segunda-feira, 20 de março de 2017

VALE DO AMANHECER - SÍMBOLOS



SIMBOLOGIA DA DOUTRINA


Símbolos Usados na Doutrina do Amanhecer

AS CORES DA FITA
O roxo significa cura e o amarelo significa conhecimento, ciência, sabedoria.
A CRUZ
É um PontoCabalístico, um ponto de emissão de Forças Crísticas. É o símbolo do Espiritismo Cristão.
A ELIPSE
Além da função captadora de Energias, representa a evolução do cristianismo da fase do martírio para a fase científica. O martírio é o carma da humanidade e no terceiro milênio, a razão e atitudes científicas predominarão.
A ESTRELA DE SEIS PONTAS
São dois triângulos: As metas cármicas são o triângulo da descida, a reencarnação, a involução. As juras transcendentais são o triângulo da subida, é a volta para Deus, evolução do Espírito.
AS FIGURAS DO SOL E DA LUA NA PIRA
O Templo recebe as energias do Sol e da Lua, da manipulação dessas energias mais a energia que é fornecida pelos médiuns, resulta a cura desobsssessiva e o reequilíbrio das pessoas que nos procuram.
AS TAÇAS NA PIRA
Significa o sangue que fornece o ectoplasma.
AS SETAS DA PIRA
Uma seta subindo e outra seta descendo, simbolizam a macro-circulação.
A PRESENÇA DIVINA
Representa os sete (7) planos do homem, ou seja, o espírito encarnado na terra com seus sete raios de força.
O TRIÂNGULO
Símbolo dos Aparás - tem na base o amor e nas laterais a tolerância e a humildade, tendo por centro o Evangelho.
O SINAL DE DIVISÃO
Usado no escudo do Doutrinador - o Doutrinador é o medianeiro, o intermediário entre os planos, o céu e a Terra.
O SINAL DE MULTIPLICAÇÃO
Usado no escudo do Apará - o Apará é a voz direta do céu, significa as múltiplas Entidades que se manifestam através de um só médium (Preto Velho; caboclo; médico; sereias; ciganos; etc...).
AS FALANGES
Que recebemos na 1a. classificação, logo após a Iniciação e a Elevação são as seguintes : sublimação - sb; consagração - cn; sacramento - sc; cruzada - cd; solar - sl; estrela candente - ec; anunciação - an; unificação - un; redenção - rd; ressurreição - rs; ascenção - as.
AS ESTRELAS
Simbolizam Mayanti - as nossas CasasTransitórias.
AS INDUMENTÁRIAS
Elas marcam uma data, representam uma pátria, uma vida por onde passamos. As indumentárias vêm do reino de Zana, é um dos reinos mais evoluídos que baixa na Terra e seu Povo vem nas consagrações e Ioniza todas as Indumentárias. Somente os médiuns Iniciados podem fazer uso da Indumentária, com exceção do Pequeno Pajé, que a partir dos sete anos de idade podem ser: magos, príncipes mayas, gregas, mayas e nityamas.
O UNIFORME BRANCO
É o Uniforme Oficial da Corrente do Amanhecer, usado pelos médiuns em desenvolvimento até serem Iniciados e depois de Elevados os médiuns usam o Uniforme Oficial para o dia de retiro e na sessão branca. Esse uniforme foi trazido (desenhado) por Mãe Yara.
O UNIFORME DE JAGUAR
A cor Preta, na camisa significa as Forças Ocultas Astrais, as Trevas que envolveram a Terra no momento da crucificação de Jesus Cristo. O Marron é a cor do hábito do Frade Francisco de Assis. Só o Médium Elevado pode, isto é, tem a permissão de usar o uniforme de Jaguar.

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Indumentárias e Energias



Indumentária é qualquer tipo de vestuário, roupa, uniforme, e por isso, sob esse título englobamos tudo que diz respeito às vestimentas que usamos em nossos trabalhos. Mas nada existe por acaso. Como sabem, nossa manipulação é essencialmente energética, e por isso, cada forma e cada cor está relacionada com energias a serem manipuladas.
Sobre uniforme, nos diz o Mestre Tumuchy:
“As peças do seu uniforme, sua fita, sua carteira de Médium, seu chaveiro, sua estrela de carro, ou qualquer outro objeto que você use na sua qualidade de Médium do Vale merecem sempre cuidados especiais, pois são objetos que ficam impregnados de sua emanação. Mas, a mais importante função do seu uniforme é a obtenção de vibrações favoráveis dos outros. Repara na diferença: quando você está com sua roupa comum, as pessoas vibram na sua personalidade, no cidadão que você é, na sua maneira simpática ou não de se vestir. Porém, quando você está de uniforme, as vibrações em torno de você se modificam muito. Você está representando a esperança de cura ou de solução dos problemas das pessoas, você é o Vale do Amanhecer! Por isso o seu uniforme deve ser o mais igual possível dos outros. Se você der a ele características muito pessoais, você recebe mais carga vibratória do que os outros. Isso tanto pode acontecer por seu uniforme estar “mais bonito” como por estar “mais feio”. Sabedor disso, você deve evitar enfeites, pregas, laços e outros “acréscimos”. Também deve evitar manchas, engruvinhados por falta de ferro de passar, rasgões, etc. Seja elegante sem ser exagerado. Especialmente se você é Médium mulher.”
a) Uniforme Branco:
Para os que estão em desenvolvimento, o branco tem o significado de uma preparação para receber coisas novas, isto é, o que trazia, o que era, o que pensava, tem tudo que se tornar branco, para receber novas impressões, novas idéias. Tem também utilidade magnética: o branco é totalmente impermeável a muitas vibrações e formas de energia, que poderiam atingir o mestre nos trabalhos de desenvolvimento. É um proteção energética (por isso, é usado no trabalho pesado com espíritos de encarnados – a Sessão Branca).
b) Uniforme de Jaguar:
Camisa (Blusa) Preta: Preto é a cor que atrai mais vibrações. Para um trabalho desobsessivo, atua como verdadeiro imã magnético para as forças negativas, que são desintegradas pelo campo magnético formado pela fita. Calça (Saia) Marrom: O castanho é uma cor neutra e não tem qualquer implicação magnética, nenhuma atribuição específica. Sua finalidade é compor o uniforme com uma cor neutra e que não fique prejudicada facilmente pela poeira e pelo uso.
c) Escrava:
É uma indumentária para utilização na manipulação de forças intermediárias, próprias da ninfa que já fez sua Elevação de Espadas mas ainda não completou o mestrado. Não é aconselhável o uso dessa indumentária pela ninfa plenamente desenvolvida.
d) Ninfa Sol e Ninfa Lua:
Tem como finalidade a ionização da ninfa, dando total proteção contra cargas negativas e correntes esparsas. Todavia, não protege contra uma ação mais próxima de um cobrador, que tem, em seu livre arbítrio, a capacidade de incorporar em uma ninfa com sua indumentária de Ninfa Lua.
e) Missionária:
Protege a ninfa com uma fortíssima ionização e assim permite que ela realize trabalhos de grande força desobsessiva sem qualquer risco. Completa e bem cuidada, a indumentária de uma missionária é potente arma para a iluminação de uma trabalho.
f) Angical:
Os uniformes do Angical são variados. Só é exigente para os mestres a camisa quadriculada, para formar uma rede magnética de cores diferentes, com a fita, que é o portal de desintegração. As ninfas devem usar sempre a blusa preta, para receber toda a carga que fosse trazida, e a liberdade de cores será usada nas saias.
g) Prisioneiros:
Mestres: Os mestres usam camisa preta, sem fita e sem colete, com a ataca, calça marrom e alguns estão usando, por sua própria conta, sacolas onde colocam o Livro de Bônus e a caneta, detalhe que não foi liberado pela espiritualidade. Despojando de seu colete e sua fita, o mestre apenas conta com sua própria vibração para se proteger. O maior cuidado deve ser dado nessa fase, porque as energias chegam, positivas ou negativas, de acordo com a sintonia do mestre.
Ninfas: As cores das indumentárias trabalham como filtros de algumas energias. Como acontece com o mestre, a ninfa prisioneira fica entregue à sua própria sintonia. Pela vibração e pelo amor poderá proteger-se e resgatar aquele irmão que foi colocado perto dela.
h) Catandinho:
Deve ser usado somente em emergências, quando é necessária uma ninfa, que não esteja de indumentária, indicada a participar de determinado trabalho. É colocado sobre o uniforme de Jaguar. Antes só poderia ser usado quando autorizado por Tia Neiva. Atualmente, o Trino Ajarã pode autorizar seu uso.
i) Jaqueta da Iniciação (BATA ou TÚNICA DA INICIAÇÃO):
Usada exclusivamente pelos mestres que atuam diretamente no ritual da Iniciação. Tem a cor roxa, da cura desobsessiva e da preparação do plexo dos mestres, para que possam emanar todo o poder curador, fazendo o trabalho de total limpeza do ambiente do ritual.
Complementos:
Alguns acessórios ou complementos são usados pelos médiuns sem que estes saibam o que estão portando. Assim, damos algumas explicações:
Anel – De metal ou de cristal, principalmente se for trabalhado na espiritualidade, forma um ponto de atração de cargas negativas e forças esparsas, dando permanente proteção ao médium.
Armas das Missionárias – Bordadas em formas variadas, formam potente proteção dos plexos das ninfas e dos mestres, ao mesmo tempo em que funcionam como espelhos refletores das energias chegadas das Falanges Missionárias do Espaço, que fluem para os pacientes, encarnados e desencarnados. Nas ninfas, os cintos, de modo geral, criam um campo magnético no seu Sol Interior, protegendo e energizando seus três plexos.
Ataca – Quando prisioneiro, o mestre substitui a fita pela ataca, que pode ser de couro, no modelo original estabelecido por Koatay 108, ou de pano marrom, com o nome do Adjunto, forma usada para facilitar os médiuns de Templos Externos. Assim, como a fita, a ataca envolve o mestre e forma um elo entre ele e seu cobrador, gerando uma tênue vibração protetora que permite ao cobrador vê-lo e vigiá-lo sem, contudo, poder alcançá-lo. A pequena corrente que a ninfa prisioneira coloca em seu braço esquerdo também se denomina ataca, e deve ser prateada para a ninfa Lua e dourada para a ninfa Sol.
Capa – Com a finalidade de armazenar energias, funciona como verdadeira bateria nos Sandays e na Estrela Candente, evitando que se percam as energias do trabalho. Elas ficam ali, sob a capa, e são usadas na medida das necessidades. Nos Abatás, por exemplo, elas são armazenadas quando o médium faz sua emissão e canto, para logo começarem a ser liberadas, conduzidas pelos Cavaleiros da Legião de Mestre Lázaro, até que se esgotem totalmente. Por isso, não há encerramento, sendo todos liberados tão logo se encerre o trabalho. Já na Estrela Candente, as energias ficam sob as capas até que seja feita a entrega delas na Pira. Por isso o médium que faz uma Escalada não pode, sob pena de perder todo o seu trabalho, tirar sua capa antes de entregar a energia no Templo ou, se for o caso, no Turigano. As ninfas, após a consagração da Centúria, podem usar um forro de renda em sua capa. A renda deverá ser da cor da sua Guia Missionária ou, caso ainda não a tenha recebido, da cor de sua preferência. A capa forrada obriga o uso de pente e luvas.
Colete – Também é considerado uma arma do Jaguar, pois lhe dá proteção, guarnecendo toda sua caixa torácica, deixando livres, apenas, os fluxos de seus chakras . Os símbolos do Apará ou Doutrinador , em suas costas, apenas identificam a mediunidade de quem o usa. Mas, à frente, deve conter o crachá com a identificação e classificação do médium, os broches indicadores de suas conquistas (Povo, Xingu Autorizado, Adjunto, etc.), o Radar de Centurião e, o que é mais importante, uma Estrela de seis pontas, contendo um símbolo de nosso permanente alerta - os Olhos de Pai Seta Branca, que nos vigiam e observam em todos os lugares e em todos os momentos de nossa jornada -, um Sol e uma indicação, com o sinal de divisão, para os Doutrinadores, ou de multiplicação, para os Aparás, representando seu papel na manipulação das forças universais.
Echê e Sudaro – o echê é um arranjo para os cabelos, feito com flores montadas em dois pedaços de organza (sudaro), sendo um da cor da capa, e é colocado no lado esquerdo da cabeça, tanto para a ninfa Lua como a ninfa Sol. Devem guardá-los para serem usado em outras prisões, assim como sua indumentária.
Fita – Bicolor, apresenta o amarelo da Sabedoria e o lilás da Cura, bem como o símbolo do Apará ou do Doutrinador, e forma uma elipse, um portal de desintegração no corpo do médium, permitindo que ele possa trabalhar sem receio na manipulação das mais pesadas vibrações. Seu uso é obrigatório, exceto para os médiuns prisioneiros. Tia Neiva sempre recomendou que o médium andasse com sua fita junto a si, na carteira ou na bolsa, e a usasse quando sentisse necessidade de enfrentar algum problema sério ou caso fosse fazer um trabalho em que não pudesse estar com uniforme ou indumentária, em casa de alguém ou em um hospital, por exemplo. A fita é uma garantia e uma segurança para o médium.
Lança – Potente captora de energia, ao ser usada pela missionária, torna-se condutora por onde as forças fluem continuamente, sendo distribuídas para o enriquecimento do trabalho. Por sua grande capacidade de atrair forças poderosas, não deve ser usada pela ninfa prisioneira, que pode não suportar a intensidade dessas forças e se desequilibrar.
Luvas – Protegem as mãos da ninfa, deixando livres os chakras de suas palmas, concentrando energias de modo que, como acontece com a capa, possam ficar ali armazenadas, sendo usadas, ocasionalmente, quando necessário, pela espiritualidade, como acontece no caso da Indução, em que as ninfas Sol e Lua aplicam passes magnéticos nos pacientes. A ninfa deverá usar obrigatoriamente luvas e pente quando usar capa forrada, o que só é permitido após ser consagrada Centuriã.
Morsas – Existem vários acessórios denominados morsas. Todavia, como estamos tratando de indumentárias, vamos nos referir àquelas cruzes que, no uniforme de Jaguar, estão colocadas lateralmente, nas mangas das camisas e das blusas, formando um ponto de captação de energias. Recebe as forças diretamente de Tapir, e não há como realizar um trabalho equilibrado se o médium estiver sem elas. Pelas morsas chega uma força individualizada, dosada de acordo com as necessidades do trabalho e as condições apresentadas pelo médium, independente de sua vontade e não sofrendo qualquer influência, impregnação ou interferência dos espíritos encarnados ou desencarnados.
Pente – Representando o feixe de energias que jorra do chakra coronário, nas ninfas dos planos espirituais, o pente protege e ioniza a cabeça da ninfa, fazendo com que as energias emitidas por seu chakra se distribuam de forma mais uniforme e direcionada, para benefício dos trabalhos. O uso do pente é obrigatório, junto com luvas, para a ninfa Centuriã que usar capa forrada.
Suriê – Poderoso receptor de energias positivas, como se fosse uma morsa gigantesca, tem ação altamente positiva e energizante, devendo ser usado sempre que o mestre for participar de trabalhos com maior concentração de energia, especialmente se for comandar um Sanday. Como garante a recepção de grandes quantidades de energias especiais, deve-se ter o maior cuidado com o suriê, deixando-o guardado em um lugar onde possa irradiar sua força, como, por exemplo, na cabeceira da cama, e procurando evitar expô-lo aos raios do Sol, motivo pelo qual ele é acompanhado de um saquinho especial.
Talismã – Embora diminuído seu uso e caindo no esquecimento de muitos médiuns, o talismã é importante proteção para o Sol Interior, não deixando que forças negativas ou esparsas penetrem no plexo. Deveria ser usado sempre, tanto nos trabalhos como na vida material do médium.
“Os médiuns que não se apresentarem devidamente uniformizados não poderão participar dos trabalhos do Templo.” 
(Tia Neiva, 07/05/1974).
“Se eu reclamo das indumentárias é porque a indumentária vem do Reino de Zana. Zana é um dos reinos mais civilizados que baixa na Terra e seu povo vem nas consagrações e ioniza todas as indumentárias, por exemplo: o Echê.”
(Tia Neiva, Pequenos Detalhes, 13/10/1983)

Postado por
Templo Puemar do Amanhecer


Armas
As denominadas armas são peças de indumentárias, inclusive o colete . Nas falanges missionárias, as armas são bordadas em formas variadas, formam potente proteção dos plexos das ninfas e dos mestres, ao mesmo tempo em que funcionam como espelhos refletores das energias chegadas das Falanges Missionárias do Espaço, que fluem para os pacientes, encarnados e desencarnados.

Nas ninfas, os cintos, de modo geral, criam um campo magnético no seu Sol Interior, protegendo e energizando os três plexos.

Postado por
Templo Puemar do Amanhecer


Sudaro e Echê
A ninfa prisioneira usa um arranjo para os cabelos, feito com flores, que é denominado de Echê.
Este Echê é montado em dois pedaços de organza, denominado Sudaro, sendo um da cor da capa, e é colocado no lado esquerdo da cabeça, tanto para a ninfa Lua como a ninfa Sol.
Após passar pela representante da Condessa, as ninfas tiram seu Echê e o Sudaro, mas não devem se desfazer deles, deixando-os aos pés de Pai Seta Branca, como comumente fazem.
Devem, sim, guardá-los para serem usado em outras prisões, assim como sua indumentária.
Resumo: Echê: arranjo de flores; Sudaro: dois pedaços de organza;


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Suriê

O Suriê é um poderoso receptor de energias positivas, como se fosse uma morsa gigantesca, tem ação altamente positiva e energizante, devendo ser usado sempre que o mestre for participar de trabalhos com maior concentração de energia, especialmente se for comandar um Sanday.

Como garante a recepção de grandes quantidades de energias especiais, deve-se ter o maior cuidado com o Suriê, deixando-o guardado em um lugar onde possa irradiar sua força, como, por exemplo, na cabeceira da cama, e procurando evitar expô-lo aos raios do Sol, motivo pelo qual ele é acompanhado de um saquinho especial.


“Meu filho, esta cruz é a estrutura de um Suriê, que representa Koatay 108. Pode ser colocada na cabeceira da sua cama ou no seu Aledá. Nas horas de necessidade espere, em Cristo Jesus, que ela lhe alcance.
Esta cruz só conserva o seu encanto em lugar que haja o seu calor. Ela é um ponto de irradiação das Legiões. Ela é o seu Aledá!” 
(Tia Neiva, Mensagem que acompanhava o Suriê, S/d)


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Cruz com Sudário

A Cruz representa os três aspectos do ser humano: Corpo, Alma e Espírito. Antes da consolidação do ser humano no planeta, a Cruz tinha quatro braços iguais e simétricos.
O branco e o preto, o eterno dualismo em que se debate a mente concreta.
A haste superior representa o Espírito, a antena do transcendente*.
O pano branco na cruz representa o Santo Sudário, o pano em que Jesus foi envolvido ao ser retirado da Cruz.
Os braços representam alma. Os mecanismos psicológicos: o Negativo e o Positivo.
A haste inferior representa o Corpo Físico, com todo Atavismo*, o suporte material da vida.

*Atavismo:

Reaparecimento, num descendente, de um "carater" que esteve presente apenas em seus "ascendentes" remoto.
* Transcendente: superior

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Aledá

Aledá significa Altar, onde se realizam Rituais e Consagrações. O Aledá, no Templo, é a parte posterior da Pira.
Ali são entregues as forças da Estrela Candente e a do Quadrante, e é onde Pai Seta Branca incorpora para dar sua bênção, ali fica o comando do trabalho do Leito Magnético.
No Aledá se fazem consagrações, tais como Elevação de Espadas e de Centúria e os Casamentos. O cortejo da Cruz do Caminho por ali passa, e a Divina é coberta com o véu e recebe as atacas.
É, também, Aledá um ponto de concentração e cruzamento de forças, onde o Jaguar manipula as energias de que dispõe, e corresponde a um altar.
No Aledá o Jaguar recebe as forças de seu Povo, de seu Ministro, de sua Princesa, de seu Cavaleiro e, se for uma ninfa, de sua Guia Missionária e de sua falange missionária.
O Aledá é o ponto de encontro com a Espiritualidade, como se transmitisse, para si e para o seu lar, o poder de uma cassandra.
Todavia, o primeiro e principal Aledá deve ser erguido no coração do Jaguar, com amor, humildade e conduta doutrinária , para que possa ter condições de manipular eficazmente todo o poderoso feixe de energias que a Espiritualidade coloca a seu dispor, para atender na Lei do Auxílio.
“Se eu tiver - EU - 7 Raios na Linha de Koatay 108, em minha linha decrescente autorizada, crio, aos poucos, a minha estação, o QUE É MEU, o que cabe, por Deus, aos meus esforços, ao meu amor, ao meu plexo em harmonia. Isto é o meu pequeno ALEDÁ, que servirá aos meus dependentes num mesmo conjunto de forças.
Um só Aledá, de pequenas estações, na proporção do meu amor e na harmonia dos três reinos de minha natureza, que é o meu SOL INTERIOR. Na conjunção de um Adjunto, vou também emitindo e edificando a minha estação, o meu Aledá.
Por que - podem perguntar - somente um Adjunto consagrado em seu povo decrescente? Porque somente um povo decrescente consagrado em uma força poderá emitir a sua energia no que É SEU! Digo, no posto, na legião originalizada, na amplidão do que é seu, o seu Aledá, o seu Terceiro Sétimo.” 
(Tia Neiva, 9.10.79)

Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

A Pira


A Pira é o centro de controle energético do Templo, onde se faz a ligação com a Corrente Mestra, ponto de abertura e encerramento do trabalho do médium.
Nela vemos a Terra, representada por sua base, tendo o Sol à sua esquerda e a Lua à sua direita.
No centro está a Presença Divina, que representa os sete planos do Homem, ou seja, o espírito encarnado com seus sete raios de forças.
A parte espelhada apresenta o corpo físico com seu sistema nervoso, os sete plexos com seus chakras, e o sistema circulatório sangüíneo, no qual o sangue venoso representa o polo positivo e o arterial o polo negativo.
O círculo maior destaca o plexo solar e seu respectivo chakra umbilical. As duas taças representam o sangue que fornece o ectoplasma.
As duas setas, uma para cima e outra para baixo, simbolizam a circulação das forças, a macro-circulação da energia da Terra para os Planos Espirituais e vice-versa.
As estrelas simbolizam Mayante e nossas casas transitórias. Os dois triângulos entrelaçados simbolizam o corpo e a alma, completando a representação do microcosmo - que é o Homem - e do macrocosmo - o Universo.
Amanto ensinou que na cruz, atrás da Pira, existe um cristal que age como captador da energia vinda do Plano Astral, emitindo potente radiação.
Por isso o ritual exige a abertura do plexo, abrindo os braços, quando se cruza a linha mediana do Templo.
Essa radiação não oferece perigo a quem esteja no Templo, sejam pacientes, visitantes ou mesmo médiuns que não tenham aberto seu trabalho, pois não estão na sintonia da onda vibratória emitida.
Já aqueles que tenham aberto o trabalho, recebem uma pequena carga todas as vezes que atravessarem a linha de emissão.
Todavia, com a tolerância dos Capelinos, estes protegem aqueles que se esquecem de fazer o gesto apropriado, impedindo que recebam descargas e sofram graves conseqüências.


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

As Morsas

MORSAS DO UNIFORME DE JAGUAR
São aquelas cruzes que, no uniforme de Jaguar, estão colocadas lateralmente, nas mangas das camisas e das blusas, formando um ponto de captação de energias. Recebem as forças diretamente de Tapir, de uma região chamada Campo das Morsas.
Não há como realizar um trabalho equilibrado se o médium estiver sem elas. Pelas morsas chega uma força individualizada, dosada de acordo com as necessidades do trabalho e as condições apresentadas pelo médium, independente de sua vontade e não sofrendo qualquer influência, impregnação ou interferência dos espíritos encarnados ou desencarnados.


MORSAS DA CRUZ DO CAMINHO
São panos brancos que são colocados no pescoço do Doutrinador, na Cruz do Caminho, e devem ficar com suas pontas caídas nas palmas das mãos, devendo ser cruzadas quando o Comandante pedir.
A função delas é provocar um enfraquecimento da corrente de incorporação, porquanto não há incorporação do Povo das Águas mas, sim, uma passagem das energias, diminuindo muito a sensibilidade do Apará a alteração do fluxo da energia provocada pelo cruzamento das morsas.


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer

Cruz Ansata


A Cruz Ansata - também chamada Cruz de Ansanta - é um antigo símbolo solar egípcio, sendo usada como hieróglifo com o significado de “vida” ou “ato de viver” e compondo as palavras “saúde” e “felicidade”.


A Cruz Ansata representa a Chave da Sabedoria Universal, resgatada por Cismam de Irechim, o Conhecimento da Vida e da Morte, figurando em todas as representações do antigo Egito e de seus faraós e rainhas.


O círculo ou elipse na parte superior indica a força transcendental dos planos espirituais, acima dos limites materiais da existência, representados pela linha horizontal, a divisória entre o Espírito e a Matéria - a linha vertical abaixo da horizontal, que significa o Homem e o mundo material.



Alguns interpretam, ainda, a Cruz Ansata como a representação do Sol (o círculo) dentro do Céu (a parte superior da linha horizontal) e a Terra (a parte vertical abaixo do círculo e da linha).


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer 

Cruz


Muitos acham que a cruz é um símbolo do cristianismo. Mas, quando os espanhóis chegaram à América, viram que o império Asteca simbolizava por cruzes os deuses das chuvas e dos ventos.
Um grande número de sinais em forma de cruz são encontrados nas Américas, datando de muito antes da chegada dos europeus.
Existem vários simbolismos para a cruz, sendo um dos principais uma linha horizontal que divide o Céu e a Terra, uma linha abaixo correspondente a uma linha acima, significando que tudo é assim na Terra como é no Céu.
Mas, na Doutrina do Amanhecer, entendemos que a haste inferior representa o Homem físico, com todo atavismo, o suporte material da vida; os braços horizontais simbolizam a alma, os mecanismos psicológicos, o positivo à direita e o negativo à esquerda, no dualismo que desafia a mente concreta; a haste superior simboliza a ligação com o transcendental - o espírito.
Em João (3; 14), Jesus fala a Nicodemos: “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna.” A serpente de bronze era o aglutinador de força daquelas mentes, dando condições para sua manipulação em benefício dos necessitados. E quando o Mestre diz que do mesmo modo importa que o Filho do homem seja levantado, refere-se à sua crucificação, isto é, indica a cruz como o símbolo de sua missão.
Como a serpente de Moisés, a cruz passou a ser um novo símbolo, representando a passagem e o exemplo de amor do Cristo na Terra.
No Vale do Amanhecer a cruz marca um ponto cabalístico da Força Universal, sendo usada uma cruz preta com o sudário branco, representando a trajetória do Homem Jaguar, onde se trava a grande luta entre a personalidade e a individualidade. A cruz representa o Homem e o sudário a purificação de sua mente, sua evangelização, enfim, seu progresso espiritual.


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer 

Estrela de Seis Pontas

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A Estrela de Seis Pontas - o hexagrama - também chamada Estrela ou Escudo de David, porque foi adotada como símbolo do Rei David, célebre por suas façanhas bíblicas, entre as quais a derrota do gigantesco Golias, quando, ainda menino, deu a vitória dos Hebreus sobre os Filisteus.
Existindo na Natureza, pois entra na formação de inúmeros cristais, o hexagrama é figura muito antiga, remontando ao tempo dos Equitumans, formada por dois triângulos equiláteros entrecruzados, sendo que um com o vértice para baixo, representando as forças da Terra, a involução, o Mal, o Jeovah Preto, o negativo; e o outro, com o vértice para cima, representando a evolução, as forças dos Planos Espirituais, o Bem, o Jeovah Branco, o positivo
O hexagrama forma a Estrela Candente, onde o triângulo amarelo representa a força do Sol e o azul a força da Lua.
Em nossa Doutrina adotamos o hexagrama, porém sem que apareça o entrelaçamento dos triângulos, simbolizando assim nossa Corrente, que dá ênfase à Síntese, que se sobrepõe à Análise.
Na entrada do Templo existe uma estrela atravessada por uma seta, que simboliza nosso Pai Seta Branca, onde se pode ler trecho de uma mensagem: “O Homem que tenta fugir de suas metas cármicas ou juras transcendentais será devorado ou se perderá como a ave que tenta voar na escuridão da noite...”
Essa advertência se faz presente na própria estrela: metas cármicas são o triângulo da descida; juras transcendentais estão contidas no triângulo de subida.


Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer 

O Escudo ou Colete

O colete ou escudo é, também, considerado uma arma do Jaguar, pois lhe dá proteção, guarnecendo toda sua caixa torácica, deixando livres, apenas, os fluxos de seus chakras .
Os símbolos do Apará ou Doutrinador, em suas costas, apenas identificam a mediunidade de quem o usa.
Mas, à frente, deve conter o crachá com a identificação e classificação do médium, os broches indicadores de suas conquistas (Povo, Xingu Autorizado, Adjunto, etc.), o Radar de Centurião e, o que é mais importante, uma Estrela de seis pontas, contendo um símbolo de nosso permanente alerta - os Olhos de Pai Seta Branca, que nos vigiam e observam em todos os lugares e em todos os momentos de nossa jornada -, um Sol e uma indicação, com o sinal de divisão, para os Doutrinadores, ou de multiplicação, para os Aparás, representando seu papel na manipulação das forças universais.

Sobre a distribuição das indicações no colete, os Mestres Devas têm as seguintes instruções:






Fonte: Tumarã
Postado por Templo Puemar do Amanhecer 


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