
Nityamas e Magos formam filas magnéticas, fazem corte para os rituais, imantram o ambiente e acendem a Chama da Vida.
Sob o comando do Primeiro Mago, Adjunto Valejo, Mestre Jefferson da Silva (Tim), os Magos, conforme suas consagrações e faixa etária, estão presentes em todos os setores de trabalho, obedecidas as instruções dos Trinos Presidentes Triada, de 9 de fevereiro de 1997, que estabeleceram que, a partir daquela data, os Magos e Príncipes Mayas, para participarem dos trabalhos evangélicos e iniciáticos na sua individualidade, devem usar o uniforme de Jaguar (camisa preta, calça e capa marrons). A indumentária de Falange fica restrita aos trabalhos da Falange nos rituais do Amanhecer.
Por se tratar, na sua maioria, de jovens, menores de idade, devem obedecer às orientações já existentes sobre o assunto.

Fonte:Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

PRÍNCIPES MAYA


A Falange dos Príncipes Maya

Os Príncipes Mayas são subordinados ao Adjunto Yuricy, Mestre Edelves, na regência do Adjunto Aratuso, Mestre Waldeck, mas têm a coordenação do Primeiro Príncipe, Mestre João, Ministro Amono. Têm como mentor o Príncipe Ariane (foto).
Inicialmente criados para participarem do ritual do Casamento, onde conduzem a espada para o noivo, os Príncipes passaram a tomar parte em todos os rituais, embora não participando da corte.
Em reunião de 17.2.97, os Trino Triada Presidentes e os Arcanos Devas decidiram que Magos e Príncipes Mayas, para participarem nos trabalhos evangélicos e iniciáticos, na sua individualidade, deverão usar o uniforme de Jaguar, ficando a indumentária da falange restrita aos trabalhos da falange nos rituais.
Visando dirimir dúvidas e adequar o ingresso e a participação de mestres nas falanges, bem como as suas atribuições, os Trinos Presidentes Triada, em reunião realizada com os Mestres Devas (Alufã, Adejã e Umaray), no dia 3.10.98, decidiram que a partir desta data deveriam ser observados os seguintes procedimentos (Orientações às Falanges Missionárias N.º 1):
1. Fica limitada a 12 anos a idade mínima e a 18 anos a idade máxima para os jovens ingressarem nas falanges de Nityamas/Nityamas Madruxas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes Mayas. Os referidos mestres e ninfas poderão pertencer às respectivas falanges por tempo indeterminado, ou seja, não haverá idade limite para deixarem as suas falanges. A partir dos 16 anos de idade, o jovem que não desejar participar de uma das falanges citadas poderá escolher outra falange missionária de sua afinidade(...)
3. A emissão reduzida (provisória) deverá ser utilizada pelas Nityamas. Gregas, Mayas, Magos e Príncipes, (não centuriões), exclusivamente para acender a Chama da Vida no Turigano, quando da Entrega das Energias. Frisamos que não poderá ser utilizada nos trabalhos de Abatá, Alabá, Quadrantes, Anodização, Sandays etc.;
4. Nos Trabalhos de Julgamento e Aramê a corte de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes deverá ser liberada logo após conduzirem a representante da Condessa Natharry ao seu posto. Não deverão permanecer no Turigano até a incorporação de Pai João de Enoque ou o término do Aramê. Após apagarem a Chama da Vida, o Mago e a Nityama escalados deverão ser liberados;(...)
8. A ninfa (ou mestre) somente deverá participar de uma falange missionária quando receber a sua Consagração de Centúria, com exceção do ingresso nas falanges de Nityamas, Gregas, Mayas, Magos e Príncipes. Contudo, se desejar, está liberada a fazer a sua consagração com a indumentária da falange;(...)
18. A partir desta data, a emissão de todas as missionárias(os) deverá ser entregue pelo Castelo dos Devas, com a apresentação, por escrito, da Primeira ou Primeiro da falange, conforme modelo padronizado pelos Devas, exceto as emissões das ninfas e mestres das falanges de Nityama, Grega, Maya, Mago e Príncipe, (não Centuriões), as quais devem ser entregues pela Primeira ou Primeiro após uma avaliação para acender a Chama da Vida.
Observações:
“Os Príncipes Mayas têm os seus Adjuntos de origem, mas são missionários de Adjunto Yuricy e têm o dever de estarem harmonizados com o Adjunto Yuricy e seguirem suas escalas de trabalho.” 
(Tia Neiva, 8.10.85)
“Por determinação dos Trinos Presidentes Triada, a partir da presente data os Magos e Príncipes Mayas, para participarem dos trabalhos evangélicos e iniciáticos na sua individualidade, deverão usar o uniforme de Jaguar (camisa preta, calça e capa marrons).
A indumentária de Falange ficará restrita aos trabalhos da Falange nos rituais do Amanhecer.
Por se tratar, na sua maioria, de jovens, menores de idade, deverão obedecer às orientações já existentes sobre o assunto.” 
(Trinos Presidentes Triada, 9.2.97)
“Meu irmão, seja bem vindo!
Que encontre aqui, nesta Falange de Príncipes Mayas, tudo aquilo que um dia, no transcendente, te propusestes a buscar.
Ser um Príncipe Maya é muito mais do que usar a indumentária da Falange: é rasgar o véu do tempo, é ir em busca dos seus tesouros que foram deixados pelos corredores intermináveis do tempo, é assumir um compromisso, acima de tudo, consigo mesmo, com o Cristo Jesus, com o Simiromba de Deus e com nossa madrinha Koatay 108 na busca de teus irmãos que ainda gemem e choram, aguardando, quem sabe, esta oportunidade de tu estares à altura para poder auxiliá-los.
No plano das realizações físicas, tudo terás para favorecer o teu trabalho mediúnico, onde encontrarás pessoas como tu, que buscam a incansável meta evolutiva.
Se lembrarmos de Yucatan, tiraremos uma grande lição: Somente pelo amor é que conseguiremos nos livrar de outro fracasso no processo reencarnatório, pois a oportunidade que nos é concedida é tão importante que não temos palavras para tentar descrever.
Nos altos planos do céu vivem aqueles que te confiaram esta rica e feliz oportunidade, onde terás a ajuda de mais dois Ministros - o Ministro Yuricy e o Alufã ou Adejã. Saibas que estes poderes são teus, e caberá somente a ti a decisão de caminhar em busca de tua meta evolutiva.
Terás os seguintes trabalhos exclusivos dos Príncipes Mayas:
- Recepção das Escaladas e Quadrantes, com emissão e canto;
- Honra e Guarda na Bênção de Pai Seta Branca;
- Casamentos (condução da bandeja e espada);
- Uma escalada no último sábado de cada mês, junto com as Yuricys;
- Abatás aos domingos pela manhã; e,
- Estrela Sublimação das Yuricys.
Este pouco que temos é que, na verdade, representa toda a nossa razão de ser e que, a partir deste momento, também será teu. Boa sorte, é o que te desejo. Salve Deus!”

(Gilmar, Regente Príncipe Maya)
Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

A Falange das Yuricys

Quando em Delfos, Pitya escolhia jovens, cujos maridos estavam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys - Flores do Campo, na linguagem indígena -, que socorriam famílias desgarradas de suas tribos e os combatentes nas planícies macedônica e peloponense.
Uma delas, a Primeira Yuricy, Indígena do Espaço, enviada de outros planos, era a Mestre da Ordem das Yuricys. Todavia, como não incorporavam nem profetizavam, Pitya recomendou que fossem preparadas as Muruaicys e Jaçanãs, moças fugidas do assalto de tropas mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no Templo de Apolo.
Na atualidade, no Vale do Amanhecer, Tia Neiva formou a Falange de Yuricy, sob a condução do Adjunto Yuricy, Mestre Maria Edelves Couto dos Reis, inicialmente composta somente por Ninfas Sol. Mais tarde, foi formada a falange de Ninfas Lua.
Em agosto de 1998, o Adjunto Yuricy solicitou e os Trinos Triada concordaram em dotar a falange de um Adjunto de Apoio, sendo a missão confiada ao Adjunto Aratuso, Mestre Valdeck Caldas Braga.
Os prefixos são Eskra, para a Ninfa Sol, e Eska, para a Ninfa  Lua.
Às 2 horas do dia 29 de setembro de 2005, o Adjunto Yuricy, Mestre Edelves, aos 84 anos, após quase um mês de internação hospitalar, desencarnou, por falência múltipla de seus órgãos vitais, sendo velada no Templo e enterrada, às 18 horas do mesmo dia, em Planaltina, DF. É de se ressaltar que ela vinha fazendo, havia anos, o retiro na 5ª feira, e o dia em que morreu, foi homenageada no Templo, onde permaneceu até às 17 horas, foi uma 5ª feira!




NINFA SOL EDELVES,  O ADJUNTO YURICY

“O Adjunto Yuricy Koatay 108, Mestre Edelves, é, na contagem hierárquica, igual e se posiciona junto aos outros Adjuntos Koatay 108 Arcanos Rama 2.000, nos seus direitos e deveres, pois fizeram o mesmo juramento e têm a mesma lei.
A Ninfa Adjuração Mestre Edelves representa o Ministro Yuricy - a força do amor e a ternura. É um Adjunto Maior, que pode e deve agir por si, na individualidade, de acordo com a Lei do Adjunto Koatay 108 Arcanos Rama 2.000.
É uma mestre ligada aos grandes desenvolvimentos!
Ela não depende da Falange das Yuricys. Estas, sim, é que dependem e devem estar harmonizadas com seu Adjunto Yuricy.
Mestre Edelves não terá Sétimos Raios. Ela é um Adjunto Maior e concentra em si todo o potencial de forças, energias e heranças transcendentais de um Adjunto de povo. Ela é o Adjunto e tem todo um acervo de conhecimentos, de conduta e amor.
Terá suas Regentes, que deverão estar sempre em sintonia com seu Adjunto. Na ausência de Mestre Edelves, elas representam o Adjunto e, assim, todos os rituais e Sandays serão sempre realizados com precisão e em perfeita ordem e lei.
O mesmo acontece com as Ninfas Adjuração Missionárias Yuricys, que serão designadas pelo próprio Adjunto Yuricy, isto no que se refere a rituais e Sandays.
As Ninfas Luas Missionárias Yuricys têm por missão especial representar Koatay 108 nos rituais e podem participar das cortes.
Os Príncipes Mayas têm os seus Adjuntos de origem, mas são missionários de Adjunto Yuricy e têm o dever de estarem harmonizados com o Adjunto Yuricy e seguirem suas escalas de trabalho.
Mestre Edelves tem potencial de energia e forças doutrinárias e, com seu amor, tem todo um acervo de dedicação e a capacidade para coordenar e comandar as Falanges Missionárias Yuricys, que lhe foram confiadas por Pai Seta Branca.
Além das obrigações e deveres de uma Adjunto Koatay 108, Herdeiro Triada Harpásios, 7º Raio Adjuração Arcanos Rama 2.000, contidos na Lei, o Adjunto Yuricy tem as seguintes atribuições:
· grandes desenvolvimentos;
· designar mediunidades;
· responsável pelo Oráculo de Simiromba (deve estar presente nos rituais do Oráculo ou colocar uma sua representante, verificar se tudo está em ordem, estar atenta para que haja a manutenção do ritual nos dias e horários prescritos pela Lei e deixar que o comandante realize o trabalho naturalmente, dando-lhe, se for solicitada, as informações sobre o ritual);
· estar presente ou estar representada em todos os rituais e Sandays que exigirem Yuricys;
· fazer a cultura das ninfas missionárias para serem Jandas, que serão preparadas para todos os rituais e evocações.
Por enquanto, estou designando as Ninfas Yuricys Julia Dorneles e Rosa para serem Jandas.
Lembremo-nos sempre que estamos a remover séculos em busca das Raízes que deixamos e abraçamos o que deixaram os nossos antepassados nos altos planos dos céus: eis a única forma de favorecermos a paz em nossos corações.
Todos juntos, formamos uma grande força - formamos um Continente! Todos com suas atribuições e deveres, assumimos, por amor, esta singular missão, e é impregnado do mais puro amor incondicional que cada um deve respeitar a individualidade dos outros, uma vez que Lei é Lei, e ela existe para todos.
Somos Jaguares do Terceiro Milênio, meus filhos, e o que transmito a vocês eu recebo de Deus, do Pai Seta Branca, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O Adjunto Koatay 108, Herdeiro Triada Harpásios, 7º Raio Adjuração Arcanos Rama 2.000 tem maiores poderes e de seu plexo saem focos luminosos de luz curadora e desobsessiva. Dependendo de sua mente, de sua sintonia, de sua conduta e do amor, humildade e tolerância, poderá emitir sua Força-Luz por todo este Universo, em Cristo Jesus. Realizará curas e dará paz aos desesperados apenas à sua passagem!
Somente o amor e a humildade tornam o Homem iluminado! Este é o verdadeiro Mago do Evangelho, este é o meu verdadeiro filho! Este é o meu Adjunto Koatay 108, Herdeiro Triada Harpásios, 7º Raio Adjuração Arcanos Rama 2.000!
Filha querida, Mestre Edelves, cumpra com amor o teu sacerdócio, a tua missão, em Cristo Jesus!
Filha querida, Mestre Edelves, minha intenção era a de fazer uma cartinha, mas eu precisava lhe dizer que eu fiz o Doutrinador. Tantos anos de amor, de dedicação exclusiva e de trabalho constante para ter formado e poder contemplar, com felicidade, o Continente...
Sou muito feliz mesmo, e me sinto realizada quando vejo tudo o que tenho e que tudo dei a vocês, com todo o meu amor.
Mestre Edelves, eu queria lhe dizer que nosso Pai Seta Branca nunca gostou nem quis que eu doutrinasse ou comandasse.
E você, filha querida, não pode imaginar o que sinto quando te vejo realizando tudo isso em favor e pelo amor de nosso Pai Seta Branca, em Cristo Jesus!
Minha ninfa doutrinadora e, mais, Adjunto Koatay 108, Herdeiro Triada Harpásios, 7º Raio Adjuração Arcanos Rama 2.000: eu quis lhe mostrar o quanto você me torna feliz e realizada. Sou sua Mãe Clarividente e a amo de modo especial.” 
(Tia Neiva, 8.10.85)
“Filhas: Todas as ninfas terão que entrar em escalas e, para tanto, precisarão passar por um treinamento com a Edelves.
Designei minha filha Adjunto Yuricy Edelves bem como aos vossos Adjuntos Missionários Alufã e Adejã para que as conduzam ao desenvolvimento dos novos eventos, das novas atribuições.
Venho de um mundo onde as razões de encontram e não posso mais suportar o desamor que estamos dando à mediunidade. É preciso que a missionária se coloque em seu lugar e, para que isso aconteça, é necessário mais amor, mais tolerância e mais humildade.
Minha filha, não há missão específica nem mesmo para as ninfas Aponaras, que são as ninfas dos Adjuntos Maiores.
As responsabilidades de todas as falanges são muito sérias, além dos rituais da Iniciação Dharman Oxinto, Elevações, Batizados, Casamentos, etc.
Em breve, faremos realizar no Aledá um trabalho onde sete ninfas irão incorporar o Pai Seta Branca, manifestações que irão durar cerca de vinte minutos, em ritual semelhante ao realizado pelos Mestres Ajanãs no Oráculo de Simiromba.
Antes, porém, terão que passar por este desenvolvimento com a Edelves e, no final, serão consagradas e receberão uma placa, dada por mim, recebendo, assim, sua graduação.” 
(Tia Neiva, 11.3.83)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer 

A Falange das Dharmo Oxintos

A história das missionárias Dharman Oxinto começa no Antigo Egito dos Ramsés, passa pelo verde Peloponeso, pelas planícies macedônicas, pelo Império Romano, pelos desertos da Palestina, pelas nobrezas húngaras, por convento da Aquitânia, pela ensolarada Andaluzia, pelas sinhás e sinhazinhas do Brasil Colônia, quando conviveram com os queridos Pretos Velhos que traziam nossas raízes indianas e africanas, e sempre foi marcada pela coragem e pela energia de suas ações. Nem sempre positivas, mas enérgicas.
No antigo Egito, à época de Ramsés II, o Grande Deus era Amon-Rá, o Deus Sol, mas o povo rendia seu culto a Horus, o Deus-Falcão, representando a força da Terra, filho de Isis, a Lua, e Osiris, o Sol. 
Horibe, a suma sacerdotisa de Horus em Karnak, era a Princesa Aline reencarnada.
Naquela época, o povo não entrava nos templos. Somente sacerdotes e sacerdotisas e os faraós tinham acesso aos recintos sagrados. O povo aguardava, do lado de fora, a manifestação dos deuses. E havia um grupo de sacerdotisas de Horus, lideradas por Horibe, que, com ajuda de Nefertari, a esposa do faraó Ramsés II, realizava grandes fenômenos entre aquela gente, portando energias maravilhosas, fazendo espantosas curas físicas e desobsessivas.
Participando de grandes rituais, os poderes de Horibe eram tão grandiosos que ela passou a ser representada pela figura humana com cabeça de falcão - a cabeça de Horus, como se pode ver nas gravuras da época, onde se representa, também, a grande a afinidade entre Horibe e Nefertari. São muitas as representações de Nefertari dando a mão a Horibe, carregando a Cruz Ansanta, chave da Sabedoria, da Vida e da Morte. Essa união se fazia sempre presente.
A maior festa ritualística da época era realizada quando Ramsés II retirava o símbolo de Amom-Ra de seu Oráculo, em Karnak, e o levava, velado, em procissão de barcos pelo Nilo, acompanhada pelo povo nas margens, até Luxor, onde ficava um mês. Ao final desse período, o cortejo se fazia na volta de Amon-Rá para seu Oráculo em Karnak, onde o barco era recepcionado, no palácio, por Nefertari, Horibe e as sacerdotisas de Horus.
Pela grande energia de que era portador, esse grupo de sacerdotisas, liderado por Horibe, desempenhou importante papel no decorrer dos tempos, encarregando-se dos primeiros passos iniciáticos, conduzindo os mestres a serem consagrados pela Iniciação de Osiris.
Quando a Rainha Exilada saiu da Grécia, tendo sido poupada sua vida por interferência de Pytia (uma das encarnações de Tia Neiva), como se revive hoje no Turigano, ela foi para um palácio na região do Delta do Nilo. Ali, se dedicou à cura de todos os necessitados que a procuravam, dando-lhes abrigo, e marcando, na trilha, a entrada para o palácio, com uma cruz. Era a Cruz do Caminho!
E, para ajudá-la, por determinação expressa de Pytia, para ali foi, vindo do Egito, o grupo de sacerdotisas de Horus. Horibe já estava no Plano Espiritual, comandando suas Missionárias do Espaço, e emanando e protegendo o grupo que foi para a Cruz do Caminho.
Em Delfos, Pytia organizou as primeiras falanges missionárias - Yuricys, Muruaicys e Jaçanãs -, e providenciou para que, na Cruz do Caminho, começassem as Iniciações Dharman Oxinto, que significa A CAMINHO DE DEUS, entregues às sacerdotisas de Horus, que receberam o nome de Missionárias Dharman Oxinto. Por isso, na Cruz do Caminho, onde são manipuladas as energias dos Ramsés e do Povo das Águas, as Dharman Oxinto têm lugar de honra e guarda a Mãe Yemanjá.
E, através dos tempos, esse grupo de missionárias Dharman Oxinto permaneceu unido em várias encarnações, vindo sempre com muitas energias, dedicando-se aos trabalhos da Lei do Auxílio. Rainhas e princesas na Europa Central, ciganas maravilhosas da Andaluzia, escreveram histórias de coragem e de amor por onde passaram.


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As DHARMAN OXINTO têm uma nova visão
Houve uma encarnação que viveram como freiras, na Idade Média, numa região próxima a Paris, chamada Aquitânia. Atendiam, em seu convento, às vítimas daqueles senhores feudais que viviam no luxo e na ambição, explorando os humildes. Aqueles reis poderosos, revoltados com o socorro que elas prestavam a suas vítimas, decidiram exterminá-las. Alertadas pelos Mentores, as freiras fugiram, e se refugiaram nas ruínas de um castelo, perdido no meio de grande floresta. Ali continuaram sua obra de assistência física e espiritual, sobrevivendo com mantimentos e roupas que aqueles pobres e humildes aldeões surrupiavam dos nobres em seus castelos, onde serviam. Eram chamadas as FADAS DA FLORESTA!
Na Andaluzia, no sul da Espanha, formaram, em outra encarnação, um grupo de ciganas com muitos poderes, encantando nobres e reis com sua magia e sua beleza. Nessa época, a Princesa Aline liderava as Dharman Oxinto nos planos espirituais, mas tinham no espírito reencarnado de Nefertari sua líder.
Por suas origens, têm missão de grande responsabilidade nos diversos trabalhos e rituais na atual transição para a Nova Era, no Vale do Amanhecer. São de sua responsabilidade os primeiros passos do mestre que começa sua jornada: a Autorização e a Iniciação. Sempre está representada na Elevação de Espadas. Faz honra e guarda a Mãe Yemanjá na Cruz do Caminho. Serve o vinho (suco de uva) no Oráculo e na Estrela Sublimação. São comandantes dos Abatás especiais da Bênção de Pai Seta Branca. Mas isso não quer dizer que são as melhores, não! Isso significa, apenas, que têm grande responsabilidade, e devem dar o melhor de si, com muito amor, com muita segurança, para cumprir os compromissos que assumiram com a Espiritualidade, especialmente com a Princesa Aline, nos diversos trabalhos de alta precisão, tais como a Autorização, a Iniciação, o Oráculo, a Estrela Sublimação, o Leito Magnético e a Cruz do Caminho.
A gola representa o leque de energias emitido pelo plexo, é toda de brilhante luz nas Dharman Oxinto do Espaço. Deve ser tratada com muito carinho, para se manter bonita e apresentável. Aliás, toda a indumentária deve ser bem cuidada. São uma réplica do que é usado nos Planos Espirituais, só que dentro das limitações de nossos materiais.
Com o espírito de Horibe - Princesa Aline - no comando das Dharman Oxinto no Plano Espiritual, o comando da Falange, na Terra, ficou sob a responsabilidade do espírito de Nefertari, que, como foi explicado, não pertencia àquele grupo de sacerdotisas, razão pela qual a Primeira da Falange Missionária Dharman Oxinto tem indumentária e canto diferentes dos de suas componentes.
No Leito Magnético e no Turigano, as Dharman Oxinto Sol e Lua não fazem o canto normal da falange, mas sim um especial.
A Primeira Dharman Oxinto é a Ninfa Lua Dinah da Silva, e o Adjunto de Apoio é o Trino Regente Triada Tumarã, Mestre José Carlos.
Os prefixos são Clitia, para as ninfas Lua, e Clítia-Ra, para as ninfas Sol.


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer 

A Falange das Muruaicys

Quando em Delfos, Pitya escolhia jovens, cujos maridos estavam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys - Flores do Campo -, que socorriam os combatentes nas planícies macedônica e peloponense.
Todavia, como não incorporavam nem profetizavam, Pitya recomendou que fossem preparadas as Muruaicys e Jaçanãs, moças fugidas do assalto de tropas mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no Templo de Apolo.
Assim surgiram as Missionárias Muruaicys, que, portando a Chama da Vida, ajudam no socorro e na cura da Humanidade perdida e ferida espiritualmente na malsinada batalha pela posse das coisas materiais.
Trazida por Mãe Yara em outubro de 1978, a falange foi consagrada no 1º de Maio de 1979, tendo como Primeira a Ninfa Lua Risoleta (Rilza). A partir de 1982, as Muruaicys ficaram sob o comando da filha de Koatay 108, a Ninfa Lua Carmem Lúcia, e sob a Regência de seu Mestre Albuquerque, Trino Herdeiro Ypuara.
As Muruaicys têm, como funções específicas, abrir e fechar os portões das Cabalas e nos rituais e Sandays, mantendo-se em honra e guarda nestes locais, e levar a força das Muruaicys do Espaço à corte das noivas, nos casamentos.
Em sua capa, a Muruaicy tem a Cruz de Ansanta, símbolo egípcio da Sabedoria da Vida e da Morte, que também simboliza a abertura dos portões que dão acesso ao ambiente iniciático, a abertura dos caminhos.
É sempre necessária sua presença nos Sandays e rituais como missionárias portadoras de poderosa força desobsessiva. Como descreveu Koatay 108, as falanges missionárias agem, harmoniosamente, em conjunto: as Muruaicys vão à frente, abrindo os portões magnéticos do Vale das Sombras e das cavernas, onde se encontram espíritos que, por sua força e ferocidade, se apresentam deformados pelo ódio, por sua vibração negativa, assumindo tristes formas animalizadas e até mesmo monstruosas.
As Muruaicys jogam seus charmes, emitindo lindos mantras que vão iluminando aqueles espíritos e estes, como que hipnotizados, vão deixando os negros abismos e se aproximando dos portões. Junto aos portões, as Madalenas fazem uma espécie de poços de lama etérica, escura e pegajosa, nos quais mergulham, ficando irreconhecíveis, com aspecto semelhante ao daqueles espíritos sem luz. Quando os espíritos sofredores as vêem, tentam agarrá-las, supondo serem da mesma concentração que eles.
É o momento em que as Cayçaras lançam suas redes magnéticas, aprisionando-os e, com a proteção dos Cavaleiros de Ypuena, os levam para serem atendidos, sob a força do Cavaleiro da Lança Vermelha, na Estrela Candente, onde recebem o choque da força magnética animal emitida pelos médiuns escaladores e a doutrina - o ectoplasma dos Doutrinadores -, sendo elevados aos planos de acordo com seus merecimentos.
Segundo Carmem Lúcia, a Cabala representa tudo em nossa Doutrina. Segundo Tia Neiva, trata-se de um leito de forças decrescentes, no qual descreve as cores básicas da fita que utilizamos para o trabalho na Lei do Auxílio. Só é possível conhecer os segredos da Cabala àquele que já ultrapassou os limites primários de si mesmo e ama incondicionalmente.
O amarelo - vida, representado aqui pelos Mestres Adjuração - os Doutrinadores; 
Sol - ouro - Anoday. 
O lilás - cura, representado aqui pelos Ajanãs/Aparás. É a junção de forças dessas duas partes por uma força divina. A Cabala representa o símbolo máximo que permite acesso à vida iniciática ou ao salão iniciático. 
Lua - prata - anodai - sabedoria. Diz-se que depois que um discípulo passar por todas as provas, ele é conduzido ao portão de entrada. 
O cálice - símbolo iniciático do invólucro exterior que guarda o sangue (vinho) que se eleva, representa força vital, energia.
O vinho - suco de uva - simboliza o sangue, força vital, força magnético-animal, energia, base molecular do plasma mediúnico. 
A chama - Chama da Vida, o prana. É a junção de tudo que dissemos acima. É a manipulação do carma que permite acesso à Luz quando encarnado - eternidade.

Postado por Templo Puemar do Amanhecer


A Falange das Jaçanãs


Quando em Delfos, Pitya escolhia jovens cujos maridos estavam nas guerras, para auxiliá-la em sua missão. Eram as Yuricys - Flores do Campo -, que socorriam os combatentes nas planícies macedônica e peloponense. Todavia, como não incorporavam nem profetizavam, Pitya recomendou que fossem preparadas as Muruaicys e Jaçanãs, moças fugidas do assalto de tropas mercenárias, que teriam a missão de fazer as profecias no Templo de Apolo.
Assim surgiram as Missionárias Jaçanãs, que na Linha Dharman Oxinto, trabalham nas Iniciações, preparando os Mestres que vão para os salões iniciáticos, e na Cruz do Caminho, colocando as morsas nos Mestres e Ninfas Sol.

A Primeira Jaçanã, Ninfa Lua Dulce, considera como missão maior estar no Turigano todos os domingos, a serviço do Oráculo de Yemanjá, dizendo que “a própria existência da falange está ligada à grandeza e ao objetivo deste trabalho”.

O Adjunto de Apoio é o Adjunto Trino Tapuy, Mestre Ferreira, sendo os prefixos Cebele e Cebele-Ra.

Postado por Templo Puemar do Amanhecer 

A Falange das 
Arianas da Estrela Testemunha


Segundo mensagem da Primeira Ariana da Estrela Testemunha, Ninfa Lua Maria Augusta, assinada pelos Devas, as Arianas invocam a Estrela Testemunha, Estrela do Espaço, testemunha do povo que se encontra neste Ciclo do Jaguar. Todas as conquistas e realizações desta Doutrina foram registradas pela Estrela Testemunha, da qual faz parte, entre outros povos, a Falange de Arianas.
Nos mundos espirituais, as Arianas, como um dos membros da Estrela Testemunha, tiveram a sua participação nas principais realizações desta Doutrina, trazidas por nossa Mãe Clarividente, entre as quais a Corrente Mestra, o Mestrado, as Falanges Missionárias, os Trabalhos Iniciáticos, os Sandays e os Rituais.
Hoje, no plano físico, as Arianas, através de seu canto na individualidade, invocam o poder dos faraós e do rico Vale dos Reis em busca de suas heranças e de suas origens, que partem dos grandes Oráculos (Ramsés, Akinaton e Amon-Rá), onde elas têm um grande compromisso. A chamada dos Cavaleiros da Lança Reino Central, Lança Vermelha, Lança Rósea, Lança Lilás e Cavaleiros de Oxosse, pedindo sempre a sintonia com a Divina Estrela do Céu, traduz, também, o compromisso das Arianas com os trabalhos iniciáticos.
As Arianas viveram na Cruz do Caminho e um dos seus trabalhos era ir em busca dos perdidos, na época das grandes conquistas, porque tinham o poder de se comunicarem por telepatia. Naquela época já se fazia presente o poder de conquista universal, o poder cabalístico. As Arianas saiam pregando o Evangelho Vivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, fazendo os doentes adormecerem, amenizando e curando a sua dor. Seu trabalho era com os vivos.
Pelos fenômenos que faziam, principalmente na cura da mente humana, elas devolviam a fé aos Homens. Atuaram na Pérsia, na Grécia, etc., onde eram muito perseguidas e enfrentaram muitas dificuldades. A Ariana ostenta, em sua indumentária, na altura do plexo, um brasão com sete raios coloridos. O brasão representa a Mesa Evangélica e os raios a Força do Jaguar. O Adjunto de Apoio das Arianas é o Adjunto Prator, Mestre Valter, e os prefixos são Kalã e Kalã-Ra.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


A Falange das Madalenas


A Primeira Madalena foi a Ninfa Lua Maria Dutra Barreto, que desencarnou em abril de 2004. Consagrada em 1º de maio de 1980, esta falange tem, como função específica, a participação no Turigano e nos casamentos, trabalhando sob a projeção das Missionárias do Espaço que formam a Falange da Guia Missionária Madalena de Cássia, a Missionária mais próxima de Jesus, para ajuda nas filas magnéticas àqueles que necessitam das energias curadoras e desobsessivas.
Essa Falange surgiu na Europa, na Idade Média, como freiras que, nos conventos, auxiliavam aquelas fidalgas que buscavam proteção contra a prepotência de seus preceptores, fugindo de casamentos não desejados ou de alianças desastrosas.
Como ensinou Koatay 108, as falanges missionárias agem em conjunto, harmoniosamente: as Muruaicys vão à frente, abrindo os portões magnéticos do Vale das Sombras e das cavernas, onde se encontram espíritos que, por sua força e ferocidade, se apresentam deformados pelo ódio, por sua vibração negativa, assumindo tristes formas animalizadas e até mesmo monstruosas; as Muruaicys jogam seus charmes, emitindo lindos mantras que vão iluminando aqueles espíritos e estes, como que hipnotizados, vão deixando os negros abismos e se aproximando dos portões.
Junto aos portões, as Madalenas fazem uma espécie de poços de lama etérica, escura e pegajosa, nos quais mergulham, ficando irreconhecíveis, com aspecto semelhante ao daqueles espíritos sem luz. Quando os espíritos sofredores as vêem, tentam agarrá-las, supondo serem da mesma concentração que eles.
É o momento em que as Cayçaras lançam suas redes magnéticas, aprisionando-os e, com a proteção dos Cavaleiros de Ypuena, os levam para serem atendidos, sob a força do Cavaleiro da Lança Vermelha, na Estrela Candente, onde recebem o choque da força magnética animal emitida pelos médiuns escaladores e a doutrina - o ectoplasma dos Doutrinadores -, sendo elevados aos planos de acordo com seus merecimentos.
O Adjunto de Apoio das Madalenas é o Adjunto Arqueiro, Mestre Vladimir, e seus prefixos são Eiza e Eiza-Ra. 


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer


A Falange das Franciscanas



Fomos tribos de Guerreiras, não conhecíamos civilização, mas éramos unidas e lutávamos pela sobrevivência e sempre em proteção aos mais fracos, ou seja, de tribos menores.
Quando uma tribo lutava contra outra, tinha sempre o cuidado de enterrar os derrotados, quer estivessem vivos ou mortos. Então nós, as
Guerreiras, saíamos à noite e, com as mãos, desenterrávamos e retirávamos os vivos para curá-los.
Fazíamos sapatos de nossas vestes para colocarmos nos pés feridos dos doentes.
Fazíamos túneis que chegavam até os depósitos de mantimentos dos castelos
(com a ajuda dos serviçais dos mesmos), e de lá roubávamos o que podíamos para as tribos necessitadas. Muitas vezes levávamos tanto, que morríamos carregando os fardos tão pesados.
Mas, quando entrávamos em luta éramos ferozes, exigentes conosco mesmas e em obediência a quem nos comandava. Sempre unidas, sem pedir nada em troca.
Convivíamos pacificamente com um povo também guerreiro, que levava doentes para serem tratados por nós. Este Povo era chamado de
“FADINHAS”, e vivia nas matas sempre ajudando aos que precisavam.
Fomos enfermeiras incansáveis, nas guerras, sempre tentando salvar vidas. Fomos senhoras de engenho, fazendeiras
(principalmente na época do Angical).
Muitas foram Rainhas, Princesas, Aias, Prostitutas, Ciganas, Senhoras de Centuriões, de Gladiadores, de Lacaios, de Carrascos, de Ladrões, de Andarilhos, de pobres e de ricos por várias encarnações.
Depois dessas encarnações, tornamos a nos encontrar como CLARRISSAS, em 1181 em Assis, e novamente em 1981 como FRANCISCANAS no Vale do Amanhecer.
Nós Franciscanas temos como modelo CLARA DE ASSIS, que em situação histórica, verdadeira e semelhante a FRANCISCO DE ASSIS, rompeu radicalmente sem usar violência, com todas as convenções do seu tempo.
Nossa história como CLARISSAS (uma de nossas encarnações mais marcantes), começou no ano de 1181 e 1182.
CLARA DE ASSIS ou CLARA DE OFFEDUCCIO conheceu FRANCISCO DE ASSIS na Igreja de São Rufino, e deste encontro surgiu uma imensa simpatia e amizade.
CLARA ansiava participar do Movimento Cristão que FRANCISCO DE ASSIS comandava, e com este conhecimento esperava ela que a ocasião seria esta.
As Franciscanas são lideradas pela Ninfa Lua Dalva Loubak, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Atoro Mestre Leonardo Loubak, sendo seus prefixos Acale e Acale-Ra.

Fonte: Tumarã
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A Falangedas Narayamas

Resultado de imagem para A Falange Missionária de NarayamasA Falange Missionária de Narayamas é conduzida pela Ninfa Lua Maria de Lourdes, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Págamo, Mestre Arnóbio, e se compõe de ninfas destinadas a trabalhos desobsessivos, pois suas forças são cruzadas nos Planos Espirituais, pelos grandes Oráculos de Simiromba, Olorum e Obatalá, cruzamento este que está representado no brasão de suas indumentárias, dando-lhes a característica de “mulheres de bênçãos”.


Têm muito amor e se faz necessária a sua presença nos rituais e nos Sandays, para melhor resultado dos trabalhos desobsessivos.


Sua criação, no plano físico, foi feita por Koatay 108. Os prefixos das Narayamas são Abela e Abela-Ra. 

Fonte: Tumarã
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A Falange das Rochanas

A Princesa Rochana é Ninfa Missionária da Legião de São Lázaro e suas representantes, na Terra, são as Rochanas, falange missionária que tem suas origens na Grécia Antiga, quando um rei se apaixonou por uma linda súdita e a rainha iniciou uma feroz perseguição a ela, querendo destruí-la de qualquer maneira.
Com um grupo de mulheres que estavam também sendo perseguidas, a moça se refugiou em uma ilha pedregosa do mar Egeu, e ali se organizaram, escondendo-se nas grutas e vivendo da caça e pesca, vestidas simplesmente com túnicas brancas e enfeitadas com conchas, sempre preocupadas em se esconder de seus perseguidores, mas levando uma vida simples, livre e saudável.
Em 1982, Tia Neiva organizou a Falange Missionária das Rochanas, sendo indicada a Ninfa Sol Munique Soudant como sua Primeira e o Comandante Adjunto Valeiro, Mestre Manoel Barbosa, seu Adjunto de Apoio. Em 19 de agosto de 2004, Munique desencarnou, e, em 24-10-04, a Ninfa Lua Vera Lúcia foi consagrada como a 1ª Regente Rochana.

A indumentária tem como predominante a cor vermelha - desobsessão - e o roxo - cura, e, embora com poucas componentes no plano físico, é muito numerosa nos planos espirituais.
Koatay 108 disse que seria muito importante a presença de duas Rochanas no ritual da Estrela de Nerhu, a Estrela Sublimação. Seus prefixos são Ferpia e Ferpia-Ra.

Fonte; Tumarã
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A Falange das Cayçaras

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Havia, na mata selvagem, um numeroso povo, comandado pela Princesa Cayçara, que vivia perseguido por outras tribos que queriam exterminá-lo. Um dia, Cayçara teve uma visão: uma grande quantidade de guerreiros iriam atacá-los e seriam destruídos. Mandou seu povo para esconderijos na mata e se deixou ficar, sendo aprisionada pelos inimigos.
A certeza de que, destruindo-a, não mais se reuniria seu povo, fez com que os guerreiros não procurassem pelos outros, contentando-se em torturar Cayçara até que a mataram, em uma roda de fogo. A tribo de Cayçara, sem sua liderança, se separou e se perdeu.
Hoje, nos planos espirituais, a Princesa Cayçara os está reunindo, harmonizando-os no sacerdócio da Doutrina do Amanhecer, constituindo-se numa falange de caçadoras que trabalham junto aos Cavaleiros da Falange de Ypuena. Vão ao Vale das Sombras, penetram em cavernas e, com suas redes magnéticas, resgatam espíritos, com a ajuda de outras missionárias.
Como descreveu Koatay 108, as Muruaicys vão à frente, abrindo os portões magnéticos do Vale das Sombras e das cavernas, onde se encontram espíritos que, por sua força e ferocidade, se apresentam deformados pelo ódio, por sua vibração negativa, assumindo tristes formas animalizadas e até mesmo monstruosas.
As Muruaicys jogam seus charmes, emitindo lindos mantras que vão iluminando aqueles espíritos e estes, como que hipnotizados, vão deixando os negros abismos e se aproximando dos portões. Junto aos portões, as Madalenas fazem uma espécie de poços de lama etérica, escura e pegajosa, nos quais mergulham, ficando irreconhecíveis, com aspecto semelhante ao daqueles espíritos sem luz.
Quando os espíritos sofredores as vêem, tentam agarrá-las, supondo serem da mesma concentração que eles. É o momento em que as Cayçaras lançam suas redes magnéticas, aprisionando-os e, com a proteção dos Cavaleiros de Ypuena, os levam para serem atendidos, sob a força do Cavaleiro da Lança Vermelha, na Estrela Candente, onde recebem o choque da força magnética animal emitida pelos médiuns escaladores e a doutrina - o ectoplasma dos Doutrinadores -, sendo elevados aos planos de acordo com seus merecimentos.
A Primeira Cayçara é a Ninfa Lua Zulmira, tendo como Adjunto de Apoio o Comandante Adjunto Oramós, Mestre Wagner, e os prefixos são Capuza e Capuza-Ra

Fonte: Tumarã
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A Falange das Tupinambás


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As Tupinambás têm como missão atender a pacientes que demandam o Templo em busca de auxílio, providenciando alojamento e alimentação, bem como avaliando a real necessidade de cuidados médicos, no plano físico, para ajudar os pacientes.
A Primeira Tupinambá é a Ninfa Lua Ione Turial, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Trino Muray, Mestre Ademar, sendo seus prefixos Daçui e Daçui-Ra.

Fonte: Tumarã
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A Falange das 
Ciganas Aganaras


Resultado de imagem para Falange das Ciganas TaganasAs Ciganas Aganaras são remanescentes da tribo Katshimoshy, originária da velha Rússia, nômades que faziam previsões, liam a sorte nas cartas, quiromantes, bruxas e curandeiras, conhecendo o segredo da cura pelas plantas e raízes que a tornaram famosas.

Os homens eram artesãos que trabalhavam ouro, prata e cobre, e músicos que dominavam o violão, o violino, o banjo e o pandeiro. Comerciantes e trapaceiros, divertiam-se com belas e animadas danças em volta das fogueiras.

Trazendo a missão de acompanhar os trabalhos de Julgamento e Aramê, por serem presença constante nas grandes guerras e testemunhas de muitos sofrimentos e disputas, uma vez que estavam sempre junto aos feudos e reinados do passado, as Ciganas Aganaras revivem sua jornada da Rússia à Andaluzia, protegidas pela força do talismã dos Katshimoshy. 

A Primeira Cigana Aganara é a Ninfa Lua Nercy Abud, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Palário, Mestre Abud, e os prefixos Adarã e Adarã-Ra.

Falange das 
Ciganas Taganas
As Ciganas Taganas são lideradas pela Primeira Cigana Tagana, Ninfa Lua Marlete, tendo como Adjunto de Apoio: Adjunto Trino Rolzo, Mestre Edmundo e Adjunto Divã, Mestre Tuira, sendo seus prefixos Darã e Darã-Ra. 

Fonte: Tumarã
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A Falange das 
Agulhas Ismênias


As Agulhas Ismênias foram trazidas especificamente para o trabalho da Estrela Sublimação, ou Estrela de Nerhu, com grande poder de manipulação das energias distribuídas pelos Projetores da Estrela, fazendo sua harmoniosa distribuição pelos pacientes e médiuns que participam do trabalho.

Com suas indumentárias tendo a representação dos hieróglifos, a escrita das pirâmides, e tendo, no espaço, a liderança da
Princesa Samboara, alcançam pontos críticos dos submundos, ativam as forças projetadas pelos Oráculos de Oxalá, Obatalá e Olorum, através de Agamor, e proporcionam melhor receptividade dos mestres em seus Projetores pela ativação de seus chakras.

Embora com uma função especifica, podem participar de todos os outros trabalhos, sempre com muita eficiência e precisão.

As
Agulhas Ismênias têm como Primeira, a Ninfa Lua Geni Duarte, sendo o Adjunto de Apoio o Adjunto Anuzio, Mestre João Duarte. Foi consagrada em 01-5-1982.

O prefixo é Avena, para as ninfas  Lua, e Avena-Ra, para as ninfas Sol.
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Templo Puemar do Amanhecer

A Falange das Nyatras

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As Nyatras foram trazidas por Koatay 108, em abril de 1984, inicialmente compostas por sete ninfas Lua, para participação no 1º de Maio daquele ano.
Têm função específica na Estrela Sublimação, quando na condução do Santo Nono – as Esmênias e seus mestres – para os esquifes.
As Nyatras não podem participar do trabalho como Esmênias.
A Primeira Nyatra é a Ninfa Lua Jorgelina Henrique Bahia (Jojô), consagrada em 1.5.88, tendo como Adjunto de Apoio o Adjunto Trino Muray, Mestre Ademar, sendo os prefixos Nepia e Nepia-Ra.
Segundo instrução de Koatay 108, as Nyatras seriam somente ninfas do Templo-Mãe. Todavia, em reunião de março/99, os Trinos Presidentes Triada estabeleceram que a falange teria componentes dos Templos do Amanhecer, considerando a possibilidade de, no futuro, serem instaladas Estrelas de Nerhu em alguns Templos do Amanhecer.
Em suas origens, as Nyatras eram um número reduzido de religiosas que, com a ajuda do Cavaleiro da Lança Vermelha, levavam conforto às famílias das jovens que iam para o sacrifício, atualmente representadas pelas Esmênias.
Exceto para os cantos do Turigano e do Leito Magnético, onde apenas uma Nyatra faz emissão e canto, sempre a presença é de duas missionárias, no mínimo, em cada trabalho ou Sanday.
Fonte: Tumarã
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A Falange das Aponaras


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A Falange Missionária Aponaras foi consagrada, junto com as demais falanges, no dia 20 de setembro de 1998, composta pelas ninfas dos Arcanos e dos Presidentes de Templos do Amanhecer, tendo como Primeira a Ninfa Lua Nair Zelaya, sem necessitar um Adjunto de Apoio, tendo em vista a situação doutrinária dos mestres de suas componentes.
Seu prefixo é Veiza, para as Lua, e Veiza-Ra para as Sol.
O canto emitido na consagração foi o da escrava do Cavaleiro Especial. As ninfas dos Sub-Coordenadores não serão Sub-Coordenadoras mas serão preparadas e escaladas pela 1ª Aponara para representar Koatay 108 ou Pytia no ritual da Elevação de Espadas; Profetisa nos Casamentos; Condessa Natharry nas libertações e incorporação para Bênção de Pai Seta Branca. Podem, também, promover reuniões com missionárias quando a isso solicitadas. Foi estabelecido que as cortes da Iniciação sejam, nos Templos do Amanhecer, entregues unicamente às Aponaras.
Em reunião de 30/04/2003, o Trino Ajarã determinou que a cultura de Ajanãs e ninfas Janda, nos Templos do Amanhecer, passassem a ser feitas pelo Presidente, que poderia, inclusive, preparar a sua Aponara para fazer as invocações de forças nas consagrações.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer





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